Arquivo da categoria: Brasil

SIGNIFICADO DO NOME DOS PAÍSES NA AMÉRICA DO SUL

HOMENAGEM AO DESCOBRIDOR

Colômbia significa algo como “Terra de Colombo”, numa homenagem óbvia ao navegador italiano Cristóvão Colombo (1451-1506), que, como todo mundo sabe, descobriu o continente americano em 1492.

DIVISÃO IGUALITÁRIA

O Equador foi batizado com o mesmo nome da linha imaginária que atravessa seu território e corta o nosso planeta ao meio. A palavra deriva do latim aequus, ou “igual”, numa referência à divisão da Terra em duas partes iguais, os hemisférios Norte e Sul.

POLÊMICA INCA

A origem do nome Peru é controversa, com duas interpretações conflitantes. A primeira afirma que se trata de derivação do nome Birú, um importante chefe inca. Para a segunda, a mesma palavra significa também “terra de riqueza e esperança”.

HERÓI LIBERTADOR

O general e estadista Simon Bolívar (1783-1830) tornou-se um dos principais heróis sul-americanos ao lutar pela independência de vários países da região, inclusive da própria Bolívia, batizada em homenagem a seu libertador.

O FIM DA TERRA

Antes mesmo da colonização, o Chile já era chamado assim pelos índios aimarás, que habitavam o norte do país. Na língua deles, a palavra chilli quer dizer “onde acaba a terra”, referência à posição geográfica do território: o extremo oeste do continente.

PEQUENA VENEZA

A Venezuela deve seu nome a Américo Vespúcio (1454-1512), explorador italiano naturalizado espanhol. Ao visitar a região, ele encontrou indígenas que construíam suas casas em palafitas sobre as águas do lago Maracaibo, no noroeste do país. Isso o fez chamar o lugar de “Pequena Veneza”: Venezuela.

PRATA FARTA

A Argentina impressionou seus descobridores pela grande quantidade de riquezas minerais encontradas em seu solo, principalmente prata. Daí vem seu nome, inspirado em argentum: prata, em latim.

ADEUS INDÍGENA

O Suriname tomou seu nome dos índios surinen, habitantes originais da região. Uma lembrança triste, uma vez que, quando os primeiros exploradores ali chegaram, a tribo já havia praticamente desaparecido, expulsa e dizimada por outros grupos indígenas que passaram a ocupar a área.

TERRA DAS ÁGUAS

A Guiana e sua vizinha Guiana Francesa – situadas entre os rios Orinoco, Amazonas e Negro, além de serem banhadas pelo Oceano Atlântico – eram conhecidas pelos nativos como guyana, termo que, em seu idioma, significa “terra de muitas águas”. A Guiana Francesa obviamente leva esse adjetivo por ser possessão da França.

ÁRVORE EM BRASA

Essa aqui é moleza, hein? Produto de grande importância comercial no século XVI, a árvore de pau-brasil batizou nosso país, onde os colonizadores portugueses encontraram florestas fartas dessa madeira. “Brasil” quer dizer algo como “em brasa”, referência à forte coloração avermelhada do tronco, utilizado para fazer corante.

O RIO É REI

O Uruguai acabou ganhando o mesmo nome que os índios tupis e guaranis haviam dado ao grande rio que atravessa seu território. No idioma deles, a palavra significa “rio dos caracóis”.

CAMPEÕES AQUÁTICOS

Quando o Paraguai foi descoberto pelos espanhóis, a região era habitada por índios chamados payaguaes. Excelentes nadadores e hábeis navegadores, eles viviam às margens do rio que dava nome à tribo. O termo pode ser traduzido como “rabo de mar”, “rio ornado” ou “rio que dá origem ao mar” – mas também identifica um tipo de papagaio.

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A VOLTA DE UMA NOVA PARTIDA.

Bom dia, meus monstrinhos lindos.

Hoje, 13 de Julho de 2015, faz exatamente um ano que eu voltei do Chile! Fora que, é dia do Rock!

Não quero falar daquilo do que aconteceu de lá pra cá, quero falar do que aconteceu daqui pra lá, no meio tempo em que fiquei com os meus avós. Houve lágrimas de alegria e tristeza, houve pessoas novas, houve.. experiências novas.

Eu tenho metade da minha alma e coração com aquelas pessoas, que são as melhores pessoas do mundo. Eles me aceitavam de uma forma muito boa, tanto em suas casas quando ia visitá-los, quanto na casa que eu ficava. Chega a ser estranho, pois sou um estrangeiro, e mesmo com as barreiras culturais, acabavam me comparando com pessoas daquele país, o que me deixava honrado, sempre me inserindo no assunto.

Na última semana dessa viagem, foi um rio de lágrimas, eu não queria voltar (queria que os que estivessem aqui, fossem para lá), eu queria uma vez na vida, ter todos com quem me importava.. perto. Mas nada é perfeito, e tenho que engolir a seco isso.

No dia 13, tivemos que voltar, foi a volta de uma nova partida, e sempre será assim, chorei por deixá-los, mas chorei também, por ter certeza que encontraria aqueles que deixei aqui no Brasil, meu pai, meus avós, minhas primas, meus tios, meus amigos..

O importante para mim não é que eu fui, mas sim, que eu irei voltar. Minha familia, eu preciso muito deles perto de mim, (as pessoas daqui também, mas não é para eles esse texto) eu amo todos, e eu tenho um milhão de coisas para contar, mas eles estão muito longe. 

*Dedico o texto as pessoas novas, tais como Ignácio, Paula, Eduardo, JaqueBorja, Melanie, Carol, Alejandro (noivo da Carol), Consuelito, Susan, Sofia.. pessoas que não tive um contato “maior” na visita de 2012. Dedico também as pessoas que já tinha tido um contato maior, Jaime, Maritza, Jaime Jr., Hugo, Yolli, Ale, Seba, AliciaCristian, Fran, Coni entre outros que são muitos! Obrigado, vocês não tem ideia da falta que fazem.*


Bodas de Ouro
Bodas de Ouro
Tio Humberto Chácara
Tio Humberto Chácara
Casa da Nathalia
Casa da Nathalia

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CORAL DIVINO EM CANTO!

SOBRE O CORAL

Coral Divino em Canto foi criado em 1998, a fim de  dar oportunidade aos professores,  funcionários e pais de alunos do Colégio Divino Salvador (Jundiaí) de participarem de uma atividade musical.  Depois de alguns anos o grupo passou a ser  aberto a toda a comunidade. Tem na sua direção artística e regência, desde sua fundação, a maestrina Cláudia de Queiroz. O coral tem como pianista Ricardo Gazzi e, desde 2012, conta com o trabalho de preparação vocal da soprano Débora Lorenti Lupianhe. Desde sua criação até 2007, em conjunto com os outros grupos musicais do Colégio, realizou diversos espetáculos cênicos e temáticos. O Coral vem participando anualmente do Encontro de Corais promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, e também de encontros em outras cidades do Estado (Campo Limpo Paulista, São Paulo, Campinas,  Morungaba, Sorocaba, Vinhedo,  Piracicaba e Salto). Desde 2009 vem realizando intercâmbio com grupos de Jundiaí e de outras cidades, o que resultou nas séries “Sons da Cidade” e “Música Sacra em Concerto” ( que já contou com grupos de Campinas, São Paulo, Alumínio, Ribeirão Preto, Várzea Paulista, Votorantim e Alfenas-MG).  Em 2009 participou da gravação da faixa “Trenzinho”, do CD inVerso,, de Renata Iacovino e Valquíria Malagoli. Em 2014, realizou o concerto “Jundiaí in Concert”, resultado de um trabalho de pesquisa sobre os compositores da cidade de Jundiaí, e que contou com a presença do cantor e compositor Claudio Nucci.


ANÁLISE

No inicio dessa semana já tive a sorte de presenciar a um coral, e ontem, dia 18 de Junho, quinta feira, tudo voltou a se repetir, mas desta vez, foi diferente!

Foi um especial Rock in Rio 30 anos, o maior evento musical do Brasil fará 30 anos, e o coral Divino em canto homenageou o grande evento da música mundial com 3 canções que estouraram com o público na primeira edição do festival!

Eles também tocaram, em sua maioria, músicas sacra em um outro idioma (Latim), o que foi muito legal!

Havia prometido para mim mesmo em sala, que, caso tocasse Queen, eu iria lá para frente tentar ser um bom maestro (falhei, mas fui a frente), claro, não sabia qual era o tema do coral, mas fui surpreendido! Enfim, cumpri o que prometi, e lá fui eu!

Segue pequenas “vines” do show!

https://www.youtube.com/watch?v=N9pS-6jNX98

https://www.youtube.com/watch?v=vyKZeljqjg8

https://www.youtube.com/watch?v=m8WkG5azusc

https://www.youtube.com/watch?v=XSna5UFVw1k

https://www.youtube.com/watch?v=GVnnbr9RPzU

https://www.youtube.com/watch?v=oVf7XwYcHjo

https://www.youtube.com/watch?v=x9K3oDwzQKs

https://www.youtube.com/watch?v=N_oJeUGXwvA

https://www.youtube.com/watch?v=NWJLc5Get9Q

https://www.youtube.com/watch?v=_t2YZDRiCfM

obs.: Lamento se escrevi o nome de alguma canção errada!

SELFIEBOOK feat. PASSAPORTE!

Domingo, 14 de Junho!

Primeiramente fui para o SESC junto de minha mãe e irmã, lá é uma área LINDA! Já tinha combinado de ir a tal lugar com a menina Dianão para que pegássemos uma carteirinha e virássemos todos sócio do mesmo.

Guiei elas por lá após pegarmos a carteirinha, mas a questão não é essa, vim por meio desta publicação para falar do Jd. Botânico! Uma das áreas verdes mais bonitas da cidade. Portanto, tchau SESC! haha

O Caminho até lá é de fácil acesso, tem tudo por perto, um McDonald’s (nossa, McDonald’s tem perto de tudo mesmo!), o paço municipal, o próprio SESC, e tem MUITA vida por lá! Bebedouros espalhados e um banheiro quase limpo (prefiro utilizar o do SESC!). Lá se torna um ambiente familiar perfeito, um lugar ideal para fazer um picnic, levar os filhos pequenos para verem os animais, ir jogar um frisbi com os amigos, relaxar.. Enfim, lá é quase perfeito!

Tem várias árvores (sério, são muitas), uma orquídaria com plantas, flores e etc, várias trilhas onde quase todos podem fazer uma caminhada ou até mesmo andar de bike que liga até o parque da cidade, tendo 4.3 KM de extensão! É uma excelente alternativa para seus exercícios de rotina.

É um bom local para você que é fotógrafo também!

Porém, toda moeda tem dois lados. Dois pontos que pecaram no Jardim, são eles a fonte de água (cachoeira, lago e etc), e o banheiro que estão um tanto quanto “poluídos”, a água das fontes e lagos tem uma coloração que dá medo, um esverdeado, é um pouco nojento.. fora o banheiro que estava com uma pequena poça de urina no chão! ugh, que asco!


Breves informações!

O Jardim Botânico de Jundiaí – (JBJ) – SP, inaugurado em 29 de dezembro de 2004, com uma área de 150.000 m², surgiu como uma proposta de recuperação para uma área com longo histórico de degradação. Esta área se apresentava infestada de gramíneas exóticas com algumas árvores isoladas, e ao longo das décadas, sofreu processos antrópicos que aceleraram sua degradação. Entre estes processos destacaram-se as atividades de extrativismo mineral, deposição de resíduos e sucessivos incêndios que modificaram a vegetação natural e causaram danos na vegetação que resistiu


Jd. Botânico!
Jd. Botânico! O céu só não esta mais lindo que eu 😀
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico! Sorria e aja naturalmente!
Jd. Botânico! Sorria e aja naturalmente!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!

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Jd. Botânico!
Jd. Botânico!

Portarias

  1. Av. Navarro de Andrade, 120
  2. Av. Antonio Frederico Ozanan, 6400
    como chegar de ônibus

Telefones

  1. (11) 4523-1012
  2. (11) 4582-2468

Horário de Funcionamento

De segunda a domingo,
das 8h às 18h

Mais em http://jardimbotanico.jundiai.sp.gov.br/

Nota 4.7

Amiguinha das fotos

CORAL MUNICIPAL DE JUNDIAÍ NO SENAC!

..é gratificante presenciar a uma obra com boas músicas, num mundo onde o imoral e indecente domina.

SOBRE O CORAL MUNICIPAL DE JUNDIAÍ

Criado por iniciativa da Secretaria de Cultura, o Coral Municipal de Jundiaí tem como objetivos a difusão do canto coral com a realização de concertos, manter o intercâmbio cultural com entidades similares, além de integrar-se aos objetivos culturais da cidade. O Coral Municipal tem na sua direção artística e regência, Cláudia de Queiroz, e como regente assistente e pianista, Andresa Sayuri Kinjo. Os integrantes são todos voluntários e foram selecionados através de teste vocal. Durante o ano de 2012, realizou diversos concertos na cidade, inclusive o Concerto de Primeiro Aniversário, e teve a oportunidade de participar do 15º Encontro de Corais na cidade de Salto.

Em 2013, criou o Projeto de Apresentações Noturnas (que continuou em 2014) – apresentações didáticas em instituições de ensino da cidade que oferecem cursos noturnos. O projeto tem cunho didático, já que explica como funciona um coral, os tipos de vozes, além da execução de músicas do repertório do grupo. Instituições já contempladas: SENAC (3 apresentações), Fatec, Centro Municipal de Educação de Jovens e Adultos e 8 escolas estaduais.

Também em 2013, o Coral Municipal organizou o I Encontro de Corais Municipais, recebendo corais das cidades de Vinhedo e Indaiatuba, além de participar do Festival de Inverno de Franco da Rocha e do 16º Encontro de Corais de Salto. Em 2014, promoveu o II e III Encontro de Corais Municipais, com participação especial do Coral Municipal de Itapevi e do Coral Municipal de Cajamar, e marcou presença no V Canta Inverno de Vinhedo.


ANALISE

Foi algo do tipo, foi um grand finale! Um grupo de gala que visa levar a cultura e compartilhar aquilo o que é bom sem o egoísmo de tirar vantagem disso! O Coral Municipal de Jundiaí é incrível, é a terceira vez que os vejo, e é algo novo a cada nova apresentação! Isso soa um pouco estranho e obvio mas.. é algo muito gostoso de acompanhar. 🙂

O Coral Municipal de Jundiaí já cantou em diversas línguas, entre elas o Espanhol, Francês, Lusitano, Alemão, Hebraico, Inglês e Latim.

Segue pequenas “vines” do show!

obs.: Lamento se escrevi o nome de alguma canção errada!

HISTÓRIA #1 RESUMO DA AULA

Alguns nativos morreram quando os europeus chegaram a América, não pelo confronto, mas sim por doenças como a Gripe, que chegou junto deles. Após um tempo, os Jesuítas chegaram por aqui e implantaram a religião católica para essas “pobres almas”.

Franceses eram Europeus mais queridos dos nativos, tanto que no RJ, os nativos os defenderam com unhas e dentes dos portugueses que queriam expulsá los de lá. Eram os ‘xodós’ pois eles não pregaram uma religião nos mesmos, e nem os obrigavam a nada.

Falando em nativos, sabiam que eles comiam outros nativos em duelos? 

A Cana de Açúcar era plantada perincipalmente no nordeste por ser um lugar muito quente.

Apesar do lucro com o pau-brasil, os portugueses passaram a ter a necessidade de explorar algum tipo de riqueza que fosse mais lucrativa. Sem encontrar ouro por aqui, a administração portuguesa optou pelo início da formação de lavouras de cana-de-açúcar na região do litoral brasileiro. 

Após a queda da Cana de açúcar (seu preço), o nordeste foi completamente “esquecido” pelos europeus, e após um curto período de tempo, os bandeirantes acharam ouro em terras da Capitania de São Vicente (SP).

Falando em Bandeirante, eles eram pequenos, bem diferentes daquele que você via nos livros de história! Eles eram mercenários que sempre caçava mata a dentro, Anhanguera era um deles.

Continuando sobre o ouro encontrado.

Os moradores da Cap. São Vicente (SP), tentaram fazer uma rebelião para “se tornar independente” mesmo que não soubessem o que era isso,  tentaram impedir que os moradores de outras regiões pegassem o ouro e prata de suas terras, porém, a coroa portuguesa bateu de frente, fazendo com que os “paulistas” desistissem disso, pós isso, a terra foi separada, e foi criada a atual MG, e lá ficou todo o ouro. Mais sobre o ouro, aqui.

Fazendeiros e Portugueses viviam em dividas com a Holanda devido a empréstimos, por isso, Holandeses ‘plantavam’ laranjas no nordeste. Mais sobre, aqui.

Um quinto dos infernos.

O Quinto era um imposto cobrado pela Coroa portuguesa sobre o ouro encontrado em suas colônias. Correspondia a 20% do metal extraído e era registrado em “certificados de recolhimento” pelas casas de fundição.

Capitania de São Paulo = Capitania de São Vicente, era a preferida para se viver, pois dificilmente algum nativo invadiria o local devido as grandes serras que cobrem a cidade “vila”.

O que é capitania Hereditária?

A Coroa Portuguesa precisava defender a região costeira de ataques alheios, porém detinha parcos recursos financeiros e humanos para tal empreendimento. A solução encontrada foi transferir essa empreitada para as mãos da iniciativa privada.

Algumas das principais Capitanias Hereditárias:

  • São Vicente
  • Santana
  • Santo Amaro e Itamaracá
  • Paraíba do Sul
  • Espírito Santo
  • Porto Seguro
  • Ilhéus
  • Bahia
  • Pernambuco
  • Ceará

Tordesilhas:

O tratado de Tordesilhas durou pouco tempo, pois o rei de Portugal morreu, e não tinha herdeiros, e quem ‘tomou’ a América foi um rei espanhol, (e também português após o falecimento do primo) chamado Filipe II, deixando o tratado apenas no papel, pois as áreas foram divididas, e são como são hoje. Porém, os portugueses acharam isso inadmissível e formaram uma “nova família real”

Os escravos negros:

Negros eram vendidos na África por outros negros, pois havia rivalidade entre os grupos. Os escravos chegavam a valer até pequenos terrenos e sítios.

Por que negros não foram “salvos” pela religião católica assim como os nativos? Simples, os europeus diziam que eles não tinham alma para serem salvos, faziam pactos e por isso, deveriam ser escravizados.

O que é quilombo?

Eram as terras onde os escravos fugiam, e por incrível e irônico que pareça, os escravos eram escravos lá também (normalmente o mais fraco).

Escravo reprodutor, eram os negros fortes, eles transavam com todas as escravas pois os fazendeiros achavam que as crias viriam forte como o pai.


Emboaba em tupi significa forasteiro

SÃO PAULO, 7 DE JUNHO!

MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA!

América! Memorial da América Latina, Pavilhão da Criatividade
América! Memorial da América Latina, Pavilhão da Criatividade
América! Memorial da América Latina, Pavilhão da Criatividade
América! Memorial da América Latina, Pavilhão da Criatividade
México! Memorial da América Latina, Pavilhão da Criatividade
México! Memorial da América Latina, Pavilhão da Criatividade
 Memorial da América Latina, Pavilhão da Criatividade
Memorial da América Latina, Pavilhão da Criatividade

O acervo permanente de cerca de 4 mil peças de arte popular do Brasil, México, Peru, Equador, Guatemala, Bolívia, Paraguai, Chile e Uruguai, exposto em 1600 m², é único no país. Trajes típicos, máscaras, estandartes, instrumentos musicais, objetos de adorno e de uso cotidiano, brinquedos, adereços religiosos e profanos,obras em argila, madeira, esculturas em ferro, fibas, entre muitas outras peças – testemunho eloquente da criatividade popular – fazem parte do acervo do Pavilhão da Criatividade.

As peças de arte do acervo permanente foram selecionadas e adqueridas no transcurso de apenas dois meses. A aquisição da coleção foi conduzida pelos fotógrafos  Jacques e Maureen Bisillia, que em 1988 viajaram para o México, Guatemala, Equador e Peru, países escolhidos por Darcy Ribeiro para compor um acervo inicial, baseado na linha-mestra das grandes civilizações pré-hispânicas, tendo o Brasil como anfitrião.

Memorial da América Latina
Memorial da América Latina, Salão dos Atos

Sede de solenidades e recepções oficiais ligadas às questões do subcontinente latino-americano, o Salão de Atos Tiradentes é o coração do Memorial. A luz, tênue, filtrada por uma parede envidraçada, preenche o ambiente de 30 metros de altura. Essa “catedral profana” abriga a mais importante obra de Cândido Portinari, o Painel Tiradentes, de 1948, que mede 18,00 x 3,00 m, além de seis painéis em baixo-relevo, construídos em concreto aparente pelos artistas plásticos Caribé e Poty, e que medem cada um 4 x 15 m.

Memorial da América Latina com o Sr. Araújo!
Memorial da América Latina com o Sr. Araújo! Galeria de Arte

A Galeria Marta Traba de Arte Latino-Americana é um espaço privilegiado para a difusão da arte latino-americana e para o intercâmbio cultural com os países do nosso Continente.

Projetada por Oscar Niemeyer, a Galeria é hoje o único espaço museológico existente no Brasil, inteiramente dedicado às artes e à cultura latino-americanas.

Ocupando uma área de 1.000 m², o espaço é sustentado por uma única coluna central, circundado por painéis que permitem ao visitante, desde a entrada, uma visão do conjunto das obras expostas.

Composta por duas salas expositivas, a Galeria Marta Traba de Arte Latino-Americana possui todos os equipamentos necessários para a segurança das obras de arte como, controle de temperatura, de umidade e de iluminação, com local adequado para climatização na desembalagem e para manuseio e guarda.

Memorial da América Latina
Memorial da América Latina, Antiga sede do Parlamento Latino-Americano.

Quando foi criada, em 1964, a instituição era itinerante. Ganhou sede própria em 1992, graças ao interesse de Orestes Quércia, que havia deixado o governo um ano antes. Inventado com o objetivo de congregar parlamentares de todas as nações latino-americanas no debate de temas e propostas de leis de interesse comum, o Parlatino conta hoje com treze comissões. Entre suas realizações estão, por exemplo, a redação do Código Latino-Americano de Defesa do Consumidor em 1997, adotado por oito países logo após sua aprovação (para serem implementadas, as leis do Parlatino precisam ser votadas e referendadas em cada uma das nações). “Quando o código foi criado, apenas o Brasil tinha legislação sobre consumo em vigor”, lembra o deputado federal Celso Russomanno (PP-SP), que integrou o grupo responsável por esse trabalho. Atualmente, cerca de 650 senadores e deputados indicados pelos países participantes atuam em projetos do Parlatino. Eles se encontram esporadicamente no local – boa parte dos contatos é feita por e-mail ou telefone. A cada ano, cerca de 1500 legisladores visitam a sede. Mesmo o atual presidente do órgão, o senador chileno Jorge Pizarro Soto, dá expediente por lá apenas dois dias por mês. “Ficaremos muito bem em 1 000 metros quadrados”, afirma o deputado federal Bonifácio Andrada (PSDB-MG), representante brasileiro na junta diretiva do Parlatino. Ele se refere ao espaço que a instituição deverá ocupar a partir do ano que vem – uma área do Palácio do Buriti, em Brasília, que o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, estuda ceder. “O que não pode acontecer é o parlamento deixar de ser sediado no Brasil, já que sua posição aqui reforça a idéia de que somos líderes desse bloco de países.”

A direção do Memorial da América Latina ainda não sabe que destino dará ao edifício do Parlatino. Por causa de seu confortável auditório, fala-se que sua vocação natural seria a de centro cultural dedicado à música. Qualquer decisão nesse sentido terá de ser aprovada pela Secretaria de Ensino Superior. O projeto do Memorial, idealizado pelo antropólogo Darcy Ribeiro e inaugurado em 1989, determina como uma de suas principais missões o incentivo no meio acadêmico paulista a pesquisas e atividades relacionadas à América Latina. Por isso fazem parte do conselho curador do Memorial os reitores das três universidades estaduais – Unicamp, USP e Unesp. Com a transformação do Parlatino em casa de shows, é provável que o local se torne mais conhecido dos estudantes – e do público em geral – do que agora. Se não fosse pelo despejo, poucos paulistanos saberiam o que se passa dentro do belo elefante circular da Barra Funda.

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ALLIANZ PARQUE

Allianz Arena
Allianz Parque
Allianz Arena
Allianz Arena

Batizada como Allianz Parque, a arena tem 43.600 lugares cobertos, 178 camarotes privativos de 12 a 21 lugares, um restaurante panorâmico, lanchonetes, lojas, centro de convenções com estrutura modular para até 1.500 visitantes, centro de mídia para até 1.000 profissionais da imprensa, um memorial com espaço multimídia com registros da história do clube e estacionamento coberto contíguo para até 2.000 carros, com vagas exclusivas para motocicletas e bicicletário. Eventos múltiplos, como shows e concertos, podem receber até 55 mil espectadores.


PQ. Água Branca
PQ. Água Branca
PQ. Água Branca
PQ. Água Branca

Inaugurado em 1929, o parque, que funciona diariamente, das 6h às 22h, possui várias opções de atividades para as crianças, com brinquedoteca e espaço de leitura infantil – em alguns dias ainda conta com a presença de contadores de história. Abriga um parque de diversão permanente com balões pula-pula infláveis e carrosséis de carrinhos, e parquinhos com balanços, gangorras e diversos brinquedos, que ficam espalhados pelo parque. Ao longo do ano também há uma ampla grade de programação voltada ao público infantil.

Para os amantes dos animais, o parque é ótimo para ter contato direto com diversas espécies, como as carpas e as tartarugas, que ficam em tanques espalhados pelo local, ou com os pavões, galinhas, pintinhos e gatos que ficam soltas pelo parque. Às vezes, é possível ver saguis pelas árvores. O local também possui um aquário com as principais espécies da bacia hidrográfica do Estado, com valor de entrada a R$ 2 por visitante.

A terceira idade também possui espaço no parque, como a Praça do Idoso, um local com aparelhos para a prática de ginástica, que é bastante frequentado. Diversas atividades também são desenvolvidas ao longo do ano, como ginástica antiestresse e yoga – a programação deve ser consultada diretamente no parque.


Livraria Cultura!
Livraria Cultura!
Livraria Cultura! Nunca mais faço isso, o Darth me pegou depois!
Livraria Cultura! huehue
Livraria Cultura! Darth Vader me puniu pelo o que eu fiz com o Batman. :(
Livraria Cultura! Darth Vader me puniu pelo o que eu fiz com o Batman. 😦
Livraria Cultura!
Livraria Cultura!
Livraria Cultura
Livraria Cultura
Livraria Cultura!
Livraria Cultura! Um Gênio bilionário playboy filantropo.

A Livraria Cultura é referência no mercado brasileiro e suas lojas estão sempre atualizadas em todas as áreas, tanto no que diz respeito a publicações nacionais quanto a importadas. É a maior livraria que já entrei, e é muito confortável lá dentro!


OPINIÃO

No memorial

Bom, tudo é perto, porém, caminhar naquelas calçadas é uma tremenda tortura! As curvas, as rachaduras, uma hora ou outra você pode tropeçar em algo.. a sujeira nas ruas causada pela população, são uns porcos! Sempre via lixo jogado nas calçadas, sendo que a menos de 10 passos encontraríamos um latão para que jogássemos os resíduos!

Por outro lado, o espaço é lindo, as obras, a arquitetura, é tudo genial, grande Niemeyer! Nota 3.7.

No Allianz

O Acesso é fácil pois tem um terminal de ônibus e trens a menos de 3KM de lá. Estava tudo muito lotado, e as pessoas de amarelo eram as que mais jogavam copinhos na rua, o que as pessoas tinham de beleza exterior, faltava de educação! Claro que generalizo por causa de 20 ou 30 que vi, mas educação vem de casa, e 1 consegue manchar a imagem de 10.

Todos felizes, as equipes de TV estavam por lá, a festa foi bonita com pessoas bonitas, o estádio mais belo que já vi, tudo muito moderno.. clima era de felicidade! Nota 3.5.

Parque da Água Branca

Um lugar bem verde e bonito, também com seus porcos e sua sujeira, mas dos 4, não é o pior! O que falta por lá é bebedouros, vi apenas um! E eu estava bem cansado, e tive que atravessar o parque para poder beber a água.

Porém, como eu disse, tudo lá é verde, os animais correndo livremente, é tudo muito lindo, quase sempre vou lá quando vou para Sampa!  Muito calmo, muito gostoso e agradável! Nota 4.2

Shopping Bourbon

Fácil acesso, bem perto do estádio, estava infestado de brasileiros honrando o manto! Pessoas lindas (só não mais que eu :p), sorridentes, que contavam histórias umas para as outras, variedades de comida na praça de alimentação (fui ao Viena, e super recomendo), cinema, muitas lojas, abrem sempre as 14hs aos domingos, o que é péssimo, mas..

Fiquei o maior tempo na livraria cultura, e é magnifico..os livros, os jogos, os atendentes sempre te tratando bem, nota 4.7.


REFERENCIAS

SÃO PAULO ANTIGA, A CHAMINÉ DA REFINARIA DO AÇÚCAR UNIÃO!

Desde a vinda dos imigrantes italianos, no século XIX, a Moóca ficou caracterizada pela forte industrialização que ocorreu. Durante esse período, o bairro teve uma grande importância econômica…

Antigo logo da produtora de açucar!
Antigo logo da produtora de açúcar!

Localizado na rua Borges de Figueiredo no bairro da Moóca, o antigo prédio da Refino de Açúcar União hoje encontra-se abandonado e parcialmente destruído. Seu futuro segue indefinido e repleto de incertezas. Em um dos edifícios que compõe o antigo complexo industrial, nota-se que o teto desabou ou foi removido. Na imagem acima, vemos que o logotipo do Açúcar União foi removido, mas as marcas ficaram e são um registro quase arqueológico do que antes foi o local.

Desde a vinda dos imigrantes italianos, no século XIX, a Mooca ficou caracterizada pela forte industrialização que ocorreu. Além disso, durante esse período, o bairro teve uma grande importância econômica, devido às indústrias têxteis e a de outros setores, como a de refinados, mais especificamente a Companhia União dos Refinadores.

Em 1886, Domenico Puglisi Carbone (Itália) resolve mandar seus filhos Nicola e Giuseppe para o Brasil com a missão de abrir uma representação comercial para vender o vinho que ele (o velho Domenico) produzia. O começo foi difícil, pois tiveram que enfrentar a concorrência dos donos do mercado de vinho no Brasil: os portugueses e franceses. Mas em 1888, os irmãos ao criarem a companhia Puglisi, tiveram sorte: uma crise na Argentina trouxe muitos italianos para o Brasil, e já habituados ao vinho Italiano.

Dessa época até 1910, com o progresso da empresa e a visão empreendedora que possuíam, resolveram diversificar suas atividades. Pensaram em desenvolver o comércio de açúcar, porém observaram que havia uma concorrência suicida no mercado de açúcar entre as pequenas refinarias. A solução que encontraram para isso acontecer de uma maneira que o comércio fosse mais lucrativo e garantir produtos com uma qualidade superior ao mercado, conquistando uma clientela mais fiel, foi convencer os pequenos refinadores de São Paulo, a deixarem a rivalidade e a concorrência de lado e se unirem para formar uma única empresa. Como consequência, em 1910 surgiu a Companhia União dos Refinadores. Não tardou para que a estratégia se mostrasse acertada e diante da popularização do café, eles o incorporaram à razão social, que mudou para Companhia União dos Refinadores – Açúcar e Café.

Ao longo desses 104 anos de existência, a União passou pela Copersucar (Cooperativa de Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo); pela NovAmérica; pela Cosan; e, em 2012, foi adquirida pela empresa Camil.

A filial na Moóca, que ficava entre as ruas Borges de Figueiredo, Guaratinguetá e João Antonio de Oliveira, foi desativada em 2006 e em 2012 deu lugar ao empreendimento imobiliário da Cyrela, chamado Luzes da Mooca, o qual a obra terminou recentemente, em maio (2014). A chaminé que representava o grupo União foi o que restou da companhia açucareira por ser considerado, pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), um bem cultural e patrimônio histórico da Moóca.

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Mais uma indústria de São Paulo sucumbiu para dar lugar a novos empreendimentos imobiliários. Nesta mesma rua, ao lado desta fábrica, chegou a funcionar também a fábrica de brinquedos Glasslite e até hoje ainda funciona a deliciosa confeitaria Di Cunto.


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CIRCUITO DAS FRUTAS, GEOGRAFIA!

Perguntas:

  1. Registre os conceitos geográficos que mais lhe chamaram a atenção na visita técnica
  2. Você percebeu algum elemento invisível? Se sim, qual?
  3. As localidades utilizam o conceito de sustentabilidade?
  4. Propostas para melhoria na relação sociedade x natureza do local.

Respostas:

  1. O que mais me chamou atenção foram as vegetações e a população que habita e produz as frutas, também é claro, as visitas recebidas pelas fazendas/adegas produtoras de frutas.
  2. Sim, o canto dos pássaros que me lembravam a infância (sítio são José), os cheiros das frutas em todas as fazendas, o sabor dos produtos feitos nos sítios/fazendas, o som dos veículos motorizados, o cheiro da comida servida no sítio do sr. Kusakariba.
  3. Metade das localidades, mas ao meu ver (não sou um produtor, então não sei se me equivoquei), muitas das produções gastam uma quantidade de água absurda. Entretanto, a outra metade das localidades crescem sustentavelmente, ajudando a cidade economicamente [x], a natureza não está sendo tão degradada na região em que atuam, e socialmente esta tudo progredindo com turistas que vão, aprendem, e se sensibilizam, começando a pensar muito mais no eco, se tornando mais sustentáveis e evitando o desperdício.
  4. Bom, não tenho muitas idéias e possivelmente interpretei errado a ‘reflexão’, mas aqui vão duas sugestões.
  • Adaptação do homem a natureza e não da natureza ao homem;
  • Sensibilização, transformar toda a paisagem em local, onde o homem tem afeto e cuida de sua região;

E Sonhe como se fosse viver para sempre, e viva como se fosse morrer amanhã.

Denis Fernandes

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