Arquivo da categoria: Áreas Verdes

V.T. CURITIBA 26 – 27 DE SETEMBRO.

Local de Saída e Retorno: SENAC Jundiaí

Vicente Magaglio, 50 – Jardim Paulista I, Jundiaí – SP

  • Horário de Encontro: 03:30h dia 26
  • Horário de Saída: 04:08h dia 26
  • Horário de Retorno previsto: 16:00h dia 27

PONTOS TURÍSTICOS VISITADOS, HORÁRIOS E PONTUAÇÃO (0 à 5)

Divisão atividades Curitiba

MAPA TURÍSTICO DA CIDADE

MAPA


Descritivo dos Pontos (Avaliação de 0 a 10) e Fotos


Jardim Botânico (7)


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Seu principal cartão-postal é o Jardim Botânico, visita obrigatória para aqueles que passeiam pela cidade pela primeira vez. Mais de cinquenta espécies de plantas e flores são encontradas em meio a uma suntuosa construção em vidro e metal que embeleza ainda mais esse jardim geométrico composto também por esculturas e trilhas.


Largo da Ordem (8)

Desde que começou a existir, o Largo da Ordem (ou Largo Coronel Enéas, se preferirem) sofreu inúmeras modificações. Além das construções seculares nele existentes, preservadas quase fora de tempo – por isso deverá já ter bebedouro para animais localizado bem no meio da praça. Não é porém tão antigo quanto possa parecer, nem tão moderno quanto sua manutenção pretenda escamotear. Em 1900 inexistia o pitoresco bebedouro. O que havia no Largo eram os bondes puxados a burro, cuja linha procedia da Rua Assunguy (Mateus Leme), do ponto de cruzamento desta com a Rua Serrito (Carlos Cavalcanti). Depois e atravessar o Largo e a Praça Osório em duas partes quase iguais, pois subia a Comendador Araújo demandando o Batel, considerado na época o arrabalde mais próximo do centro da cidade: um quilometro.

R. São Francisco, São Francisco, Curitiba, CEP: 80020190  Domingo: 9h às 14h


  • Museu Paranaense (7)

Fundado em 25 de setembro de 1876, o Museu Paranaense é a primeira grande instituição histórica do Estado e terceira do Brasil. Está em sua sede definitiva no Palácio São Francisco, que ocupa uma área de 4.700 m², na cidade de Curitiba, capital do Paraná.

Além das salas de exposições históricas do acervo, o Museu possui salas de mostras temporárias organizadas dentro de temáticas com contexto histórico e social. Possui biblioteca, auditório, laboratórios, salas para cursos e “loja cultural”. Realiza sistematicamente cursos, palestras, oficinas e apresentações artísticas. Desenvolve projetos culturais voltados a vários segmentos sociais como: idosos, estudantes, professores e outros.

Anexo ao Museu há o “Pavilhão da História do Paraná”, onde uma linha do tempo proporciona ao visitante a visão cronológica da história do Paraná, desde a pré-história até o início do século XX, com a chegada dos imigrantes. Ali são abordados aspectos como: achados arqueológicos, os indígenas, as reduções jesuíticas, o tropeirismo, a religião, o povoamento do litoral, primeiro e segundo impérios, o Ciclo do Mate, numismática, a emancipação política do Paraná, o povoamento de Curitiba, as artes, a educação, a Guerra do Paraguai, a Revolução Federalista, o Contestado e a imigração. São objetos, armas, adornos, cuidadosamente dispostos para proporcionar uma belíssima visão da história do Paraná. O visitante tem ainda a oportunidade de apreciar obras de arte de renomados artistas paranaenses, entre eles Alfredo Andersen, Arthur Nísio, Theodoro de Bona e João Turin.

Entre 1941 e 1954 o Museu Paranaense passou por uma fase que é chamada de científica por tratar-se de um período em que a instituição se destacou por sua atuação nas áreas de zoologia, geologia e botânica. Durante essa fase foram publicados 11 volumes dos Arquivos do Museu Paranaense que traziam artigos originais de cientistas brasileiros e estrangeiros. Ao todo foram publicados mais de 2.700 páginas e quase 100 artigos científicos nesse periódico, tendo destaque a monografia de Reinhard Maack em 1945 que foi a primeira defesa formal da tese de Alfred Wegener sobre a deriva continental. Além disso, dois nomes se destacam dentro dessa fase de intensa produção científica do Museu: Jesus Santiago Moure e Frederico Waldemar Lange. Jesus Moure ocupou a direção da seção de zoologia do Museu quando tornou-se uma referência na área de sistemática de abelhas. Já Frederico Lange, diretor da seção de geologia, seria uma figura importante dentro da paleontologia, principalmente através do estudo de microfósseis.

museu

Rua Kellers, 289 – Alto São Francisco, Curitiba – PR, 80410-100 (41) 3304-3300

Funcionamento – de terça a sexta-feira das 9h às 18h. Sábado, domingo e feriado das 10h às 16h


  • Mesquita de Curitiba (8) – ADICIONAL

Em poucos metros caminhando pelo Centro Histórico é possível contemplar a diversidade religiosa da região. Destaque para as Igrejas da Ordem; Rosário; e Presbiteriana; Templo Hare Krishna; Catedral; entre outras. Uma das mais visitadas e apreciadas é a Mesquita Imam Ali ibn Abi Talib – ou Mesquita de Curitiba.

Inaugurado em 1972, o local surgiu da necessidade da comunidade árabe na capital paranaense em ter um espaço sagrado para as orações. O período construtivo durou dois anos e teve projeto arquitetônico de Kamal David Curi (cristão de origem árabe). A estrutura conta com uma cúpula central – ladeada por duas torres denominadas minaretes e orientadas em direção à cidade sagrada de Meca. No interior há escritórios; biblioteca; anfiteatro; e decoração produzida através de doações realizadas pela comunidade muçulmana e empresários árabes da região.

As visitas em maior número acontecem aos domingos das 10h às 13h30. Há algumas recomendações como a entrada sem calçados e o uso do véu no caso das mulheres. AMesquita de Curitiba disponibiliza o objeto caso o visitante não possua. Um dos destaques é que o local concilia o ambiente entre os frequentadores das vertentes sunita e xiita.

A Mesquita Imam Ali ibn Abi Talib fica na Rua Dr. Kellers, 383, bairro São Francisco.

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  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito (6)

    Consta como sendo a segunda igreja de Curitiba, construída por escravos em 1737. Era a igreja dos pretos de São Benedito. Com a abolição da escravatura, perdeu sua razão de ser, só sendo conservada por estar localizada junto ao caminho do cemitério. Passou a ser chamada a igreja dos mortos, onde os defuntos eram encomendados. Durante a construção da atual catedral de Curitiba, serviu de matriz (1875-1893). Seu estilo era originariamente colonial. Em 1931 foi demolida dado o seu péssimo estado de conservação. Em 1946, a nova Igreja do Rosário foi inaugurada. Em estilo barroco tardio, tem a fachada em azulejos, originais da antiga capela. Enfeitam suas paredes os passos da Paixão em azulejaria recente, em estilo português. Em sua entrada está o túmulo do Monsenhor Celso, pároco da cidade e cura da Catedral por 21 anos, falecido em 1931. Aos domingos às 8h é celebrada a Missa do Turista e Feirantes.

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Praça Garibaldi, São Francisco – Curitiba / PR – 80410-250

Atendimento sexta, 17h. Sábado, 16h e 17h. Domingo, 8h, 9h, 11h e 17h


  • Memorial de Curitiba (9)

Com um projeto arquitetônico moderno e ousado, assinado por Fernando Popp e Valéria Bechara, o Memorial de Curitiba dispõe de três salas de exposições, um auditório e uma praça interna para eventos. Nesses espaços, o público tem oportunidade de estar em contato com a arte e a cultura, por meio de apresentações cênicas e musicais de diferentes gêneros, seminários, palestras, oficinas, congressos, lançamentos de livros, dentre outros eventos realizados periodicamente.
Espaço cultural para mostras e eventos alusivos à memória da cidade de Curitiba.

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AÇÃO EDUCATIVA

Desvendar a importância de construções no centro histórico de Curitiba ou saber detalhes de uma obra de arte no museu pode ficar mais fácil se você estiver acompanhado por mediadores que transmitam informações sobre esses temas durante as visitas. É esse o trabalho do grupo de Ação Educativa da Fundação Cultural de Curitiba.

Endereço: Rua Claudino dos Santos, 79 – Centro. Contato: (41) 3321-3313 memoriais@fcc.curitiba.pr.gov.br
Abertura de 3ª a 6ª feira das 9h às 12h e 14h às 18h
educativamemorial@fcc.curitiba.pr.gov.br


  • Casa Romário Martins (7)

   Último exemplar da arquitetura colonial portuguesa, passou a ter essa denominação após sua restauração, numa homenagem ao historiador Alfredo Romário Martins. A casa deixou de ser moradia no início do século e manteve atividades comerciais até sua desapropriação em 1970, pela Prefeitura Municipal de Curitiba. Inaugurada como espaço cultural em dezembro de 1973, a Casa Romário Martins divulga e promove exposições históricas de responsabilidade da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. A área de exposições é de 34,04m2.

casa romario

AÇÃO EDUCATIVA

Desvendar a importância de construções no centro histórico de Curitiba ou saber detalhes de uma obra de arte no museu pode ficar mais fácil se você estiver acompanhado por mediadores que transmitam informações sobre esses temas durante as visitas. É esse o trabalho do grupo de Ação Educativa da Fundação Cultural de Curitiba.

R. Cel. Enéas, 30 – São Francisco, Curitiba – PR, 80020-150
Agendamento: (41) 3321-3328
Data: 3ª a 6ª feira
Horário: 9h às 12h e 14h às 18h
educativamemorial@fcc.curitiba.pr.gov.br


  • Casa Vermelha (8)

    A Casa Vermelha foi construída no final do século XIX, encomendada pelo alemão Wilhelm Peters. Na época, a região era conhecida como Páteo de São Francisco das Chagas e tinha como principais construções a Igreja da Ordem, o bebedouro e a Casa Romário Martins.

    Nas primeiras décadas do século XX foi sede da “Burmester, Thon e Companhia” e da União Comercial. Em 1916 passou a ser conhecida como “Casa Vermelha”, quando era propriedade de Eurico Fonseca dos Santos e seus sócios – no ano seguinte, a região passou a ser chamada de “Largo Coronel Enéas”, nome que se mantém até hoje.

     Em sua história, a Casa Vermelha foi tradicionalmente sede de empresas e comércios ligados ao ramo das ferragens e/ou residência. Em um dos apartamentos do balcão, por exemplo, viveu o maestro Luis Eulógio Zilli, autor do hino a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

     No ano de 1993 a casa passou a ser um espaço da Fundação Cultural de Curitiba, integrado ao Memorial de Curitiba – que foi fundado em 1996. Lá eram realizadas apresentações teatrais, principalmente ligadas ao Festival de Curitiba, mas em boa parte do tempo a casa se mantinha fechada. Em 2014, após uma reforma, passou a fazer parte do Schwarzwald Bar do Alemão, um dos comércios mais tradicionais da região.

*Schwarzwald = Bosque Negro em alemão.
*Wilhelm Peters = Um curador alemão.
*Eurico Fonseca dos Santos = Informação não encontrada.

    A Casa Vermelha, localizada no Largo da Ordem, no Centro Histórico de Curitiba, permanece fechada na maior parte do ano, mas é espaço certo para abrigar peças do Festival de Curitiba. A estrutura da casa permite a montagem do cenário ideal para cada tipo de espetáculo. O local também conta com um mezanino com capacidade para 30 pessoas.

   Cabem 70 pessoas no local, e a casa abre apenas para eventos. Pagam meia entrada pessoas com menos de 14 anos, maiores de 60, doadores de sangue e professores.

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  • Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas e Museu de Arte Sacra (7)

   Construída em 1737, é a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa Senhora do Terço, só mudado com o surgimento da Ordem de São Francisco em Curitiba, em 1746. Em anexo foi construído, em 1752, um convento que funcionou até 1783, dirigido por religiosos franciscanos. Em 1834/35 desabou o vigamento da Igreja, e apesar da reconstrução da parte desmoronada, continuou em péssimas condições e, mesmo assim com a chegada dos colonos poloneses, serviu-lhes de paróquia. Em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II, foi promovida a restauração definitiva da igreja. A torre foi concluída em 1883 e os sinos doados pelos senhores da erva-mate. A partir de então, tornou-se sede da vida espiritual dos alemães, sendo os ofícios celebrados no idioma alemão até 1937. Estas reformas destituíram suas características arquitetônicas, originariamente coloniais, dando-lhe características indefinidas, com a torre lembrando o estilo mourisco segundo alguns ou neo-góticos, segundo outros, seu interior é colonial, apresentando um altar-mor folheado a ouro, talha barroca de princípios do século XVIII. A imagem de Cristo possui cabelos e os olhos são de vidro, numa expressão típica barroca. Foi tombada em 1965 e novamente restaurada no período de 1978/80, dentro de uma filosofia conservadora, marcando a autenticidade de nossa paisagem histórica. Anexo à igreja está o Museu de Arte Sacra, edifício que reúne alfaias resgatadas das quatro antigas igrejas da cidade, isto é, da Matriz de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito, São Francisco de Paula e da própria Igreja da Ordem. O museu foi viabilizado em 1981 e compreende as duas salas de alfaias, a Capela do Encontro, a Capela Papal e a nave da igreja. Ambos, museu e igreja, estão no Largo da Ordem.

O Museu de Arte Sacra ainda passa despercebido por quem frequenta o Centro Histórico. Instalado no anexo da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, o local apresenta um acervo com mais de 800 peças classificadas como objetos de culto, paramentos litúrgicos, obras raras, mobiliário, entre outras opções. Destaque para a imagem do Bom Jesus dos Pinhais, em terracota, datada de fins do século XVII.

Foi inaugurado em 12 de maio de 1981 e teve o acervo inicial recolhido pelos Arcebispos Dom Manuel Silveira D’Elboux e Dom Pedro Fedalto. Atualmente, o Museu de Arte Sacra também oferece um espaço para exposições itinerantes relacionadas ao contexto religioso.

igreja

museu


Praça Garibaldi  (9)

Antes de ser inaugurada, em 1946, com o nome de Praça Garibaldi, sua denominação primeira foi Praça Dr. Faria Sobrinho e, mais tarde Praça do Rosário. Está no Setor Histórico de Curitiba e abriga construções e monumentos que contam a historia da cidade. Exemplo disso é o Palacete Wolf, a Igreja do Rosário, a Sociedade Garibaldi, em estilo neo-clássico, a Igreja Presbiteriana Independente, um projeto do engenheiro Henrique Estrela Moreira de 1931, também em estilo neo-clássico, com decoração alemã no seu interior e a antiga “Mansão de Nhá França” construída em 1890 por Ignácio de Paula França e hoje transformada no Solar do Rosário.

O busto de Monsenhor Celso, o Relógio das Flores, a Fonte da Memória, as Galerias de Arte e as Lojas de Antiguidades e de Artesanato completam o conjunto de estruturas ali existentes. Aos domingos acontece nesta praça a Feira de Arte e Artesanato, com antiguidades, esculturas, talhas em madeiras e cerâmica, vidro, couro, metal e outros, além de apresentações musicais e barracas com gastronomia típica.

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Praça Tiradentes (Catedral Basílica Menor de Curitiba) (8)

A Praça Tiradentes dominada pela Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz é a mais antiga praça da cidade denominada com este nome em 1889, sendo o lugar onde oficialmente a cidade nasceu em 29 de março de 1693. A praça possui muitas árvores, bustos de personalidades (como Tiradentes), o marco zero da capital paranaense (que aponta as direções e distâncias de Curitiba para Paranaguá, Santa Catarina e São Paulo), e um monólito que representa um pelourinho que ali existia.

No início de 1994, foi reformada com o objetivo de alterar o tráfego do anel central, além de servir como terminal de algumas linhas de ônibus urbanos, além de servir como ponto de partida da Linha Turismo. Em 2008 durante obras de revitalização foram encontradas calçamentos de cunho arqueológico, objetos dos primeiros moradores da capital, como: ferraduras, facas, moedas, botões e louças datados da metade do século XIX. Após esta grande reforma, a praça ganhou cerca de 30 bancos de madeira para curtir a natureza, ler ou simplesmente apreciar o movimento e um projeto para dar visibilidade aos achados.

No meio da praça, onde foi encontrada a calçada histórica mais importante, foi feito um trecho de 119 metros quadrados de piso de vidro laminado , e uma iluminação especial foi instalada dentro do vidro para destacar a calçada. Local muito bonito é uma das únicas praças que são boas para ser observadas durante a noite. A segurança é feita pela Guarda Municipal, porém é sempre bom estar atento a qualquer pessoa suspeita, principalmente durante a noite.

  • Aberta 24 horas
  • Animais de estimação são permitidos no local, mas os donos devem limpar os dejetos dos bichos.
  • Há placas que permitem o acesso de ciclistas apenas desmontados das bicicletas.
  • Não há banheiros públicos, nem bebedouros.

A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba fica na Praça Tiradentes. É um dos mais importantes patrimônios culturais da Cidade. Construída de 1876 a 1893, em estilo neogótico, segundo o projeto do arquiteto francês Alphone de Plas. Ocupa o mesmo local da antiga matriz do século 17, bem como o da sua sucessora, construída em 1720.

Até 1892, a paróquia de Curitiba estava subordinada à Sé Primacial da Bahia. A antiga Igreja Matriz foi elevada à categoria de Catedral, em 27 de abril de 1892, com a criação da Diocese de Curitiba, pela bula Ad universas orbis ecclesias, do papa Leão XIII. A Diocese foi instituída em 30 de setembro de 1894, com a posse do primeiro bispo dom José de Camargo Barros. Em 10 de maio de 1926, foi elevada à categoria de Arquidiocese. Historia Curitiba Cultura em Curitiba.

Como suas antecessoras, a Catedral é dedicada e abriga a imagem de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba. É Catedral Basílica Menor desde 8 de setembro de 1993, quando completou 100 anos.

Rua: Praça Tiradentes, 220

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Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (6)

Inaugurada em 1969, o santuário é a ampliação da antiga igreja católica da “Capela da Glória”, fundada em 1960, no mesmo local onde se encontra o santuário. Os Missionários Redentoristas, juntamente com o padre Egídio Gardiner, resolveram ampliar o espaço físico da antiga capela, em virtude da grande concentração das pessoas, mas missas e novenas.

Atualmente, mas de 35.000 pessoas, em média, participam da principal novena em adoração a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que ocorre todas as quarta-feiras, durante todo o dia.

Praça Portugal, s/n – Alto da Glória, Curitiba – PR, 80030-220 (41) 3253-2031

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Rua das Flores e Boca Maldita (9)

Primeiro calçadão do Brasil, chega a ser considerado um grande shopping a céu aberto. Destaque para o trecho considerado tribuna livre, a Boca Maldita. A “Boca Maldita”, local de manifestações públicas pacíficas, é a continuação da Rua XV de Novembro entre a Rua Ébano Pereira e a Praça General Osório, denominada Av. Luiz Xavier, a menor avenida do mundo, e também palco de apresentações de Natal no prédio do Palácio da Avenida.

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é uma confraria curitibana e o termo também é associado ao local em que seus membros se encontram para discutirem os assuntos do momento.

    Boca Maldita é a denominação de um espaço, sem área determinada mas ao redor dos cafés, bancas de revista e bancos do calçadão na Avenida Luiz Xavier (Rua das Flores) no centro de Curitiba, onde se reúnem os “Cavaleiros da Boca Maldita de Curitiba”, confraria esta que disseca todos os assuntos presentes nas manchetes dos jornais do momento em uma tribuna livre de palavras e pensamentos.

O obelisco existente em frente ao hotel Braz, faz uma homenagem ao local e a confraria.

Reduto prioritariamente masculino, tribuna livre para quaisquer comentários ou críticas, a Boca Maldita surgiu em 13 de dezembro de 1956, fundada por um grupo que reunia, entre outros, o eterno presidente Anfrísio Siqueira e o jornalista Adherbal Fortes de Sá Junior. A institucionalização do espaço de conversas, no calçadão da Rua das Flores, se deu em 13 de dezembro de 1966 (data anterior ao calçadão), quando da criação dos estatutos e seu registro ocorreu em 29 de setembro de 1975.

A confraria existe para debater e criticar tudo e todos sem qualquer restrição, expressando as vontades e indignações populares. Entre seus confradesreunem-se pessoas de diversas opiniões ou setores, como artistas, profissionais liberais, políticos, esportistas e aposentados. A Boca Maldita se destaca em diversos acontecimentos históricos do estado e do país, como por exemplo, a campanha das Diretas Já, além de diversas ações de caráter filantrópico-cultural. O maior evento da “Boca” é o seu jantar de aniversário quando cerca de 40 pessoas recebem o título de “Cavaleiros da Boca Maldita”.

Avenida Luiz Xavier, s/nº, Praça Osório, Centro, Curitiba, CEP: 80020010

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Palácio Avenida

Localizado no centro da capital paranaense, o Palácio Avenida é um dos mais importantes edifícios históricos de Curitiba. Inaugurado em 1929, foi erguido pelo imigrante e comerciante sírio-libanês Feres Merhy, com projeto arquitetônico original de Valentim Freitas, Bernardino Assumpção Oliveira e Bortolo Bergonse.

São cerca de 18 mil metros quadrados, que abrigaram cafés, como o folclórico Bar Guairacá, e o Cine Avenida, uma das primeiras salas de cinema da capital. A construção, quase que inteiramente degradada, foi recuperada e reaberta em 1991 pelo banco Bamerindus.

Atualmente, sedia a principal agência curitibana do banco HSBC. O endereço também abriga o Teatro Avenida, com capacidade para 250 espectadores. Desde 1991, é tradicionalmente realizado nas janelas do Palácio Avenida um espetáculo natalino com coral de crianças e músicas típicas.

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Universidade Federal do Paraná (8) e Teatro Guaíra (8)

Centro Cultural Teatro Guaíra é uma instituição cultural com auditórios para teatro,dança e espetáculos musicais, com sede na cidade de Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná. É mantido pelo governo do estado. A Orquestra Sinfônica do Paraná, a companhia de dança Balé Teatro Guaíra e o Teatro de Comédia do Paraná (TCP) são algumas das instituições mantidas pelo Centro Cultural Teatro Guaíra. O complexo arquitetônico localizado na Praça Santos Andrade garante ao Teatro Guaíra a sua classificação como um dos maiores da América Latina.

   A história do Teatro Guaíra inicia no século XIX. O imóvel situava-se no local onde hoje está o prédio da Biblioteca Pública do Paraná, na Rua Cândido Lopes, e sua abertura estava marcada para o dia 28 de setembro de 1884, com o nome de Theatro São Theodoro, em homenagem a Theodoro Ébano Pereira, fundador de Curitiba. A inauguração foi cancelada pela eclosão da Revolução Federalista, que utilizou o prédio como prisão política. Somente dezesseis anos mais tarde, em 3 de novembro de 1900, após obras de reforma, ampliação e instalação de iluminação elétrica, o teatro foi finalmente inaugurado, recebendo o nome de Theatro Guayra. As instalações foram redecoradas e ampliadas em 1915. O prefeito Aluízio França ordenou a demolição da edificação em 1937, alegando perigo de desabamento.

   Em 1948, durante o governo de Moisés Lupion, foi realizado concurso para escolher um projeto para o novo prédio do teatro. O arquiteto Rubens Meister, 26 anos na época, ficou classificado em terceiro lugar, sendo que o primeiro e segundo colocados apresentaram projetos clássicos, com estilo semelhante aos dos teatros municipais do Rio de Janeiro e de São Paulo. O governador seguinte, Bento Munhoz da Rocha, acabou optando pelo projeto de Meister, por considerá-lo mais condizente com a sua proposta de modernizar a capital. A localização foi alterada da Praça Rui Barbosa, que deixaria de existir para abrigar o prédio, para uma área maior, de um quarteirão inteiro, situada em uma das faces da Praça Santos Andrade. Sendo assim, o projeto inicial pôde ser ampliado, formando um complexo arquitetônico com três auditórios e todas as dependências necessárias para a produção de peças e espetáculos, com salas de ensaios, ateliê de costura e oficina cenográfica, entre outras dependências.

   As obras tiveram início em 1952. O “Auditório Salvador de Ferrante”, de tamanho médio, conhecido como Guairinha, foi inaugurado em 19 de dezembro de1954, com a presença do Presidente da República Café Filho. A primeira peça apresentada no auditório foi “Vivendo em Pecado”, de Terence Rattigan, da companhia Dulcina, em 25 de fevereiro de 1955.

Com a Lei Estadual n° 73 de 7 de novembro de 1955 o pequeno auditório do Teatro Guaira passou a ser denominado de “Auditório Salvador de Ferrante”em homenagem a Salvador Ferdinando de Ferrante, teatrólogo pioneiro em Curitiba e fundador da Sociedade Teatral Renascença.

As obras do grande auditório seguiram lentamente durante dezesseis anos. Em 25 de abril de 1970, quando a inauguração estava próxima, um incêndio causou graves danos ao prédio, que precisou de mais quatro anos para ficar pronto.

O grande auditório, também conhecido como Guairão, foi inaugurado em 12 de dezembro de 1974, recebendo o nome de “Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto”. A peça de estréia foi “Paraná, Terra de Todas as Gentes”, de Adherbal Fortes e Paulo Vítola.

O “Auditório Glauco Flores de Sá Brito”, conhecido como o miniauditório, foi inaugurado um ano depois do grande auditório, em 1975, sendo reservado principalmente a companhias de teatro paranaenses e espetáculos experimentais e de vanguarda.

O “Teatro José Maria Santos” não faz parte do prédio principal, mas integra o patrimônio do “Centro Cultural Teatro Guaíra”. Foi inaugurado em 27 de junho de 1998.

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(UFPR) é a mais antiga instituição de ensino com concepção de universidade do Brasil, fundada em 19 de dezembro de 1912, inicialmente com o nome de Universidade do Paraná.

Atualmente as instalações da universidade estão distribuídas entre os diversos campi de Curitiba e de outras cidades do Paraná. A instituição oferta 113 cursos de graduação, 68 de mestrado, 43 de doutorado, 62 de especialização lato sensu, além de residências médicas, cursos técnicos e à distância.

A UFPR adota desde 2004 em seu vestibular um sistema de cotas próprio que reserva 20% das vagas de cada curso para estudantes oriundos de escolas públicas e 20% para alunos negros e pardos. Em 2013 passou a adotar, concomitantemente, o sistema de cotas instituído pelo governo federal, de maneira que a proporção total deve aumentar para 50% em quatro anos.

Em 1892 o intelectual paranaense José Francisco da Rocha Pombo colocaria, no Largo Ouvidor Pardinho, a pedra fundamental da Universidade do Paraná. O projeto, infelizmente, foi frustrado pelo Movimento Federalistaque impediu a criação da universidade.

Vinte anos depois, em 1912, o estado contava com um reduzido número de intelectuais (apenas nove médicos e quatro engenheiros) mas se desenvolvia muito devido a produção da erva-mate. Além disso, a Guerra do Contestado fez com que as lideranças políticas se empenhassem pela criação de uma universidade, de modo a dar uma identidade ao povo paranaense. Na esteira da Reforma Rivadávia, que retirava do Estado a obrigação de oferta de ensino e dava liberdade à iniciativa privada de criar instituições de ensino superior, entre outras medidas polêmicas, Victor Ferreira do Amaral, deputado e diretor de instrução pública do Paraná e Nilo Cairo da Silva lideraram a fundação da Universidade do Paraná.

A Universidade do Paraná, uma instituição privada de ensino superior, foi fundada em 19 de dezembro de 1912, e iniciou suas atividades em 1913, num antigo prédio da Rua Comendador Araújo, residência do ervateiro Manoel Miró. Os primeiros cursos ofertados foram os de Ciências Jurídicas e Sociais,Engenharia, Medicina e Cirurgia, Comércio, Odontologia, FarmáciaBioquímica. O primeiro aluno e primeiro funcionário foi o alagoano Oscar Joseph de Plácido e Silva. Após ter fundado a Universidade do Paraná, Victor Ferreira do Amaral, que foi também o primeiro reitor, deu início à construção do prédio central em um terreno doado pela prefeitura. Então, com a recessão econômica causada pela Primeira Guerra Mundial e com as políticas públicas do governo central vieram as primeiras dificuldades.

Em 1915, em decorrência da promulgação do Decreto 11530/1915 as regras para a criação e manutenção de universidades foram alteradas e o governo do país retomou a função de ofertar ensino em todos os níveis. Por conta das novas exigências do governo federal (a obrigatoriedade de a cidade sede de uma universidade ter mais de cem mil habitantes, por exemplo, o que não era o caso de Curitiba), a Universidade do Paraná teve que ser desmembrada em faculdades isoladas para poder continuar funcionando. A situação permaneceu assim até 1946, quando a lei foi novamente alterada e a possibilidade de criação de universidades fora do âmbito público federal voltou a figurar na lei. A recriação da Universidade do Paraná culminou, em 1951, com a “federalização” (transferência da iniciativa privada para a esfera pública). Com a transferência, a Universidade passou a se chamar Universidade Federal do Paraná, usando a sigla UFP. Nos anos 1960, a UFP foi notório palco das reformas educacionais do regime militar, devido à ascensão de Flávio Suplicy de Lacerda ao cargo de Ministro da Educação do Brasil. A reforma educacional alterou a constituição das Universidades brasileiras de modo que o governo tivesse mais controle sobre as comunidades (em especial os estudantes, mais envolvidos na luta pela derrubada do regime e pela redemocratização do país). A reforma enxugou a estrutura da UFP. As faculdades e institutos foram substituídas por setores e a sigla passou a ser UFPR, para não haver confusão com as novas universidades criadas pelo regime em outros estados.

A construção localizada na Praça Santos Andrade iniciou-se em 1913, um ano depois da fundação da Universidade. O projeto do engenheiro militar Baeta de Faria consta de apenas um bloco de cinco andares e uma cúpula central. A inauguração deu-se em 1915.

Sete anos depois, em 1923, houve a ampliação com a construção das blocos laterais, conforme o projeto original. O setor direito fica pronto em 1925 e passou a abrigar o curso de Engenharia. No ano seguinte é concluído o setor esquerdo, que recebe o curso de Odontologia.
Que daria origem após alguns anos à chamada Associação Brasileira de Odontologia (Secção Paraná ABO – PR). Novas ampliações foram realizadas no lado direito e o prédio recebeu uma nova pintura em1940.
Foram feitas mais obras estendendo o prédio no sentido da Rua XV de Novembro que ficaram prontas em 1951. Um ano depois novas obras no setor direito, obrigam a demolição de parte da fachada lateral construída em 1940.

Em 1954 o edifício passou a ocupar uma quadra inteira, entre a Praça Santos Andrade, Rua XV de Novembro, Rua Presidente Faria e Travessa Alfredo Bufren. As últimas modificações foram feitas, apóś tantas ampliações uma nova fachada com muitas colunas e uma ampla escadaria foi projetada e a cúpula coberta foi retirada. A inauguração da obra com 17 mil metros quadrados em estilo neoclássico, ocorreu em 1955.

No ano de 1999 a prefeitura de Curitiba assinou uma lei que transformou o edifício no símbolo oficial da cidade, através de uma votação popular para a escolha do símbolo.

Rua General Carneiro, 370 / 380 – Centro Curitiba – PR – CEP: 81.531-990
Telefone: (041) 3360-5288 (recepção)

ufpr


Visita a Torre da Mercês (Valor R$ 6,00) e informações Santa Felicidade GUILHERME

Também conhecida como Torre da Telepar, é uma torre de telecomunicações localizada no bairro das Mercês na cidade de Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná.

Foi construída em 1991 pela estatal Telepar e, devido à privatização do setor de telecomunicações, já pertenceu a Brasil Telecom e pertence hoje a Oi. É a única torre de telefonia do Brasil com mirante aberto à visitação.

A torre tem 109,5 metros de altura, propiciando uma ampla visão em dias claros. Dentro dela, há um museu do telefone, e um mapa com detalhes da cidade de Curitiba.

  • Altura: 103,5m.
  • Diâmetro da seção circular: 8,0m
  • Cota do terreno/nível do mar: 940,5m
  • Altura: 95,0m
  • Diâmetro: 22,5m
  • Área útil: 329m²
  • De terça-feira a domingo, das 10h às 19h.

Rua Professor Lycio Grein Castro Vellozo, 191 – Mercês, Curitiba – PR, 80710-650(41) 3339-7613

Funcionamento 3ª a domingo e feriados das 10h às 19h

torre

Santa Felicidade é a primeira colônia de italianos de Curitiba, formada por imigrantes da região do Vêneto que chegaram ao Brasil em 1878. De suas tradições nasceram as atrações que caracterizam o bairro, como a grande quantidade de restaurantes típicos, as vinícolas e as lojas de artesanato e móveis de vime. A igreja centenária é uma marca da religiosidade dos italianos. A poucas quadras dela está situado o Cemitério de Santa Felicidade, com seu inédito panteão constituído por 18 capelas em estilo neoclássico e tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico. No bairro, merecem destaque por sua arquitetura a Casa dos Gerânios, a Casa dos Painéis, a Casa das Arcadas e a Casa Culpi.

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Parque Tingui e Memorial da Imigração Ucraniana (9)

Encontra-se numa faixa de preservação junto ao Rio Barigui desde 1994, o nome é uma homenagem aos nativos que habitavam a região de Curitiba. Um ano mais tarde foi inaugurado o Memorial Ucraniano, a construção segue as normas da religião ortodoxa, como cúpula oitavada revestida em cobre, com as faces representando os quadrantes do entendimento humano, o altar voltado para o leste e o telhado em dinho, a qual seu interior abriga exposição da Igreja de São Miguel, na Serra do Tigre em Malet.

tingui

papa


Bosque Zaninelli  & Universidade Livre do Meio Ambiente (10)

Inaugurado em 1992 pelo oceanógrafo francês Jaques Costeau, ao meio de muito verde do bosque, a UniLivre do Meio Ambiente mantém um espaço de estudos e conhecimentos sobre o meio ambiente e a ecologia. A construção de material rústica na forma e cores lembra os quatro elementos da natureza: Ar, água, fogo, terra.

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Bosque Alemão (10)

O Bosque do Alemão é mais um dos pontos turísticos próprios de uma das etnias formadoras da população local. Recomenda-se uma visita ao local após as 16h00, quando o sol começa a baixar e graças à sua localização em um dos pontos mais altos da capital pode-se ter uma das mais lindas vistas da cidade. Uma réplica da Catedral de Bach é encontrada no bosque onde também é possível experimentar o legítimo apfelstrudel alemão.

  • Oratório Bach, uma sala para concertos musicais. É uma das principais atrações do Bosque e é instalada na réplica de uma antiga igreja Presbiteriana. A sala foi inaugurada em 13 de abril de 1996.
  • A Torre dos Filósofos, com um mirante de onde se vislumbra boa parte da área preservada.
  • A trilha João e Maria, onde as crianças tem a oportunidade de vivenciar um dos mais belos contos de fadas dos irmãos Grimm.
  • A Casa Encantada, com uma biblioteca infantil, e onde é feita a Hora do Conto para crianças, com bruxas e fadas.
  • A Praça da Cultura Germânica, onde se vislumbra a riqueza cultural dos imigrantes alemães.
  • O bosque de mata atlântica nativa preservada com nascentes de água límpida.
  • O portal e a reprodução da fachada da Casa Mila, construção germânica do início do século XX, originalmente localizada no centro da cidade. O gradil na abertura superior central do portal é original da antiga construção.

alemão


Ópera de Arame e Pedreira (9)

   Com estrutura tubular e teto transparente, a Ópera de Arame é um dos símbolos emblemáticos de Curitiba. Inaugurada em 1992, acolhe todo tipo de espetáculo, do popular ao clássico, e tem capacidade para 1.572 espectadores. Em meio a lagos, vegetação típica e cascatas, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com a Pedreira Paulo Leminski, que desde 1989 é cenário para a encenação da Paixão de Cristo e outros grandes eventos. A Pedreira pode abrigar, ao ar livre, 20.000 pessoas.


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Farol do Saber (9)

Os Faróis do Saber são bibliotecas comunitárias existentes em vários bairros de Curitiba. Funcionam em apoio às escolas municipais e como pontos de referência cultural e de lazer para a comunidade.

No total, são 45 faróis. O acervo referencial é de cinco mil livros e alguns incluem acesso gratuito à Internet banda larga. O primeiro foi inaugurado em 1994, em Vista Alegre.

A construção é modular, em estrutura metálica. Em geral, são 88 m² de área construída e a torre tem 10 metros de altura. O nome tem inspiração no antigo Farol e na Biblioteca de Alexandria.

farol

Rua Dr. Faivre, 398  Centro  – (41)3218-2423


Bosque do Papa (João Paulo II) (9)

Memorial da Imigração Polonesa, criado em dezembro de 1980. Local este que antigamente havia uma fábrica de velas estearina. As sete casas de troncos que compõem o memorial, são lembranças vivas de fé e da luta deste povo. A casa típica, ao casa do artesanato, a capela no seu interior encontramos a Virgem Negra de Czestochowa, o museu e na trilha um busto do Papa João Paulo II.

39.1


Info. Centro cívico – Museu Oscar Niemeyer (7)

 Centro Cívico é um bairro do município brasileiro de Curitiba, capital do estado do Paraná, onde os principais prédios governamentais estão localizados.

O nome significa Centro do Cidadão ou, com uma interpretação mais dirigida, centro onde se resolvem os assuntos relacionados ao cidadão.

Nos últimos dias de agosto de 2011, o Centro Cívico foi tombado como conjunto urbano e arquitetônico. Estão desta forma protegidos os edifícios do eixo central da Avenida Cândido de Abreu, incluindo a Praça 19 de Dezem­­bro, o Colégio Estadual Tiradentes, os edifícios do Tribunais de Justiça, de Contas e do Júri, o Palácio Iguaçu, o Museu Oscar Niemeyer e a Praça Nossa Senhora de Salette.

O nome atual do bairro surgiu durante os anos 40, quando o urbanista francês Alfred Agache, dentro de suas propostas para o novo Plano Urbano de Curitiba, propôs a criação do Centro Cívico. O Plano Agache concebia a área como “uma praça de características especiais, de edifícios destinados aos altos órgãos da administração Estadual, que além da função de centro de comando, pudesse bem denominar-se como a “sala de visita da cidade”, apresentando um conjunto de arquitetura especial em harmonia com o tratamento paisagístico da ampla praça central”.

No início dos anos 50, o engenheiro civil Bento Munhoz da Rocha Neto assumiu o governo do Estado e resolveu concretizar a ideia de destinar um local especial aos altos órgãos da administração Estadual. Sua ideia era de marcar o centenário de criação do Estado do Paraná, que ocorreria em 1953, com a inauguração de uma série de prédios públicos (entre os quais, além do Centro Cívico, o Teatro Guaíra e a Biblioteca Pública do Paraná) . Dava-se início à construção do primeiro Centro Cívico do Brasil. Oficialmente, a Praça Dezenove de Dezembro está no território do bairro Centro. No entanto, por ser um dos marcos das comemorações do Centenário de Emancipação política do Paraná, sua identidade está ligada ao nome posteriormente adotado.

AvenidaCandidodeAbreu101

  Mais conhecido como o Museu do Olho, no Centro Cívico, onde é possível conferir exposições de arte fixas e itinerantes, ou até mesmo fazer um piquenique ao ar livre, como é costume de muitos curitibanos.

O MON, como é conhecido, é um dos maiores museus da América Latina. Seu acervo abriga mais de 2.200 obras de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua estrutura de 35 mil m² se destaca entre 144 mil m² de área verde. O complexo é formado pelo prédio principal, projetado em 1967, e o novo anexo, concebido em 2001 e inspirado na araucária, árvore de grande porte e símbolo do Paraná. A forma elíptica e as paredes de vidro desse novo anexo conferiram ao MON o carinhoso e popular apelido de “Museu do Olho”.

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R. Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba – PR, 80530-230  (41) 3350-4400

Terça a domingo 10h às 18h R$ 9,00 R$ 4,50 (meia-entrada)
http://www.museuoscarniemeyer.org.br


Parque Tanguá (9)

Inaugurado em 1996, faz parte do projeto de preservação do Rio Barigui, juntamente com o Parque Tingui e Barigui. Destacam-se no parque duas pedreiras, unidas por um túnel de 45m, que pode ser atravessado a pé por uma passarela sobre a água. Possui pista de cooper, ciclovia, mirante, lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto. Considerado um dos melhores locais para apreciar o pôr do sol em Curitiba.

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Rua Oswaldo Maciel, s/ n° – Taboão Curitiba

Diariamente das 8 às 18 horas


Praça XIX de Dezembro (8) – ADICIONAL

No passado abrigou um dos poucos mercados de abastecimento existentes na cidade, o qual após alguns anos fechou as portas. Parte da estrutura, como as escadas de concreto e os corrimãos de ferro, foram reutilizados no novo espaço público da cidade, que também tinha jardins e passaria a embelezar aquela antiga região úmida e de charco. A praça hoje é resultado da sua remodelação acontecida durante a segunda metade do século XX, quando para a comemoração da emancipação política do Estado, o governo contratou um Plano de Desenvolvimento Urbano, denominado Agache, previa a construção de diversas benfeitorias para qualificar o crescimento urbano em Curitiba, dentre elas a nova temática da Praça. O nome do logradouro e de seu conjunto escultural representam a data da Emancipação Política do Paraná em 19 de dezembro de 1853. O obelisco foi erigido em comemoração ao Centenário desta data, em 1953. O “Homem Nu”, de autoria de Erbo Stenzel, representa o Paraná emancipado, independente, caminhando com as próprias pernas e sem medo do futuro. A “Mulher Nua”, de autoria de Humberto Cozzo, que permaneceu nos fundos do Palácio Iguaçu até a década de 70, foi trazida para a praça a fim de complementar o conjunto e representar a Justiça. O biombo possui dois painéis, um de Poty Lazzarotto, em azulejos, representando a evolução política do Estado e o outro, de Erbo Stenzel, em alto relevo, representando os ciclos econômicos do Paraná.

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Paço da Liberdade (6) – ADICIONAL

Inaugurado em 24 de fevereiro de 1916, era a sede da antiga Prefeitura de Curitiba,com detalhes neoclássicos e desenhos art-nouveau, a construção é em alvenaria de tijolos com base em blocos de concreto e cantaria.

É o único monumento do Paraná tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O projeto de restauração respeitou as características originais do edifício e privilegia o uso público do espaço. Em 29 de março de 2009 a Prefeitura entregou o Paço da Liberdade totalmente revitalizado.

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Praça Generoso Marques – Centro (Setor Histórico)


Feira Largo da Ordem (9)

Localizada próxima do marco zero(Praça Tiradentes) de Curitiba, Paraná, a Feira do Largo da Ordem recebe a cada domingo uma média de 15 mil pessoas que percorrem o local.

Além do artesanato a Feira tem exposições de automóveis antigos, centros históricos como a Igreja da Ordem, o Memorial de Curitiba e a Casa Romário Martins (a qual se acredita ser a mais velha da cidade).

Na Feira além trabalhos de artesanato como objetos de decoração, pinturas, bolsas, bijuterias, lembranças da cidade, roupas entre outros produtos, como livros e revistas antigas, antiguidades e muito mais.

Você também tem a opção de almoçar em algum dos restaurantes que existem ao redor da Feira.

Minha lembrança de lá.
Minha lembrança de lá.

By Night (Bar Crossroads)  – O Crossroads vem há quase duas décadas promovendo o encontro do público curitibano com bandas influenciadas pelo rock ’n’ roll e pelo blues, estilos musicais que definem o gosto da casa pela música. O bar conquistou vários prêmios durante sua existência, como o de Melhor Música ao Vivo pela Revista Veja Curitiba, e já trouxe bandas de renome nacional, como Blues Etílicos e Celso Blues Boy, e de reconhecimento internacional, como Guy King, blues man de Chicago.Tradicionalmente, a casa promove shows com as mais variadas bandas cover e grupos brasileiros de renome. Mas não é só pela boa música que o Crossroads é conhecido. O cardápio da casa se destaca pelos petiscos variados, sanduíches e pratos elaborados com produtos e receitas especiais. Para matar a sede, além do tradicional chopp no caneco (vencedor do prêmio Apreciadores do Chopp nacional e regional), a casa ainda possui uma carta de drinks.

O Crossroads é a melhor opção para festas e confraternizações. Temos ambientes climatizados, profissionais qualificados, qualidade de som, segurança e conforto para atender você ou sua empresa. Realize seu evento no bar mais rock’n’roll de Curitiba.

A Banda cover da noite, era o Deep Purple, porém, não entramos no passeio e fizemos uma panorâmica pela van. (Ao meu ver, muito mais gostoso do que o evento, onde todos estavam exaustos)

– Fácil localização
– Capacidade para 500 pessoas
– Ambiente climatizado
– Acesso wireless gratuito
– Facilidade para contratação de bandas
– Equipamentos de som e luz de última geração
– Área exclusiva para fumantes
– Ambientes adaptados para acesso de cadeirantes
– Estacionamento terceirizado com manobrista

Avenida Iguaçu, 2304 – Água Verde, Curitiba – PR, 80240-030  – (41) 3243-3711

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CURITIBA PRÉ VIAGEM

Divisão atividades Curitiba

Saída de VCP as 6h05 pela CIA Aérea Azul, pelo avião 4081.

Chegada prevista para as 7h12.

Hospedagem no hotel “Terrazas Park Hotel”

Pontos. Fotos e Informações.

Jardim Botânico

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     Seu principal cartão-postal é o Jardim Botânico, visita obrigatória para aqueles que passeiam pela cidade pela primeira vez. Mais de cinquenta espécies de plantas e flores são encontradas em meio a uma suntuosa construção em vidro e metal que embeleza ainda mais esse jardim geométrico composto também por esculturas e trilhas.


Largo da Ordem

largo da ordem

Museu Paranaense (SH)

     Fundado em 1876, teve várias sedes desde sua fundação. até ser transferido para a Praça Generoso Marques. Informações tel. (0xx41) 304-3300. Localiza-se na Rua Kellers, 289 Horário de visitação: terça-feira a sexta feira das 10h às 17h, sábado e domingo das 11h às 15h.

museu


Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito (SH)

    Consta como sendo a segunda igreja de Curitiba, construída por escravos em 1737. Era a igreja dos pretos de São Benedito. Com a abolição da escravatura, perdeu sua razão de ser, só sendo conservada por estar localizada junto ao caminho do cemitério. Passou a ser chamada a igreja dos mortos, onde os defuntos eram encomendados. Durante a construção da atual catedral de Curitiba, serviu de matriz (1875-1893). Seu estilo era originariamente colonial. Em 1931 foi demolida dado o seu péssimo estado de conservação. Em 1946, a nova Igreja do Rosário foi inaugurada. Em estilo barroco tardio, tem a fachada em azulejos, originais da antiga capela. Enfeitam suas paredes os passos da Paixão em azulejaria recente, em estilo português. Em sua entrada está o túmulo do Monsenhor Celso, pároco da cidade e cura da Catedral por 21 anos, falecido em 1931. Aos domingos às 8h é celebrada a Missa do Turista e Feirantes.

igreja


Memorial de Curitiba (SH)

   Com um projeto arquitetônico moderno e ousado, assinado por Fernando Popp e Valéria Bechara, o Memorial de Curitiba dispõe de três salas de exposições, um auditório e uma praça interna para eventos. Nesses espaços, o público tem oportunidade de estar em contato com a arte e a cultura, por meio de apresentações cênicas e musicais de diferentes gêneros, seminários, palestras, oficinas, congressos, lançamentos de livros, dentre outros eventos realizados periodicamente.
Espaço cultural para mostras e eventos alusivos à memória da cidade de Curitiba.

memorial


Casa Romário Martins

   Último exemplar da arquitetura colonial portuguesa, passou a ter essa denominação após sua restauração, numa homenagem ao historiador Alfredo Romário Martins. A casa deixou de ser moradia no início do século e manteve atividades comerciais até sua desapropriação em 1970, pela Prefeitura Municipal de Curitiba. Inaugurada como espaço cultural em dezembro de 1973, a Casa Romário Martins divulga e promove exposições históricas de responsabilidade da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. A área de exposições é de 34,04m2.

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Casa Vermelha GUILHERME (SH)

    A Casa Vermelha foi construída no final do século XIX, encomendada pelo alemão Wilhelm Peters. Na época, a região era conhecida como Páteo de São Francisco das Chagas e tinha como principais construções a Igreja da Ordem, o bebedouro e a Casa Romário Martins.

    Nas primeiras décadas do século XX foi sede da “Burmester, Thon e Companhia” e da União Comercial. Em 1916 passou a ser conhecida como “Casa Vermelha”, quando era propriedade de Eurico Fonseca dos Santos e seus sócios – no ano seguinte, a região passou a ser chamada de “Largo Coronel Enéas”, nome que se mantém até hoje.

     Em sua história, a Casa Vermelha foi tradicionalmente sede de empresas e comércios ligados ao ramo das ferragens e/ou residência. Em um dos apartamentos do balcão, por exemplo, viveu o maestro Luis Eulógio Zilli, autor do hino a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

     No ano de 1993 a casa passou a ser um espaço da Fundação Cultural de Curitiba, integrado ao Memorial de Curitiba – que foi fundado em 1996. Lá eram realizadas apresentações teatrais, principalmente ligadas ao Festival de Curitiba, mas em boa parte do tempo a casa se mantinha fechada. Em 2014, após uma reforma, passou a fazer parte do Schwarzwald Bar do Alemão, um dos comércios mais tradicionais da região.

*Schwarzwald = Bosque Negro em alemão.
*Wilhelm Peters = Um curador alemão.
*Eurico Fonseca dos Santos = Informação não encontrada.

    A Casa Vermelha, localizada no Largo da Ordem, no Centro Histórico de Curitiba, permanece fechada na maior parte do ano, mas é espaço certo para abrigar peças do Festival de Curitiba. A estrutura da casa permite a montagem do cenário ideal para cada tipo de espetáculo. O local também conta com um mezanino com capacidade para 30 pessoas.

   Cabem 70 pessoas no local, e a casa abre apenas para eventos. Pagam meia entrada pessoas com menos de 14 anos, maiores de 60, doadores de sangue e professores.

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Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas e Museu de Arte Sacra (SH)

   Construída em 1737, é a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa Senhora do Terço, só mudado com o surgimento da Ordem de São Francisco em Curitiba, em 1746. Em anexo foi construído, em 1752, um convento que funcionou até 1783, dirigido por religiosos franciscanos. Em 1834/35 desabou o vigamento da Igreja, e apesar da reconstrução da parte desmoronada, continuou em péssimas condições e, mesmo assim com a chegada dos colonos poloneses, serviu-lhes de paróquia. Em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II, foi promovida a restauração definitiva da igreja. A torre foi concluída em 1883 e os sinos doados pelos senhores da erva-mate. A partir de então, tornou-se sede da vida espiritual dos alemães, sendo os ofícios celebrados no idioma alemão até 1937. Estas reformas destituíram suas características arquitetônicas, originariamente coloniais, dando-lhe características indefinidas, com a torre lembrando o estilo mourisco segundo alguns ou neo-góticos, segundo outros, seu interior é colonial, apresentando um altar-mor folheado a ouro, talha barroca de princípios do século XVIII. A imagem de Cristo possui cabelos e os olhos são de vidro, numa expressão típica barroca. Foi tombada em 1965 e novamente restaurada no período de 1978/80, dentro de uma filosofia conservadora, marcando a autenticidade de nossa paisagem histórica. Anexo à igreja está o Museu de Arte Sacra, edifício que reúne alfaias resgatadas das quatro antigas igrejas da cidade, isto é, da Matriz de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito, São Francisco de Paula e da própria Igreja da Ordem. O museu foi viabilizado em 1981 e compreende as duas salas de alfaias, a Capela do Encontro, a Capela Papal e a nave da igreja. Ambos, museu e igreja, estão no Largo da Ordem.

O Museu de Arte Sacra ainda passa despercebido por quem frequenta o Centro Histórico. Instalado no anexo da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, o local apresenta um acervo com mais de 800 peças classificadas como objetos de culto, paramentos litúrgicos, obras raras, mobiliário, entre outras opções. Destaque para a imagem do Bom Jesus dos Pinhais, em terracota, datada de fins do século XVII.

Foi inaugurado em 12 de maio de 1981 e teve o acervo inicial recolhido pelos Arcebispos Dom Manuel Silveira D’Elboux e Dom Pedro Fedalto. Atualmente, o Museu de Arte Sacra também oferece um espaço para exposições itinerantes relacionadas ao contexto religioso.

igreja

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Praça Garibaldi  (SH)

   Antes de ser inaugurada, em 1946, com o nome de Praça Garibaldi, sua denominação primeira foi Praça Dr. Faria Sobrinho e, mais tarde Praça do Rosário. Está no Setor Histórico de Curitiba e abriga construções e monumentos que contam a historia da cidade. Exemplo disso é o Palacete Wolf, a Igreja do Rosário, a Sociedade Garibaldi, em estilo neo-clássico, a Igreja Presbiteriana Independente, um projeto do engenheiro Henrique Estrela Moreira de 1931, também em estilo neo-clássico, com decoração alemã no seu interior e a antiga “Mansão de Nhá França” construída em 1890 por Ignácio de Paula França e hoje transformada no Solar do Rosário.

   O busto de Monsenhor Celso, o Relógio das Flores, a Fonte da Memória, as Galerias de Arte e as Lojas de Antiguidades e de Artesanato completam o conjunto de estruturas ali existentes. Aos domingos acontece nesta praça a Feira de Arte e Artesanato, com antiguidades, esculturas, talhas em madeiras e cerâmica, vidro, couro, metal e outros, além de apresentações musicais e barracas com gastronomia típica.

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Praça Tiradentes (Catedral Basílica Menor de Curitiba )

  É o marco zero da cidade, denominada Vila de Curitiba, mais tarde passou a ser Largo dea Matriz e Dom Pedro II. A partir de 1889 recebeu o nome de Praça Tiradentes, onde se encontram dois obeliscos, um demarca as distâncias e o outro significa a presença dos portugueses. O novo piso de vidro revela a descoberta recente de traços da cidade do passado.

  A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba fica na Praça Tiradentes onde a cidade formalmente nasceu. É um dos mais importantes patrimônios culturais da cidade. Inspirada na Sé de Barcelona e construída em estilo neogótico, de 1876 a 1893, quando foi inaugurada. Inicialmente era uma pequena capela de madeira, que em 1715 foi elevada à Primeira Igreja Matriz.

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Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

   O Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é uma das principais e mais tradicionais referências da Igreja Católica de Curitiba e Região Metropolitana, reunindo também fiéis e devotos de municípios do interior do Paraná e de outros estados. O templo católico ganhou notoriedade com as Novenas a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, realizadas todas as quartas-feiras.

As novenas se iniciaram em 1960 na Capela Nossa Senhora da Glória – Avenida João Gualberto – com a chegada dos Missionários Redentoristas a Curitiba. Mas a grande procura da devoção motivou a construção de uma igreja maior (de 1965 a 1969). Com a inauguração do Santuário, em 1969, as celebrações passaram então a ser realizadas na Praça Portugal, bairro Alto da Glória. Em 2014 comemoraram 54 anos de Novenas a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Curitiba.

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Rua das Flores e Boca Maldita

   Primeiro calçadão do Brasil, chega a ser considerado um grande shopping a céu aberto. Destaque para o trecho considerado tribuna livre, a Boca Maldita. A “Boca Maldita”, local de manifestações públicas pacíficas, é a continuação da Rua XV de Novembro entre a Rua Ébano Pereira e a Praça General Osório, denominada Av. Luiz Xavier, a menor avenida do mundo, e também palco de apresentações de Natal no prédio do Palácio da Avenida.

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Palácio Avenida

  Localizado no centro da capital paranaense, o Palácio Avenida é um dos mais importantes edifícios históricos de Curitiba. Inaugurado em 1929, foi erguido pelo imigrante e comerciante sírio-libanês Feres Merhy, com projeto arquitetônico original de Valentim Freitas, Bernardino Assumpção Oliveira e Bortolo Bergonse.

  São cerca de 18 mil metros quadrados, que abrigaram cafés, como o folclórico Bar Guairacá, e o Cine Avenida, uma das primeiras salas de cinema da capital. A construção, quase que inteiramente degradada, foi recuperada e reaberta em 1991 pelo banco Bamerindus.

  Atualmente, sedia a principal agência curitibana do banco HSBC. O endereço também abriga o Teatro Avenida, com capacidade para 250 espectadores. Desde 1991, é tradicionalmente realizado nas janelas do Palácio Avenida um espetáculo natalino com coral de crianças e músicas típicas.

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Universidade Federal do Paraná e Teatro Guaíra

   É a primeira universidade do Brasil, fundada em 1912 e considerada um monumento arquitetônico em estilo neoclássico. Do outro lado da Praça Santos Andrade está o Teatro Guaíra, um dos maiores da América Latina. Foi inaugurado em 1884 em outo local com outro nome. Reconstruído em 1952, só ficou totalmente pronto na década de 70. Têm três auditórios, o maior deles com 2173 lugares e um painel em alto-relevo de Poty Lazzarotto na entrada principal.

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Visita a Torre da Telepar (Valor R$ 6,00) e informações Santa Felicidade GUILHERME

  Situada num ponto alto de Curitiba é também suporte de telefonia celular (OI). Inaugurada em 17/12/1991, o mirante de 109,5 metros permite uma belíssima visão panorâmica (360º) da cidade e dos contornos da serra do mar. O mapa no piso em relevo, localizamos com detalhes pontos da cidade, e desenvolvimento de Curitiba. No piso inferior, na entrada está o museu do telefone.

   Santa Felicidade é a primeira colônia de italianos de Curitiba, formada por imigrantes da região do Vêneto que chegaram ao Brasil em 1878. De suas tradições nasceram as atrações que caracterizam o bairro, como a grande quantidade de restaurantes típicos, as vinícolas e as lojas de artesanato e móveis de vime. A igreja centenária é uma marca da religiosidade dos italianos. A poucas quadras dela está situado o Cemitério de Santa Felicidade, com seu inédito panteão constituído por 18 capelas em estilo neoclássico e tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico. No bairro, merecem destaque por sua arquitetura a Casa dos Gerânios, a Casa dos Painéis, a Casa das Arcadas e a Casa Culpi.

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Parque Tingui e Memorial da Imigração Ucraniana

     Encontra-se numa faixa de preservação junto ao Rio Barigui desde 1994, o nome é uma homenagem aos nativos que habitavam a região de Curitiba. Um ano mais tarde foi inaugurado o Memorial Ucraniano, a construção segue as normas da religião ortodoxa, como cúpula oitavada revestida em cobre, com as faces representando os quadrantes do entendimento humano, o altar voltado para o leste e o telhado em dinho, a qual seu interior abriga exposição da Igreja de São Miguel, na Serra do Tigre em Malet.

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papa


Bosque Zaninelli  & Universidade Livre do Meio Ambiente

   Inaugurado em 1992 pelo oceanógrafo francês Jaques Costeau, ao meio de muito verde do bosque, a UniLivre do Meio Ambiente mantém um espaço de estudos e conhecimentos sobre o meio ambiente e a ecologia. A construção de material rústica na forma e cores lembra os quatro elementos da natureza: Ar, água, fogo, terra.

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Bosque Alemão

     O Bosque do Alemão é mais um dos pontos turísticos próprios de uma das etnias formadoras da população local. Recomenda-se uma visita ao local após as 16h00, quando o sol começa a baixar e graças à sua localização em um dos pontos mais altos da capital pode-se ter uma das mais lindas vistas da cidade. Uma réplica da Catedral de Bach é encontrada no bosque onde também é possível experimentar o legítimo apfelstrudel alemão.

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Ópera de Arame e Pedreira

   Com estrutura tubular e teto transparente, a Ópera de Arame é um dos símbolos emblemáticos de Curitiba. Inaugurada em 1992, acolhe todo tipo de espetáculo, do popular ao clássico, e tem capacidade para 1.572 espectadores. Em meio a lagos, vegetação típica e cascatas, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com a Pedreira Paulo Leminski, que desde 1989 é cenário para a encenação da Paixão de Cristo e outros grandes eventos. A Pedreira pode abrigar, ao ar livre, 20.000 pessoas.

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pedreira


Farol do Saber

    Os Faróis do Saber são bibliotecas comunitárias existentes em vários bairros de Curitiba. Funcionam em apoio às escolas municipais e como pontos de referência cultural e de lazer para a comunidade.

   No total, são 45 faróis. O acervo referencial é de cinco mil livros e alguns incluem acesso gratuito à Internet banda larga. O primeiro foi inaugurado em 1994, em Vista Alegre.

   A construção é modular, em estrutura metálica. Em geral, são 88 m² de área construída e a torre tem 10 metros de altura. O nome tem inspiração no antigo Farol e na Biblioteca de Alexandria.

farol


Bosque do Papa (João Paulo II)

   Memorial da Imigração Polonesa, criado em dezembro de 1980. Local este que antigamente havia uma fábrica de velas estearina. As sete casas de troncos que compõem o memorial, são lembranças vivas de fé e da luta deste povo. A casa típica, ao casa do artesanato, a capela no seu interior encontramos a Virgem Negra de Czestochowa, o museu e na trilha um busto do Papa João Paulo II.

papa


Info. Centro cívico – Museu Oscar Niemeyer GUILHERME

  Mais conhecido como o Museu do Olho, no Centro Cívico, onde é possível conferir exposições de arte fixas e itinerantes, ou até mesmo fazer um piquenique ao ar livre, como é costume de muitos curitibanos.

O MON, como é conhecido, é um dos maiores museus da América Latina. Seu acervo abriga mais de 2.200 obras de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua estrutura de 35 mil m² se destaca entre 144 mil m² de área verde. O complexo é formado pelo prédio principal, projetado em 1967, e o novo anexo, concebido em 2001 e inspirado na araucária, árvore de grande porte e símbolo do Paraná. A forma elíptica e as paredes de vidro desse novo anexo conferiram ao MON o carinhoso e popular apelido de “Museu do Olho”.

oscar n


Parque Tanguá

   Inaugurado em 1996, faz parte do projeto de preservação do Rio Barigui, juntamente com o Parque Tingui e Barigui. Destacam-se no parque duas pedreiras, unidas por um túnel de 45m, que pode ser atravessado a pé por uma passarela sobre a água. Possui pista de cooper, ciclovia, mirante, lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto. Considerado um dos melhores locais para apreciar o pôr do sol em Curitiba.

bosque


LUAU O2 será o By Night.

Aqui.


PRINCIPAIS FONTES DE PESQUISA

V.T RIO DE JANEIRO. + SELFIEBOOK

Tudo em literalmente um dia.

Boa tarde meus monstrinhos. Nesse final de semana, eu e o grupo de Tec. em Guia de Turismo do SENAC fomos a cidade maravilhosa. Lá aconteceu de tudo, coisas boas e ruins, muitos imprevistos!

Dormimos no hotel villa rica (um hotel razoável) e passamos o dia acordados (das 3 as 1:30 da madrugada)! Uma bela maratona que você pode ler agora!


Saímos do SENAC as 4:20 da manhã, chegamos ao VCP as 5:10 da manhã e embarcamos para o nosso voo as 6:50 da manhã, o voo levou 40 minutos para chegar até seu destino. Tudo ocorreu sem nenhum problema.

Avaliação do Aeroporto + Avião + Ônibus

  • Local
    Aeroporto Santos Dumont e Viracopos
  • História
    Excelentes, o primeiro aeroporto civil do país (SDU) e um aeroporto cuja história de seu nome é bem diferente (VCP)
  • Geografia
    Destaque ao SDU que está a beira do mar.
  • Guia
    Do VCP deu uma explicação excelente sobre a cidade e o local, do SDU foi bom, passou o básico.
  • Limpeza
    VCP estava boa, porém o SDU estava precária na parte dos sanitários.
  • Infraestrutura
    Regulares, VCP está em vias de obras (um segundo aeroporto), e SDU se mostrava um pouco confuso com as placas e banheiros.

VCP = Viracopos

SDU = Santos Dumont.


1ª.  Passeio Público

  • Ponto Turístico
    Passeio Publico
  • Relatório em resumo
    A 3 minutos do aeroporto fomos informados que estávamos em frente ao passeio público (um dos pontos comentados pelo professor Ricardo).
    Solicitamos a parada da Van e descemos para dar uma breve olhada (5 minutos).
  • A primeira sensação que tive foi sem dúvida nenhuma o odor que bateu em minha face. Era um cheiro bem forte. Minha segunda sensação foi aqueles belos jardins junto de uma estátua do Mestre Valentim.
  • História
    Boa, foi o primeiro parque jardinado do país.
  • Geografia
    Boa, o local esta em um um relevo plano com um clima tropical.
  • Guia
    Boa, soube explicar resumidamente sobre o parque e o Mestre Valentim.
  • Limpeza
    Ruim, o local estava em obras e tinha resíduos no chão.
  • Infraestrutura
    Regular, estavam em obras.
  • Ponto positivo
    A história do local.
  • Ponto negativo
    A primeira impressão, um odor muito forte para um visitante que não está acostumado.
  • Voltaria?
    Voltaria para o local quando as obras estivessem concluídas.
Passeio Público!
Passeio Público!
Passeio Público!
Passeio Público!
Passeio Público!
Passeio Público!

2ª Arcos da Lapa

Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie
3
Panorâmica da Diana!
  • Ponto Turístico
    Arcos da Lapa
  • Relatório em resumo
    Um lugar muito bonito e chamativo, sua história bem interessante me deu um olhar ainda mais crítico. Por se tratar de uma “réplica”, o Aqueduto da Lapa se torna chamativo e um ponto de referência ao bairro. Foi muito bem explicado pelo guia e chegamos sem nenhuma dificuldade.
    A primeira sensação que tive foi sem dúvida nenhuma (novamente) o odor que bateu em minha face. Era um cheiro bem forte. A segunda impressão foram os homens que estava entre os arcos tentando nos chamar de algo do tipo “Majin Boo preto”, portanto, a impressão que ficou do local foi um pouco ruim por mais interessante que fosse.
  • História
    Bem interessante, faz parte da cidade desde o século 18..
  • Geografia
    Regular, o local era em um relevo plano e tinha leves brisas.
  • Guia
    Bom, contou claramente sobre o ponto.
  • Limpeza
    Ruim, o local estava sujo e com algumas pixações.
  • Infraestrutura
    Boa, o ponto é bem chamativo e mantem os traços históricos.
  • Ponto positivo
    A história do local e a estrutura.
  • Ponto negativo
    O Cheiro e dois homens que nos dirigiu algumas palavras mais agressivas.
  • Voltaria?
    Voltaria para o local, é algo que esta com a cidade a séculos e é bem interessante.

3ªEscadaria Selarón

4.1
Escadaria Selarón
  • Ponto Turístico
    Escadaria Selarón
  • Relatório em resumo
    Era um lugar que eu estava realmente ansioso para conhecer. A história dela por mais bela que tivesse sido, teve um final muito trágico. O artista Jorge Selarón que morreu em sua própria obra nos proporcionou uma realidade mundial e humana, a depressão e a violência.
    O local em si é muito bonito, e o cheiro já não era tão forte, a primeira impressão foram as cores da bandeira do Brasil e Chile, uma bela sacada do artista. O local estava recebendo alguns poucos turistas e a explicação da guia foi algo a parte. Infelizmente, este ponto estava sujo também.
  • História
    É algo muito recente, daria bons contos aos turistas.
  • Geografia
    Boa, afinal, mais acima da escadaria se encontrava um morro
  • Guia
    Foi bem, mas passou uma ou outra informação equivocada.
  • Limpeza
    Ruim, o local estava sujo.
  • Infraestrutura
    Ruim, o acesso é mais difícil.
  • Ponto positivo
    A beleza da escadaria.
  • Ponto negativo
    O Cheiro e o que acontece a noite.
  • Voltaria?
    Voltaria para o local, é pouco movimentado e tranquilo no período da manhã.

4ª. Catedral São Sebastião

4

5.2 5.1 5

  • Ponto Turístico
    Catedral São Sebastião
  • Relatório em resumo
    Sua forma de pirâmide maia é um tanto quanto chamativa me deu bons olhares, e por dentro, é tão belo quanto por fora.
  • História
    Boa, para um turismo religioso, seria um dos pontos altos da cidade.
  • Geografia
    Boa.
  • Guia
    Bom.
  • Limpeza
    Bom, o local estava limpo.
  • Infraestrutura
    Bom
  • Ponto positivo
    A forma da catedral e sua história.
  • Ponto negativo
    O barulho da cidade.
  • Voltaria?
    Voltaria para o local dependendo do turista e do roteiro feito, é uma boa sacada caso for ao pão de açúcar.

5ª. Confeitaria Colombo

Confeitaria Colombo
Confeitaria Colombo
Confeitaria Colombo
Confeitaria Colombo

6.2

  • Ponto Turístico
    Confeitaria Colombo
  • Relatório em resumo
    Foi muito rápido, porém, havia muitas guloseimas que eu gostaria de ter provado, estava bem tumultuado devido a gravações do PROJAC.
  • História
    Muito boa, tem mais de um século e é reconhecida internacionalmente como um dos pontos mais importantes do Rio de Janeiro
  • Geografia
    Regular.
  • Guia
    Bom
  • Limpeza
    Bom, o local estava consideravelmente limpo.
  • Infraestrutura
    Boa, fácil acesso.
  • Ponto positivo
    Por dentro é um dos lugares mais belos da cidade, sem mais.
  • Ponto negativo
    PROJAC querendo ser o dono da cidade, a grosseria deles é algo ó…
  • Voltaria?
    Voltaria para o local independente do turista.

6ª. Av. Rio Branco e Centro Histórico

Tirada com Lumia Selfie
Cine Odeon
#JediCon2015RJ
#JediCon2015RJ
#JediCon2015RJ
#JediCon2015RJ
Arco do Telles
Arco do Telles
  • Ponto Turístico
    Av. Rio Branco e Centro Histórico
  • Relatório em resumo
    Um lugar bem nostálgico para todos aqueles que gostam de história.
  • História
    Excelente, obras de todos os tipos e séculos em um só lugar, ligadas a um futuro próximo como os VLT’s.
  • Geografia
    Regular, o clima era tropical e o sol das 10 sobre a minha cabeça, não é o meu favorito.
  • Guia
    Bom.
  • Limpeza
    Regular, o local estava consideravelmente limpo.
  • Infraestrutura
    Boa, fácil acesso.
  • Ponto positivo
    A história e o Darth Vader.
  • Ponto negativo
    As obras e o trânsito (semáforo e alto número de carros)
  • Voltaria?
    Voltaria somente em alguns pontos e dependente do público que eu fosse guiar.

7ª. Sambódromo Marquês de Sapucaí

  • Ponto Turístico
    Sambódromo Marquês de Sapucaí
  • Relatório em resumo
    Um lugar bem árido. Conta muito dos traços da cidade do Rio de Janeiro, sua cultura e como foi sendo desenvolvida com o ritmo musical samba. Os desfiles, foi um bom aprendizado para mim, ainda mais após a pergunta do meu professor. Irá sediar as provas de arco e flecha nas olimpíadas do ano de 2016.
  • História
    Ótima, quando há desfiles no local, é apontado muito dos traços cariocas.
  • Geografia
    Ruim, a coloração cinza e típica do arquiteto Niemeyer torna o local mais quente do que realmente é.
  • Guia
    Bom, mas como alguns outros foi interrompido enquanto estava bem alinhado na explicação. Auxiliou visitantes internacionais que não eram de seu grupo.
  • Limpeza
    Bom.
  • Infraestrutura
    Boa, pode receber milhares de turistas no dia.
  • Ponto positivo
    A história e quem a projetou.
  • Ponto negativo
    O clima e as interrupções.
  • Voltaria?
    Voltaria apenas em época de carnaval, em outras épocas, seria apenas um passeio panorâmico.

Não tirei fotos pois eu estava guiando.


7ª. Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã)

Maraca, o templo do futebol!
Maraca, o templo do futebol!
Maraca, o templo do futebol!
Maraca, o templo do futebol!
  • Ponto Turístico
    Maracanã
  • Relatório em resumo
    Um estádio que trás péssimas lembranças aos torcedores canarinhos, mas que trás ótimos momentos de nostalgia aos amantes do futebol. Um lugar que atraí visitantes do mundo todo, trás diversos atrativos.  Após a reforma para se manter no padrão FIFA, o estádio ficou ainda mais belo.
  • História
    Boa, sediou duas finais da copa do mundo.
  • Geografia
    Regular, nada que o diferenciasse dos demais pontos da cidade.
  • Guia
    Bom, explicou brevemente sobre o ponto e demonstrou apego ao assunto.
  • Limpeza
    Ótimo, estava bem limpo.
  • Infraestrutura
    Boa, pode receber milhares de turistas em dia de jogo.
  • Ponto positivo
    A história que o estádio nos trás.
  • Ponto negativo
    O clima e as interrupções.
  • Voltaria?
    Sem dúvidas voltaria, um lugar muito que poderia receber tudo e todos.

8ª. Praias e Lagoa Rodrigo Freitas

Mirante do Leblon
Mirante do Leblon
Tamara
Tamara
18
Queria entrar na água.
  • Ponto Turístico
    Lagoa Rodrigo Freitas, Leblon, Copacabana e Ipanema
  • Relatório em resumo
    Um dos 3 pontos mais bonitos e encantadores da cidade, o cheirinho do mar sendo trazido pela brisa do vento litorâneo, o som das ondas morrendo nas pedras e praias… Turistas de todos os cantos do país e do mundo, a praia e os bairros são chamativos por suas belezas. Já a lagoa Rodrigo Freitas, esta sendo preparada para sediar as Olimpíadas de 2016.
  • História
    Regular, a unica referencia é as grandes navegações.
  • Geografia
    Excelente, o horizonte, as ilhas, a areia…
  • Guia
    Bom, explicou brevemente sobre o ponto e demonstrou apego ao assunto.
  • Limpeza
    Ótimo, estava bem limpo.
  • Infraestrutura
    Boa, pode receber milhares de turistas em dia de jogo.
  • Ponto positivo
    A beleza natural das praias.
  • Ponto negativo
    A sujeira e o cheiro do mirante.
  • Voltaria?
    Só na lagoa, na questão das praias, levaria meus clientes para locais mais tranquilos.

9ª. Almoço

  • Restaurante
    Apetito, Copacabana
  • Relatório em resumo
    Por fotos é mais bonito do que pessoalmente.
  • História
  • Geografia
  • Guia
    Regular, não foi claro.
  • Limpeza
    Regular, o banheiro estava sujo.
  • Infraestrutura
    Boa, pode receber algumas dezenas de clientes.
  • Ponto positivo
    O site.
  • Ponto negativo
    A comida não é tão boa, e o preço das sobremesas são bem salgados.
  • Voltaria?
    Não.

10ª. Jardim Botânico

21.2 21.4

  • Ponto Turístico
    Jardim Botânico
  • Relatório em resumo
    Um dos 3 lugares mais bonitos da cidade também. O verde dominante, os animais vivendo em perfeita harmonia com os bichos do parque, as exposições fotográficas da globo news e homenagens ao Mestre Valentim. A sensação de felicidade sem motivo era enorme.
  • História
    Boa, vem desde os tempos dos reis e rainhas portugueses.
  • Geografia
    Excelente, a vegetação centenária, a vista do Corcovado, os caminhos, um lugar ideal para um pic-nic.
  • Guia
    Bem, passou as informações mais interessantes do parque.
  • Limpeza
    Ótimo, o lugar é bem limpo.
  • Infraestrutura
    Boa, pode receber os clientes de forma sustentável.
  • Ponto positivo
    O local em si, a calma, os animais, quase perfeito.
  • Ponto negativo
    O dano as árvores que alguns visitantes causam com um canivete.
  • Voltaria?
    Sem sombra de dúvidas! Voltaria sim.

11ª. Corcovado

!!!
!!!
Corcovado com os mais lindos. ♥
Corcovado com os mais lindos. ♥
  • Ponto Turístico
    Corcovado, Cristo Redentor.
  • Relatório em resumo
    A segunda maior réplica do Cristo no mundo, é um ponto que atraí milhões durante o ano. Sempre cheio aos fins de semana, uma boa pedida seria ir no meio da mesma com seus clientes, e em baixa temporada fica melhor ainda. A 709 metros do nível do mar, o acesso é um pouco mais complicado, mas nada impossível. Os preços para levar uma lembrancinha a alguém querido é do tamanho da beleza da cidade, um pouco salgado, mas… é sempre bom levar alguma recordação.
  • História
    Excelente, como foi construída, do que é feito, as referências, bem interessante.
  • Geografia
    Excelente, no morro do corcovado com a visão panorâmica da cidade do Rio de Janeiro.
  • Guia
    Ótimo, passou boas informações sobre o ponto, sem estender demais.
  • Limpeza
    Regular, muitos turistas deixam resíduos por onde passam.
  • Infraestrutura
    Boa, mas não para a demanda que recebe, deveria ser melhor monitorado.
  • Ponto positivo
    A vista lá de cima é linda.
  • Ponto negativo
    O preço das coisas e a hiper lotação nos finais de semana não torna o turismo nem um pouco sustentável.
  • Voltaria?
    Sim, mas não em um fim de semana.

12ª. Pão de Açúcar

26 27 28

  • Ponto Turístico
    Morro da Urca e Pão de Açúcar.
  • Relatório em resumo
    O melhor ponto da cidade e de todo o roteiro. Lá em cima me sentia invencível, me sentia feliz, sentia que todos os problemas haviam sumido. Os bondinhos que balançam, a recepção e o serviço oferecido faz com que o dinheiro investido valha a pena. A vista para a cidade (principalmente a noite) era perfeita, me senti feliz sem ter um motivo concreto, e isso é a forma mais autêntica de felicidade.
  • História
    Excelente, foi o ponta pé inicial do turismo na cidade e talvez no país.
  • Geografia
    Excelente, o mar, os morros, o clima, as brisas, tudo perfeito.
  • Guia
    Excelente, foi clara e objetiva.
  • Limpeza
    Ótima, quase não vi sujeira no local.
  • Infraestrutura
    Ótima, não havia muita gente e estava bem tranquilo. Pode trazer até 180 pessoas por hora, é bastante mas, o local é bem adaptado para isso. Um cego também pode se guiar por lá com as identificações no chão.
  • Ponto positivo
    A vista lá de cima é perfeita.
  • Ponto negativo
    O preço das coisas é o olho da cara.
  • Voltaria?
    Sim, em qualquer roteiro que fizesse.

By Night

30

Minha namorada.
Minha namorada.
  • Ponto Turístico
    Rio Scenarium, na Lapa
  • História
    Boa, dentro do lugar mostra os aspectos do samba e sua influencia na criação da cidade.
  • Geografia
  • Guia
    Bom, deus as informações e nos liberou para curtir.
  • Limpeza
    Ótima, quase não vi sujeira no local.
  • Infraestrutura
    Boa, o ponto negativo é a dificuldade de locomoção quando o lugar esta cheio.
  • Ponto positivo
    Dentro do local é muito lindo, cheio de decorações, típico Brasileiro.
  • Ponto negativo
    O preço das coisas é o olho da cara.
  • Voltaria?
    Depende, tem lugar que é grátis e mais gostoso para um determinado tipo de público.

Mais sobre o roteiro, aqui.

RELATÓRIO TRILHA PARA PARANAPIACABA, NA MATA ATLÂNTICA!

Começando brevemente, devo a trilha a uma equipe de dois (melhor dizendo, uma dupla), agradeço ao grupo Tour Jundiahy! Se querem uma boa trilha, vão atrás do Ricardo (o que me chamou para o tour) e Benício, seu sócio. Ambos os dois são excelentes nesse tipo de turismo. 


Começou com uma semana chuvosa que ao decorrer da mesma foi se tornando ensolarada e árida. Na segunda-feira fui convidado pelo meu colega de classe Ricardo para fazer uma trilha. No sábado passado já havia feito uma mini trilha em socorro na nossa visita técnica e havia questionado o mesmo se suas trilhas eram deste formato. Bem, não é, nem f*d*nd*

Topei a tal trilha, o mesmo disse que era algo bem tranquilo, eles disseram… Chegou o sábado, então logo de manhã despertei e fui me arrumar brevemente, já tinha feito a mala na sexta-feira e estava tudo pronto.

Cheguei a estação ferroviária de Jundiaí as 6:55, peguei minha passagem de ida e volta e cumprimentei os dois monitores. Durante a viagem foram chegando mais pessoas ao grupo, na estação de Várzea Paulista, Campo Limpo e na estação da Luz!

A ida até Rio Grande da Serra foi bem tranquila, logo que chegamos encontramos o restante do grupo em uma padaria, e lá comecei a ter um melhor contato com os demais indivíduos que contrataram o serviço. De lá, nos trocamos para a trilha, compramos o que queríamos comprar, abastecemos o tanque e fomos até o ponto de ônibus que, nos levou até o inicio da trilha.

001
Speech Inicial! Um dos lemas da “empresa” é a preservação, e um de seus focos aparenta ser o turismo da forma mais sustentável possível, visto que, os mesmo pedem para que seus clientes não despachem resíduos durante a trilha.

Demos uma pequena caminhada de 100 metros até uma sombra e lá o Ricardo deu uma breve explicação sobre a trilha. (2 km e meio, eles disseram…) Enfim, de lá começamos a nos guiar e dou-lhes um conselho para quando forem fazer uma trilha, NUNCA USE ROUPAS BRANCAS, PRINCIPALMENTE TÊNIS.

Sério, não usem, esse tênis é de uma das clientes. E essa sujeirinha foi criada em uma das primeiras curvas.
Sério, não usem, esse tênis é de uma das clientes. E essa sujeirinha foi criada em uma das primeiras curvas.

A trilha na ida foi um tanto complicada para a minha primeira vez, tendo em vista que sou uma pessoa estabanada, desastrada e ansiosa, quase escorreguei diversas vezes na lama. Logo que adentramos a mata “fechada”, a trilha começou a ficar mais intensa, o grupo mantinha-se comunicativo e animado (creio que todos se conheciam), tiravam fotos e anunciavam que estavam lá com alguns gritos de guerra do tipo…

OLHA A FOTO! 

A VOLTA É SEMPRE MAIS DIFÍCIL! (E REALMENTE É, VOCÊ NÃO QUER FICAR PARA TRÁS)

… E com esses gritos fomos seguindo. A trilha em si foi tranquila para os mais experientes, levou por volta de 2 horas, e durante a trilha tinhamos pequenas pausas para poder passar por alguns pontos mais complicados, e novamente, quase escorreguei um milhão de vezes, e um dos companheiros de trilha me citou algo que ficou comigo.:

VOCÊ SÓ NASCE APÓS O PRIMEIRO TOMBO DA TRILHA!

E com isso, voltei ao útero da minha mãe.

Brincadeiras a parte, continuamos a trilha, e por lá vi paisagens lindas, mas o grand finale foi o mais recompensador, tive um enorme desafio na reta final, uma descida com corda, porém, troquei-a facilmente por uma descida onde eu ia agachado, e por tentar pagar de esperto, foi uma das coisas mais difíceis da trilha. Quase escorreguei diversas vezes para tentar chegar lá, e em 3 delas se eu tivesse realmente caído, poderia ter dado algo bem ruim pois a queda seria de pelo menos 5 metros, e tinha muitas pedras junto da correnteza da cachoeira. Mas no final, compensou! Chegamos a um ponto onde as 4 cachoeiras se encontravam, e lá era bem tranquilo e gostoso, foi algo bem satisfatório.

O que levo dessa trilha é a experiência, as dores no corpo (sim, sou muito paradão, infelizmente), alguns contatos e conversas, e boas histórias para contar! Conheci algumas pessoas bem legais nessa trilha, Diego, Benício, Luana, Lina, Elly entre outros.

Novamente, agradeço a Tour Jundiahy pelo passeio! Hasta luego.


FOTOS

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Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie

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Ricardson!
Ricardson!
Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie

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SOCORRO HISTÓRICA E EDUCATIVA! RELATÓRIO

SEXTA-FEIRA

  • Saída do SENAC as 19:07, o atraso foi dado devido a uma reunião da nossa coordenadora, mas não atrapalhou em nada. As malas são postas em seus devidos lugares e partimos do SENAC, o ar-condicionado é ligado e a correia do micro-ônibus da problema.
  • Na chegada a Itatiba, trocamos o carro, sendo o primeiro imprevisto da V.T.
  • Ao entrar no segundo carro, voltamos para a pista e o serviço de bordo é realizado pelos estudantes Leandro e Danielle. O serviço de bordo é realizado com perfeição, e foi servido coxinha de frango com refrigerante/suco. Após um tempo do serviço de bordo, os mesmo iniciam as atividades de entretenimento (um dos pontos altos da viagem), as brincadeiras foram a CS, Desenho no escuro e Amigo Secreto/oculto.

 https://www.youtube.com/watch?v=8LLE1W1t7bw&feature=youtu.be

  • Ouvi queixas de dores abdominais de uma das passageiras, o que me deixou um pouquinho nervoso, porém, não perdi o controle.
  • Após 2 horas e 40 minutos de viagem, estávamos nós chegando a Socorro. Estava chovendo muito desde Itatiba, e o acesso foi algo a ser reportado pois encontramos algumas dificuldades. Sem o ônibus, descemos eu, Lucas, Ricardo e Marjorie para fazer o check-in dos técnicos em guia de turismo. A pequena subida pareceu uma escalada ao Everest pois a cada passo dado poderíamos escorregar e cair, e não queríamos isso.
  • Após o Check-in, o carro foi estacionado e todos os turistas desceram, conforme desciam, todos pegavam suas malas e as primeiras a irem para seus chalés foram Ana Lívia (a coordenadora que estava sentindo algumas dores) e Marjorie, nossa professora.
  • Após elas, minha dupla (Lucas) me ajudou com as hospedagens, levei as meninas (Beatriz, Diana e Danielle) para o seu chalé (2), e os homens junto do motorista para o seu chalé “premium“.
  • Foi avisado a todos que após 10 minutos deveriam descer para irmos jantar as pizzas, os 10 minutos chegaram e eu ainda já tinha conseguido me hospedar no quarto, mas, dei falta de duas clientes e fui avisá-las. Todos acabaram descendo para comer, e enquanto uns acabavam, eu os subia para o chalé. No final, todos foram para suas devidas “residências” com exceção de 4 clientes que preferiram ir até a sala de jogos.
  • Desci até a recepção onde entreguei o roteiro de sábado para um dos funcionários do hotel, pedi para que o mesmo o prendesse em algum mural. O mesmo disse que faria mais tarde, então, logo voltei ao chalé 7, cujo a cliente que sentia um mal estar estava hospedada. Ela se sentia melhor, então fui para meu quarto que estava cheio de problemas, tais como a sujeira dos banheiros e o chuveiro que mal saía água, e isso não era problema de apenas um dos banheiros mas sim dos dois.
V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (3)
V.T Socorro 24, Sexta-Feira. Guilherme, Danielle, Diana e Beatriz.
V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (2)
V.T Socorro 24, Sexta-Feira. Guilherme, Danielle, Diana e Beatriz.
V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (4)
Ajam naturalmente gente!

SÁBADO

ROTEIRO

  • Café da manhã no hotel e encontro com o guia local.
  • 8h15 – Embarque e inicio do Roteiro.
  • 8h40 – Visita monitorada ao centro histórico, museu e ao mirante do Cristo Redentor.
  • 11h – Visita ao Parque dos Sonhos com as atividades: Visita técnica guiada no parque
  • 13h – Almoço ou a combinar.
  • 14h – Circuito radical com três tirolesas (Pânico, Espanto e Calafrio) trilha com cachoeiras e
  • caminhada pelo parque até no máximo 18h.
  • 17h30 – Retorno ao hotel para banho e termino dos serviços do guia local.

  • Eram 6:00 e já tinha me levantado. Fui para um bom banho antes de sair do chalé, porém o chuveiro e a porta do banheiro estavam bem ruins, começando a porta que custava para que se fechasse, e depois, o chuveiro que demorava consideravelmente para esquentar.
  • Tomei uma ducha e logo me retirei, a noite foi longa pois não consegui dormir direito, o pouco que dormi tive um excelente sonho, mas quanto ao resto, apenas deitei e fechei os olhos. Porém, comecei o dia com a melhor surpresa que poderia ter (natureza, ♥), logo que saí, fui pego de surpresa pela bela visão que o chalé proporcionava.
A Surpresa que a luz do dia me proporcionou. ♥
A Surpresa que a luz do dia me proporcionou. ♥
  • Eram 6:30, deixei meus clientes tendo mais meia hora de um bom e merecido descanso. Me sentei em um lugar privilegiado, levei uma picada no dedo (doeu e queimou. :p), e tive a honra de presenciar uma das coisas mais belas do mundo, o nascer do sol. (novamente, natureza ♥).
  • Já eram 7:00 horas e fui alertar meus clientes que o dia tinha começado! A maioria teve uma boa noite de sono, e teriam que descer depois de 30 minutos para um café da manhã (outro ponto alto). A cliente que se sentia desconfortável quanto as dores já tinham ido embora. (UFFA!)
  • As 7:30 todos estavam lá embaixo para tomarmos o café, esperei um pouco demais para liberá-los para o café (pois ainda faltavam algumas coisas a serem postas), mas eles se antecederam e partiram ao ataque, e não era de menos, o café nos supriu muito bem, e foi uma delicia!
  • Era 8:15 e o guia local Eduardo chegava ao hotel, levei a cliente Marjorie até a recepção para assinar algo, porém não fomos atendidos e estávamos perdendo o tempo, então, decidimos ir ao ônibus (e infelizmente, esqueci a capa de chuva). Fiz o embarque de todos com o auxilio da minha dupla e passei a bola para o guia local.
  • Fomos até o centro histórico de Socorro sendo guiados pelo Eduardo que recebia o auxílio de Leandro e Danielle. A principio paramos em frente ao palácio das águias e seguimos pelo centro enquanto o guia explicava algumas construções da cidade, enquanto andávamos, conhecemos alguns casarões coloniais e fiquei particularmente impressionado com a beleza da cidade, não havia pichações, muitas das casas tinham uma frente de se cair o queixo com seus estilos coloniais (lindas, sem mais!), fora a visão dos morros da cidade! E uma pequena curiosidade, NÃO EXISTE MONTANHA NO BRASIL! Fomos seguidos por belos cachorrinhos que tinham um ódio em particular, por pneus, não sei o porquê, mas.. continuando! Vimos por fora um cinema e um hospital que recebem pessoas da região.
  • Fomos até a catedral que é considerada uma das mais belas do circuito das águase logo após, seguimos até um museu, onde fomos monitorados por um historiador chamado Derek Destito Vertino que tem um livro publicado sobre os heróis esquecidos da guerra.http://www.portalfeb.com.br/da-gloria-ao-esquecimento-tiragem-especial/
  • Voltamos ao ônibus após o passeio cultural dentro do museu monitorado pelo historiador. A checagem foi feita e logo então fomos até o mirante do cristo, durante a viagem inteira, o guia credenciado pela cadastur.
  • Demoramos por volta de 15 minutos para chegarmos ao mirante, o que valeu muito a pena! O único problema era o tempo que não nos permitia uma vista melhor do topo da cidade, tivemos uma degustação, e foi excelente!

V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (18)

Tirada com Lumia Selfie
Mirante com los mejores. ♥
  • Ficamos um tempinho no mirante, e logo após descemos para irmos ao Parque dos Sonhos, no caminho, o guia ia sempre orientando o motorista enquanto nos explicava sobre o circuito das águas. Erramos uma vez o caminho mas foi um erro bem leviano, nada que nos afetasse. Levamos quase uma hora para chegarmos ao parque, levamos mais tempo do que o esperado devido ao clima.
  • Já no parque, fomos orientados por um dos monitores do parque. Enquanto os guias auxiliares assinavam alguns papéis, algumas informações eram passadas para nós. Subimos para um bom almoço onde trocamos experiências e jogamos boas conversas fora.
  • Após o almoço, subimos mais um pouco e fomos assistir uma palestra muito satisfatória do senhor José Fernandes, um gênio do empreendedorismo, fora também dois membros do ministério do turismo.
  • Tivemos um pequeno espaço entre o almoço e o inicio do turismo de aventura que, começou com uma trilha dentro do próprio parque (a minha primeira!). Na trilha, fomos auxiliados pelo tio Ale, um monitor muito simpático!

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  • V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (13)Após a trilha, as coisas começaram a apertar o meu coração de leão! Era anunciado que, iriamos todos para fazer o circuito das tirolesas! Subimos a 140 do chão, e eu, um homem sem medo de nada (apenas altura! oh.. wait!) Subimos de trator até o topo da pedra onde logo nos apropriamos com os devidos materiais de proteção. Fui muito bem tratado pelos instrutores, o que me acalmou muito para dar o primeiro salto na tirolesa do espanto. Para quem nunca tinha andado de tirolesa, comecei de forma bem suave, em uma de 1 km de extensão e 140 metros de altura.. que cruzava os estados de MG e SP.. Primeiro foi a tirolesa do Pânico que mesmo sendo a mais larga, foi a mais tranquila, com uma excesão do final que eu parei longe da plataforma e estava voltando devido o vento, e menos de um minuto depois, a tirolesa do Espanto, que foi MUITO rápida! E por ultimo, a tirolesa do calafrio. Me senti um herói mas..

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Foco no fofo lá atrás dando risada e não no bundão roendo as unhas!

V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (9)

Tirolesas, aqui.

  • PULEI! uhu
  • Após todos terem descido, voltamos para o hotel e tivemos um pequeno imprevisto, o ônibus ficou atolado e isso colocou nossa criatividade em prática, o que não foi necessário pois o parque nos deu um suporte e nos tirou de lá! A volta até o hotel depois daí foi bem tranquila e um pouco demorada. Fora o pequeno imprevisto, tudo foi muito bem chegamos inteiro (e sujos), e por estarmos sujos, boa parte do grupo foi para seus chalés tomar um bom banho! (no meu caso, não, o chuveiro estava horrível. </3)
  • Fui junto da Marjorie conferir sobre o evento da festa Julina, e adivinha, mais um imprevisto. A festa foi cancelada pela falta de demanda e teríamos que fazer algo diferente, mas para o SENAC não existe muitos problemas sem soluções, então, decidimos realizar um bingo! Não foi muita gente mesmo, foram entorno de 18 pessoas (meio decepcionante mas.. tínhamos que mantê-los animados.) Ah é, antes do evento, ficamos todos jantando comidas típicas das festas.. milho, torta entre outros. O evento começou as 21:30 e acabou por volta das 22:50.
  • Fui ao salão de jogos com o Leandro e lá nos encontramos com a Beatriz e Diana, onde jogamos sinuca e pebolim. (e perdi todas. 😦 )

DOMINGO

  • Já hoje (26), acordei as 7:11 e fui direto para o banho, me aprontei para o desejum e desci com as minhas malas para o local onde iriamos comer. Deixei as malas sobre o sofá e logo após de mim foram chegando os outros passageiros.
  • Tomamos o café tranquilamente e após ele, guardamos nossas malas no ônibus, e logo após conhecemos Charles, um cara fantástico assim como o Zé Fernandes! Ele nos deu uma palestra sobre o turismo em Socorro (assim como o Zé, novamente), e nos mostrou alguns projetos da cidade para incentivar o turismo! Eles nos mostraram o porquê de Socorro estar tão a frente das outras cidades, todos lá falam a mesma língua e isso faz com que o universo conspire a seu favor.
Palestra do senhor Charles!
Palestra do senhor Charles!
  • Saímos do hotel fazendo um check-out e rapidamente demos um breve passeio de 30 minutos na feira de malhas (eu acabei ficando mais tempo no horto da cidade), mas nada que atrapalhasse as duas guias (Gabriella e Beatriz)
  • Na volta, levamos por volta de 2 horas 30 minutos para chegarmos em Jundiaí em uma tranquila volta. Ricardo e Rosana cuidaram do serviço de bordo e entretenimento, Denis e Diana fizeram o speach final e desembarque, e a viagem foi muito boa.

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Valeu SENAC.

Relatório feito dia 26 de Julho de 2015.

Junção com a pequena reunião previa.

SÃO PAULO PARA TODOS OS GOSTOS!

Grupo: Denis, Gabriella, Guilherme e Ricardo

O São Paulo para todos foi uma ideia do grupo de tentar se diferenciar dos demais roteiros que tinham o foco histórico. Usamos o conceito da maior imigração em massa para o Brasil do século XIX, os Italianos, e o bairro da barra funda foi algo que mostrou muito bem isso, e mostrou também, a integração de Bolivianos e outros estrangeiros da América Latina que vieram para nossa pátria em busca de uma vida melhor.


Sábado passado (27), eu tive o que podemos dizer, como a “primeira experiência profissional” atuando como um guia de turismo! Visitamos pontos que costumo frequentar, dentro da região da barra funda, e foi espetacular, por mais nervoso que eu estivesse.

Pontos visitados

  1. Memorial da América Latina
  2. Shopping Bourbon
  3. Barra Grill (Almoço)
  4. Parque Água Branca
  5. Allianz Parque

Análise crítica

Antes de sairmos, cheguei no SENAC as 6:40 da manhã, o ônibus já estava lá. Solicitei ao motorista da Sajotur que subisse até a rua do estabelecimento, e lá fiz a checagem inicial do ônibus, estava tudo em boas condições.

Devido a atrasos (e não são atrasos curtos), nosso roteiro foi prejudicado, começando pelo GPS que nos enviou por uma rota que estava “interditada”. Foi logo no inicio, antes de irmos para o Memorial, paramos em uma rua onde estava tendo obras, e fomos obrigados a retornar, o que levou entorno de 30 minutos. (O que nos fez perder pelo menos 10)

Durante o serviço de bordo, foi dado aos clientes uma sacola biodegradável, onde os mesmos jogavam os resíduos. Lembrando que, só consumiam os alimentos após uma higienização com o álcool em gel.

O dia não sorria para o nosso grupo, mas o nosso grupo conseguiu manter o controle das coisas, e com mais 10 minutos de atraso, descemos todos ao memorial, onde o monitor Rafael estava lá para nos orientar e explicar sobre algumas obras, tínhamos em mente sair do memorial por volta das 10:50, mas isso só ocorreu as 11:10, trágico! Mas não culpo ninguém a não ser a minha pessoa, que por “incompetência” quis explicar sobre o pavilhão da criatividade.

Seguindo o roteiro, mais um curto atraso, levamos 20 minutos para chegar em um lugar que costuma levar 10, mas chegamos né, embarcamos todos ao Shopping Bourbon, onde a Guia Gabriella explicou um pouco sobre o local, e deixou todos os clientes livre por 30 minutos, grande maioria foi a livraria cultura, enquanto outros foram fazer saques de dinheiro, comprar alguma coisa e etc., nos encontramos no ponto de encontro (em frente ao shopping) as 12:20, e de lá, perdemos mais tempo (sim, o valioso tempo que nos punia tanto), para achar o ônibus que estava um tanto quanto distante. Levamos cerca de 15 minutos para encontrá-lo, e quando encontramos, nos perdemos novamente.

A caminho do almoço, (12:35 por volta), o motorista nos conduzia de forma correta até o local, mas, como o dia sorria para nós (sim, ironia), deu errado de novo! O ônibus estava proibido de fazer o contorno, o que nos custou MUITO tempo! Tivemos que fazer um outro tour para poder chegar na nossa “cantina”. Levamos cerca de 50 minutos para chegarmos lá, os clientes estavam famintos, nervosos (assim como nós -pelo menos eu-), e estava dando tudo errado, afinal, não achávamos o local! Custou, e custou muito, pois o ônibus teve um pequeno arranhão na lateral, e logo no desembarque, fomos “interrompidos” por um ruído bem sem graça, a alguns metros de lá, começava um “pancadão” que deixou todos ainda mais esquentadinhos. O Almoço foi servido por volta das 13:30 (demorou, e muito, o que deixou minha amiga ddianavitor brava), mas no fim, todos comeram!

E como disse antes, tudo estava dando errado.. tínhamos que estar no Allianz Parque por volta da 13:50, o que não aconteceu. As 13:40, alguns ainda estavam com o prato cheio (incluindo a minha pessoa), e a partir daí, tudo foi ficando mais complicado. Levei 4 clientes para comprar sorvete do outro lado da rua, e pelo menos isso foi algo certo.

Levamos mais 20 minutos para chegarmos ao Allianz (já era 14:15), e perdemos o tour, e aí, só depois das 16:00 horas poderíamos fazê-lo novamente. O Que fizemos foi uma jogada óbvia, trocamos os papéis, Allianz encerraria tudo, por mais que custasse o picnic que eu planejava a duas semanas antes.

Ficamos por trás da mancha verde que estavam ensaiando, e antes que nos dessemos conta, já era 15:00, compramos os ingressos para o tour o mais rápido possívele partimos o mais depressa possível para o Parque da Água Branca, guiei-os até o local, o que levou 10 minutos, o guia Ricardo passou a explicar sobre os locais enquanto levei alguns dos clientes para o banheiro. Fizemos um tour dentro do parque, e saímos de lá as 15:30 para mais nada dar errado.

Entramos pela saída e saímos pela entrada, soa confuso mas foi o que houve, pegamos um caminho diferente pela Av. Matarazzo, passamos pela frente de um lugar bem diferente (country), onde um dos clientes não tinha boas lembranças do local, mas todavia, levamos 15 minutos para chegar ao Allianz, e foi a primeira coisa que deu realmente certo no dia, emitimos uma nota fiscal para comprovar os gastos, falamos com um espanhol (uma criança ou um anão?!) fantasiado de louro (mascote do Palmeiras), e começamos o tour. Nosso tour foi algo mais especial, devido ao tempo (tínhamos que estar em Jundiaí as 17:30), portanto, fizemos um tour mais breve, passamos pelo camarote, a cabine de transmissão, os vestiários, e direto ao campo! Sentamos todos no banco de reserva, e tiramos uma das fotos mais hilárias da história, claro que foi na brincadeira, mas.. dentro do Allianz fomos guiado primeiramente pela monitora Diana, e logo tivemos que substituí-la por outro monitor, que fizesse um trabalho mais breve.

Após sairmos, fomos direto ao ônibus, onde fizemos uma brincadeira onde nossos clientes mexiam no lixo (Sim, o mesmo lixo que citei acima, e com uma luva, claro), onde tinham que separar resíduos orgânicos de resíduos recicláveis. Todos apoiaram esse entretenimento, onde mostramos que nossa profissão tem que ser acima de tudo sustentável.

Chegamos em Jundiaí as 18:00, quando todos saíram do ônibus, fiz a checagem do mesmo para ver se esqueceram algo, negativo, ninguém esqueceu, todos entraram nas suas merecidas férias, e até Socorro meus caros. 😉

Obs: As fotos estão com o Guia Denis, e serão publicadas assim que ele nos mandar.

Agradecimento especial a Marjorie, Bárbara e Ana Lívia! Claro, o SENAC também.

SELFIEBOOK feat. PASSAPORTE!

Domingo, 14 de Junho!

Primeiramente fui para o SESC junto de minha mãe e irmã, lá é uma área LINDA! Já tinha combinado de ir a tal lugar com a menina Dianão para que pegássemos uma carteirinha e virássemos todos sócio do mesmo.

Guiei elas por lá após pegarmos a carteirinha, mas a questão não é essa, vim por meio desta publicação para falar do Jd. Botânico! Uma das áreas verdes mais bonitas da cidade. Portanto, tchau SESC! haha

O Caminho até lá é de fácil acesso, tem tudo por perto, um McDonald’s (nossa, McDonald’s tem perto de tudo mesmo!), o paço municipal, o próprio SESC, e tem MUITA vida por lá! Bebedouros espalhados e um banheiro quase limpo (prefiro utilizar o do SESC!). Lá se torna um ambiente familiar perfeito, um lugar ideal para fazer um picnic, levar os filhos pequenos para verem os animais, ir jogar um frisbi com os amigos, relaxar.. Enfim, lá é quase perfeito!

Tem várias árvores (sério, são muitas), uma orquídaria com plantas, flores e etc, várias trilhas onde quase todos podem fazer uma caminhada ou até mesmo andar de bike que liga até o parque da cidade, tendo 4.3 KM de extensão! É uma excelente alternativa para seus exercícios de rotina.

É um bom local para você que é fotógrafo também!

Porém, toda moeda tem dois lados. Dois pontos que pecaram no Jardim, são eles a fonte de água (cachoeira, lago e etc), e o banheiro que estão um tanto quanto “poluídos”, a água das fontes e lagos tem uma coloração que dá medo, um esverdeado, é um pouco nojento.. fora o banheiro que estava com uma pequena poça de urina no chão! ugh, que asco!


Breves informações!

O Jardim Botânico de Jundiaí – (JBJ) – SP, inaugurado em 29 de dezembro de 2004, com uma área de 150.000 m², surgiu como uma proposta de recuperação para uma área com longo histórico de degradação. Esta área se apresentava infestada de gramíneas exóticas com algumas árvores isoladas, e ao longo das décadas, sofreu processos antrópicos que aceleraram sua degradação. Entre estes processos destacaram-se as atividades de extrativismo mineral, deposição de resíduos e sucessivos incêndios que modificaram a vegetação natural e causaram danos na vegetação que resistiu


Jd. Botânico!
Jd. Botânico! O céu só não esta mais lindo que eu 😀
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico! Sorria e aja naturalmente!
Jd. Botânico! Sorria e aja naturalmente!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!

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Jd. Botânico!
Jd. Botânico!

Portarias

  1. Av. Navarro de Andrade, 120
  2. Av. Antonio Frederico Ozanan, 6400
    como chegar de ônibus

Telefones

  1. (11) 4523-1012
  2. (11) 4582-2468

Horário de Funcionamento

De segunda a domingo,
das 8h às 18h

Mais em http://jardimbotanico.jundiai.sp.gov.br/

Nota 4.7

Amiguinha das fotos

CIRCUITO DAS FRUTAS!

Bom dia para você que está em pé nesse domingo de manhã.. tá com voz de sono em amigo?! Tá chovendo muito!!

Ontem, (30) fizemos o circuito das frutas, nos encontramos as 7 horas da manhã no SENAC e voltamos as 17! Segue os vídeos e minha análise sobre os locais!


SENAC Ida

Bom, cheguei ao SENAC as 6:40 e me deparei com o Ricardo, estava apenas nós dois e mais dois moços do curso de segurança de trabalho, lá aguardamos o restante do grupo que chegou aos poucos.

Quando a , que seria aquela que receberia todos, nos deu um cafezinho (particularmente, não gosto, mas precisava acordar), enfim, deu 7:30, todos estavam lá, a Ana Lívia, a professora que nos levou ao circuito e foi como uma turista, e a guia regional, Cris.

Saímos de lá as 8:05, com a chegada do meu querido amigo Luciano, e partimos em direção a Itatiba, ao sítio são José!

SENAC
SENAC
  • Endereço: Rua Vicente Magaglio, 50 – Jardim Paulista
  • Telefone: (11) 3395-2300
  • Nota: + de 8.000

Itatiba, São José

Bom, ficamos por volta de 20 minutos na estrada, com a guia nos dando informações sobre a história da cidade, sobre o que era a Anhanguera e como tudo foi sendo formado na região!

Fomos logo recebidos por um simpático senhor, o seu Roberto que nos levou para a sombra e começou a contar a história do sítio, bem interessante por sinal, tem mais de 60 anos! Sua variedade de frutos vai desde o Morango até o Caqui.

A área verde predomina, e decidi colocar no meu passaporte, o ar de lá é muito gostoso e fresco, contem 4 casas, 7 trabalhadores e é realmente incrível, ainda mais pela qualidade de seus produtos!

Um excelente atendimento a preço de 7 reais, café oferecido, um lugar ideal para começar seu circuito!

São José
São José
São José
Seu Roberto
São José
São José
São José
São José
Itatiba, São José.
Itatiba, São José.
  • Endereço: Rod. Romildo Prado, 12,5 – Bairro da Tapera Grande
  • Telefone: (11) 4538-6694 – 4538-0172
  • Nota: 4.4

Vinhedo, Mosteiro São Bento

Levamos cerca de 20 minutos do sítio até esse mosteiro, e meu monstrinho favorito, valeu a pena!

Simples, com natureza em abundância, bonito, cheio de paz, uma arquitetura alemã, simplesmente surpreendente. São as primeiras impressões que tive ao adentrar no Mosteiro de São Bento, em Vinhedo, que fica a 20 quilômetros de Campinas. Nos primeiros minutos de permanência, as impressões são substituídas por uma constatação: a simpatia do monge Pio (que atendeu ao grupo), a modernidade da construção de 1991, a vida sendo livre, aves voando no céu, famílias indo em busca da fé, os artesanatos e comidas comercializados na lojinha do mosteiro são, realmente, um ótimo motivo para passear no Mosteiro de São Bento.

Localizado na parte mais alta da cidade e de onde se tem uma linda vista, o mosteiro é aberto todos os dias à visitação. Cinco vezes ao dia, os monges se reúnem na Igreja Nossa Senhora do Desterro para rezar e celebrar missa. A oração, feita em canto gregoriano, e a missa, podem ser acompanhadas por visitantes.
Mas é aos domingos que a missa é mais procurada, justamente por tratar-se da mais solene delas, é rezada em latim e em português, tem queima de incenso, canto gregoriano entoado por um coral e duração de uma hora.

Em hora de celebração ou não, a Igreja Nossa Senhora do Desterro é uma atração à parte. Com capacidade para até 500 pessoas, mescla simplicidade, modernidade e tecnologia. Erguida em 1991 pelo arquiteto alemão Hans Broos, que mora no Brasil há algum tempo, a construção tem predominância do concreto, com detalhes em madeira. A acústica é perfeita e dispensa microfones.

Além da igreja, o visitante, seja em família ou em grupo de excursão, pode conhecer o cemitério dos monges localizado naquela área, andar por entre uma reserva de pinheiros e visitar a Lojinha do Mosteiro. A loja vende medalhas de São Bento, livros religiosos, crucifixos, imagens de santos feitas em diversos materiais, pinturas, vinho de missa, pingentes, velas artesanais, CDs de canto gregoriano e demais objetos religiosos, alguns produzidos pelos monges. Nos finais de semana, o visitante encontra também chocolates de diversos tipos, pão integral e bolo de frutas cristalizadas preparados pelos próprios monges.

O Ordem Beneditina nasceu há 1.500 anos, na Itália. São Bento vivia uma vida retirada e este fato atraiu seguidores. Por conta disso ele criou regras que tinham por objetivo buscar a Deus. Três normas norteiam a vida dos beneditinos: estabilidade — que os mantêm morando na mesma comunidade desde o início da consagração à ordem até a morte, tanto que eles são enterrados no mosteiro —, obediência ao superior do mosteiro e conversão dos costumes, que abrange os votos de castidade e pobreza.

Os beneditinos têm mosteiros espalhados por todo o Brasil. Em Vinhedo, o Mosteiro de São Bento existe desde 1972. Atualmente moram nele 15 monges.

Ao nos despedirmos, recebemos um pequeno amuleto com uma imagem sagrada como um ‘brinde’, muito gentil da parte deles! Obrigado, monges. 🙂

Eu que particularmente não sigo nenhuma crença, fiquei abismado com a calma, a leveza e tudo aquilo, a arquitetura, a vida que é o que eu mais prezo.. é fantástico, e um dos lugares mais lindos que já conheci de longe! 

Menina Diana owno nessa
Menina Diana owno nessa

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Menina Diana owno nessa
Menina Diana owno nessa
  • Endereço: Rod. Romildo Prado, 12,5 – Bairro da Tapera Grande
  • Telefone: (11) 3328-8799
  • Nota: 4.2
  • Texto: ®

Valinhos, Casinha do Figo e Chocolate

Após algum tempo na estrada, subimos uma estrada e adentramos a Casinha do Figo.. e o mais espetacular não é a coxinha de mandioca, nem o Marley (um cachorro lindo da casinha), mas sim a visão que você tem do restaurante, você pode ver Valinhos inteira! São muitos prédios e casas!

O Principal prato de lá você deve imaginar, figo e chocolate né? Foi nos servido e particularmente, não sou fã de Figo, acho um gosto meio exótico, mas fomos recepcionados de uma forma espetacular!

O proprietário do local nos recebeu mesmo que nós não tenhamos agendado nada, nos ofereceu figo e mostrou como é o pé da fruta, uma planta realmente chamativa com uma tonalidade verde que se destaca no meio de tantas outras!

Nos receberam muito bem, tomamos um pouquinho do tempo dele mas poderemos em um futuro breve voltar!

Obs.:Claro que lá não tinha apenas figo, tinha também amoras! hmmmm que delicia!

Valinhos!
Valinhos!
Menina Diana owno nessa
Menina Diana owno nessa
  • Endereço: Estrada do Jequitibá, Km 2, Chácara Santa Albina, Bairro Pinheiro
  • Telefone: (19) 3869-4804
  • Nota: 3.9

Valinhos, família Kusakariba

Dessa vez, andamos mais de ônibus, e dessa vez, o tempo parecia não passar, a fome nos matava e estávamos indo até o almoço!

Ao chegar lá, tivemos uma das mais agradáveis surpresas, foi a recepção do Sr. Teruo. Logo que descemos do ônibus um senhor de origem oriental apertava a mão de cada um dos 15  passageiros que desciam embaixo de um sol ardido com um clima bem frio, quase insuportável.

A comida estava fantástica, com todas as letras! Os proprietários eram simpáticos e estavam sempre procurando atuar por ali, tanto como servir mais comida no self service, quanto em todo o restante do serviço!

Após o almoço, os dois grupos foram em uma excursão pelo vale das frutas. Com isso veio a simplicidade, cordialidade e vários outros bons adjetivos do Sr. Teruo, que além do passeio monitorado, tivemos boas histórias e simpatia, com aulas sobre goiaba e seriguela produzidas no local, além de vida na fazenda e outras árvores que apareceram no lindo e preservado sítio.

E após tudo isso, vimos um galpão onde ocorre a separação das frutas para venda. Ao lado tinha um outro galpão com banheiros para os visitantes, enfim, um passeio imperdível, um local extremamente lindo e bem cuidado, e uma família extremamente simpática e cordial (é só conhecê-los para entender porque repetir tantas vezes), que progrediu muito com o turismo e investe nisso.

No final de tudo, houve sorteios de goiabas, Diana, Ricardo, Roxinha, Ana Lívia, Lervas, entre outros ganharam a goiaba que era bem grandinha por sinal! Uma curiosidade é o fato de, eles terem colhido em uma safra, uma goiaba de 1.2 kg.

Digamos que, parte das senhoras que fizeram o circuito das frutas eram um tanto quanto confusas, enquanto pediam silêncio, elas conversavam entre si.. vivendo e aprendendo, mas enfim! 
Encontramos também uma famosidade, a irmã do Tarcísio Meira!! Uma senhora muito simpática e cheia de vida, felicidades e muitas viagens a ela!
Senhor
Senhor Teruo
Valinhos, família Kusakariba
Valinhos, família Kusakariba
  • Endereço: Estrada Luiz De Queiroz Guimarães, Km 2,7,Valinhos, Estado de São Paulo 13270-000, Brasil
  • Telefone: (19) 3881-2351
  • Nota: 4.0

Itatiba, Adega Ferragut

Após a pequena visita que durou por volta de 1:30, voltamos a estrada, fizemos o mesmo percurso, que levou uns 20 minutos até o centro de Itatiba, onde bem lá do lado, havia uma Adega que estava no roteiro!

Descemos do ônibus e fomos aos fundos, onde eles produzem os sucos e vinhos, lá mesmo foi tudo explicado como o vinho é feito, leva por volta de 1 ano e 6 meses para ficar bom, fermentar e tudo mais. O coordenador explicou sobre as uvas e a semente delas que é acida quando quebrada, explicou também que o vinho era produzido por pessoas descalças, caso elas usassem um calçado, a semente poderia estourar e consequentemente, estragar toda a produção.

Após uma breve explicação, fomos degustar os produtos, sucos, vinhos e uma Mozarela deliciosa! Bem após isso, fizemos algumas compras, no meu caso, comprei doces de leite!

Uma garrafa foi quebrada por uma das senhoras do outro grupo, e o proprietário com sua calma disse que não havia problema algum!

  • Endereço: Av. Rosa Zanetti Ferragut, 499
  • Telefone:  (19) 3876.3108
  • Nota: 3.9

Louveira, Sítio da Alvorada

Seguimos a viagem, e não tão distante de lá, chegamos a um lugar próximo onde nossa querida Ana Lívia se casou, ela conhecia o lugar e começou por falar bem de lá!

Chegamos lá, e de cara no deparamos com dois galos que tinham cores tão chamativas, parecia a cor daquelas moscas que quando eu era criança dizia que nos dava super poderes! Era bem forte e tudo mais! E como disse no diário de viagem, lá tinha de TUDO. A dona do sítio (creio) veio nos receber, e logo adentramos ao restaurante, onde o cheirinho nos consumiu de dentro pra fora! O fogão a lenha esquentando uma lasanha linda que me chamava sensualmente, fora o restante da comida. ♥

Saímos do restaurante e fomos aos fundos, lá avistamos 5 coisinhas LINDAAAAAAAS, 5 cachorros filhotes, um claro e 4 escurinhos, as coisas mais lindas do mundo (Diana que o diga!), todos nos acabamos com aquela beleza, com o verde, a vida, as frutas (principalmente uvas), era tudo tão lindo que era difícil acreditar!

O serviço por lá acabou as 15 horas, mas eles continuaram nos recebendo com o maior carinho! Nos serviram bolos, salgadinhos e sucos naturais que estavam extremamente deliciosos, o acesso particularmente fácil e calmo, é um dos lugares que sem dúvidas voltarei!

Chereta e eu no Sítio da Alvorada ♥
Chereta e eu no Sítio da Alvorada ♥
Louveira, Sítio da Alvorada! Turma toda!!
Louveira, Sítio da Alvorada! Turma toda!!
  • Endereço: R. Atílio Biscuola, 1628
  • Telefone: (19) 3878-1373
  • Nota: 4.5

Louveira, Igreja Matriz de Louveira

Fechando o passeio, chegamos a Igreja Matriz de Louveira, um lugar muito bonito no centro da cidade, ela fica em uma praça super limpa e calma! Subimos ao segundo andar da igreja, tiramos várias fotos dos santos e não ficamos tanto tempo por lá, mas foi tempo o suficiente do meu celular cair no chão e estragar a capinha.

Tirada com Lumia Selfie
Matriz de Louveira
Louveira!
Louveira!
  • Endereço; Praça Dom Gabriel – s/n, 13290-000
  • Telefone: (19) 3878-1234
  • Nota: 4.0

As notas são de 0 a 5! 

Referencias