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SELFIEBOOK feat. PASSAPORTE!

Domingo, 14 de Junho!

Primeiramente fui para o SESC junto de minha mãe e irmã, lá é uma área LINDA! Já tinha combinado de ir a tal lugar com a menina Dianão para que pegássemos uma carteirinha e virássemos todos sócio do mesmo.

Guiei elas por lá após pegarmos a carteirinha, mas a questão não é essa, vim por meio desta publicação para falar do Jd. Botânico! Uma das áreas verdes mais bonitas da cidade. Portanto, tchau SESC! haha

O Caminho até lá é de fácil acesso, tem tudo por perto, um McDonald’s (nossa, McDonald’s tem perto de tudo mesmo!), o paço municipal, o próprio SESC, e tem MUITA vida por lá! Bebedouros espalhados e um banheiro quase limpo (prefiro utilizar o do SESC!). Lá se torna um ambiente familiar perfeito, um lugar ideal para fazer um picnic, levar os filhos pequenos para verem os animais, ir jogar um frisbi com os amigos, relaxar.. Enfim, lá é quase perfeito!

Tem várias árvores (sério, são muitas), uma orquídaria com plantas, flores e etc, várias trilhas onde quase todos podem fazer uma caminhada ou até mesmo andar de bike que liga até o parque da cidade, tendo 4.3 KM de extensão! É uma excelente alternativa para seus exercícios de rotina.

É um bom local para você que é fotógrafo também!

Porém, toda moeda tem dois lados. Dois pontos que pecaram no Jardim, são eles a fonte de água (cachoeira, lago e etc), e o banheiro que estão um tanto quanto “poluídos”, a água das fontes e lagos tem uma coloração que dá medo, um esverdeado, é um pouco nojento.. fora o banheiro que estava com uma pequena poça de urina no chão! ugh, que asco!


Breves informações!

O Jardim Botânico de Jundiaí – (JBJ) – SP, inaugurado em 29 de dezembro de 2004, com uma área de 150.000 m², surgiu como uma proposta de recuperação para uma área com longo histórico de degradação. Esta área se apresentava infestada de gramíneas exóticas com algumas árvores isoladas, e ao longo das décadas, sofreu processos antrópicos que aceleraram sua degradação. Entre estes processos destacaram-se as atividades de extrativismo mineral, deposição de resíduos e sucessivos incêndios que modificaram a vegetação natural e causaram danos na vegetação que resistiu


Jd. Botânico!
Jd. Botânico! O céu só não esta mais lindo que eu 😀
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico! Sorria e aja naturalmente!
Jd. Botânico! Sorria e aja naturalmente!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!

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Jd. Botânico!
Jd. Botânico!

Portarias

  1. Av. Navarro de Andrade, 120
  2. Av. Antonio Frederico Ozanan, 6400
    como chegar de ônibus

Telefones

  1. (11) 4523-1012
  2. (11) 4582-2468

Horário de Funcionamento

De segunda a domingo,
das 8h às 18h

Mais em http://jardimbotanico.jundiai.sp.gov.br/

Nota 4.7

Amiguinha das fotos

MEU PATRIMÔNIO PESSOAL!

Olá monstros pequenos da minha vida! Boa noite a todos! Como vão todos nesse dia frio e preguiçoso? Espero que bem!

Bom, foi-nos solicitado uma atividade pela docente Angélica onde, deveríamos procurar algo importante para nós mesmos, algo material, ou até mesmo imaterial! Deveríamos achar algo do que não abríssemos mão de nada nesse mundo!

Por dois dias fiquei pensando e pensando, demorei muito para me tocar que, família é tudo o que temos, então.. pensei em minhas duas casas, nas minhas duas metades, Brasil e Chile!

Eu tenho ambas as bandeiras em casa, e decidi ir atrás, e só achei as 17:40 de hoje (28), demorei para achar essas bandeiras, sério, fiquei o dia inteiro procurando elas para saber que meu papi tinha pego e colocado no seu armário, mas não vem ao caso!

Eu apenas peguei aquilo que me completa, eu peguei minha casa, peguei aquilo que me lembrasse de tudo aquilo que esta longe, e tudo aquilo tenho por perto, e se juntar isso, é tudo aquilo o que quero comigo!


COPO MEIO CHEIO COPO MEIO VAZIO.

Claro que sou feliz por tê-los aqui comigo, família, e claro que sou uma pessoa incompleta, por não tê-los aqui comigo, família.

Para quem não entendeu, tenho uma mãe Chilena, e um pai Brasileiro e, respectivamente, eu tenho uma família no Brasil e outra no Chile.

Vira e mexe eu me pego vendo fotos, eu me pego lembrando de bons momentos que tive com as pessoas que conheço tão pouco e quero tão bem. Lembro de aromas que meu nariz não se incomodaria em acostumar, lembro de sons que poderia ouvir todo dia e sorrir, lembro de imagens que, mostram que a beleza não esta em algo que possamos ver, e sim sentir.

Eu sou tão aceito aqui, por pessoas que me conhecem e me amam, quanto lá, por pessoas que não me conhecem tão bem, mas que me querem bem. Seria um insulto a minha memória não me sensibilizar com lembranças, com desejos infantis e egoístas de querer ter a minha família inteira comigo, mas isso vai de muitos aspectos, eles também tem família, tem amigos, e não quero ser egoísta a ponto de tirar cada um de sua bolha de conforto.

Talvez seja por isso que eu queira ir para bem longe, estudar e recomeçar. Se não posso ficar com os dois, talvez seja melhor não ficar com nenhum, por mais que eu ame a TODOS, talvez seja melhor sumir um pouco e seguir uma outra estrada, uma imaginária, uma utopia.

A saudade, o pior sentimento que existe, bate todo dia em mim, choro aqui como chorei lá, não são lágrimas constantes, mas talvez a imagem que eu passe, de alguém animado, com um copo meio cheio, seja uma imagem equivocada, seja uma imagem falsa. A imagem que mostraria melhor a minha face seria aquela imagem de uma pessoa quieta e sem graça, cansada da rotina, cansada da distância, um copo meio vazio.

Não tenho apenas uma família que mora longe, tenho amigos também, e me refiro a amizades virtuais, de pessoas que nunca me viram e as vezes confiam alguns segredos a mim, mas não vou falar desses paspalhos, abafa.

Na minha cabeça, eu me obrigo a amar e aceitar tudo o que acontece aqui, alguns conflitos de opiniões, a crença de todos, eu não me sinto tão livre quanto gostaria, eu não me manifesto, eu tento conversar com as pessoas para elas não ouvirem, infelizmente eu não me sinto como a águia que gostaria de ser, sim, uma águia, que voa para onde o vento a leva e é independente, que não precisa com que os outros se preocupem com ela, que consiga se virar sozinha, eu realmente não me sinto assim, eu me sinto um passarinho com as penas das asas cortadas por ser tão dependente dos meus pais.. Eu tenho que ser mais.

Queria ser mais útil, mais comunicativo, quando tento eu falho, mas não dá, meu corpo está aqui, minha cabeça e pensamento está lá, com as pessoas que ainda não conheci e com as pessoas que quero conhecer melhor. Escrevo esta carta, escrevo músicas, eu me esforço para ser aceito, e isso é um erro meu, pois eu deveria me aceitar para poder ser aceito, mas..

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TRADIÇÕES E ORIGENS FAMILIARES – CULTURA E TURISMO

Origens de minha família:  

  • Internacional – Itália, Espanha, Alemã, Chilena;
  • Nacional – São Paulo;

Tradições Familiares: 

  • Falar alto (Alemanha/Itália)
  • Criatividade (Espanha)
  • Falar muito palavrão (Alemanha)
  • Falar rápido (Chile)
  • Se reunir aos domingos na casa da avó (Itália)

O que eu “herdei” da minha família:

  • Falar alto (Alemanha/Itália)
  • Perder o amigo mas não perder a piada (Brasil)
  • Criatividade (Espanha -meu pai-)
  • Gosto por massas (Italia)
  • Falar muito palavrão (Chile/Alemanha -mais especifico meu querido primo Cristian-)
  • Falar rápido (Chile)
  • Música (Brasil/Chile)