Arquivo da categoria: Espaço Educativos Culturais

VAI QUE COLA – O FILME

FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Vai que Cola – O Filme
  • Diretor: César Rodrigues
  • Elenco: Paulo Gustavo, Marcus Majella, Catarina Abdalla
  • Duração: 100 minutos
  • Orçamento€ 60 milhões

SINOPSE

Após ser vítima de um golpe que roubou todo seu dinheiro, Valdomiro (Paulo Gustavo) se muda para a pensão da Dona Jô (Catarina Abdalla) no Méier, bairro localizado no subúrbio do Rio de Janeiro, onde pretende escapar da polícia. Para sobreviver, ele passa a vender quentinhas pelas redondezas. A situação muda mais uma vez quando Andrade (Márcio Kieling), seu ex-sócio, consegue fazer com que Valdomiro recupere sua cobertura no Leblon. Mas há um problema: como a pensão foi interditada pela Defesa Civil, Dona Jô e os demais moradores se mudam para a casa de Valdomiro.


AVALIAÇÃO

Trama: 2.3

Diretor: 2.0

Fotografia: 3.4

Trilha Sonora: 2.6

Desfecho: 2.0


Ponto positivo: As piadas feitas em um tom de coleguismo e as cenas claramente improvisadas (tal como aquela que o Ferdinando toma um capote na praia e ambos os atores riem). As sátiras também caem muito bem no filme, como essa, e as críticas sociais também são um arraso, porran.
Ponto negativo: A Irregularidade do roteiro, é muito “ator principal”, e os dois únicos que ao meu ver que tiveram algum destaque no filme foram os personagens de Paulo Ricardo e Marcus Majella. 
Nota: 2.3
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ROTEIRO E RELATÓRIO VT SANTOS – 22/08/15

Casa do Trem Bélico

Uma das poucas edificações militares antigas existentes no País e o mais antigo prédio público de Santos, a construção é um exemplo da arquitetura colonial de época. Acredita-se que tenha sido construída entre 1640 e 1646, mas sua existência só foi comprovada documentalmente em 1734. Neste espaço foi erguido o primeiro pelourinho da cidade. O imóvel, que abrigava as armas e munições para proteção da então Vila de Santos, recebeu em 1948 o Tiro de Guerra, funcionando posteriormente como escola, seção de alistamento eleitoral, Serviço de Subsistência do Exército e Centro da Juventude. O nome decorre do sentido popular da palavra ‘trem’, que significa ‘diversos materiais’.

Tel: (+55 13) 3299-5471

Equipamento com acessibilidade para portadores de necessidades especiais

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/centro-historico/casa-do-trem-belico


Monumento a Brás Cubas

Localizada no Centro Histórico, a Praça da República é um dos logradouros da cidade repleto de referências à história de Santos, desde o momento de sua fundação até a proclamação do movimento que lhe deu o atual nome, liderado pelo marechal Deodoro da Fonseca e que completa 113 anos nesta quinta-feira (15). O Segundo reinado, sob o governo de D. Pedro II, já mostrava sinais de desgaste devido a vários fatores, como a vitória dos militares na Guerra do Paraguai, o fim da escravatura e o crescimento de setores progressistas, com a adesão de comerciantes, estudantes e artistas, que visavam maior participação política nas decisões do país. Um grupo de militares, que incluía o marechal Floriano Peixoto, se reuniu e na citada data – uma sexta-feira – na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Império, proclamaram a República, na praça da Aclimação, rebatizada posteriormente para Praça da República. Aliás, após a vitória do movimento, os republicanos fizeram questão de marcar a nova ordem dominante, alterando o nome de ruas e logradouros públicos. Em Santos, a Rua Direita se tornou a Rua XV de Novembro, e a própria Praça da República foi assim batizada, já que antes possuía o nome de Praça da Matriz.

Braz Cubas

Na praça encontra-se o monumento construído em homenagem ao fundador da cidade, o fidalgo português Braz Cubas, que veio na expedição do colonizador Martim Afonso de Souza, em 1531, tendo sido o responsável pela transferência do porto santista, da região do atualmente bairro da Ponta da Praia, para o centro, perto do Outeiro de Santa Catarina, marco da fundação da Vila de Santos, ocorrida em 26 de janeiro de 1546. O monumento foi construído pelo artista italiano Lourenço Massa, com representações em bronze que simbolizam a Agricultura, Comércio, Indústria e a Navegação. Esculpida em mármore de Carrara, foi inaugurado em 26 de janeiro de 1908, com oito metros de altura, sendo que a estátua de Braz Cubas possui 2,50m. Na praça também se encontra a Alfândega de Santos.

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/noticias/praca-da-republica-local-de-importancia-da-historia-de-santos


Alfândega

Até 1549, as rendas das Capitanias Hereditárias não eram cobradas regularmente, por falta de uma infraestrutura adequada, por isso, D. João III, rei de Portugal, determinou que se criassem no Brasil tantas alfândegas quanto necessário. Assim, quando Thomé de Souza aportou em São Vicente, em fevereiro de 1553, já encontrou estabelecida a Alfândega construída por Brás Cubas. Em Santos foi fundada em 1550, pelo provedor-mor da Fazenda Real, Antônio Cardoso de Barros, que também implantara a primeira, na Bahia, e a segunda, em São Vicente. Em fevereiro de 69, a Alfândega de Santos passou a se chamar Delegacia da Receita Federal, mas a antiga denominação ainda vigora nas conversas informais. O primeiro prédio a abrigar a Alfândega santista ficava próximo ao de agora.

Em 1570, com o desenvolvimento do bairro do Valongo, passou a funcionar em um casarão da praia (cais), em frente à atual Rua Riachuelo. Depois esteve em vários outros locais: um barracão na rua que atualmente corresponde à Frei Gaspar; o antigo Colégio dos Jesuítas, na atual Praça Antônio Teles, demolido em 1877; um quartel militar; e um prédio inaugurado em 1880 exclusivamente para seu funcionamento. Para a construção deste, o Tesouro Nacional firmou contrato em 1876 e os trabalhos foram supervisionados pelo engenheiro Manuel Ferreira Garcia Redondo, o mesmo que construiu o Teatro Guarani. Enquanto era erguido, a Alfândega permaneceu provisoriamente instalada em um armazém da Companhia Docas. Em 1930, tiveram início as obras do edifício atual, que já passou por ampla reforma em 83. À inauguração compareceram os então ministro da Fazenda, Artur de Sousa Costa, e da Viação (Transportes), Marques dos Reis.

Restauração

No dia 27 de março, o prédio de três pavimentos, localizado na Praça da República, com 13 mil m² foi reinaugurado, depois de três anos e três meses de reformas (as obras foram iniciadas em 1999). As mudanças foram consideradas um dos mais importantes processos de revitalização realizados no Centro Histórico de Santos.

Fonte: http://www.santos.sp.gov.br/comunicacao/historia/alfandega.html


Outeiro de Santa Catarina

É o marco da fundação da Vila de Santos – saber o lugar exato de sua fundação é um privilégio de poucas cidades do mundo. No século XVI, Luis Góis e sua mulher ergueram,  na base do pequeno morro, a Capela de Santa Catarina de Alexandria, junto à qual foi construída, em 1543, a primeira Santa Casa do País. Durante anos, o outeiro forneceu pedras para o calçamento das ruas e a ampliação do porto. Entre 1880 e 1884, o médico italiano João Éboli mandou construir uma casa acastelada no bloco de rocha que restou do monte. No local funcionou, até 2012, a sede da Fundação Arquivo e Memória de Santos.

Tel. (+55  13) 3202-1240

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/centro-historico/outeiro-de-santa-catarina


Rua XV de Novembro

Antiga Rua Direita, era a mais importante de Santos, que na época áurea do café era conhecida como Wall Street Brasileira, ganhou mais encanto depois de restaurada. Nova iluminação e calçamento de época foram reconstituídos na reforma. Conta com restaurantes e cafés. Toda sexta-feira o programa certo é o “Música na XV”, happy hour de primeira em que se apresentam bandas musicais de MPB e Pop/Rock, a partir das 18 horas. Passando pela Rua XV, o morador mais desatento pensa que está de volta à primeira metade do século passado. No passado, o papo era basicamente a cotação do café, já que o produto era a grande fonte de riqueza da região; hoje em dia, as pessoas se reúnem para falar do cotidiano e relembrar os velhos tempos.

O Alegra Centro traz benefícios para a cidade, pois muito turistas que visitam Santos nos finais de semana fazem questão de conhecer o Centro Histórico. Tem uma boa infraestrutura e atrativos para essa região, o turismo só tende a crescer e a Cidade e toda a região são favorecidas.

Fonte: http://www.melhordesantos.com/2010/03/rua-xv-de-novembro.html


Passeio de Bonde

Com saídas da Praça Mauá, cinco bondes e um reboque circulam pelas principais ruas e edifícios do Centro Histórico, proporcionando uma verdadeira viagem ao passado, em um roteiro de 5 km. Há paradas para desembarque/embarque no Outeiro de Santa Catarina, marco da fundação da Vila de Santos, e no Palácio Saturnino de Brito, sede da Sabesp – deste ponto também é possível chegar ao Complexo Turístico do Monte Serrat, em cujo topo se tem uma visão de 360 graus da cidade. Ao todo, o passeio percorre 40 pontos de interesse turístico e histórico, com acompanhamento de guias de turismo.

Embarque: Estação Buck Jones, na Praça Mauá

Centro Histórico

Tel: (+55  13) 3201-8000, Disk Tour 0800 17 38 87

Funciona de terça a domingo, das 11h às 17h (Última saída. Venda até 30 minutos antes do encerramento)

Equipamento com acessibilidade para portadores de necessidades especiais

Funcionamento – Bonde regular:

Terça a sexta, das 11h às 17h (saídas a cada hora)

Sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h (saídas a cada 30 minutos)

Roteiro: Saída Praça Mauá / Praça Rui Barbosa / Palácio Saturnino de Brito / Monte Serrat / Praça José Bonifácio / Rua General Câmara / Praça Mauá / Rua do Comércio / Valongo / Praça Barão do Rio Branco / Praça da República / Casa do Trem Bélico / Outeiro de Santa Catarina / Rua General Câmara / Retorno Praça Mauá. Duração de 40 minutos.

Funcionamento – Bonde Café:

Quinta e sexta, saídas às 14h30, 15h30, 16h30.

Sábados, domingos e feriados, das 11h20 e 16h20 (saídas a cada hora)

Roteiro: Saída Praça Mauá / Rua do Comércio / Valongo / Praça Barão do Rio Branco / Praça da República / Casa do Trem Bélico / Outeiro de Santa Catarina / Rua General Câmara / Retorno Praça Mauá. Duração de 25 minutos.

Agendamentos (Bonde regular e Bonde Café):

Pelo site http://www.egov1.santos.sp.gov.br/turismo ou pelo telefone (+55 13) 3201-8000, ramal 8053.

Saídas do Valongo:

Terça e Quarta, das 10h às 16h (saídas a cada hora)

Quinta e sexta, saídas às 10h, 11h e 12h

Valor: R$6, de acordo com o decreto nº 6871. Isenções para crianças de até 05 anos, guias de turismo a trabalho (acompanhados de grupo) e para viagens previamente agendadas. Meia tarifa para maiores de 60 anos e estudantes

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/centro-historico/linha-turistica-de-bonde


Museu e Bolsa do Café

Criado em 1922 para abrigar a principal Bolsa de Café e Mercadorias do mundo – à época, Santos era a maior praça cafeeira do planeta – o prédio, com cerca de 6 mil m², é considerado um dos mais belos do município. A construção, com mais de 200 portas e janelas, abriga desde 1998 o Museu do Café, onde se encontra uma cafeteria, ponto de encontro de quem trabalha no Centro Histórico e visita obrigatória para os turistas.

A grandiosa Sala dos Pregões tem no teto o vitral ‘A visão de Anhanguera’, de autoria de Benedicto Calixto. Três imensos painéis do referido pintor enfeitam a parede do fundo; o maior, central, tem 153 figuras, representando a elevação de Santos à categoria de vila, de forma onírica, com a parte real nítida e o sonho do progresso no futuro, esfumado. Menores, os painéis laterais mostram a concepção do artista sobre a paisagem de Santos em 1822 e 1922.

Info.: (+55  13) 3213-1750 ou http://www.museudocafe.com.br

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/centro-historico/museu-do-cafe


Santuário de Santo Antônio de Valongo

A pedra fundamental do santuário foi assentada em julho de 1640. Em estilo barroco, tem fachada com um dos mais expressivos trabalhos do século XVIII e importantes obras de arte. O terreno para a construção da igreja foi doado aos franciscanos por quatro proprietários de terras da Vila de Santos. Quarenta e nove anos depois, os franciscanos construíram a Capela da Venerável Ordem Terceira de São Francisco, anexa à igreja. Nessa capela está a imagem de São Francisco, em estilo barroco e tamanho real, orando diante de um Cristo místico alado. Seu altar-mor apresenta um dos único tronos rotativos do país – de um lado está uma raríssima representação da Santíssima Trindade e, do outro, um ostensório para Adoração Perpétua. No pátio encontram-se as imagens de Nossa Senhora da Conceição, de 1698, e da Padroeira dos Enforcados, onde os escravos condenados à morte costumavam rezar. O Sino dos Enforcados foi arrancado pelo povo quando da promulgação da Lei Áurea e está guardado na sacristia, junto com a imagem de Nossa Senhora da Conceição, do século XVII.

Em 1859, Irineu Evangelista de Souza, barão de Mauá, comprou parte do imóvel para a construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí. O convento foi demolido, mas não houve força capaz de retirar a imagem de Santo Antônio do altar. O fato, considerado milagre, impediu o desaparecimento da igreja, elevada a santuário em 1987.

Tel.(+55  13) 3219-1481, Disk Tour 0800-173887

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/centro-historico/santuario-santo-antonio-do-valongo

http://www.diocesedesantos.com.br


Museu da Pesca

Expõe diversos tipos de peixes, crustáceos, moluscos, aves e mamíferos marinhos taxidermizados, além de maquetes de embarcações. As principais atrações são o esqueleto de uma baleia da espécie Fin, a segunda de maior porte entre os cetáceos, com 23m de comprimento;e tubarões de diversos tamanhos e espécies raras.

Tel: (+55  13) 3261-5260 e 3261-5995

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/orla/museu-de-pesca

http://www.pesca.sp.gov.br/museu.php


Almoço – Restaurante Massas Giani


Aquário Munícipal

Segundo parque público em visitação no estado de São Paulo, atrás apenas do Zoológico da capital, é um lugar de lazer, diversão, cultura e pesquisa, expondo centenas de espécies raras e curiosas da fauna aquática de diversas partes do mundo. São milhares de animais, de águas doce e salgada, que vivem em seu habitat natural reconstituído e fazem do lugar a atração mais visitada de Santos. Atrações à parte, a Fraldinha, o primeiro pinguim nascido em cativeiro no Brasil, e o leão-marinho, Abaré Inti, que encanta os visitantes.

Praça Luiz La Scala, s/nº

Bairro Ponta da Praia

Tel: (+55 13) 3278-7830

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/orla/aquario-municipal


Praias – Orla

Principal cartão postal da Cidade, os 7 km de praias limpas são contornados pelo maior jardim de orla marítima (Guinness Book of Records, 2000), ladeado por uma ciclovia com cerca de 7.900m de extensão. Com 5.335m de comprimento e largura entre 45 e 50m, os jardins contam com 815 canteiros, com várias espécies do tipo perene, com predominância de lírios amarelos (Hemerocalis flava) e brancos (Spathipphiphyllum sp); biris vermelhos (Canna indica), e crisântemos brancos, amarelos e mesclados (Crysanthemum sp).

Coube ao engenheiro Saturnino de Brito a ideia da construção dos jardins, em 1914. Na década seguinte, começaram a surgir áreas ajardinadas em frente aos hotéis e nos anos 1930 foi construído o primeiro trecho dos jardins. Mas seu traçado atual, curvilíneo, data de 1960.

Equipamento com acessibilidade para portadores de necessidades especiais

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/orla/orla-da-praia-e-jardins


Orquidário Municipal

Parque zoobotânico, o Orquidário de Santos abriga em seus 24 mil metros quadrados espécies nativas, aspectos da mata natural, arvores frutíferas e muitas orquídeas. Em meio a essa exuberância vivem cerca de 400 animais, entre eles pavões, cutias, saracuras e jabutis, que passeiam livremente pelo parque, fazendo a alegria de crianças e adultos. Completando o cenário, e em espaços próprios, há espécies raras, algumas ameaçadas de extinção. Atraídos por esse verdadeiro oásis, cortam o céu inúmeros pássaros que vivem em liberdade. Já no Viveiro de Visitação Interna, a proximidade com pássaros e aves oferece momentos inesquecíveis de total integração com a natureza.

Inaugurado em 1945, o Orquidário passou pela maior obra de revitalização de sua história, concluída em 2012. Ganhou entre outras atrações o herbário, laboratório de reprodução de orquídeas, jardim sensorial, trilhas do mel e de plantas que contam a história do Brasil, além de recintos de tucanos, rapinantes (como corujas), felinos e de primatas (bugios e macaco – aranha). Encante-se com tantas belezas, descubra seus próprios cenários, aprecie os sons da natureza, e aproveite cada minuto desse passeio em pleno litoral.

Info.: (+55 13) 3205-2210

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/orla/orquidario-municipal


Relatório

Dados

Cidade visitada: Santos – SP

Guia de Turismo de local: Valéria Baptista Pinto

Veículo: Mimo Transportes

Motorista: Nunes

Participantes: Ana Lívia, Cristiane, Beatriz, Daniela, Denis, Diana, Gabriela, Guilherme, Leandro, Lucas, Priscila, Ricardo e Rosana.


A programação da viagem:

6h30 – Embarque e Saída

Durante o percurso obtivemos algumas informações sobre as vias de acesso, represa Billings e Guarapiranga, Serra do Mar, Parque Estadual da Serrão, cidade de Cubatão, São Vicente, Guarujá, Praia Grande, Mongaguá e Itanhaém.

9h – Chegada em Santos

9h30 – Início do city tour – recepção guia regional-  Centro Histórico

  • Outeiro de Santa Catarina – local de valor histórico, que representa início da cidade de Santos. Sua base em pedra foi utilizada para reformas no porto de Santos. Imóvel tombado e com reforma programada. 7/10
  • Casa do Trem Bélico – “trem” como expressão de coisa, local de armazenamento de armas e munição no início da cidade. Mais antigo prédio público da cidade. 6/10

1

  • Alfândega de Santos – Prédio imponente em funcionamento, representa o poder da União no que tange a regulamentação e tributação das importações, principalmente o do porto da cidade. 8/10

4.1

  • Monumento a Brás Cubas – Fundador da cidade de Santos, representa o início do projeto da cidade/região. 7/10

3

  • Rua XV Novembro – muito famosa na época áurea do café, local onde os mais ricos e influentes do país negociavam. 6/10
  • Bolsa do Café – prédio construído em 1920, assumindo a partir de 1922 o pregão da bolsa do café até 1980 quando a mesma é transferida para São Paulo. Atualmente é o Museu do Café, onde mantém toda a trajetória desde a chegada do café no Brasil até hoje. Possui também uma cafeteria que vende diversos tipos de cafés e doces. 10/10grupo bolsa cafe
  • Passeio de Bonde pelo centro histórico com intervenção do “Vovô sabe tudo”. #OBomdeSantos 10/10

7.4

  • Santuário de Santo Antonio do Valongo – igreja local oferecida a Santo Antonio com uma história particular de milagres do frei que morava no Santuário. 5/10
  • Porto de Santos – o maior porto da América Latina com armazéns específicos para todo tipo de mercadoria. 7/10

10.8

  • Jardim da Orla – o maior jardim da orla é de Santos, inclusive com menção no “Guiness Book” 9/10
  • Aquário Municipal – Por lá há várias especies de animais marítimos, entre eles, pinguins. 8/10

9 (6)

  • Museu da Pesca – de localização privilegiada oferece ao visitante uma vista panorâmica da orla com o deck dos pescadores, no seu interior diversos exemplares da vida marinha, o mais famoso é o esqueleto da Baleia Fin, que está no andar de cima do museu. Também possui o exemplar de todos os tipos de areia das praias brasileiras. 8/10
Por Diana
Por Diana

10.1 10.4 10.7

  • Deck dos Pescadores – Local construído para atender uma demanda local. No verão, com a chegada dos navios transatlânticos, o local fica apropriado pelos moradores locais se despedindo dos turistas, como no filme titanic. É um local apropriado para pescas também. 6/10

10

  • Orquidário de Santos – Local de beleza única, com mescla de mata atlântica e fauna local, muito agradável em virtude da umidade, sombra e animais soltos. Relembra muito o parque da água branca, encontrado em São Paulo. 10/10

11.1

CURITIBA PRÉ VIAGEM

Divisão atividades Curitiba

Saída de VCP as 6h05 pela CIA Aérea Azul, pelo avião 4081.

Chegada prevista para as 7h12.

Hospedagem no hotel “Terrazas Park Hotel”

Pontos. Fotos e Informações.

Jardim Botânico

botanico

     Seu principal cartão-postal é o Jardim Botânico, visita obrigatória para aqueles que passeiam pela cidade pela primeira vez. Mais de cinquenta espécies de plantas e flores são encontradas em meio a uma suntuosa construção em vidro e metal que embeleza ainda mais esse jardim geométrico composto também por esculturas e trilhas.


Largo da Ordem

largo da ordem

Museu Paranaense (SH)

     Fundado em 1876, teve várias sedes desde sua fundação. até ser transferido para a Praça Generoso Marques. Informações tel. (0xx41) 304-3300. Localiza-se na Rua Kellers, 289 Horário de visitação: terça-feira a sexta feira das 10h às 17h, sábado e domingo das 11h às 15h.

museu


Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito (SH)

    Consta como sendo a segunda igreja de Curitiba, construída por escravos em 1737. Era a igreja dos pretos de São Benedito. Com a abolição da escravatura, perdeu sua razão de ser, só sendo conservada por estar localizada junto ao caminho do cemitério. Passou a ser chamada a igreja dos mortos, onde os defuntos eram encomendados. Durante a construção da atual catedral de Curitiba, serviu de matriz (1875-1893). Seu estilo era originariamente colonial. Em 1931 foi demolida dado o seu péssimo estado de conservação. Em 1946, a nova Igreja do Rosário foi inaugurada. Em estilo barroco tardio, tem a fachada em azulejos, originais da antiga capela. Enfeitam suas paredes os passos da Paixão em azulejaria recente, em estilo português. Em sua entrada está o túmulo do Monsenhor Celso, pároco da cidade e cura da Catedral por 21 anos, falecido em 1931. Aos domingos às 8h é celebrada a Missa do Turista e Feirantes.

igreja


Memorial de Curitiba (SH)

   Com um projeto arquitetônico moderno e ousado, assinado por Fernando Popp e Valéria Bechara, o Memorial de Curitiba dispõe de três salas de exposições, um auditório e uma praça interna para eventos. Nesses espaços, o público tem oportunidade de estar em contato com a arte e a cultura, por meio de apresentações cênicas e musicais de diferentes gêneros, seminários, palestras, oficinas, congressos, lançamentos de livros, dentre outros eventos realizados periodicamente.
Espaço cultural para mostras e eventos alusivos à memória da cidade de Curitiba.

memorial


Casa Romário Martins

   Último exemplar da arquitetura colonial portuguesa, passou a ter essa denominação após sua restauração, numa homenagem ao historiador Alfredo Romário Martins. A casa deixou de ser moradia no início do século e manteve atividades comerciais até sua desapropriação em 1970, pela Prefeitura Municipal de Curitiba. Inaugurada como espaço cultural em dezembro de 1973, a Casa Romário Martins divulga e promove exposições históricas de responsabilidade da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. A área de exposições é de 34,04m2.

casa romario


Casa Vermelha GUILHERME (SH)

    A Casa Vermelha foi construída no final do século XIX, encomendada pelo alemão Wilhelm Peters. Na época, a região era conhecida como Páteo de São Francisco das Chagas e tinha como principais construções a Igreja da Ordem, o bebedouro e a Casa Romário Martins.

    Nas primeiras décadas do século XX foi sede da “Burmester, Thon e Companhia” e da União Comercial. Em 1916 passou a ser conhecida como “Casa Vermelha”, quando era propriedade de Eurico Fonseca dos Santos e seus sócios – no ano seguinte, a região passou a ser chamada de “Largo Coronel Enéas”, nome que se mantém até hoje.

     Em sua história, a Casa Vermelha foi tradicionalmente sede de empresas e comércios ligados ao ramo das ferragens e/ou residência. Em um dos apartamentos do balcão, por exemplo, viveu o maestro Luis Eulógio Zilli, autor do hino a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

     No ano de 1993 a casa passou a ser um espaço da Fundação Cultural de Curitiba, integrado ao Memorial de Curitiba – que foi fundado em 1996. Lá eram realizadas apresentações teatrais, principalmente ligadas ao Festival de Curitiba, mas em boa parte do tempo a casa se mantinha fechada. Em 2014, após uma reforma, passou a fazer parte do Schwarzwald Bar do Alemão, um dos comércios mais tradicionais da região.

*Schwarzwald = Bosque Negro em alemão.
*Wilhelm Peters = Um curador alemão.
*Eurico Fonseca dos Santos = Informação não encontrada.

    A Casa Vermelha, localizada no Largo da Ordem, no Centro Histórico de Curitiba, permanece fechada na maior parte do ano, mas é espaço certo para abrigar peças do Festival de Curitiba. A estrutura da casa permite a montagem do cenário ideal para cada tipo de espetáculo. O local também conta com um mezanino com capacidade para 30 pessoas.

   Cabem 70 pessoas no local, e a casa abre apenas para eventos. Pagam meia entrada pessoas com menos de 14 anos, maiores de 60, doadores de sangue e professores.

vermelha


Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas e Museu de Arte Sacra (SH)

   Construída em 1737, é a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa Senhora do Terço, só mudado com o surgimento da Ordem de São Francisco em Curitiba, em 1746. Em anexo foi construído, em 1752, um convento que funcionou até 1783, dirigido por religiosos franciscanos. Em 1834/35 desabou o vigamento da Igreja, e apesar da reconstrução da parte desmoronada, continuou em péssimas condições e, mesmo assim com a chegada dos colonos poloneses, serviu-lhes de paróquia. Em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II, foi promovida a restauração definitiva da igreja. A torre foi concluída em 1883 e os sinos doados pelos senhores da erva-mate. A partir de então, tornou-se sede da vida espiritual dos alemães, sendo os ofícios celebrados no idioma alemão até 1937. Estas reformas destituíram suas características arquitetônicas, originariamente coloniais, dando-lhe características indefinidas, com a torre lembrando o estilo mourisco segundo alguns ou neo-góticos, segundo outros, seu interior é colonial, apresentando um altar-mor folheado a ouro, talha barroca de princípios do século XVIII. A imagem de Cristo possui cabelos e os olhos são de vidro, numa expressão típica barroca. Foi tombada em 1965 e novamente restaurada no período de 1978/80, dentro de uma filosofia conservadora, marcando a autenticidade de nossa paisagem histórica. Anexo à igreja está o Museu de Arte Sacra, edifício que reúne alfaias resgatadas das quatro antigas igrejas da cidade, isto é, da Matriz de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito, São Francisco de Paula e da própria Igreja da Ordem. O museu foi viabilizado em 1981 e compreende as duas salas de alfaias, a Capela do Encontro, a Capela Papal e a nave da igreja. Ambos, museu e igreja, estão no Largo da Ordem.

O Museu de Arte Sacra ainda passa despercebido por quem frequenta o Centro Histórico. Instalado no anexo da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, o local apresenta um acervo com mais de 800 peças classificadas como objetos de culto, paramentos litúrgicos, obras raras, mobiliário, entre outras opções. Destaque para a imagem do Bom Jesus dos Pinhais, em terracota, datada de fins do século XVII.

Foi inaugurado em 12 de maio de 1981 e teve o acervo inicial recolhido pelos Arcebispos Dom Manuel Silveira D’Elboux e Dom Pedro Fedalto. Atualmente, o Museu de Arte Sacra também oferece um espaço para exposições itinerantes relacionadas ao contexto religioso.

igreja

museu


Praça Garibaldi  (SH)

   Antes de ser inaugurada, em 1946, com o nome de Praça Garibaldi, sua denominação primeira foi Praça Dr. Faria Sobrinho e, mais tarde Praça do Rosário. Está no Setor Histórico de Curitiba e abriga construções e monumentos que contam a historia da cidade. Exemplo disso é o Palacete Wolf, a Igreja do Rosário, a Sociedade Garibaldi, em estilo neo-clássico, a Igreja Presbiteriana Independente, um projeto do engenheiro Henrique Estrela Moreira de 1931, também em estilo neo-clássico, com decoração alemã no seu interior e a antiga “Mansão de Nhá França” construída em 1890 por Ignácio de Paula França e hoje transformada no Solar do Rosário.

   O busto de Monsenhor Celso, o Relógio das Flores, a Fonte da Memória, as Galerias de Arte e as Lojas de Antiguidades e de Artesanato completam o conjunto de estruturas ali existentes. Aos domingos acontece nesta praça a Feira de Arte e Artesanato, com antiguidades, esculturas, talhas em madeiras e cerâmica, vidro, couro, metal e outros, além de apresentações musicais e barracas com gastronomia típica.

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Praça Tiradentes (Catedral Basílica Menor de Curitiba )

  É o marco zero da cidade, denominada Vila de Curitiba, mais tarde passou a ser Largo dea Matriz e Dom Pedro II. A partir de 1889 recebeu o nome de Praça Tiradentes, onde se encontram dois obeliscos, um demarca as distâncias e o outro significa a presença dos portugueses. O novo piso de vidro revela a descoberta recente de traços da cidade do passado.

  A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba fica na Praça Tiradentes onde a cidade formalmente nasceu. É um dos mais importantes patrimônios culturais da cidade. Inspirada na Sé de Barcelona e construída em estilo neogótico, de 1876 a 1893, quando foi inaugurada. Inicialmente era uma pequena capela de madeira, que em 1715 foi elevada à Primeira Igreja Matriz.

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Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

   O Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é uma das principais e mais tradicionais referências da Igreja Católica de Curitiba e Região Metropolitana, reunindo também fiéis e devotos de municípios do interior do Paraná e de outros estados. O templo católico ganhou notoriedade com as Novenas a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, realizadas todas as quartas-feiras.

As novenas se iniciaram em 1960 na Capela Nossa Senhora da Glória – Avenida João Gualberto – com a chegada dos Missionários Redentoristas a Curitiba. Mas a grande procura da devoção motivou a construção de uma igreja maior (de 1965 a 1969). Com a inauguração do Santuário, em 1969, as celebrações passaram então a ser realizadas na Praça Portugal, bairro Alto da Glória. Em 2014 comemoraram 54 anos de Novenas a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Curitiba.

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Rua das Flores e Boca Maldita

   Primeiro calçadão do Brasil, chega a ser considerado um grande shopping a céu aberto. Destaque para o trecho considerado tribuna livre, a Boca Maldita. A “Boca Maldita”, local de manifestações públicas pacíficas, é a continuação da Rua XV de Novembro entre a Rua Ébano Pereira e a Praça General Osório, denominada Av. Luiz Xavier, a menor avenida do mundo, e também palco de apresentações de Natal no prédio do Palácio da Avenida.

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Palácio Avenida

  Localizado no centro da capital paranaense, o Palácio Avenida é um dos mais importantes edifícios históricos de Curitiba. Inaugurado em 1929, foi erguido pelo imigrante e comerciante sírio-libanês Feres Merhy, com projeto arquitetônico original de Valentim Freitas, Bernardino Assumpção Oliveira e Bortolo Bergonse.

  São cerca de 18 mil metros quadrados, que abrigaram cafés, como o folclórico Bar Guairacá, e o Cine Avenida, uma das primeiras salas de cinema da capital. A construção, quase que inteiramente degradada, foi recuperada e reaberta em 1991 pelo banco Bamerindus.

  Atualmente, sedia a principal agência curitibana do banco HSBC. O endereço também abriga o Teatro Avenida, com capacidade para 250 espectadores. Desde 1991, é tradicionalmente realizado nas janelas do Palácio Avenida um espetáculo natalino com coral de crianças e músicas típicas.

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Universidade Federal do Paraná e Teatro Guaíra

   É a primeira universidade do Brasil, fundada em 1912 e considerada um monumento arquitetônico em estilo neoclássico. Do outro lado da Praça Santos Andrade está o Teatro Guaíra, um dos maiores da América Latina. Foi inaugurado em 1884 em outo local com outro nome. Reconstruído em 1952, só ficou totalmente pronto na década de 70. Têm três auditórios, o maior deles com 2173 lugares e um painel em alto-relevo de Poty Lazzarotto na entrada principal.

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Visita a Torre da Telepar (Valor R$ 6,00) e informações Santa Felicidade GUILHERME

  Situada num ponto alto de Curitiba é também suporte de telefonia celular (OI). Inaugurada em 17/12/1991, o mirante de 109,5 metros permite uma belíssima visão panorâmica (360º) da cidade e dos contornos da serra do mar. O mapa no piso em relevo, localizamos com detalhes pontos da cidade, e desenvolvimento de Curitiba. No piso inferior, na entrada está o museu do telefone.

   Santa Felicidade é a primeira colônia de italianos de Curitiba, formada por imigrantes da região do Vêneto que chegaram ao Brasil em 1878. De suas tradições nasceram as atrações que caracterizam o bairro, como a grande quantidade de restaurantes típicos, as vinícolas e as lojas de artesanato e móveis de vime. A igreja centenária é uma marca da religiosidade dos italianos. A poucas quadras dela está situado o Cemitério de Santa Felicidade, com seu inédito panteão constituído por 18 capelas em estilo neoclássico e tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico. No bairro, merecem destaque por sua arquitetura a Casa dos Gerânios, a Casa dos Painéis, a Casa das Arcadas e a Casa Culpi.

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Parque Tingui e Memorial da Imigração Ucraniana

     Encontra-se numa faixa de preservação junto ao Rio Barigui desde 1994, o nome é uma homenagem aos nativos que habitavam a região de Curitiba. Um ano mais tarde foi inaugurado o Memorial Ucraniano, a construção segue as normas da religião ortodoxa, como cúpula oitavada revestida em cobre, com as faces representando os quadrantes do entendimento humano, o altar voltado para o leste e o telhado em dinho, a qual seu interior abriga exposição da Igreja de São Miguel, na Serra do Tigre em Malet.

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Bosque Zaninelli  & Universidade Livre do Meio Ambiente

   Inaugurado em 1992 pelo oceanógrafo francês Jaques Costeau, ao meio de muito verde do bosque, a UniLivre do Meio Ambiente mantém um espaço de estudos e conhecimentos sobre o meio ambiente e a ecologia. A construção de material rústica na forma e cores lembra os quatro elementos da natureza: Ar, água, fogo, terra.

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Bosque Alemão

     O Bosque do Alemão é mais um dos pontos turísticos próprios de uma das etnias formadoras da população local. Recomenda-se uma visita ao local após as 16h00, quando o sol começa a baixar e graças à sua localização em um dos pontos mais altos da capital pode-se ter uma das mais lindas vistas da cidade. Uma réplica da Catedral de Bach é encontrada no bosque onde também é possível experimentar o legítimo apfelstrudel alemão.

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Ópera de Arame e Pedreira

   Com estrutura tubular e teto transparente, a Ópera de Arame é um dos símbolos emblemáticos de Curitiba. Inaugurada em 1992, acolhe todo tipo de espetáculo, do popular ao clássico, e tem capacidade para 1.572 espectadores. Em meio a lagos, vegetação típica e cascatas, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com a Pedreira Paulo Leminski, que desde 1989 é cenário para a encenação da Paixão de Cristo e outros grandes eventos. A Pedreira pode abrigar, ao ar livre, 20.000 pessoas.

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Farol do Saber

    Os Faróis do Saber são bibliotecas comunitárias existentes em vários bairros de Curitiba. Funcionam em apoio às escolas municipais e como pontos de referência cultural e de lazer para a comunidade.

   No total, são 45 faróis. O acervo referencial é de cinco mil livros e alguns incluem acesso gratuito à Internet banda larga. O primeiro foi inaugurado em 1994, em Vista Alegre.

   A construção é modular, em estrutura metálica. Em geral, são 88 m² de área construída e a torre tem 10 metros de altura. O nome tem inspiração no antigo Farol e na Biblioteca de Alexandria.

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Bosque do Papa (João Paulo II)

   Memorial da Imigração Polonesa, criado em dezembro de 1980. Local este que antigamente havia uma fábrica de velas estearina. As sete casas de troncos que compõem o memorial, são lembranças vivas de fé e da luta deste povo. A casa típica, ao casa do artesanato, a capela no seu interior encontramos a Virgem Negra de Czestochowa, o museu e na trilha um busto do Papa João Paulo II.

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Info. Centro cívico – Museu Oscar Niemeyer GUILHERME

  Mais conhecido como o Museu do Olho, no Centro Cívico, onde é possível conferir exposições de arte fixas e itinerantes, ou até mesmo fazer um piquenique ao ar livre, como é costume de muitos curitibanos.

O MON, como é conhecido, é um dos maiores museus da América Latina. Seu acervo abriga mais de 2.200 obras de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua estrutura de 35 mil m² se destaca entre 144 mil m² de área verde. O complexo é formado pelo prédio principal, projetado em 1967, e o novo anexo, concebido em 2001 e inspirado na araucária, árvore de grande porte e símbolo do Paraná. A forma elíptica e as paredes de vidro desse novo anexo conferiram ao MON o carinhoso e popular apelido de “Museu do Olho”.

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Parque Tanguá

   Inaugurado em 1996, faz parte do projeto de preservação do Rio Barigui, juntamente com o Parque Tingui e Barigui. Destacam-se no parque duas pedreiras, unidas por um túnel de 45m, que pode ser atravessado a pé por uma passarela sobre a água. Possui pista de cooper, ciclovia, mirante, lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto. Considerado um dos melhores locais para apreciar o pôr do sol em Curitiba.

bosque


LUAU O2 será o By Night.

Aqui.


PRINCIPAIS FONTES DE PESQUISA

RELATÓRIO SUL DE MINAS GERAIS

RELATÓRIO SUL DE MINAS GERAIS

  1. Monte Sião
  2. Ouro Fino
  3. Jacutinga

A empresa contratado foi a Viação MIMO, o veículo estava nos conformes (com exceção do banco 17 que estava com um problema nos cintos, e o guia pediu para que os clientes evitassem-no). O ônibus continha um televisor, microfone, frigobar,  ar-condicionado, e tinha os selos da Artesp. O Motorista Cláudio foi muito simpático durante toda a viagem, encheu o frigobar com águas e deixou o ônibus nos conformes, limpo e arejado. O motorista teve um pequeno atraso de 4 minutos devido a um acidente, mas nada que atrapalhasse. É um profissional competente e se integrou ao grupo muito bem.

O horário de saída foi as 6:20, o guia ligou para uma das clientes para confirmar se ela viria, pois o prazo para sua chegada havia sido ultrapassado em 15 minutos (que era o tempo de tolerância), mas a resposta da mesma foi negativa, então, o grupo saiu em viagem.

A Primeira parada técnica para irmos ao banheiro foi na cidade de Amparo, em São Paulo, próximo a divisa com o estado de Minas Gerais, e lá, todos ficaram sabendo de quais pontos estariam encarregados. Os meus pontos foram a Paróquia Santo Antônio e praça da Matriz, que estavam ligadas umas as outras.

Durante o caminho, uma pessoa ficaram enjoadas devido as curvas, e em Monte Sião, tomei a devida precaução, levando-a a farmácia.

Chegamos na cidade de Monte Sião as 9:15 da manhã, e fizemos o tour completo em uma hora e cinco minutos, porém, acrescentamos alguns pontos para que pudéssemos fazer a hora passar, visto que, o próximo ponto seria o almoço em Ouro Fino.

Pontos visitados e seus respectivos guias.

  • Informações e Visita a Fabrica de Porcelana Monte Sião – Beatriz (9:20)
  • Informações sobre a Igreja do Rosário e Praça do Rosário – Danielle (9:50)
  • Info. e visita ao Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa – Leandro (10:00)
  • Info e visita a Praça Prefeito Mario Zucato e Tricofest – Denis (10:20)

Pontos adicionais

  • Loja e Fábrica de queijos – (10:38)
  • Museu Histórico e Geográfico de MS. – (11:00)

FOTOS

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Saída de Monte Sião as 11:20, com o destino até a churrascaria menino da porteira, em Ouro Fino. Saímos pela rodovia MG 459, e chegamos as 11:48 da manhã.

O Almoço começou as 12:06 e foi concluído as 13:14. Os serviços prestados foram excelentes, os garçons atendiam e se integravam ao grupo com brincadeira, o gerente nos atendeu muito bem, e a comida estava muito gostosa. Quando solicitei um pão de alho, os garçons providenciaram e nos trouxe, nota 10.

De lá da Churrascaria, seguimos até o centro histórico da cidade de Ouro Fino, quando chegamos as 14:00 horas. O Caminho foi tranquilo, chegamos sem nenhum problema.

Pontos visitados e seus respectivos guias.

  • Santuário de São Francisco de Paula e Nossa Senhora de Fátima, Museu de Arte Sacra e Praça Monsenhor Teófilo. – Rosana (14:00)
  • Informações sobre Pavilhão das Malhas – Ricardo (14:16)
  • Info. e “visita” a Casa do Café com leite – Danielle (14:22)
  • Informações menino da Porteira – Parada para fotos – Diana (14:26)

FOTOS

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Saímos de Ouro Fino as 14:30 e fomos até a cidade de Jacutinga, que estava cerca de 40 minutos de Ouro Fino. O caminho novamente foi bem tranquilo e chegamos sem menores complicações. Ao chegarmos, fomos diretamente para os pontos destinados do roteiro.

  • Previsão de chagada a Jacutinga – MG e info. sobre a cidade – Gabriella (14:53)
  • Praça dos Expedicionários – Lucas (15:35)
  • Paróquia Santo Antônio e praça da Matriz – Guilherme (15:40)
  • Tempo livre – Informações sobre lugares p compras e atrativos opcionais – Diana (15:50)

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Tivemos um tempo livre de 1:40, e saímos da cidade as 17:30. No tempo livre, comi amora com a Diana em frente a um hotel que estava hospedando uma dupla sertaneja que tocaria na cidade mais tarde em um festival.

O caminho da volta foi mais tranquilo, pegamos as rodovias SP-352, SP-147 e SP-340. Fizemos uma parada técnica as 18:35 na cidade de Holambra durante 15 minutos, alguns comeram, outros ficaram do lado de fora tomando um ar. Falei das cidades de Jaguariuna e Holambra e me saí muito bem nesses dois pontos. Foco no amor de duas garotas, uma cadelinha e a Diana que tem um amor imenso por cachorros e animais. ♥

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😍

Chegamos dentro do horário (21:00) durante uma volta muito tranquila.


OBSERVAÇÕES

Ocasionalmente, o veículo cheirava tabaco, o cheiro ia e vinha, não sabemos de onde o cheiro vinha (possivelmente do ar-condicionado), visto que, tanto os tripulantes quanto o motorista não estavam fumando lá dentro.


O PEQUENO PRINCIPE

…O essencial é invisível aos olhos…

A frase mais célebre do livro “O Pequeno Príncipe” é usada até hoje para ressaltar a importância dos sentimentos e do caráter no dia a dia e, como não poderia deixar de ser, tem importância crucial na animação O Pequeno Príncipe. Afinal de contas, a proposta maior deste novo trabalho do diretor Mark Osborne (Kung Fu Panda) não é propriamente reproduzir o livro escrito por Saint-Exupéry, mas sim captar sua essência. (adoro cinema)

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O livro O Pequeno Príncipe é um clássico não porquê praticamente todo o mundo já leu, isso a gente deixa para os Best Sellers, ele é um livro mágico pois pode ser lido em qualquer fase da vida que terá sentido e te fará chorar.

A animação não deixou a magia de lado e de forma genial juntou a vida cotidiana do século XXI (e o que fazemos de nossas crianças) e a história lúdica que nos faz refletir, e muito, sobre tantas coisas, inclusive, sobre nós mesmos.

A história (e o filme) mostra a mesmice que as pessoas vivem hoje em dia, e também como quem tenta fazer a diferença e age diferente é pré julgado e tratado como louco. Mostra também como a infância vem sido perdida ao decorrer dos anos com as crianças se tornando mais ‘Adultas’, porém, em pontos do filme (e história) mostra de forma indireta a curiosidade infantil com as milhares de questões que a protagonista faz.


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: The Little Prince
  • Diretor: Mark Osborne
  • Elenco: Mackenzie Foy, Jeff Bridges e Rachel McAdams
  • Duração: 106 minutos
  • Orçamento€ 60 milhões

SINOPSE

Uma garota acaba de se mudar com a mãe, uma controladora obsessiva que deseja definir antecipadamente todos os passos da filha para que ela seja aprovada em uma escola conceituada. Entretanto, um acidente provocado por seu vizinho faz com que a hélice de um avião abra um enorme buraco em sua casa. Curiosa em saber como o objeto parou ali, ela decide investigar. Logo conhece e se torna amiga de seu novo vizinho, um senhor que lhe conta a história de um pequeno príncipe que vive em um asteróide com sua rosa e, um dia, encontrou um aviador perdido no deserto em plena Terra.


AVALIAÇÃO

Trama: 4.7

Diretor: 4.6

Fotografia: 5.0

Trilha Sonora: 3.6

Efeitos gráficos: 5.0

Desfecho: 4.6


Ponto positivoA história pode ser contada em qualquer fase de sua vida que vai te fazer se emocionar. Não é atoa que é uma das histórias mais amadas de todos os tempos. A dublagem foi simplesmente sensacional e a gráfica do pequeno príncipe em stop motion deu o ar nostalgia (lembrando a obra do diretor “A fuga das galinhas”) com sua simplicidade. O filme, em momento algum se torna chato, e capta toda a essência do livro, não é por menos que, é o melhor filme de animação que eu já assisti. 
Ponto negativo: A trama gira em torno da pequena garota que se muda para a casa ao lado do aviador, talvez, poderia ter sido diferente, mas não foi algo tão ruim assim.
Nota: 4.6

V.T RIO DE JANEIRO. + SELFIEBOOK

Tudo em literalmente um dia.

Boa tarde meus monstrinhos. Nesse final de semana, eu e o grupo de Tec. em Guia de Turismo do SENAC fomos a cidade maravilhosa. Lá aconteceu de tudo, coisas boas e ruins, muitos imprevistos!

Dormimos no hotel villa rica (um hotel razoável) e passamos o dia acordados (das 3 as 1:30 da madrugada)! Uma bela maratona que você pode ler agora!


Saímos do SENAC as 4:20 da manhã, chegamos ao VCP as 5:10 da manhã e embarcamos para o nosso voo as 6:50 da manhã, o voo levou 40 minutos para chegar até seu destino. Tudo ocorreu sem nenhum problema.

Avaliação do Aeroporto + Avião + Ônibus

  • Local
    Aeroporto Santos Dumont e Viracopos
  • História
    Excelentes, o primeiro aeroporto civil do país (SDU) e um aeroporto cuja história de seu nome é bem diferente (VCP)
  • Geografia
    Destaque ao SDU que está a beira do mar.
  • Guia
    Do VCP deu uma explicação excelente sobre a cidade e o local, do SDU foi bom, passou o básico.
  • Limpeza
    VCP estava boa, porém o SDU estava precária na parte dos sanitários.
  • Infraestrutura
    Regulares, VCP está em vias de obras (um segundo aeroporto), e SDU se mostrava um pouco confuso com as placas e banheiros.

VCP = Viracopos

SDU = Santos Dumont.


1ª.  Passeio Público

  • Ponto Turístico
    Passeio Publico
  • Relatório em resumo
    A 3 minutos do aeroporto fomos informados que estávamos em frente ao passeio público (um dos pontos comentados pelo professor Ricardo).
    Solicitamos a parada da Van e descemos para dar uma breve olhada (5 minutos).
  • A primeira sensação que tive foi sem dúvida nenhuma o odor que bateu em minha face. Era um cheiro bem forte. Minha segunda sensação foi aqueles belos jardins junto de uma estátua do Mestre Valentim.
  • História
    Boa, foi o primeiro parque jardinado do país.
  • Geografia
    Boa, o local esta em um um relevo plano com um clima tropical.
  • Guia
    Boa, soube explicar resumidamente sobre o parque e o Mestre Valentim.
  • Limpeza
    Ruim, o local estava em obras e tinha resíduos no chão.
  • Infraestrutura
    Regular, estavam em obras.
  • Ponto positivo
    A história do local.
  • Ponto negativo
    A primeira impressão, um odor muito forte para um visitante que não está acostumado.
  • Voltaria?
    Voltaria para o local quando as obras estivessem concluídas.
Passeio Público!
Passeio Público!
Passeio Público!
Passeio Público!
Passeio Público!
Passeio Público!

2ª Arcos da Lapa

Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie
3
Panorâmica da Diana!
  • Ponto Turístico
    Arcos da Lapa
  • Relatório em resumo
    Um lugar muito bonito e chamativo, sua história bem interessante me deu um olhar ainda mais crítico. Por se tratar de uma “réplica”, o Aqueduto da Lapa se torna chamativo e um ponto de referência ao bairro. Foi muito bem explicado pelo guia e chegamos sem nenhuma dificuldade.
    A primeira sensação que tive foi sem dúvida nenhuma (novamente) o odor que bateu em minha face. Era um cheiro bem forte. A segunda impressão foram os homens que estava entre os arcos tentando nos chamar de algo do tipo “Majin Boo preto”, portanto, a impressão que ficou do local foi um pouco ruim por mais interessante que fosse.
  • História
    Bem interessante, faz parte da cidade desde o século 18..
  • Geografia
    Regular, o local era em um relevo plano e tinha leves brisas.
  • Guia
    Bom, contou claramente sobre o ponto.
  • Limpeza
    Ruim, o local estava sujo e com algumas pixações.
  • Infraestrutura
    Boa, o ponto é bem chamativo e mantem os traços históricos.
  • Ponto positivo
    A história do local e a estrutura.
  • Ponto negativo
    O Cheiro e dois homens que nos dirigiu algumas palavras mais agressivas.
  • Voltaria?
    Voltaria para o local, é algo que esta com a cidade a séculos e é bem interessante.

3ªEscadaria Selarón

4.1
Escadaria Selarón
  • Ponto Turístico
    Escadaria Selarón
  • Relatório em resumo
    Era um lugar que eu estava realmente ansioso para conhecer. A história dela por mais bela que tivesse sido, teve um final muito trágico. O artista Jorge Selarón que morreu em sua própria obra nos proporcionou uma realidade mundial e humana, a depressão e a violência.
    O local em si é muito bonito, e o cheiro já não era tão forte, a primeira impressão foram as cores da bandeira do Brasil e Chile, uma bela sacada do artista. O local estava recebendo alguns poucos turistas e a explicação da guia foi algo a parte. Infelizmente, este ponto estava sujo também.
  • História
    É algo muito recente, daria bons contos aos turistas.
  • Geografia
    Boa, afinal, mais acima da escadaria se encontrava um morro
  • Guia
    Foi bem, mas passou uma ou outra informação equivocada.
  • Limpeza
    Ruim, o local estava sujo.
  • Infraestrutura
    Ruim, o acesso é mais difícil.
  • Ponto positivo
    A beleza da escadaria.
  • Ponto negativo
    O Cheiro e o que acontece a noite.
  • Voltaria?
    Voltaria para o local, é pouco movimentado e tranquilo no período da manhã.

4ª. Catedral São Sebastião

4

5.2 5.1 5

  • Ponto Turístico
    Catedral São Sebastião
  • Relatório em resumo
    Sua forma de pirâmide maia é um tanto quanto chamativa me deu bons olhares, e por dentro, é tão belo quanto por fora.
  • História
    Boa, para um turismo religioso, seria um dos pontos altos da cidade.
  • Geografia
    Boa.
  • Guia
    Bom.
  • Limpeza
    Bom, o local estava limpo.
  • Infraestrutura
    Bom
  • Ponto positivo
    A forma da catedral e sua história.
  • Ponto negativo
    O barulho da cidade.
  • Voltaria?
    Voltaria para o local dependendo do turista e do roteiro feito, é uma boa sacada caso for ao pão de açúcar.

5ª. Confeitaria Colombo

Confeitaria Colombo
Confeitaria Colombo
Confeitaria Colombo
Confeitaria Colombo

6.2

  • Ponto Turístico
    Confeitaria Colombo
  • Relatório em resumo
    Foi muito rápido, porém, havia muitas guloseimas que eu gostaria de ter provado, estava bem tumultuado devido a gravações do PROJAC.
  • História
    Muito boa, tem mais de um século e é reconhecida internacionalmente como um dos pontos mais importantes do Rio de Janeiro
  • Geografia
    Regular.
  • Guia
    Bom
  • Limpeza
    Bom, o local estava consideravelmente limpo.
  • Infraestrutura
    Boa, fácil acesso.
  • Ponto positivo
    Por dentro é um dos lugares mais belos da cidade, sem mais.
  • Ponto negativo
    PROJAC querendo ser o dono da cidade, a grosseria deles é algo ó…
  • Voltaria?
    Voltaria para o local independente do turista.

6ª. Av. Rio Branco e Centro Histórico

Tirada com Lumia Selfie
Cine Odeon
#JediCon2015RJ
#JediCon2015RJ
#JediCon2015RJ
#JediCon2015RJ
Arco do Telles
Arco do Telles
  • Ponto Turístico
    Av. Rio Branco e Centro Histórico
  • Relatório em resumo
    Um lugar bem nostálgico para todos aqueles que gostam de história.
  • História
    Excelente, obras de todos os tipos e séculos em um só lugar, ligadas a um futuro próximo como os VLT’s.
  • Geografia
    Regular, o clima era tropical e o sol das 10 sobre a minha cabeça, não é o meu favorito.
  • Guia
    Bom.
  • Limpeza
    Regular, o local estava consideravelmente limpo.
  • Infraestrutura
    Boa, fácil acesso.
  • Ponto positivo
    A história e o Darth Vader.
  • Ponto negativo
    As obras e o trânsito (semáforo e alto número de carros)
  • Voltaria?
    Voltaria somente em alguns pontos e dependente do público que eu fosse guiar.

7ª. Sambódromo Marquês de Sapucaí

  • Ponto Turístico
    Sambódromo Marquês de Sapucaí
  • Relatório em resumo
    Um lugar bem árido. Conta muito dos traços da cidade do Rio de Janeiro, sua cultura e como foi sendo desenvolvida com o ritmo musical samba. Os desfiles, foi um bom aprendizado para mim, ainda mais após a pergunta do meu professor. Irá sediar as provas de arco e flecha nas olimpíadas do ano de 2016.
  • História
    Ótima, quando há desfiles no local, é apontado muito dos traços cariocas.
  • Geografia
    Ruim, a coloração cinza e típica do arquiteto Niemeyer torna o local mais quente do que realmente é.
  • Guia
    Bom, mas como alguns outros foi interrompido enquanto estava bem alinhado na explicação. Auxiliou visitantes internacionais que não eram de seu grupo.
  • Limpeza
    Bom.
  • Infraestrutura
    Boa, pode receber milhares de turistas no dia.
  • Ponto positivo
    A história e quem a projetou.
  • Ponto negativo
    O clima e as interrupções.
  • Voltaria?
    Voltaria apenas em época de carnaval, em outras épocas, seria apenas um passeio panorâmico.

Não tirei fotos pois eu estava guiando.


7ª. Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã)

Maraca, o templo do futebol!
Maraca, o templo do futebol!
Maraca, o templo do futebol!
Maraca, o templo do futebol!
  • Ponto Turístico
    Maracanã
  • Relatório em resumo
    Um estádio que trás péssimas lembranças aos torcedores canarinhos, mas que trás ótimos momentos de nostalgia aos amantes do futebol. Um lugar que atraí visitantes do mundo todo, trás diversos atrativos.  Após a reforma para se manter no padrão FIFA, o estádio ficou ainda mais belo.
  • História
    Boa, sediou duas finais da copa do mundo.
  • Geografia
    Regular, nada que o diferenciasse dos demais pontos da cidade.
  • Guia
    Bom, explicou brevemente sobre o ponto e demonstrou apego ao assunto.
  • Limpeza
    Ótimo, estava bem limpo.
  • Infraestrutura
    Boa, pode receber milhares de turistas em dia de jogo.
  • Ponto positivo
    A história que o estádio nos trás.
  • Ponto negativo
    O clima e as interrupções.
  • Voltaria?
    Sem dúvidas voltaria, um lugar muito que poderia receber tudo e todos.

8ª. Praias e Lagoa Rodrigo Freitas

Mirante do Leblon
Mirante do Leblon
Tamara
Tamara
18
Queria entrar na água.
  • Ponto Turístico
    Lagoa Rodrigo Freitas, Leblon, Copacabana e Ipanema
  • Relatório em resumo
    Um dos 3 pontos mais bonitos e encantadores da cidade, o cheirinho do mar sendo trazido pela brisa do vento litorâneo, o som das ondas morrendo nas pedras e praias… Turistas de todos os cantos do país e do mundo, a praia e os bairros são chamativos por suas belezas. Já a lagoa Rodrigo Freitas, esta sendo preparada para sediar as Olimpíadas de 2016.
  • História
    Regular, a unica referencia é as grandes navegações.
  • Geografia
    Excelente, o horizonte, as ilhas, a areia…
  • Guia
    Bom, explicou brevemente sobre o ponto e demonstrou apego ao assunto.
  • Limpeza
    Ótimo, estava bem limpo.
  • Infraestrutura
    Boa, pode receber milhares de turistas em dia de jogo.
  • Ponto positivo
    A beleza natural das praias.
  • Ponto negativo
    A sujeira e o cheiro do mirante.
  • Voltaria?
    Só na lagoa, na questão das praias, levaria meus clientes para locais mais tranquilos.

9ª. Almoço

  • Restaurante
    Apetito, Copacabana
  • Relatório em resumo
    Por fotos é mais bonito do que pessoalmente.
  • História
  • Geografia
  • Guia
    Regular, não foi claro.
  • Limpeza
    Regular, o banheiro estava sujo.
  • Infraestrutura
    Boa, pode receber algumas dezenas de clientes.
  • Ponto positivo
    O site.
  • Ponto negativo
    A comida não é tão boa, e o preço das sobremesas são bem salgados.
  • Voltaria?
    Não.

10ª. Jardim Botânico

21.2 21.4

  • Ponto Turístico
    Jardim Botânico
  • Relatório em resumo
    Um dos 3 lugares mais bonitos da cidade também. O verde dominante, os animais vivendo em perfeita harmonia com os bichos do parque, as exposições fotográficas da globo news e homenagens ao Mestre Valentim. A sensação de felicidade sem motivo era enorme.
  • História
    Boa, vem desde os tempos dos reis e rainhas portugueses.
  • Geografia
    Excelente, a vegetação centenária, a vista do Corcovado, os caminhos, um lugar ideal para um pic-nic.
  • Guia
    Bem, passou as informações mais interessantes do parque.
  • Limpeza
    Ótimo, o lugar é bem limpo.
  • Infraestrutura
    Boa, pode receber os clientes de forma sustentável.
  • Ponto positivo
    O local em si, a calma, os animais, quase perfeito.
  • Ponto negativo
    O dano as árvores que alguns visitantes causam com um canivete.
  • Voltaria?
    Sem sombra de dúvidas! Voltaria sim.

11ª. Corcovado

!!!
!!!
Corcovado com os mais lindos. ♥
Corcovado com os mais lindos. ♥
  • Ponto Turístico
    Corcovado, Cristo Redentor.
  • Relatório em resumo
    A segunda maior réplica do Cristo no mundo, é um ponto que atraí milhões durante o ano. Sempre cheio aos fins de semana, uma boa pedida seria ir no meio da mesma com seus clientes, e em baixa temporada fica melhor ainda. A 709 metros do nível do mar, o acesso é um pouco mais complicado, mas nada impossível. Os preços para levar uma lembrancinha a alguém querido é do tamanho da beleza da cidade, um pouco salgado, mas… é sempre bom levar alguma recordação.
  • História
    Excelente, como foi construída, do que é feito, as referências, bem interessante.
  • Geografia
    Excelente, no morro do corcovado com a visão panorâmica da cidade do Rio de Janeiro.
  • Guia
    Ótimo, passou boas informações sobre o ponto, sem estender demais.
  • Limpeza
    Regular, muitos turistas deixam resíduos por onde passam.
  • Infraestrutura
    Boa, mas não para a demanda que recebe, deveria ser melhor monitorado.
  • Ponto positivo
    A vista lá de cima é linda.
  • Ponto negativo
    O preço das coisas e a hiper lotação nos finais de semana não torna o turismo nem um pouco sustentável.
  • Voltaria?
    Sim, mas não em um fim de semana.

12ª. Pão de Açúcar

26 27 28

  • Ponto Turístico
    Morro da Urca e Pão de Açúcar.
  • Relatório em resumo
    O melhor ponto da cidade e de todo o roteiro. Lá em cima me sentia invencível, me sentia feliz, sentia que todos os problemas haviam sumido. Os bondinhos que balançam, a recepção e o serviço oferecido faz com que o dinheiro investido valha a pena. A vista para a cidade (principalmente a noite) era perfeita, me senti feliz sem ter um motivo concreto, e isso é a forma mais autêntica de felicidade.
  • História
    Excelente, foi o ponta pé inicial do turismo na cidade e talvez no país.
  • Geografia
    Excelente, o mar, os morros, o clima, as brisas, tudo perfeito.
  • Guia
    Excelente, foi clara e objetiva.
  • Limpeza
    Ótima, quase não vi sujeira no local.
  • Infraestrutura
    Ótima, não havia muita gente e estava bem tranquilo. Pode trazer até 180 pessoas por hora, é bastante mas, o local é bem adaptado para isso. Um cego também pode se guiar por lá com as identificações no chão.
  • Ponto positivo
    A vista lá de cima é perfeita.
  • Ponto negativo
    O preço das coisas é o olho da cara.
  • Voltaria?
    Sim, em qualquer roteiro que fizesse.

By Night

30

Minha namorada.
Minha namorada.
  • Ponto Turístico
    Rio Scenarium, na Lapa
  • História
    Boa, dentro do lugar mostra os aspectos do samba e sua influencia na criação da cidade.
  • Geografia
  • Guia
    Bom, deus as informações e nos liberou para curtir.
  • Limpeza
    Ótima, quase não vi sujeira no local.
  • Infraestrutura
    Boa, o ponto negativo é a dificuldade de locomoção quando o lugar esta cheio.
  • Ponto positivo
    Dentro do local é muito lindo, cheio de decorações, típico Brasileiro.
  • Ponto negativo
    O preço das coisas é o olho da cara.
  • Voltaria?
    Depende, tem lugar que é grátis e mais gostoso para um determinado tipo de público.

Mais sobre o roteiro, aqui.

THE FANTASTIC 4!

Boa tarde meus queridos monstrinhos!

Bom, ontem, 10, fui a moviecom aqui em Jundiaí assistir ao reboot do novo filme da 20 Century Fox, o Quarteto Fantástico! Todos criticavam o filme e eu.. tinha que assistir para ver se não era um certo exagero ou “boi seguindo a vaca”.


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: The Fantastic Four
  • Diretor: Josh Trank
  • Elenco: Michael B. Jordan, Miles Teller, Kate Mara e Jamie Bell.
  • Duração: 110 minutos
  • OrçamentoUS$ 120 milhões

SINOPSE

Quatro adolescentes são conhecidos pela inteligência e pelas dificuldades de inserção social. Juntos, são enviados a uma missão perigosa em uma dimensão alternativa. Quando os planos falham, eles retornam à Terra com sérias alterações corporais. Munidos desses poderes especiais, eles se tornam o Senhor Fantástico (Miles Teller), a Mulher Invisível (Kate Mara), o Tocha Humana (Michael B. Jordan) e o Coisa (Jamie Bell). O grupo se une para proteger a humanidade do ataque do Doutor Destino (Toby Kebbell).


  • Trama: 1.8
  • Diretor: 3.6
  • Elenco: 2.4
  • Fotografia: 3.0
  • Trilha Sonora: 1.4
  • Efeitos gráficos: 3.8
  • Desfecho: 0.4
Ponto positivo: Os alívios cômicos e o ator e Jamie Bell, alguns easter-eggs do tipo “tá na hora do pau” também foram bem aceitos. O visual do Tocha (em chamas!) e do Coisa ficaram bem legais, destaque ao coisa que sempre que falava, o som de rochas era produzido.
Ponto negativo: O Roteiro era bom até eles conseguirem fazer um “teletransporte”, e achei um pouco forçado a FOX ter colocado Michael B.J. como tocha humana, foi um marketing totalmente desprovido de noção, usaram a tonalidade de pele do ator para dizerem “nós somos contra o racismo e blá blá blá”, o que para mim foi algo muito desagradável e racista, pois todo o marketing pré filme foi em cima do novo tocha humana. A ideia da Sue ser adotada foi incrivelmente tosca, o desfecho então, parecia o poster do interestelar. (O visual do novo destino também me decepcionou)
Nota: 2.4

SOCORRO HISTÓRICA E EDUCATIVA! RELATÓRIO

SEXTA-FEIRA

  • Saída do SENAC as 19:07, o atraso foi dado devido a uma reunião da nossa coordenadora, mas não atrapalhou em nada. As malas são postas em seus devidos lugares e partimos do SENAC, o ar-condicionado é ligado e a correia do micro-ônibus da problema.
  • Na chegada a Itatiba, trocamos o carro, sendo o primeiro imprevisto da V.T.
  • Ao entrar no segundo carro, voltamos para a pista e o serviço de bordo é realizado pelos estudantes Leandro e Danielle. O serviço de bordo é realizado com perfeição, e foi servido coxinha de frango com refrigerante/suco. Após um tempo do serviço de bordo, os mesmo iniciam as atividades de entretenimento (um dos pontos altos da viagem), as brincadeiras foram a CS, Desenho no escuro e Amigo Secreto/oculto.

 https://www.youtube.com/watch?v=8LLE1W1t7bw&feature=youtu.be

  • Ouvi queixas de dores abdominais de uma das passageiras, o que me deixou um pouquinho nervoso, porém, não perdi o controle.
  • Após 2 horas e 40 minutos de viagem, estávamos nós chegando a Socorro. Estava chovendo muito desde Itatiba, e o acesso foi algo a ser reportado pois encontramos algumas dificuldades. Sem o ônibus, descemos eu, Lucas, Ricardo e Marjorie para fazer o check-in dos técnicos em guia de turismo. A pequena subida pareceu uma escalada ao Everest pois a cada passo dado poderíamos escorregar e cair, e não queríamos isso.
  • Após o Check-in, o carro foi estacionado e todos os turistas desceram, conforme desciam, todos pegavam suas malas e as primeiras a irem para seus chalés foram Ana Lívia (a coordenadora que estava sentindo algumas dores) e Marjorie, nossa professora.
  • Após elas, minha dupla (Lucas) me ajudou com as hospedagens, levei as meninas (Beatriz, Diana e Danielle) para o seu chalé (2), e os homens junto do motorista para o seu chalé “premium“.
  • Foi avisado a todos que após 10 minutos deveriam descer para irmos jantar as pizzas, os 10 minutos chegaram e eu ainda já tinha conseguido me hospedar no quarto, mas, dei falta de duas clientes e fui avisá-las. Todos acabaram descendo para comer, e enquanto uns acabavam, eu os subia para o chalé. No final, todos foram para suas devidas “residências” com exceção de 4 clientes que preferiram ir até a sala de jogos.
  • Desci até a recepção onde entreguei o roteiro de sábado para um dos funcionários do hotel, pedi para que o mesmo o prendesse em algum mural. O mesmo disse que faria mais tarde, então, logo voltei ao chalé 7, cujo a cliente que sentia um mal estar estava hospedada. Ela se sentia melhor, então fui para meu quarto que estava cheio de problemas, tais como a sujeira dos banheiros e o chuveiro que mal saía água, e isso não era problema de apenas um dos banheiros mas sim dos dois.
V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (3)
V.T Socorro 24, Sexta-Feira. Guilherme, Danielle, Diana e Beatriz.
V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (2)
V.T Socorro 24, Sexta-Feira. Guilherme, Danielle, Diana e Beatriz.
V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (4)
Ajam naturalmente gente!

SÁBADO

ROTEIRO

  • Café da manhã no hotel e encontro com o guia local.
  • 8h15 – Embarque e inicio do Roteiro.
  • 8h40 – Visita monitorada ao centro histórico, museu e ao mirante do Cristo Redentor.
  • 11h – Visita ao Parque dos Sonhos com as atividades: Visita técnica guiada no parque
  • 13h – Almoço ou a combinar.
  • 14h – Circuito radical com três tirolesas (Pânico, Espanto e Calafrio) trilha com cachoeiras e
  • caminhada pelo parque até no máximo 18h.
  • 17h30 – Retorno ao hotel para banho e termino dos serviços do guia local.

  • Eram 6:00 e já tinha me levantado. Fui para um bom banho antes de sair do chalé, porém o chuveiro e a porta do banheiro estavam bem ruins, começando a porta que custava para que se fechasse, e depois, o chuveiro que demorava consideravelmente para esquentar.
  • Tomei uma ducha e logo me retirei, a noite foi longa pois não consegui dormir direito, o pouco que dormi tive um excelente sonho, mas quanto ao resto, apenas deitei e fechei os olhos. Porém, comecei o dia com a melhor surpresa que poderia ter (natureza, ♥), logo que saí, fui pego de surpresa pela bela visão que o chalé proporcionava.
A Surpresa que a luz do dia me proporcionou. ♥
A Surpresa que a luz do dia me proporcionou. ♥
  • Eram 6:30, deixei meus clientes tendo mais meia hora de um bom e merecido descanso. Me sentei em um lugar privilegiado, levei uma picada no dedo (doeu e queimou. :p), e tive a honra de presenciar uma das coisas mais belas do mundo, o nascer do sol. (novamente, natureza ♥).
  • Já eram 7:00 horas e fui alertar meus clientes que o dia tinha começado! A maioria teve uma boa noite de sono, e teriam que descer depois de 30 minutos para um café da manhã (outro ponto alto). A cliente que se sentia desconfortável quanto as dores já tinham ido embora. (UFFA!)
  • As 7:30 todos estavam lá embaixo para tomarmos o café, esperei um pouco demais para liberá-los para o café (pois ainda faltavam algumas coisas a serem postas), mas eles se antecederam e partiram ao ataque, e não era de menos, o café nos supriu muito bem, e foi uma delicia!
  • Era 8:15 e o guia local Eduardo chegava ao hotel, levei a cliente Marjorie até a recepção para assinar algo, porém não fomos atendidos e estávamos perdendo o tempo, então, decidimos ir ao ônibus (e infelizmente, esqueci a capa de chuva). Fiz o embarque de todos com o auxilio da minha dupla e passei a bola para o guia local.
  • Fomos até o centro histórico de Socorro sendo guiados pelo Eduardo que recebia o auxílio de Leandro e Danielle. A principio paramos em frente ao palácio das águias e seguimos pelo centro enquanto o guia explicava algumas construções da cidade, enquanto andávamos, conhecemos alguns casarões coloniais e fiquei particularmente impressionado com a beleza da cidade, não havia pichações, muitas das casas tinham uma frente de se cair o queixo com seus estilos coloniais (lindas, sem mais!), fora a visão dos morros da cidade! E uma pequena curiosidade, NÃO EXISTE MONTANHA NO BRASIL! Fomos seguidos por belos cachorrinhos que tinham um ódio em particular, por pneus, não sei o porquê, mas.. continuando! Vimos por fora um cinema e um hospital que recebem pessoas da região.
  • Fomos até a catedral que é considerada uma das mais belas do circuito das águase logo após, seguimos até um museu, onde fomos monitorados por um historiador chamado Derek Destito Vertino que tem um livro publicado sobre os heróis esquecidos da guerra.http://www.portalfeb.com.br/da-gloria-ao-esquecimento-tiragem-especial/
  • Voltamos ao ônibus após o passeio cultural dentro do museu monitorado pelo historiador. A checagem foi feita e logo então fomos até o mirante do cristo, durante a viagem inteira, o guia credenciado pela cadastur.
  • Demoramos por volta de 15 minutos para chegarmos ao mirante, o que valeu muito a pena! O único problema era o tempo que não nos permitia uma vista melhor do topo da cidade, tivemos uma degustação, e foi excelente!

V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (18)

Tirada com Lumia Selfie
Mirante com los mejores. ♥
  • Ficamos um tempinho no mirante, e logo após descemos para irmos ao Parque dos Sonhos, no caminho, o guia ia sempre orientando o motorista enquanto nos explicava sobre o circuito das águas. Erramos uma vez o caminho mas foi um erro bem leviano, nada que nos afetasse. Levamos quase uma hora para chegarmos ao parque, levamos mais tempo do que o esperado devido ao clima.
  • Já no parque, fomos orientados por um dos monitores do parque. Enquanto os guias auxiliares assinavam alguns papéis, algumas informações eram passadas para nós. Subimos para um bom almoço onde trocamos experiências e jogamos boas conversas fora.
  • Após o almoço, subimos mais um pouco e fomos assistir uma palestra muito satisfatória do senhor José Fernandes, um gênio do empreendedorismo, fora também dois membros do ministério do turismo.
  • Tivemos um pequeno espaço entre o almoço e o inicio do turismo de aventura que, começou com uma trilha dentro do próprio parque (a minha primeira!). Na trilha, fomos auxiliados pelo tio Ale, um monitor muito simpático!

Tirada com Lumia SelfieTirada com Lumia Selfie

  • V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (13)Após a trilha, as coisas começaram a apertar o meu coração de leão! Era anunciado que, iriamos todos para fazer o circuito das tirolesas! Subimos a 140 do chão, e eu, um homem sem medo de nada (apenas altura! oh.. wait!) Subimos de trator até o topo da pedra onde logo nos apropriamos com os devidos materiais de proteção. Fui muito bem tratado pelos instrutores, o que me acalmou muito para dar o primeiro salto na tirolesa do espanto. Para quem nunca tinha andado de tirolesa, comecei de forma bem suave, em uma de 1 km de extensão e 140 metros de altura.. que cruzava os estados de MG e SP.. Primeiro foi a tirolesa do Pânico que mesmo sendo a mais larga, foi a mais tranquila, com uma excesão do final que eu parei longe da plataforma e estava voltando devido o vento, e menos de um minuto depois, a tirolesa do Espanto, que foi MUITO rápida! E por ultimo, a tirolesa do calafrio. Me senti um herói mas..

V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (8)
Foco no fofo lá atrás dando risada e não no bundão roendo as unhas!

V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (9)

Tirolesas, aqui.

  • PULEI! uhu
  • Após todos terem descido, voltamos para o hotel e tivemos um pequeno imprevisto, o ônibus ficou atolado e isso colocou nossa criatividade em prática, o que não foi necessário pois o parque nos deu um suporte e nos tirou de lá! A volta até o hotel depois daí foi bem tranquila e um pouco demorada. Fora o pequeno imprevisto, tudo foi muito bem chegamos inteiro (e sujos), e por estarmos sujos, boa parte do grupo foi para seus chalés tomar um bom banho! (no meu caso, não, o chuveiro estava horrível. </3)
  • Fui junto da Marjorie conferir sobre o evento da festa Julina, e adivinha, mais um imprevisto. A festa foi cancelada pela falta de demanda e teríamos que fazer algo diferente, mas para o SENAC não existe muitos problemas sem soluções, então, decidimos realizar um bingo! Não foi muita gente mesmo, foram entorno de 18 pessoas (meio decepcionante mas.. tínhamos que mantê-los animados.) Ah é, antes do evento, ficamos todos jantando comidas típicas das festas.. milho, torta entre outros. O evento começou as 21:30 e acabou por volta das 22:50.
  • Fui ao salão de jogos com o Leandro e lá nos encontramos com a Beatriz e Diana, onde jogamos sinuca e pebolim. (e perdi todas. 😦 )

DOMINGO

  • Já hoje (26), acordei as 7:11 e fui direto para o banho, me aprontei para o desejum e desci com as minhas malas para o local onde iriamos comer. Deixei as malas sobre o sofá e logo após de mim foram chegando os outros passageiros.
  • Tomamos o café tranquilamente e após ele, guardamos nossas malas no ônibus, e logo após conhecemos Charles, um cara fantástico assim como o Zé Fernandes! Ele nos deu uma palestra sobre o turismo em Socorro (assim como o Zé, novamente), e nos mostrou alguns projetos da cidade para incentivar o turismo! Eles nos mostraram o porquê de Socorro estar tão a frente das outras cidades, todos lá falam a mesma língua e isso faz com que o universo conspire a seu favor.
Palestra do senhor Charles!
Palestra do senhor Charles!
  • Saímos do hotel fazendo um check-out e rapidamente demos um breve passeio de 30 minutos na feira de malhas (eu acabei ficando mais tempo no horto da cidade), mas nada que atrapalhasse as duas guias (Gabriella e Beatriz)
  • Na volta, levamos por volta de 2 horas 30 minutos para chegarmos em Jundiaí em uma tranquila volta. Ricardo e Rosana cuidaram do serviço de bordo e entretenimento, Denis e Diana fizeram o speach final e desembarque, e a viagem foi muito boa.

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Valeu SENAC.

Relatório feito dia 26 de Julho de 2015.

Junção com a pequena reunião previa.

ANT MAN!

Bom dia meus queridos monstrinhos!

Hoje irei para Socorro-SP mas, não irei deixar vocês sem um ultimo post semanal! Enfim!

Bom, ontem, 23, fui a cinépolis aqui em Jundiaí assistir ao inicio da fase 3 cinematográfica da Marvel, o Homem Formiga! Mas irei fazer algo diferente, não vou colocar um crítica aqui, irei avaliar alguns pontos apenas!


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Ant-Man
  • Diretor: Peyton Reed
  • Elenco: Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Douglas
  • Duração: 117 minutos
  • OrçamentoUS$ 130 milhões

SINOPSE

Dr. Hank Pym (Michael Douglas), o inventor da fórmula/ traje que permite o encolhimento, anos depois da descoberta, precisa impedir que seu ex-pupilo Darren Cross (Corey Stoll), consiga replicar o feito e vender a tecnologia para uma organização do mal. Depois de sair da cadeia, o trambiqueiro Scott Lang (Paul Rudd) está disposto a reconquistar o respeito da ex-mulher, Maggie (Judy Greer) e, principalmente, da filha. Com dificuldades de arrumar um emprego honesto, ele aceita praticar um último golpe. O que ele não sabia era que tudo não passava de um plano do Dr. Pym que, depois de anos observando o hábil ladrão, o escolhe para vestir o traje do Homem-Formiga.


Trama: 2.8
Diretor: 2.6
Elenco: 4.6
Fotografia: 4.0
Trilha Sonora: 3.0
Efeitos gráficos: 3.8
Ponto positivo: A promo semanal lançada 3 semanas antes da estreia do filme, onde a mesma mostra como o nosso herói Scott foi preso. E claro, o inicio da guerra civil (Pós créditos) 
Ponto negativo: O excesso de alívios cômicos talvez fez com que o filme ficasse um pouco fraco para o público mais adulto, e o deixou um pouco infantil.
Nota: 3.0

CRÍTICA AO MINIONS!

Bu ta na ma ka! Bi Do Nanna, Me want ba banana! luk en tu!

Haha, não entendeu nada? Azar! Essa é a linguagem minion! Bom, Sexta-feira passada, no dia 17, fui a moviecom aqui em Jundiaí assistir ao filme Minions, da franquia Meu Malvado Favorito!


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Minions
  • Diretor: Pierre Coffin e Kyle Balda
  • Elenco: Bob, Stuart e Kevin
  • Duração: 91 minutos
  • OrçamentoUS$ 170 milhões

SINOPSE

Seres amarelos unicelulares e milenares, os minions têm uma missão: servir os maiores vilões. Em depressão desde a morte de seu antigo mestre, eles tentam encontrar um novo chefe. Três voluntários, Kevin, Stuart e Bob, vão até uma convenção de vilões nos Estados Unidos e lá se encantam com Scarlet Overkill (Sandra Bullock), que ambiciona ser a primeira mulher a dominar o mundo.


RESUMO DA CRÍTICA

  Referência temos aos montes, Mr. Bean que mal utiliza a compreensão das falas e mesmo assim nos faz gargalhar aos montes, os dinossauros, revolução francesa, Os Beatles no mundialmente conhecido Abbey Road, até a própria crise de 29! Os minions tristes em uma caverna de gelo me fez pensar e até demais naquela época! Mas tudo bem, pode acabar sendo opinião minha, mas tem também Kevin, Stuart e Bob tem muito das 3 adoráveis crianças de Gru!  Eles não amarelam mesmo com todos os holofotes focados neles!

  Insere na biografia dos minions várias referências à cultura pop e a fatos históricos que ajudam a estabelecer uma ligação hilária com a realidade. A direção da dupla Kyle Balda e Pierre Coffin acerta ao ditar o ritmo por meio de gags visuais. É recomendável ficar até o fim dos créditos no cinema, pois acreditem, é uma referência aos pós créditos da Pixar e Marvel! Mentira, mas fiquem até o final das letrinhas.


CRÍTICA 

 Depois de serem coadjuvantes nas duas animações da franquia “Meu malvado favorito”, finalmente os minions ganham seu próprio longa, o que acho um tanto quanto equivocado, pois as origens, em minha opinião, deveriam sempre ser o primeiro das sagas (Planeta dos macacos e Transformers mostram o que quero dizer com isso). As criaturinhas cilíndricas, que se expressam por meio de ações, expressões e falas misturadas espanhol, francês, italiano, inglês e minionense, já têm uma legião de fãs ao redor do planeta. Além de divertir as crianças com as confusões que criam, eles atraem os adultos pela maneira anárquica como se comportam. Muito desse humor lembra o estilo de comédia de Harpo, dos Irmãos Marx.
Na trama, Kevin recruta Stuart e Bob para ir atrás de um novo vilão, tendo em vista que eles estão a muito tempo sem um novo vilão ao qual pudessem chamar chefe!
 Os 3 partem em uma jornada até NY, onde lá descobrem uma convenção de vilões em Orlando! Os Minions Stuart, Kevin e Bob vão até a convenção pegando uma carona um tanto quanto suspeita, uma família de ladrões que se orgulham o filme todo dos 3 amarelinhos! Ao chegarem no festival, são recrutados por Scarlet Overkill, uma supervilã que, ao lado do marido, o inventor Herb, quer colocar em prática seu plano de poder. Apesar de pouco original, a narrativa funciona graças à conduta hilária e frenética dos pequenos seres amarelos.

  A animação escrita por Brian Lynch (“Gato de Botas”, 2011) aborda os minions desde a origem, na pré-história e ao longo de acontecimentos mais recentes, com um prólogo que é garantia de diversão. Lynch ilustra a tendência nonsense que os fofinhos têm de servir a alguma figura nefasta, um ditador, um tirano, mas sempre com resultados pouco amigáveis para seu “chefe” (uma das poucas palavras inteligíveis que eles pronunciam). Além disso, insere na biografia dos minions várias referências à cultura pop e a fatos históricos que ajudam a estabelecer uma ligação hilária com a realidade. A direção da dupla Kyle Balda (“O Lorax: em busca da trúfula perdida”, 2012) e Pierre Coffin (os dois filmes “Meu malvado favorito”) acerta ao ditar o ritmo por meio de gags visuais. É recomendável ficar até o fim dos créditos no cinema.
NOTA: 3.8