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RELATÓRIO TRILHA PARA PARANAPIACABA, NA MATA ATLÂNTICA!

Começando brevemente, devo a trilha a uma equipe de dois (melhor dizendo, uma dupla), agradeço ao grupo Tour Jundiahy! Se querem uma boa trilha, vão atrás do Ricardo (o que me chamou para o tour) e Benício, seu sócio. Ambos os dois são excelentes nesse tipo de turismo. 


Começou com uma semana chuvosa que ao decorrer da mesma foi se tornando ensolarada e árida. Na segunda-feira fui convidado pelo meu colega de classe Ricardo para fazer uma trilha. No sábado passado já havia feito uma mini trilha em socorro na nossa visita técnica e havia questionado o mesmo se suas trilhas eram deste formato. Bem, não é, nem f*d*nd*

Topei a tal trilha, o mesmo disse que era algo bem tranquilo, eles disseram… Chegou o sábado, então logo de manhã despertei e fui me arrumar brevemente, já tinha feito a mala na sexta-feira e estava tudo pronto.

Cheguei a estação ferroviária de Jundiaí as 6:55, peguei minha passagem de ida e volta e cumprimentei os dois monitores. Durante a viagem foram chegando mais pessoas ao grupo, na estação de Várzea Paulista, Campo Limpo e na estação da Luz!

A ida até Rio Grande da Serra foi bem tranquila, logo que chegamos encontramos o restante do grupo em uma padaria, e lá comecei a ter um melhor contato com os demais indivíduos que contrataram o serviço. De lá, nos trocamos para a trilha, compramos o que queríamos comprar, abastecemos o tanque e fomos até o ponto de ônibus que, nos levou até o inicio da trilha.

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Speech Inicial! Um dos lemas da “empresa” é a preservação, e um de seus focos aparenta ser o turismo da forma mais sustentável possível, visto que, os mesmo pedem para que seus clientes não despachem resíduos durante a trilha.

Demos uma pequena caminhada de 100 metros até uma sombra e lá o Ricardo deu uma breve explicação sobre a trilha. (2 km e meio, eles disseram…) Enfim, de lá começamos a nos guiar e dou-lhes um conselho para quando forem fazer uma trilha, NUNCA USE ROUPAS BRANCAS, PRINCIPALMENTE TÊNIS.

Sério, não usem, esse tênis é de uma das clientes. E essa sujeirinha foi criada em uma das primeiras curvas.
Sério, não usem, esse tênis é de uma das clientes. E essa sujeirinha foi criada em uma das primeiras curvas.

A trilha na ida foi um tanto complicada para a minha primeira vez, tendo em vista que sou uma pessoa estabanada, desastrada e ansiosa, quase escorreguei diversas vezes na lama. Logo que adentramos a mata “fechada”, a trilha começou a ficar mais intensa, o grupo mantinha-se comunicativo e animado (creio que todos se conheciam), tiravam fotos e anunciavam que estavam lá com alguns gritos de guerra do tipo…

OLHA A FOTO! 

A VOLTA É SEMPRE MAIS DIFÍCIL! (E REALMENTE É, VOCÊ NÃO QUER FICAR PARA TRÁS)

… E com esses gritos fomos seguindo. A trilha em si foi tranquila para os mais experientes, levou por volta de 2 horas, e durante a trilha tinhamos pequenas pausas para poder passar por alguns pontos mais complicados, e novamente, quase escorreguei um milhão de vezes, e um dos companheiros de trilha me citou algo que ficou comigo.:

VOCÊ SÓ NASCE APÓS O PRIMEIRO TOMBO DA TRILHA!

E com isso, voltei ao útero da minha mãe.

Brincadeiras a parte, continuamos a trilha, e por lá vi paisagens lindas, mas o grand finale foi o mais recompensador, tive um enorme desafio na reta final, uma descida com corda, porém, troquei-a facilmente por uma descida onde eu ia agachado, e por tentar pagar de esperto, foi uma das coisas mais difíceis da trilha. Quase escorreguei diversas vezes para tentar chegar lá, e em 3 delas se eu tivesse realmente caído, poderia ter dado algo bem ruim pois a queda seria de pelo menos 5 metros, e tinha muitas pedras junto da correnteza da cachoeira. Mas no final, compensou! Chegamos a um ponto onde as 4 cachoeiras se encontravam, e lá era bem tranquilo e gostoso, foi algo bem satisfatório.

O que levo dessa trilha é a experiência, as dores no corpo (sim, sou muito paradão, infelizmente), alguns contatos e conversas, e boas histórias para contar! Conheci algumas pessoas bem legais nessa trilha, Diego, Benício, Luana, Lina, Elly entre outros.

Novamente, agradeço a Tour Jundiahy pelo passeio! Hasta luego.


FOTOS

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Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie

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Ricardson!
Ricardson!
Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie

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SELFIEBOOK feat. PASSAPORTE!

Domingo, 14 de Junho!

Primeiramente fui para o SESC junto de minha mãe e irmã, lá é uma área LINDA! Já tinha combinado de ir a tal lugar com a menina Dianão para que pegássemos uma carteirinha e virássemos todos sócio do mesmo.

Guiei elas por lá após pegarmos a carteirinha, mas a questão não é essa, vim por meio desta publicação para falar do Jd. Botânico! Uma das áreas verdes mais bonitas da cidade. Portanto, tchau SESC! haha

O Caminho até lá é de fácil acesso, tem tudo por perto, um McDonald’s (nossa, McDonald’s tem perto de tudo mesmo!), o paço municipal, o próprio SESC, e tem MUITA vida por lá! Bebedouros espalhados e um banheiro quase limpo (prefiro utilizar o do SESC!). Lá se torna um ambiente familiar perfeito, um lugar ideal para fazer um picnic, levar os filhos pequenos para verem os animais, ir jogar um frisbi com os amigos, relaxar.. Enfim, lá é quase perfeito!

Tem várias árvores (sério, são muitas), uma orquídaria com plantas, flores e etc, várias trilhas onde quase todos podem fazer uma caminhada ou até mesmo andar de bike que liga até o parque da cidade, tendo 4.3 KM de extensão! É uma excelente alternativa para seus exercícios de rotina.

É um bom local para você que é fotógrafo também!

Porém, toda moeda tem dois lados. Dois pontos que pecaram no Jardim, são eles a fonte de água (cachoeira, lago e etc), e o banheiro que estão um tanto quanto “poluídos”, a água das fontes e lagos tem uma coloração que dá medo, um esverdeado, é um pouco nojento.. fora o banheiro que estava com uma pequena poça de urina no chão! ugh, que asco!


Breves informações!

O Jardim Botânico de Jundiaí – (JBJ) – SP, inaugurado em 29 de dezembro de 2004, com uma área de 150.000 m², surgiu como uma proposta de recuperação para uma área com longo histórico de degradação. Esta área se apresentava infestada de gramíneas exóticas com algumas árvores isoladas, e ao longo das décadas, sofreu processos antrópicos que aceleraram sua degradação. Entre estes processos destacaram-se as atividades de extrativismo mineral, deposição de resíduos e sucessivos incêndios que modificaram a vegetação natural e causaram danos na vegetação que resistiu


Jd. Botânico!
Jd. Botânico! O céu só não esta mais lindo que eu 😀
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico! Sorria e aja naturalmente!
Jd. Botânico! Sorria e aja naturalmente!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!

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Jd. Botânico!
Jd. Botânico!

Portarias

  1. Av. Navarro de Andrade, 120
  2. Av. Antonio Frederico Ozanan, 6400
    como chegar de ônibus

Telefones

  1. (11) 4523-1012
  2. (11) 4582-2468

Horário de Funcionamento

De segunda a domingo,
das 8h às 18h

Mais em http://jardimbotanico.jundiai.sp.gov.br/

Nota 4.7

Amiguinha das fotos

JAPI, UMA MAnTA ATLÂNTICA DE JUNDIAÍ!

DADOS TÉCNICOS


Rica em sua diversidade da Fauna e Flora, a Serra do Japi é um patrimônio da humanidade, e não só da humanidade, mas também das centenas de espécies que lá habitam, sejam elas quais forem!

A história da Serra do Japi não é contada apenas com as belas imagens que se formam na natureza. A área verde, infelizmente é constantemente agredida por queimadas causadas pelo “homem” (para mim é apenas um bastardo desprovido de inteligencia), principalmente em períodos de estiagem, transformando a paisagem verde, que a natureza levou anos para criar, em cinzas.
E as causas são conhecidas de todos, como balões, pessoas que visitam o local sem nenhuma educação ou respeito com o meio ambiente, as bitucas de cigarro e os lixos que o homem deixa no meio do caminho.


CURIOSIDADES

Japi, que do Tupi significa nascente dos rios;

A Serra do Japi é patrimônio humano reconhecido pela Unesco de 1992;

São 354km² invadindo as divisas de Jundiaí, Cabreúva, Cajamar e Pirapora de Bom Jesus!


 Recentemente estive por lá com meus primos (Paula, Antônio e Carol), e a minha irmã (Daniely), é um lugar perfeito para aproveitar no verão, com um clima fresco e as águas geladas que relaxam a quase todos!
 Toda a vida ali presente, tanto de insetos quanto de árvores, (mamíferos e répteis também, claro), me mostrava o quão perfeito é a natureza, e ao olhar ao lado via os efeitos da ultima queimada que foi causada por um parasita nesse planeta, que infelizmente não usa a consciência e acaba com diversas espécies por um erro besta.
 O que mais tem lá são cachoeiras, que são abertas ao público e que são monitoradas com pouco rigor! A serra é o maior patrimônio natural do interior do estado de SP, que seja preservada hoje e sempre!

PONTOS POSITIVOS

  • A Paisagem;
  • As cachoeiras;
  • O Clima;
  • A vida animal;
  • As árvores;
  • As comunidades locais que lá habitam e respeitam;
  • A tranquilidade;
  • As trilhas para caminhadas;
  • É bem sinalizada, dificilmente você saíra da trilha;

PONTOS NEGATIVOS
  • Os turistas não sustentáveis;
  • O caminho (para quem vai de carro pode ser um pesadelo);
  • A Proteção não é das melhores, entra quem quer e quando quer;
  • As constantes queimadas que atacam a região;

Serra 2Serra


Tentei fazer um trocadilho (Manto-Mata) no titulo, não é erro de digitação.

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