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ITU EM UM DIA! 20 DE JUNHO DE 2015

Grupo: Beatriz, Priscila, Daniele e Lucas

A cidade de Itu tem fundamental importância no desenvolvimento do interior paulista, durante a épocas da cana de açúcar e café, além de conta com um grande acervo histórico cultural, proporciona agradáveis passeios por suas ruas estreitas e por seu centro histórico.


PONTOS

  1. Fazenda das Pedras
  2. Museu Republicano
  3. Igreja Matriz Nossa Sra. da Candelária
  4. Praça dos Exageros
  5. Almoço no Fogão de Ouro
  6. Igreja Nossa Sra. do Patrocínio
  7. Parque do Varvito

SENAC

Bom, até aqui não tive nenhum contato com os profissionais, apenas na recepção. Saímos do SENAC por volta das 8:00. Assim que estávamos chegando para Itu, o ônibus parou. O Motorista aparentemente nervoso e cansado decidiu fazer um breve desabafo. (foi mais ou menos nessas palavras)

…Tem gente aqui que faz turno, e eles mandam motoristas 0km, que não conhecem a cidade onde tem que trabalhar, então, algum de vocês poderiam vir até aqui e me guiar…

Bom, após o breve desabafo, um dos guias ficou meio apavorado, então, a professora que lá estava para avaliar teve de se impor, e ela acabou instruindo uma das guias para levá-lo até o primeiro ponto, Fazenda das Pedras.


FAZENDA DAS PEDRAS

Tecnicamente dizendo, o acesso é um pouco díficil devido a estrada de terra e também ao fato de estar do outro lado da estrada (para quem está vindo de Jundiaí, pode ser um pequeno problema, caso não consiga se orientar ou ler um GPS)

Mas, enquanto íamos, Itu nos surpreendia com belas paisagens, as pedras que vieram com o mar a milhares/ões de anos atrás, Itu já em sua entrada já nos mostrava sua geologia e geografia.

A fazenda em si é um lugar lindo. Sua visão para a cidade, sua simplicidade rural, a comida (afinal, foi lá que tomamos um delicioso café), e também, todo o espaço que continha com belos e delicados chalés, algumas pedras onde os hóspedes poderiam subir para observar um nascer ou por do sol.. o lugar é divino, é calmo, aparentar ser um bom lugar para passar o final de semana.

http://www.fazendadaspedrasitu.com.br/fazenda/


FOTOS

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Tirada com Lumia Selfie

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MUSEU REPUBLICANO

Bom, voltamos ao ônibus e lá pelo que pude ver, não houve nenhuma faísca entre o guia e o motorista, enfim.

Saímos da fazenda por volta das 9:35 – 9:50, e fomos direto ao centro da cidade. O primeiro ponto que fomos visitar foi o museu republicano convenção de Itu. Ele estava bem limpo, o acesso até o mesmo era bem fácil.

Pertencente a USP, trás exposições bem legais sobre o Brasil imperialista. O Museu, abrigado em um sobrado histórico do século XIX, foi criado no ano de 1921.

Por lá, houve um ocorrido de muito mau gosto. Um teatro do ciclano que falou da fulana e etc., algo que não estava programado segundo as demais guias, e também, um ocorrido muito feio para sua imagem, e o mesmo teatro poderia se transformar em um pequeno processo.


EXPOSIÇÃO

exposicoes

Não tenho nenhuma foto pois, foi nos solicitado pela segurança do museu para que não sacássemos fotos.

http://mr.vitis.uspnet.usp.br/


MATRIZ NOSSA SENHORA DA CALENDÁRIA

O terceiro ponto estava ali do lado. Caminhamos alguns metros e chegamos a igreja Matriz da cidade. De fora, um lugar bem bonito que nos dava a impressão de que estava ainda mais bonita por dentro, engano meu. A igreja estava passando por restaurações.

Não digo que a igreja estava feia, mas ela poderia ter sido pulada facilmente, tendo em vista que, teríamos outra igreja mais tarde e os pontos necessários já estavam no roteiro.

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PRAÇA DOS EXAGEROS

Um dos lugares mais chamativos do interior SIM.

Pela primeira vez estávamos vendo algo realmente exagerado. E foi nesse ponto a melhor decisão tomado pelos guias, confiar em seus clientes deixando-os livres no local, marcando um ponto de encontro que poderíamos ver a metros de distância e etc.

Uma pequena observação, estava tendo um belo festival japonês, e alguém sabe o por que da cidade ser escolhida como o berço brasileiro para japoneses? No final eu te conto. 🙂

Fiquei perto do Leandro e o Luciano durante o ponto, e ambos ficamos em algumas lojinhas com lugares bem legais e literalmente exagerados.

A praça estava bem cheia, com pessoas de todos os lugares, e por lá, encontramos um senhor japonês, e para nos comunicarmos com o mesmo, usamos uma peça fundamental do grupo, o menino Luciano. Foi hilário, eu não entendia nada.


FOTOS

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Tirada com Lumia Selfie

Tirada com Lumia Selfie
Sim, saí muito afeminado na foto do crachá, mas e dai?!

Já estavamos para ir ao quinto ponto quando ocorreu algo um tanto quanto cômico, porém trágico se fosse verídico.

Nossa atriz hollywooDIANA encenou uma convulsão, foi um tipo de teste surpresa onde os guias se saíram muito bem, deixando-a na posição de conforto.


FOGÃO DE OURO

Um lugar bem caseiro, com uma comida gostosa, não tenho muito a dizer, mas houve alguns detalhes (como o do guia comendo antes de todo mundo).. mas nada demais, nada que me incomodasse.


IGREJA NOSSA SENHORA DO PATROCÍNIO

Após um almoço onde enchi o bucho, fomos a mais uma igreja (por isso, disse que a matriz poderia ter sido pulada), e essa igreja era muito grande, e um dia já teve um hospício ao lado, é algo muito sinistro.

Foi um dos pontos onde me senti incomodado e senti um certo pavor, o lugar era sinistro, a atendente era sinistra, e tinha um corpo enterrado lá, minha gente.. e um quadro de uma antiga freira nos olhava para todos os cantos em que íamos. Houve um comentário que nos fez rir e de algum lugar daquela igreja imensa surgiu a nossa atendente, toda simpática perguntando

“DO QUE VOCÊS TÃO RINDO?!”

Isso foi o suficiente para eu querer pular fora e perder o foco do ponto.

Estou sem fotos aqui também.


PARQUE ECOLÓGICO DO VARVITO

Voltamos para o ônibus, e de lá fomos direto a um dos melhores pontos do passeio! O Varvito.

Varvito significa nada mais do que rocha endurecida constituída por varves consolidados.

É um lugar épico, com vestígios de animais que viveram por ali na grande era glacial. E quando digo que há vestígios e você não acredita em mim, vá até lá e olhe para o chão. Como na foto abaixo, essa varve foi formada ao decorrer dos milhares/ões de anos, e se conseguirem reparar, existe diversas camadas que levaram anos para serem construídos. Sua composição é de silte e argila,  e a mais espessa de silte, areia (fina, média ou grossa) e argila.

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Foi um passeio bem tranquilo, um lugar muito bom para se fazer algum encontro.

Seguimos pelo parque, e mais afrente encontramos duas das nossas guias que estavam com uma bela e saborosa surpresa, todas elas fizeram um picnic, e foi com o mesmo que encerramos a nossa V.T.


FOTOS 

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EXPLORANDO JUNDIAÍ, 13 DE JUNHO DE 2015

Grupo: Diana, Leandro, Luciano e Rosana

Aos poucos, tanto os imigrantes como seus descendentes foram se integrando à comunidade jundiaiense. Hoje, mais de 75% da população de Jundiaí é descendente de imigrantes italianos, que constituem uma das maiores colônias em todo o Brasil.


SENAC

CENTRO DE JUNDIAÍ 

  1. Teatro com Luciano e Rosana
  2. Matriz Nossa Senhora do Desterro
  3. Museu Solar do Barão
  4. Volta ao ônibus

  1. O Teatro foi um sacada genial, tendo em vista que, aprendemos de forma mais fácil quando gostamos de algo, e um teatro chama muito mais atenção do que um texto simplesmente lido/decorado/entendido. Luciano e Leandro vivenciaram muito bem seus personagens, a senhora Petronilha Antunes (Leandro) e Rafael de Oliveira (Luciano)
  2. Foi um ponto bem ok que se foi encaixado suavemente para fazer hora até chegarmos ao solar, o ponto estava bem bonito e tivemos explicações de alguns monitores que já estavam na igreja esperando por outro grupo.
  3. O que poderia ser algo que acrescentasse muito foi algo bem fraco, não por culpa do quarteto, mas sim devido a senhora que resolveu desabafar no jardim do solar. Tínhamos um cronograma a seguir, e no fim atuamos em uma área diferente da de guia de turismo, acabamos por ser psicólogos, tendo que ouvir todo o desabafo dela. 
  4. A volta ao ônibus foi muito eficaz, tendo em vista que o motorista parou em ponto estratégico, dos 3 motoristas que tivemos com a empresa SAJOTUR, ele foi o que melhor se achou.

FOTOS

Tirada com Lumia Selfie

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PANORÂMICA

  1. Ponte torta
  2. Antenor Soares Gandra
  3. Pinacoteca
  4. Polytheama
  5. Complexo FEPASA

Aqui ficou um pouco claro que, a guia se sentia um nervosa perante seu primeiro guiamento de grupo, ótimo! Ela estava lá para aprender e com certeza absorveu bastante dos conselhos dados pela professora Marjorie. A guia que nesse momento estava nervosa foi a que mais evoluiu perante o módulo e o curso ao meu ver.


SERVIÇO DE BORDO

Aqui foi servido uvas, fruta típica da região, algo muito bem elaborado e um detalhe que me chamou a atenção positivamente.


FAZENDA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

Foi o melhor ponto do roteiro. Lá nós tínhamos um monitor que demonstrava muita paixão pelo assunto que ele falava, o café. Ele nos mostrava a história, unindo em certos pontos (o café e sua colheita) o passado e o presente. Fico quase sem palavras para descrever o ponto, pois, foi algo bem legal e surpreendente, dou exaltação aos 4 guias que não deixaram que nenhum de seus clientes se separassem do grupo, sempre conduzindo o seu “rebanho” .


FOTOS

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ALMOÇO

Comida divina, amei. ♥


MUSEU BRUNHOLI

Na minha opinião, o ponto mais fraco e “mal pensado” do roteiro. Estava muito quente e tínhamos acabado de almoçar, eu particularmente me senti enjoado e zonzo, contava os segundos para poder sair daquele lugar abafado e pegar um pouco de ar fresco.


MAZIERO

Durante a ida até o Maziero, tivemos uma boa peça de teatro onde Rosana e Leandro interpretaram um casal de italianos que vieram para a cidade junto dos milhares de imigrantes.

Bom, em questão ao ponto em si, foi bem mais breve do que eu imaginava pois o nosso monitor foi bem breve, o que particularmente achei bem legal. Tivemos tempo para degustações de vinhos, amarula e sucos. Fizemos pequenas compras e voltamos ao ônibus, onde de lá, seguimos ao SESC.

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SESC

Por lá ouve uma pequena confusão, onde um guia dizia que era livre, outro dizia que era monitorado. Logo que chegamos estava tendo uma peça teatral (mais uma), o que nos deixou um tanto quanto presos a ela, não é algo ruim pois era interessante. Ficamos uns 10 minutos assistindo a peça e depois subimos para o segundo andar, onde adentramos em uma exposição de dois artistas brasileiros cujos quais não me lembro o nome, mas, novamente, os monitores demonstraram muito afeto pelo que diziam, e isso é sempre bom, fora o envolvimento dos dois com o grupo. 

Após acompanharmos a exposição, subimos ao saguão onde uma das funcionarias nos mostrou sobre a sustentabilidade do SESC. Eles fazem um trabalho bem legal, e sempre que posso, retorno a casa e recomendo a você que está me lendo. Se puder, faça sua credencial e seja sócio.

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VOLTA AO PONTO DE PARTIDA, SENAC

Durante a volta ao SENAC, tivemos o speech final. Voltamos sem nenhum problema, e assim esperamos o próximo sábado para a V.T de Itu.

Da-lhe MAEDA.

SOCORRO HISTÓRICA E EDUCATIVA! RELATÓRIO

SEXTA-FEIRA

  • Saída do SENAC as 19:07, o atraso foi dado devido a uma reunião da nossa coordenadora, mas não atrapalhou em nada. As malas são postas em seus devidos lugares e partimos do SENAC, o ar-condicionado é ligado e a correia do micro-ônibus da problema.
  • Na chegada a Itatiba, trocamos o carro, sendo o primeiro imprevisto da V.T.
  • Ao entrar no segundo carro, voltamos para a pista e o serviço de bordo é realizado pelos estudantes Leandro e Danielle. O serviço de bordo é realizado com perfeição, e foi servido coxinha de frango com refrigerante/suco. Após um tempo do serviço de bordo, os mesmo iniciam as atividades de entretenimento (um dos pontos altos da viagem), as brincadeiras foram a CS, Desenho no escuro e Amigo Secreto/oculto.

 https://www.youtube.com/watch?v=8LLE1W1t7bw&feature=youtu.be

  • Ouvi queixas de dores abdominais de uma das passageiras, o que me deixou um pouquinho nervoso, porém, não perdi o controle.
  • Após 2 horas e 40 minutos de viagem, estávamos nós chegando a Socorro. Estava chovendo muito desde Itatiba, e o acesso foi algo a ser reportado pois encontramos algumas dificuldades. Sem o ônibus, descemos eu, Lucas, Ricardo e Marjorie para fazer o check-in dos técnicos em guia de turismo. A pequena subida pareceu uma escalada ao Everest pois a cada passo dado poderíamos escorregar e cair, e não queríamos isso.
  • Após o Check-in, o carro foi estacionado e todos os turistas desceram, conforme desciam, todos pegavam suas malas e as primeiras a irem para seus chalés foram Ana Lívia (a coordenadora que estava sentindo algumas dores) e Marjorie, nossa professora.
  • Após elas, minha dupla (Lucas) me ajudou com as hospedagens, levei as meninas (Beatriz, Diana e Danielle) para o seu chalé (2), e os homens junto do motorista para o seu chalé “premium“.
  • Foi avisado a todos que após 10 minutos deveriam descer para irmos jantar as pizzas, os 10 minutos chegaram e eu ainda já tinha conseguido me hospedar no quarto, mas, dei falta de duas clientes e fui avisá-las. Todos acabaram descendo para comer, e enquanto uns acabavam, eu os subia para o chalé. No final, todos foram para suas devidas “residências” com exceção de 4 clientes que preferiram ir até a sala de jogos.
  • Desci até a recepção onde entreguei o roteiro de sábado para um dos funcionários do hotel, pedi para que o mesmo o prendesse em algum mural. O mesmo disse que faria mais tarde, então, logo voltei ao chalé 7, cujo a cliente que sentia um mal estar estava hospedada. Ela se sentia melhor, então fui para meu quarto que estava cheio de problemas, tais como a sujeira dos banheiros e o chuveiro que mal saía água, e isso não era problema de apenas um dos banheiros mas sim dos dois.
V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (3)
V.T Socorro 24, Sexta-Feira. Guilherme, Danielle, Diana e Beatriz.
V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (2)
V.T Socorro 24, Sexta-Feira. Guilherme, Danielle, Diana e Beatriz.
V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (4)
Ajam naturalmente gente!

SÁBADO

ROTEIRO

  • Café da manhã no hotel e encontro com o guia local.
  • 8h15 – Embarque e inicio do Roteiro.
  • 8h40 – Visita monitorada ao centro histórico, museu e ao mirante do Cristo Redentor.
  • 11h – Visita ao Parque dos Sonhos com as atividades: Visita técnica guiada no parque
  • 13h – Almoço ou a combinar.
  • 14h – Circuito radical com três tirolesas (Pânico, Espanto e Calafrio) trilha com cachoeiras e
  • caminhada pelo parque até no máximo 18h.
  • 17h30 – Retorno ao hotel para banho e termino dos serviços do guia local.

  • Eram 6:00 e já tinha me levantado. Fui para um bom banho antes de sair do chalé, porém o chuveiro e a porta do banheiro estavam bem ruins, começando a porta que custava para que se fechasse, e depois, o chuveiro que demorava consideravelmente para esquentar.
  • Tomei uma ducha e logo me retirei, a noite foi longa pois não consegui dormir direito, o pouco que dormi tive um excelente sonho, mas quanto ao resto, apenas deitei e fechei os olhos. Porém, comecei o dia com a melhor surpresa que poderia ter (natureza, ♥), logo que saí, fui pego de surpresa pela bela visão que o chalé proporcionava.
A Surpresa que a luz do dia me proporcionou. ♥
A Surpresa que a luz do dia me proporcionou. ♥
  • Eram 6:30, deixei meus clientes tendo mais meia hora de um bom e merecido descanso. Me sentei em um lugar privilegiado, levei uma picada no dedo (doeu e queimou. :p), e tive a honra de presenciar uma das coisas mais belas do mundo, o nascer do sol. (novamente, natureza ♥).
  • Já eram 7:00 horas e fui alertar meus clientes que o dia tinha começado! A maioria teve uma boa noite de sono, e teriam que descer depois de 30 minutos para um café da manhã (outro ponto alto). A cliente que se sentia desconfortável quanto as dores já tinham ido embora. (UFFA!)
  • As 7:30 todos estavam lá embaixo para tomarmos o café, esperei um pouco demais para liberá-los para o café (pois ainda faltavam algumas coisas a serem postas), mas eles se antecederam e partiram ao ataque, e não era de menos, o café nos supriu muito bem, e foi uma delicia!
  • Era 8:15 e o guia local Eduardo chegava ao hotel, levei a cliente Marjorie até a recepção para assinar algo, porém não fomos atendidos e estávamos perdendo o tempo, então, decidimos ir ao ônibus (e infelizmente, esqueci a capa de chuva). Fiz o embarque de todos com o auxilio da minha dupla e passei a bola para o guia local.
  • Fomos até o centro histórico de Socorro sendo guiados pelo Eduardo que recebia o auxílio de Leandro e Danielle. A principio paramos em frente ao palácio das águias e seguimos pelo centro enquanto o guia explicava algumas construções da cidade, enquanto andávamos, conhecemos alguns casarões coloniais e fiquei particularmente impressionado com a beleza da cidade, não havia pichações, muitas das casas tinham uma frente de se cair o queixo com seus estilos coloniais (lindas, sem mais!), fora a visão dos morros da cidade! E uma pequena curiosidade, NÃO EXISTE MONTANHA NO BRASIL! Fomos seguidos por belos cachorrinhos que tinham um ódio em particular, por pneus, não sei o porquê, mas.. continuando! Vimos por fora um cinema e um hospital que recebem pessoas da região.
  • Fomos até a catedral que é considerada uma das mais belas do circuito das águase logo após, seguimos até um museu, onde fomos monitorados por um historiador chamado Derek Destito Vertino que tem um livro publicado sobre os heróis esquecidos da guerra.http://www.portalfeb.com.br/da-gloria-ao-esquecimento-tiragem-especial/
  • Voltamos ao ônibus após o passeio cultural dentro do museu monitorado pelo historiador. A checagem foi feita e logo então fomos até o mirante do cristo, durante a viagem inteira, o guia credenciado pela cadastur.
  • Demoramos por volta de 15 minutos para chegarmos ao mirante, o que valeu muito a pena! O único problema era o tempo que não nos permitia uma vista melhor do topo da cidade, tivemos uma degustação, e foi excelente!

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Mirante com los mejores. ♥
  • Ficamos um tempinho no mirante, e logo após descemos para irmos ao Parque dos Sonhos, no caminho, o guia ia sempre orientando o motorista enquanto nos explicava sobre o circuito das águas. Erramos uma vez o caminho mas foi um erro bem leviano, nada que nos afetasse. Levamos quase uma hora para chegarmos ao parque, levamos mais tempo do que o esperado devido ao clima.
  • Já no parque, fomos orientados por um dos monitores do parque. Enquanto os guias auxiliares assinavam alguns papéis, algumas informações eram passadas para nós. Subimos para um bom almoço onde trocamos experiências e jogamos boas conversas fora.
  • Após o almoço, subimos mais um pouco e fomos assistir uma palestra muito satisfatória do senhor José Fernandes, um gênio do empreendedorismo, fora também dois membros do ministério do turismo.
  • Tivemos um pequeno espaço entre o almoço e o inicio do turismo de aventura que, começou com uma trilha dentro do próprio parque (a minha primeira!). Na trilha, fomos auxiliados pelo tio Ale, um monitor muito simpático!

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  • V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (13)Após a trilha, as coisas começaram a apertar o meu coração de leão! Era anunciado que, iriamos todos para fazer o circuito das tirolesas! Subimos a 140 do chão, e eu, um homem sem medo de nada (apenas altura! oh.. wait!) Subimos de trator até o topo da pedra onde logo nos apropriamos com os devidos materiais de proteção. Fui muito bem tratado pelos instrutores, o que me acalmou muito para dar o primeiro salto na tirolesa do espanto. Para quem nunca tinha andado de tirolesa, comecei de forma bem suave, em uma de 1 km de extensão e 140 metros de altura.. que cruzava os estados de MG e SP.. Primeiro foi a tirolesa do Pânico que mesmo sendo a mais larga, foi a mais tranquila, com uma excesão do final que eu parei longe da plataforma e estava voltando devido o vento, e menos de um minuto depois, a tirolesa do Espanto, que foi MUITO rápida! E por ultimo, a tirolesa do calafrio. Me senti um herói mas..

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Foco no fofo lá atrás dando risada e não no bundão roendo as unhas!

V.T Socorro, 24 até 26 de Junho de 2015 (9)

Tirolesas, aqui.

  • PULEI! uhu
  • Após todos terem descido, voltamos para o hotel e tivemos um pequeno imprevisto, o ônibus ficou atolado e isso colocou nossa criatividade em prática, o que não foi necessário pois o parque nos deu um suporte e nos tirou de lá! A volta até o hotel depois daí foi bem tranquila e um pouco demorada. Fora o pequeno imprevisto, tudo foi muito bem chegamos inteiro (e sujos), e por estarmos sujos, boa parte do grupo foi para seus chalés tomar um bom banho! (no meu caso, não, o chuveiro estava horrível. </3)
  • Fui junto da Marjorie conferir sobre o evento da festa Julina, e adivinha, mais um imprevisto. A festa foi cancelada pela falta de demanda e teríamos que fazer algo diferente, mas para o SENAC não existe muitos problemas sem soluções, então, decidimos realizar um bingo! Não foi muita gente mesmo, foram entorno de 18 pessoas (meio decepcionante mas.. tínhamos que mantê-los animados.) Ah é, antes do evento, ficamos todos jantando comidas típicas das festas.. milho, torta entre outros. O evento começou as 21:30 e acabou por volta das 22:50.
  • Fui ao salão de jogos com o Leandro e lá nos encontramos com a Beatriz e Diana, onde jogamos sinuca e pebolim. (e perdi todas. 😦 )

DOMINGO

  • Já hoje (26), acordei as 7:11 e fui direto para o banho, me aprontei para o desejum e desci com as minhas malas para o local onde iriamos comer. Deixei as malas sobre o sofá e logo após de mim foram chegando os outros passageiros.
  • Tomamos o café tranquilamente e após ele, guardamos nossas malas no ônibus, e logo após conhecemos Charles, um cara fantástico assim como o Zé Fernandes! Ele nos deu uma palestra sobre o turismo em Socorro (assim como o Zé, novamente), e nos mostrou alguns projetos da cidade para incentivar o turismo! Eles nos mostraram o porquê de Socorro estar tão a frente das outras cidades, todos lá falam a mesma língua e isso faz com que o universo conspire a seu favor.
Palestra do senhor Charles!
Palestra do senhor Charles!
  • Saímos do hotel fazendo um check-out e rapidamente demos um breve passeio de 30 minutos na feira de malhas (eu acabei ficando mais tempo no horto da cidade), mas nada que atrapalhasse as duas guias (Gabriella e Beatriz)
  • Na volta, levamos por volta de 2 horas 30 minutos para chegarmos em Jundiaí em uma tranquila volta. Ricardo e Rosana cuidaram do serviço de bordo e entretenimento, Denis e Diana fizeram o speach final e desembarque, e a viagem foi muito boa.

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Valeu SENAC.

Relatório feito dia 26 de Julho de 2015.

Junção com a pequena reunião previa.

CESAR, AULAS DE GEOGRAFIA, 02 – 09

AULA 02

CIRCUITO DAS FRUTAS

ESTÂNCIAS, IDH, CIRCUITO DAS FRUTAS


AULA 03

ATMOSFERA, CLIMA


AULA 04

CICLO HIDROGRÁFICO, ÁGUA

GEOMORFOLÓGICO,  VULCÕES E TERREMOTOS, FORMAS EXÓGENAS, RELEVO, FORMAÇÃO DO SOLO, RELEVO DO ESTADO DE SP
VEGETAÇÃO, INTERAÇÃO ENTRE CLIMA, RECURSOS HÍDRICOS E VEGETAÇÃO, BIOMAS MUNDIAIS E BRASILEIROS, HOTSPOTS DE BIODIVERSIDADE

URBANIZAÇÃO, REDE E HIERARQUIA URBANA, BRASIL: REGIÕES METROPOLITANAS, QUESTÕES AMBIENTAIS E URBANAS, POLUIÇÃO

FORMAS DE ORIENTAÇÃO, CARTOGRAFIA/MAPAS, TIPOS DE MAPAS, ELEMENTOS QUE COMPÕEM OS MAPAS, FUSOS HORÁRIOS.

CULTURA, ETNIA, SOCIEDADE
Referência as aulas do professor Cesar!

SÃO PAULO PARA TODOS OS GOSTOS!

Grupo: Denis, Gabriella, Guilherme e Ricardo

O São Paulo para todos foi uma ideia do grupo de tentar se diferenciar dos demais roteiros que tinham o foco histórico. Usamos o conceito da maior imigração em massa para o Brasil do século XIX, os Italianos, e o bairro da barra funda foi algo que mostrou muito bem isso, e mostrou também, a integração de Bolivianos e outros estrangeiros da América Latina que vieram para nossa pátria em busca de uma vida melhor.


Sábado passado (27), eu tive o que podemos dizer, como a “primeira experiência profissional” atuando como um guia de turismo! Visitamos pontos que costumo frequentar, dentro da região da barra funda, e foi espetacular, por mais nervoso que eu estivesse.

Pontos visitados

  1. Memorial da América Latina
  2. Shopping Bourbon
  3. Barra Grill (Almoço)
  4. Parque Água Branca
  5. Allianz Parque

Análise crítica

Antes de sairmos, cheguei no SENAC as 6:40 da manhã, o ônibus já estava lá. Solicitei ao motorista da Sajotur que subisse até a rua do estabelecimento, e lá fiz a checagem inicial do ônibus, estava tudo em boas condições.

Devido a atrasos (e não são atrasos curtos), nosso roteiro foi prejudicado, começando pelo GPS que nos enviou por uma rota que estava “interditada”. Foi logo no inicio, antes de irmos para o Memorial, paramos em uma rua onde estava tendo obras, e fomos obrigados a retornar, o que levou entorno de 30 minutos. (O que nos fez perder pelo menos 10)

Durante o serviço de bordo, foi dado aos clientes uma sacola biodegradável, onde os mesmos jogavam os resíduos. Lembrando que, só consumiam os alimentos após uma higienização com o álcool em gel.

O dia não sorria para o nosso grupo, mas o nosso grupo conseguiu manter o controle das coisas, e com mais 10 minutos de atraso, descemos todos ao memorial, onde o monitor Rafael estava lá para nos orientar e explicar sobre algumas obras, tínhamos em mente sair do memorial por volta das 10:50, mas isso só ocorreu as 11:10, trágico! Mas não culpo ninguém a não ser a minha pessoa, que por “incompetência” quis explicar sobre o pavilhão da criatividade.

Seguindo o roteiro, mais um curto atraso, levamos 20 minutos para chegar em um lugar que costuma levar 10, mas chegamos né, embarcamos todos ao Shopping Bourbon, onde a Guia Gabriella explicou um pouco sobre o local, e deixou todos os clientes livre por 30 minutos, grande maioria foi a livraria cultura, enquanto outros foram fazer saques de dinheiro, comprar alguma coisa e etc., nos encontramos no ponto de encontro (em frente ao shopping) as 12:20, e de lá, perdemos mais tempo (sim, o valioso tempo que nos punia tanto), para achar o ônibus que estava um tanto quanto distante. Levamos cerca de 15 minutos para encontrá-lo, e quando encontramos, nos perdemos novamente.

A caminho do almoço, (12:35 por volta), o motorista nos conduzia de forma correta até o local, mas, como o dia sorria para nós (sim, ironia), deu errado de novo! O ônibus estava proibido de fazer o contorno, o que nos custou MUITO tempo! Tivemos que fazer um outro tour para poder chegar na nossa “cantina”. Levamos cerca de 50 minutos para chegarmos lá, os clientes estavam famintos, nervosos (assim como nós -pelo menos eu-), e estava dando tudo errado, afinal, não achávamos o local! Custou, e custou muito, pois o ônibus teve um pequeno arranhão na lateral, e logo no desembarque, fomos “interrompidos” por um ruído bem sem graça, a alguns metros de lá, começava um “pancadão” que deixou todos ainda mais esquentadinhos. O Almoço foi servido por volta das 13:30 (demorou, e muito, o que deixou minha amiga ddianavitor brava), mas no fim, todos comeram!

E como disse antes, tudo estava dando errado.. tínhamos que estar no Allianz Parque por volta da 13:50, o que não aconteceu. As 13:40, alguns ainda estavam com o prato cheio (incluindo a minha pessoa), e a partir daí, tudo foi ficando mais complicado. Levei 4 clientes para comprar sorvete do outro lado da rua, e pelo menos isso foi algo certo.

Levamos mais 20 minutos para chegarmos ao Allianz (já era 14:15), e perdemos o tour, e aí, só depois das 16:00 horas poderíamos fazê-lo novamente. O Que fizemos foi uma jogada óbvia, trocamos os papéis, Allianz encerraria tudo, por mais que custasse o picnic que eu planejava a duas semanas antes.

Ficamos por trás da mancha verde que estavam ensaiando, e antes que nos dessemos conta, já era 15:00, compramos os ingressos para o tour o mais rápido possívele partimos o mais depressa possível para o Parque da Água Branca, guiei-os até o local, o que levou 10 minutos, o guia Ricardo passou a explicar sobre os locais enquanto levei alguns dos clientes para o banheiro. Fizemos um tour dentro do parque, e saímos de lá as 15:30 para mais nada dar errado.

Entramos pela saída e saímos pela entrada, soa confuso mas foi o que houve, pegamos um caminho diferente pela Av. Matarazzo, passamos pela frente de um lugar bem diferente (country), onde um dos clientes não tinha boas lembranças do local, mas todavia, levamos 15 minutos para chegar ao Allianz, e foi a primeira coisa que deu realmente certo no dia, emitimos uma nota fiscal para comprovar os gastos, falamos com um espanhol (uma criança ou um anão?!) fantasiado de louro (mascote do Palmeiras), e começamos o tour. Nosso tour foi algo mais especial, devido ao tempo (tínhamos que estar em Jundiaí as 17:30), portanto, fizemos um tour mais breve, passamos pelo camarote, a cabine de transmissão, os vestiários, e direto ao campo! Sentamos todos no banco de reserva, e tiramos uma das fotos mais hilárias da história, claro que foi na brincadeira, mas.. dentro do Allianz fomos guiado primeiramente pela monitora Diana, e logo tivemos que substituí-la por outro monitor, que fizesse um trabalho mais breve.

Após sairmos, fomos direto ao ônibus, onde fizemos uma brincadeira onde nossos clientes mexiam no lixo (Sim, o mesmo lixo que citei acima, e com uma luva, claro), onde tinham que separar resíduos orgânicos de resíduos recicláveis. Todos apoiaram esse entretenimento, onde mostramos que nossa profissão tem que ser acima de tudo sustentável.

Chegamos em Jundiaí as 18:00, quando todos saíram do ônibus, fiz a checagem do mesmo para ver se esqueceram algo, negativo, ninguém esqueceu, todos entraram nas suas merecidas férias, e até Socorro meus caros. 😉

Obs: As fotos estão com o Guia Denis, e serão publicadas assim que ele nos mandar.

Agradecimento especial a Marjorie, Bárbara e Ana Lívia! Claro, o SENAC também.

PROBLEMA E SOLUÇÃO

Problema: em um momento da viagem, o motorista para o ônibus em um acostamento e se dirige ao Guia, diz que se perdeu e o que foi informado ao mesmo estava incorreto.

Solução: É avisado aos paxs o problema pelo próprio guia, que se desculpa com seus clientes e o próprio motorista pelo equivoco, tentando assim, amenizar o ambiente ruim que ele criou com o motorista. O Guia pega seu celular, vai até algum aplicativo de GPS e faz uma busca, entrega o “GPS” para o motorista, se desculpa novamente e tenta auxiliá-lo.

SÃO PAULO ANTIGA, A CHAMINÉ DA REFINARIA DO AÇÚCAR UNIÃO!

Desde a vinda dos imigrantes italianos, no século XIX, a Moóca ficou caracterizada pela forte industrialização que ocorreu. Durante esse período, o bairro teve uma grande importância econômica…

Antigo logo da produtora de açucar!
Antigo logo da produtora de açúcar!

Localizado na rua Borges de Figueiredo no bairro da Moóca, o antigo prédio da Refino de Açúcar União hoje encontra-se abandonado e parcialmente destruído. Seu futuro segue indefinido e repleto de incertezas. Em um dos edifícios que compõe o antigo complexo industrial, nota-se que o teto desabou ou foi removido. Na imagem acima, vemos que o logotipo do Açúcar União foi removido, mas as marcas ficaram e são um registro quase arqueológico do que antes foi o local.

Desde a vinda dos imigrantes italianos, no século XIX, a Mooca ficou caracterizada pela forte industrialização que ocorreu. Além disso, durante esse período, o bairro teve uma grande importância econômica, devido às indústrias têxteis e a de outros setores, como a de refinados, mais especificamente a Companhia União dos Refinadores.

Em 1886, Domenico Puglisi Carbone (Itália) resolve mandar seus filhos Nicola e Giuseppe para o Brasil com a missão de abrir uma representação comercial para vender o vinho que ele (o velho Domenico) produzia. O começo foi difícil, pois tiveram que enfrentar a concorrência dos donos do mercado de vinho no Brasil: os portugueses e franceses. Mas em 1888, os irmãos ao criarem a companhia Puglisi, tiveram sorte: uma crise na Argentina trouxe muitos italianos para o Brasil, e já habituados ao vinho Italiano.

Dessa época até 1910, com o progresso da empresa e a visão empreendedora que possuíam, resolveram diversificar suas atividades. Pensaram em desenvolver o comércio de açúcar, porém observaram que havia uma concorrência suicida no mercado de açúcar entre as pequenas refinarias. A solução que encontraram para isso acontecer de uma maneira que o comércio fosse mais lucrativo e garantir produtos com uma qualidade superior ao mercado, conquistando uma clientela mais fiel, foi convencer os pequenos refinadores de São Paulo, a deixarem a rivalidade e a concorrência de lado e se unirem para formar uma única empresa. Como consequência, em 1910 surgiu a Companhia União dos Refinadores. Não tardou para que a estratégia se mostrasse acertada e diante da popularização do café, eles o incorporaram à razão social, que mudou para Companhia União dos Refinadores – Açúcar e Café.

Ao longo desses 104 anos de existência, a União passou pela Copersucar (Cooperativa de Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo); pela NovAmérica; pela Cosan; e, em 2012, foi adquirida pela empresa Camil.

A filial na Moóca, que ficava entre as ruas Borges de Figueiredo, Guaratinguetá e João Antonio de Oliveira, foi desativada em 2006 e em 2012 deu lugar ao empreendimento imobiliário da Cyrela, chamado Luzes da Mooca, o qual a obra terminou recentemente, em maio (2014). A chaminé que representava o grupo União foi o que restou da companhia açucareira por ser considerado, pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), um bem cultural e patrimônio histórico da Moóca.

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Mais uma indústria de São Paulo sucumbiu para dar lugar a novos empreendimentos imobiliários. Nesta mesma rua, ao lado desta fábrica, chegou a funcionar também a fábrica de brinquedos Glasslite e até hoje ainda funciona a deliciosa confeitaria Di Cunto.


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CIRCUITO DAS FRUTAS, GEOGRAFIA!

Perguntas:

  1. Registre os conceitos geográficos que mais lhe chamaram a atenção na visita técnica
  2. Você percebeu algum elemento invisível? Se sim, qual?
  3. As localidades utilizam o conceito de sustentabilidade?
  4. Propostas para melhoria na relação sociedade x natureza do local.

Respostas:

  1. O que mais me chamou atenção foram as vegetações e a população que habita e produz as frutas, também é claro, as visitas recebidas pelas fazendas/adegas produtoras de frutas.
  2. Sim, o canto dos pássaros que me lembravam a infância (sítio são José), os cheiros das frutas em todas as fazendas, o sabor dos produtos feitos nos sítios/fazendas, o som dos veículos motorizados, o cheiro da comida servida no sítio do sr. Kusakariba.
  3. Metade das localidades, mas ao meu ver (não sou um produtor, então não sei se me equivoquei), muitas das produções gastam uma quantidade de água absurda. Entretanto, a outra metade das localidades crescem sustentavelmente, ajudando a cidade economicamente [x], a natureza não está sendo tão degradada na região em que atuam, e socialmente esta tudo progredindo com turistas que vão, aprendem, e se sensibilizam, começando a pensar muito mais no eco, se tornando mais sustentáveis e evitando o desperdício.
  4. Bom, não tenho muitas idéias e possivelmente interpretei errado a ‘reflexão’, mas aqui vão duas sugestões.
  • Adaptação do homem a natureza e não da natureza ao homem;
  • Sensibilização, transformar toda a paisagem em local, onde o homem tem afeto e cuida de sua região;

E Sonhe como se fosse viver para sempre, e viva como se fosse morrer amanhã.

Denis Fernandes

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