Arquivo da categoria: Mariana

TODO SOPRO QUE APAGA UMA CHAMA, REACENDE O QUE FOR PRA FICAR.

Queridos professores, vocês não tem ideia da mudança drástica que fizeram em minha vida.

Começou no módulo III, onde eu estava MUITO cabisbaixo, meus avós estavam doentes, algumas pessoas partiram, alguns amigos antigos se afastaram.. acabei ficando bem desanimado com o curso de técnico em Guia de turismo.

Mas aí, veio o inicio do módulo IV, a primeira a chegar foi nossa querida Marjie Simpson (apelido que dei a ela, mas nunca contei), ela chegou junto de uma das professoras mais queridas que já tive, a Babs. Bom, Marjorie chegou, se apresentou, não deu aula, apenas foi introduzida pela professora que também a orientou quando se formou a alguns anos atrás. Ela me aconselhava com países e viagens, dizia que, se tivesse 18 e fosse eu, já estaria no Chile, vai entender.. hehe, me contou algumas de suas experiências fora do Brasil, ela é uma pessoa bem importante, pois na prática, ela sempre esteve lá.

O segundo a chegar a dar aula para a nossa turma, foi o César. Um professor que sempre me ensinou alguma coisa nova, todas as aulas. Todas as aulas aprendia (e muito) com ele, a forma que o mesmo tinha para passar informações para o grupo era espetacular, o maior jogador de Rugby do SENAC tinha paixão por aquilo que ele passava para nós (não era a bola do jogo, eram informações que nos ajudassem com o turismo) e era essa paixão que instruía o grupo a querer extrair tudo o que pudesse do seu conteúdo. Suas ultimas aulas tiveram destaque no curso, e aquela ultima onde montamos nosso mapa “3D”, foi sensacional.

E a ultima professora nova a apresentar-se ao grupo era moça que mora do lado da Monte Carlo, a querida Mariana. Sua matéria era história, mas poderia ter sido psicologa bem fácil. Enfim, não vem ao caso, Mar e Ana (e os demais ao qual o breve depoimento é direcionado) foi aquela que mudou e bastante o rumo do curso, ela fazia parte do grupo, sempre interagindo, contando as histórias, colocando a mim e aos meus colegas em momentos que mudaram o mundo, e também, me deu novas idéias sobre a história em geral.

Vocês 3 foram pessoas incríveis, e foram 3 das 5 que mais contribuíram ao meu aprendizado no SENAC, espero seguir com o curso e um dia poder aplicar na prático aquilo o que me ensinaram, e espero também poder ser um exemplo para meus clientes. Todo sopro que apaga uma chama, reacende o que for pra ficar, e não creio que o turismo caiu de balão na minha vida, e acho que vocês também não pensam isso. Vocês tiveram nas mãos grandes armas, seus alunos. E um deles vos escreve este depoimento para agradecer. Obrigado pelo balanço que deram, vocês são demais, e sempre que estiver lá na frente atuando, eu terei lembranças de vocês.

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HISTÓRIA, COLONIAS!

Eis a proposta
Eis a proposta
  • Local escolhidoCasa dos Inconfidentes
  • Informações sobre o local

O Museu Casa dos Inconfidentes é o único museu municipal de Ouro Preto. Inaugurado em 2010, a casa, que antes funcionava como alojamento para hóspedes da Prefeitura, agora abriga acervo mobiliário que visa demonstrar, aos visitantes, parte do cotidiano de uma residência da Ouro Preto oitocentista.

Na década de 1780 Minas Gerais, com tendência exportadora definida, reunia características distintas de outras Capitanias e via-se constrangida pela dependência colonial imposta pela Metrópole. A mineração possibilitara o surgimento de diferentes grupos na sociedade: artesãos, comerciantes, contratadores, agricultores, mineradores, homens livres ansiosos por abrirem seus próprios caminhos, lutarem pela autossuficiência local e definirem soluções nos campos econômico, político e artístico. Excessiva carga tributária pesava sobre a população da região mineradora, quando o ouro já se tornava escasso. Pressões de várias formas geravam um clima de insatisfação.

Em 1788, passaram a se reunir militares, eclesiásticos e intelectuais, projetando um movimento que deveria libertar a Colônia do julgo de Portugal. A derrama, imposto que o povo seria forçado a cobrir caso as 100 arrobas anuais devidas à Coroa não fossem atingidas, era esperada para fevereiro de 1789. Isso representaria muito para a rebelião, uma vez que faria emergir o latente descontentamento popular.

A suspensão da derrama pelo governador, Visconde de Barbacena, não foi acompanhada pela suspensão da dívida dos abastados contratantes para com a Junta da Fazenda. Joaquim Silvério dos Reis, grande devedor da Real Fazenda, viu na denúncia da conspiração a oportunidade de ser perdoado do seu débito. A delação verbal ocorreu em meados de março de 1789 e a escrita, em abril. Ao tomar conhecimento dela no Rio de Janeiro, o Vice-Rei resolveu promover uma investigação oficial e, em 7 de maio, foi aberta devassa para a apuração dos fatos.

A conclusão do processo se deu em 1792 e a execução de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, considerado o maior responsável pela conspiração, se deu no dia 21 de abril daquele ano. Outros inconfidentes, tidos como cabeças do movimento, foram degredados para a África e os réus eclesiásticos permaneceram reclusos por quatro anos na Fortaleza de São Julião, seguindo depois para conventos portugueses.

  • Características coloniais:

Arquitetura é um ponto que chama muita a atenção, mesmo que a casa tenha sido reformada em 1944 por ordem de Getúlio Vargas, os traços do século passado (XIX) continuam;

A cor amarela (quase) sempre presentes em casas coloniais;

As casas ao seu redor tem um estilo antigo europeu;

As janelas com os vidros do lado de fora, que ajudavam os europeus contra o frio;

A grande concentração de igrejas, o que indica muito o catolicismo europeu na região;

A praça onde os membros de Tiradentes, o homem decapitado que graças a ele (e a rebelião em que participou), deu um grande passo para a independência da coroa, e hoje, temos uma homenagem a ele.

Informações

Exposição Permanente:

  • Praça Tiradentes, 139, Centro, CEP 35400-000 – Ouro Preto, Minas Gerais
  • Funcionamento: de 12h às 18h
  • Ingressos a R$ 6,00 (Estudantes pagam meia entrada)

Foto ®

Informações ® e ®

HISTÓRIA #1 RESUMO DA AULA

Alguns nativos morreram quando os europeus chegaram a América, não pelo confronto, mas sim por doenças como a Gripe, que chegou junto deles. Após um tempo, os Jesuítas chegaram por aqui e implantaram a religião católica para essas “pobres almas”.

Franceses eram Europeus mais queridos dos nativos, tanto que no RJ, os nativos os defenderam com unhas e dentes dos portugueses que queriam expulsá los de lá. Eram os ‘xodós’ pois eles não pregaram uma religião nos mesmos, e nem os obrigavam a nada.

Falando em nativos, sabiam que eles comiam outros nativos em duelos? 

A Cana de Açúcar era plantada perincipalmente no nordeste por ser um lugar muito quente.

Apesar do lucro com o pau-brasil, os portugueses passaram a ter a necessidade de explorar algum tipo de riqueza que fosse mais lucrativa. Sem encontrar ouro por aqui, a administração portuguesa optou pelo início da formação de lavouras de cana-de-açúcar na região do litoral brasileiro. 

Após a queda da Cana de açúcar (seu preço), o nordeste foi completamente “esquecido” pelos europeus, e após um curto período de tempo, os bandeirantes acharam ouro em terras da Capitania de São Vicente (SP).

Falando em Bandeirante, eles eram pequenos, bem diferentes daquele que você via nos livros de história! Eles eram mercenários que sempre caçava mata a dentro, Anhanguera era um deles.

Continuando sobre o ouro encontrado.

Os moradores da Cap. São Vicente (SP), tentaram fazer uma rebelião para “se tornar independente” mesmo que não soubessem o que era isso,  tentaram impedir que os moradores de outras regiões pegassem o ouro e prata de suas terras, porém, a coroa portuguesa bateu de frente, fazendo com que os “paulistas” desistissem disso, pós isso, a terra foi separada, e foi criada a atual MG, e lá ficou todo o ouro. Mais sobre o ouro, aqui.

Fazendeiros e Portugueses viviam em dividas com a Holanda devido a empréstimos, por isso, Holandeses ‘plantavam’ laranjas no nordeste. Mais sobre, aqui.

Um quinto dos infernos.

O Quinto era um imposto cobrado pela Coroa portuguesa sobre o ouro encontrado em suas colônias. Correspondia a 20% do metal extraído e era registrado em “certificados de recolhimento” pelas casas de fundição.

Capitania de São Paulo = Capitania de São Vicente, era a preferida para se viver, pois dificilmente algum nativo invadiria o local devido as grandes serras que cobrem a cidade “vila”.

O que é capitania Hereditária?

A Coroa Portuguesa precisava defender a região costeira de ataques alheios, porém detinha parcos recursos financeiros e humanos para tal empreendimento. A solução encontrada foi transferir essa empreitada para as mãos da iniciativa privada.

Algumas das principais Capitanias Hereditárias:

  • São Vicente
  • Santana
  • Santo Amaro e Itamaracá
  • Paraíba do Sul
  • Espírito Santo
  • Porto Seguro
  • Ilhéus
  • Bahia
  • Pernambuco
  • Ceará

Tordesilhas:

O tratado de Tordesilhas durou pouco tempo, pois o rei de Portugal morreu, e não tinha herdeiros, e quem ‘tomou’ a América foi um rei espanhol, (e também português após o falecimento do primo) chamado Filipe II, deixando o tratado apenas no papel, pois as áreas foram divididas, e são como são hoje. Porém, os portugueses acharam isso inadmissível e formaram uma “nova família real”

Os escravos negros:

Negros eram vendidos na África por outros negros, pois havia rivalidade entre os grupos. Os escravos chegavam a valer até pequenos terrenos e sítios.

Por que negros não foram “salvos” pela religião católica assim como os nativos? Simples, os europeus diziam que eles não tinham alma para serem salvos, faziam pactos e por isso, deveriam ser escravizados.

O que é quilombo?

Eram as terras onde os escravos fugiam, e por incrível e irônico que pareça, os escravos eram escravos lá também (normalmente o mais fraco).

Escravo reprodutor, eram os negros fortes, eles transavam com todas as escravas pois os fazendeiros achavam que as crias viriam forte como o pai.


Emboaba em tupi significa forasteiro