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TRABALHO R.T VALE DO RIO GRANDE

TRABALHO DE GEOGRAFIA – AULA CESAR

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CESAR, AULAS DE GEOGRAFIA, 02 – 09

AULA 02

CIRCUITO DAS FRUTAS

ESTÂNCIAS, IDH, CIRCUITO DAS FRUTAS


AULA 03

ATMOSFERA, CLIMA


AULA 04

CICLO HIDROGRÁFICO, ÁGUA

GEOMORFOLÓGICO,  VULCÕES E TERREMOTOS, FORMAS EXÓGENAS, RELEVO, FORMAÇÃO DO SOLO, RELEVO DO ESTADO DE SP
VEGETAÇÃO, INTERAÇÃO ENTRE CLIMA, RECURSOS HÍDRICOS E VEGETAÇÃO, BIOMAS MUNDIAIS E BRASILEIROS, HOTSPOTS DE BIODIVERSIDADE

URBANIZAÇÃO, REDE E HIERARQUIA URBANA, BRASIL: REGIÕES METROPOLITANAS, QUESTÕES AMBIENTAIS E URBANAS, POLUIÇÃO

FORMAS DE ORIENTAÇÃO, CARTOGRAFIA/MAPAS, TIPOS DE MAPAS, ELEMENTOS QUE COMPÕEM OS MAPAS, FUSOS HORÁRIOS.

CULTURA, ETNIA, SOCIEDADE
Referência as aulas do professor Cesar!

HISTÓRIA, COLONIAS!

Eis a proposta
Eis a proposta
  • Local escolhidoCasa dos Inconfidentes
  • Informações sobre o local

O Museu Casa dos Inconfidentes é o único museu municipal de Ouro Preto. Inaugurado em 2010, a casa, que antes funcionava como alojamento para hóspedes da Prefeitura, agora abriga acervo mobiliário que visa demonstrar, aos visitantes, parte do cotidiano de uma residência da Ouro Preto oitocentista.

Na década de 1780 Minas Gerais, com tendência exportadora definida, reunia características distintas de outras Capitanias e via-se constrangida pela dependência colonial imposta pela Metrópole. A mineração possibilitara o surgimento de diferentes grupos na sociedade: artesãos, comerciantes, contratadores, agricultores, mineradores, homens livres ansiosos por abrirem seus próprios caminhos, lutarem pela autossuficiência local e definirem soluções nos campos econômico, político e artístico. Excessiva carga tributária pesava sobre a população da região mineradora, quando o ouro já se tornava escasso. Pressões de várias formas geravam um clima de insatisfação.

Em 1788, passaram a se reunir militares, eclesiásticos e intelectuais, projetando um movimento que deveria libertar a Colônia do julgo de Portugal. A derrama, imposto que o povo seria forçado a cobrir caso as 100 arrobas anuais devidas à Coroa não fossem atingidas, era esperada para fevereiro de 1789. Isso representaria muito para a rebelião, uma vez que faria emergir o latente descontentamento popular.

A suspensão da derrama pelo governador, Visconde de Barbacena, não foi acompanhada pela suspensão da dívida dos abastados contratantes para com a Junta da Fazenda. Joaquim Silvério dos Reis, grande devedor da Real Fazenda, viu na denúncia da conspiração a oportunidade de ser perdoado do seu débito. A delação verbal ocorreu em meados de março de 1789 e a escrita, em abril. Ao tomar conhecimento dela no Rio de Janeiro, o Vice-Rei resolveu promover uma investigação oficial e, em 7 de maio, foi aberta devassa para a apuração dos fatos.

A conclusão do processo se deu em 1792 e a execução de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, considerado o maior responsável pela conspiração, se deu no dia 21 de abril daquele ano. Outros inconfidentes, tidos como cabeças do movimento, foram degredados para a África e os réus eclesiásticos permaneceram reclusos por quatro anos na Fortaleza de São Julião, seguindo depois para conventos portugueses.

  • Características coloniais:

Arquitetura é um ponto que chama muita a atenção, mesmo que a casa tenha sido reformada em 1944 por ordem de Getúlio Vargas, os traços do século passado (XIX) continuam;

A cor amarela (quase) sempre presentes em casas coloniais;

As casas ao seu redor tem um estilo antigo europeu;

As janelas com os vidros do lado de fora, que ajudavam os europeus contra o frio;

A grande concentração de igrejas, o que indica muito o catolicismo europeu na região;

A praça onde os membros de Tiradentes, o homem decapitado que graças a ele (e a rebelião em que participou), deu um grande passo para a independência da coroa, e hoje, temos uma homenagem a ele.

Informações

Exposição Permanente:

  • Praça Tiradentes, 139, Centro, CEP 35400-000 – Ouro Preto, Minas Gerais
  • Funcionamento: de 12h às 18h
  • Ingressos a R$ 6,00 (Estudantes pagam meia entrada)

Foto ®

Informações ® e ®

PROBLEMA E SOLUÇÃO

Problema: em um momento da viagem, o motorista para o ônibus em um acostamento e se dirige ao Guia, diz que se perdeu e o que foi informado ao mesmo estava incorreto.

Solução: É avisado aos paxs o problema pelo próprio guia, que se desculpa com seus clientes e o próprio motorista pelo equivoco, tentando assim, amenizar o ambiente ruim que ele criou com o motorista. O Guia pega seu celular, vai até algum aplicativo de GPS e faz uma busca, entrega o “GPS” para o motorista, se desculpa novamente e tenta auxiliá-lo.

HISTÓRIA #1 RESUMO DA AULA

Alguns nativos morreram quando os europeus chegaram a América, não pelo confronto, mas sim por doenças como a Gripe, que chegou junto deles. Após um tempo, os Jesuítas chegaram por aqui e implantaram a religião católica para essas “pobres almas”.

Franceses eram Europeus mais queridos dos nativos, tanto que no RJ, os nativos os defenderam com unhas e dentes dos portugueses que queriam expulsá los de lá. Eram os ‘xodós’ pois eles não pregaram uma religião nos mesmos, e nem os obrigavam a nada.

Falando em nativos, sabiam que eles comiam outros nativos em duelos? 

A Cana de Açúcar era plantada perincipalmente no nordeste por ser um lugar muito quente.

Apesar do lucro com o pau-brasil, os portugueses passaram a ter a necessidade de explorar algum tipo de riqueza que fosse mais lucrativa. Sem encontrar ouro por aqui, a administração portuguesa optou pelo início da formação de lavouras de cana-de-açúcar na região do litoral brasileiro. 

Após a queda da Cana de açúcar (seu preço), o nordeste foi completamente “esquecido” pelos europeus, e após um curto período de tempo, os bandeirantes acharam ouro em terras da Capitania de São Vicente (SP).

Falando em Bandeirante, eles eram pequenos, bem diferentes daquele que você via nos livros de história! Eles eram mercenários que sempre caçava mata a dentro, Anhanguera era um deles.

Continuando sobre o ouro encontrado.

Os moradores da Cap. São Vicente (SP), tentaram fazer uma rebelião para “se tornar independente” mesmo que não soubessem o que era isso,  tentaram impedir que os moradores de outras regiões pegassem o ouro e prata de suas terras, porém, a coroa portuguesa bateu de frente, fazendo com que os “paulistas” desistissem disso, pós isso, a terra foi separada, e foi criada a atual MG, e lá ficou todo o ouro. Mais sobre o ouro, aqui.

Fazendeiros e Portugueses viviam em dividas com a Holanda devido a empréstimos, por isso, Holandeses ‘plantavam’ laranjas no nordeste. Mais sobre, aqui.

Um quinto dos infernos.

O Quinto era um imposto cobrado pela Coroa portuguesa sobre o ouro encontrado em suas colônias. Correspondia a 20% do metal extraído e era registrado em “certificados de recolhimento” pelas casas de fundição.

Capitania de São Paulo = Capitania de São Vicente, era a preferida para se viver, pois dificilmente algum nativo invadiria o local devido as grandes serras que cobrem a cidade “vila”.

O que é capitania Hereditária?

A Coroa Portuguesa precisava defender a região costeira de ataques alheios, porém detinha parcos recursos financeiros e humanos para tal empreendimento. A solução encontrada foi transferir essa empreitada para as mãos da iniciativa privada.

Algumas das principais Capitanias Hereditárias:

  • São Vicente
  • Santana
  • Santo Amaro e Itamaracá
  • Paraíba do Sul
  • Espírito Santo
  • Porto Seguro
  • Ilhéus
  • Bahia
  • Pernambuco
  • Ceará

Tordesilhas:

O tratado de Tordesilhas durou pouco tempo, pois o rei de Portugal morreu, e não tinha herdeiros, e quem ‘tomou’ a América foi um rei espanhol, (e também português após o falecimento do primo) chamado Filipe II, deixando o tratado apenas no papel, pois as áreas foram divididas, e são como são hoje. Porém, os portugueses acharam isso inadmissível e formaram uma “nova família real”

Os escravos negros:

Negros eram vendidos na África por outros negros, pois havia rivalidade entre os grupos. Os escravos chegavam a valer até pequenos terrenos e sítios.

Por que negros não foram “salvos” pela religião católica assim como os nativos? Simples, os europeus diziam que eles não tinham alma para serem salvos, faziam pactos e por isso, deveriam ser escravizados.

O que é quilombo?

Eram as terras onde os escravos fugiam, e por incrível e irônico que pareça, os escravos eram escravos lá também (normalmente o mais fraco).

Escravo reprodutor, eram os negros fortes, eles transavam com todas as escravas pois os fazendeiros achavam que as crias viriam forte como o pai.


Emboaba em tupi significa forasteiro

SÃO PAULO ANTIGA, A CHAMINÉ DA REFINARIA DO AÇÚCAR UNIÃO!

Desde a vinda dos imigrantes italianos, no século XIX, a Moóca ficou caracterizada pela forte industrialização que ocorreu. Durante esse período, o bairro teve uma grande importância econômica…

Antigo logo da produtora de açucar!
Antigo logo da produtora de açúcar!

Localizado na rua Borges de Figueiredo no bairro da Moóca, o antigo prédio da Refino de Açúcar União hoje encontra-se abandonado e parcialmente destruído. Seu futuro segue indefinido e repleto de incertezas. Em um dos edifícios que compõe o antigo complexo industrial, nota-se que o teto desabou ou foi removido. Na imagem acima, vemos que o logotipo do Açúcar União foi removido, mas as marcas ficaram e são um registro quase arqueológico do que antes foi o local.

Desde a vinda dos imigrantes italianos, no século XIX, a Mooca ficou caracterizada pela forte industrialização que ocorreu. Além disso, durante esse período, o bairro teve uma grande importância econômica, devido às indústrias têxteis e a de outros setores, como a de refinados, mais especificamente a Companhia União dos Refinadores.

Em 1886, Domenico Puglisi Carbone (Itália) resolve mandar seus filhos Nicola e Giuseppe para o Brasil com a missão de abrir uma representação comercial para vender o vinho que ele (o velho Domenico) produzia. O começo foi difícil, pois tiveram que enfrentar a concorrência dos donos do mercado de vinho no Brasil: os portugueses e franceses. Mas em 1888, os irmãos ao criarem a companhia Puglisi, tiveram sorte: uma crise na Argentina trouxe muitos italianos para o Brasil, e já habituados ao vinho Italiano.

Dessa época até 1910, com o progresso da empresa e a visão empreendedora que possuíam, resolveram diversificar suas atividades. Pensaram em desenvolver o comércio de açúcar, porém observaram que havia uma concorrência suicida no mercado de açúcar entre as pequenas refinarias. A solução que encontraram para isso acontecer de uma maneira que o comércio fosse mais lucrativo e garantir produtos com uma qualidade superior ao mercado, conquistando uma clientela mais fiel, foi convencer os pequenos refinadores de São Paulo, a deixarem a rivalidade e a concorrência de lado e se unirem para formar uma única empresa. Como consequência, em 1910 surgiu a Companhia União dos Refinadores. Não tardou para que a estratégia se mostrasse acertada e diante da popularização do café, eles o incorporaram à razão social, que mudou para Companhia União dos Refinadores – Açúcar e Café.

Ao longo desses 104 anos de existência, a União passou pela Copersucar (Cooperativa de Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo); pela NovAmérica; pela Cosan; e, em 2012, foi adquirida pela empresa Camil.

A filial na Moóca, que ficava entre as ruas Borges de Figueiredo, Guaratinguetá e João Antonio de Oliveira, foi desativada em 2006 e em 2012 deu lugar ao empreendimento imobiliário da Cyrela, chamado Luzes da Mooca, o qual a obra terminou recentemente, em maio (2014). A chaminé que representava o grupo União foi o que restou da companhia açucareira por ser considerado, pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), um bem cultural e patrimônio histórico da Moóca.

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Mais uma indústria de São Paulo sucumbiu para dar lugar a novos empreendimentos imobiliários. Nesta mesma rua, ao lado desta fábrica, chegou a funcionar também a fábrica de brinquedos Glasslite e até hoje ainda funciona a deliciosa confeitaria Di Cunto.


Mais em

CIRCUITO DAS FRUTAS, GEOGRAFIA!

Perguntas:

  1. Registre os conceitos geográficos que mais lhe chamaram a atenção na visita técnica
  2. Você percebeu algum elemento invisível? Se sim, qual?
  3. As localidades utilizam o conceito de sustentabilidade?
  4. Propostas para melhoria na relação sociedade x natureza do local.

Respostas:

  1. O que mais me chamou atenção foram as vegetações e a população que habita e produz as frutas, também é claro, as visitas recebidas pelas fazendas/adegas produtoras de frutas.
  2. Sim, o canto dos pássaros que me lembravam a infância (sítio são José), os cheiros das frutas em todas as fazendas, o sabor dos produtos feitos nos sítios/fazendas, o som dos veículos motorizados, o cheiro da comida servida no sítio do sr. Kusakariba.
  3. Metade das localidades, mas ao meu ver (não sou um produtor, então não sei se me equivoquei), muitas das produções gastam uma quantidade de água absurda. Entretanto, a outra metade das localidades crescem sustentavelmente, ajudando a cidade economicamente [x], a natureza não está sendo tão degradada na região em que atuam, e socialmente esta tudo progredindo com turistas que vão, aprendem, e se sensibilizam, começando a pensar muito mais no eco, se tornando mais sustentáveis e evitando o desperdício.
  4. Bom, não tenho muitas idéias e possivelmente interpretei errado a ‘reflexão’, mas aqui vão duas sugestões.
  • Adaptação do homem a natureza e não da natureza ao homem;
  • Sensibilização, transformar toda a paisagem em local, onde o homem tem afeto e cuida de sua região;

CIRCUITO DAS FRUTAS!

Bom dia para você que está em pé nesse domingo de manhã.. tá com voz de sono em amigo?! Tá chovendo muito!!

Ontem, (30) fizemos o circuito das frutas, nos encontramos as 7 horas da manhã no SENAC e voltamos as 17! Segue os vídeos e minha análise sobre os locais!


SENAC Ida

Bom, cheguei ao SENAC as 6:40 e me deparei com o Ricardo, estava apenas nós dois e mais dois moços do curso de segurança de trabalho, lá aguardamos o restante do grupo que chegou aos poucos.

Quando a , que seria aquela que receberia todos, nos deu um cafezinho (particularmente, não gosto, mas precisava acordar), enfim, deu 7:30, todos estavam lá, a Ana Lívia, a professora que nos levou ao circuito e foi como uma turista, e a guia regional, Cris.

Saímos de lá as 8:05, com a chegada do meu querido amigo Luciano, e partimos em direção a Itatiba, ao sítio são José!

SENAC
SENAC
  • Endereço: Rua Vicente Magaglio, 50 – Jardim Paulista
  • Telefone: (11) 3395-2300
  • Nota: + de 8.000

Itatiba, São José

Bom, ficamos por volta de 20 minutos na estrada, com a guia nos dando informações sobre a história da cidade, sobre o que era a Anhanguera e como tudo foi sendo formado na região!

Fomos logo recebidos por um simpático senhor, o seu Roberto que nos levou para a sombra e começou a contar a história do sítio, bem interessante por sinal, tem mais de 60 anos! Sua variedade de frutos vai desde o Morango até o Caqui.

A área verde predomina, e decidi colocar no meu passaporte, o ar de lá é muito gostoso e fresco, contem 4 casas, 7 trabalhadores e é realmente incrível, ainda mais pela qualidade de seus produtos!

Um excelente atendimento a preço de 7 reais, café oferecido, um lugar ideal para começar seu circuito!

São José
São José
São José
Seu Roberto
São José
São José
São José
São José
Itatiba, São José.
Itatiba, São José.
  • Endereço: Rod. Romildo Prado, 12,5 – Bairro da Tapera Grande
  • Telefone: (11) 4538-6694 – 4538-0172
  • Nota: 4.4

Vinhedo, Mosteiro São Bento

Levamos cerca de 20 minutos do sítio até esse mosteiro, e meu monstrinho favorito, valeu a pena!

Simples, com natureza em abundância, bonito, cheio de paz, uma arquitetura alemã, simplesmente surpreendente. São as primeiras impressões que tive ao adentrar no Mosteiro de São Bento, em Vinhedo, que fica a 20 quilômetros de Campinas. Nos primeiros minutos de permanência, as impressões são substituídas por uma constatação: a simpatia do monge Pio (que atendeu ao grupo), a modernidade da construção de 1991, a vida sendo livre, aves voando no céu, famílias indo em busca da fé, os artesanatos e comidas comercializados na lojinha do mosteiro são, realmente, um ótimo motivo para passear no Mosteiro de São Bento.

Localizado na parte mais alta da cidade e de onde se tem uma linda vista, o mosteiro é aberto todos os dias à visitação. Cinco vezes ao dia, os monges se reúnem na Igreja Nossa Senhora do Desterro para rezar e celebrar missa. A oração, feita em canto gregoriano, e a missa, podem ser acompanhadas por visitantes.
Mas é aos domingos que a missa é mais procurada, justamente por tratar-se da mais solene delas, é rezada em latim e em português, tem queima de incenso, canto gregoriano entoado por um coral e duração de uma hora.

Em hora de celebração ou não, a Igreja Nossa Senhora do Desterro é uma atração à parte. Com capacidade para até 500 pessoas, mescla simplicidade, modernidade e tecnologia. Erguida em 1991 pelo arquiteto alemão Hans Broos, que mora no Brasil há algum tempo, a construção tem predominância do concreto, com detalhes em madeira. A acústica é perfeita e dispensa microfones.

Além da igreja, o visitante, seja em família ou em grupo de excursão, pode conhecer o cemitério dos monges localizado naquela área, andar por entre uma reserva de pinheiros e visitar a Lojinha do Mosteiro. A loja vende medalhas de São Bento, livros religiosos, crucifixos, imagens de santos feitas em diversos materiais, pinturas, vinho de missa, pingentes, velas artesanais, CDs de canto gregoriano e demais objetos religiosos, alguns produzidos pelos monges. Nos finais de semana, o visitante encontra também chocolates de diversos tipos, pão integral e bolo de frutas cristalizadas preparados pelos próprios monges.

O Ordem Beneditina nasceu há 1.500 anos, na Itália. São Bento vivia uma vida retirada e este fato atraiu seguidores. Por conta disso ele criou regras que tinham por objetivo buscar a Deus. Três normas norteiam a vida dos beneditinos: estabilidade — que os mantêm morando na mesma comunidade desde o início da consagração à ordem até a morte, tanto que eles são enterrados no mosteiro —, obediência ao superior do mosteiro e conversão dos costumes, que abrange os votos de castidade e pobreza.

Os beneditinos têm mosteiros espalhados por todo o Brasil. Em Vinhedo, o Mosteiro de São Bento existe desde 1972. Atualmente moram nele 15 monges.

Ao nos despedirmos, recebemos um pequeno amuleto com uma imagem sagrada como um ‘brinde’, muito gentil da parte deles! Obrigado, monges. 🙂

Eu que particularmente não sigo nenhuma crença, fiquei abismado com a calma, a leveza e tudo aquilo, a arquitetura, a vida que é o que eu mais prezo.. é fantástico, e um dos lugares mais lindos que já conheci de longe! 

Menina Diana owno nessa
Menina Diana owno nessa

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Menina Diana owno nessa
Menina Diana owno nessa
  • Endereço: Rod. Romildo Prado, 12,5 – Bairro da Tapera Grande
  • Telefone: (11) 3328-8799
  • Nota: 4.2
  • Texto: ®

Valinhos, Casinha do Figo e Chocolate

Após algum tempo na estrada, subimos uma estrada e adentramos a Casinha do Figo.. e o mais espetacular não é a coxinha de mandioca, nem o Marley (um cachorro lindo da casinha), mas sim a visão que você tem do restaurante, você pode ver Valinhos inteira! São muitos prédios e casas!

O Principal prato de lá você deve imaginar, figo e chocolate né? Foi nos servido e particularmente, não sou fã de Figo, acho um gosto meio exótico, mas fomos recepcionados de uma forma espetacular!

O proprietário do local nos recebeu mesmo que nós não tenhamos agendado nada, nos ofereceu figo e mostrou como é o pé da fruta, uma planta realmente chamativa com uma tonalidade verde que se destaca no meio de tantas outras!

Nos receberam muito bem, tomamos um pouquinho do tempo dele mas poderemos em um futuro breve voltar!

Obs.:Claro que lá não tinha apenas figo, tinha também amoras! hmmmm que delicia!

Valinhos!
Valinhos!
Menina Diana owno nessa
Menina Diana owno nessa
  • Endereço: Estrada do Jequitibá, Km 2, Chácara Santa Albina, Bairro Pinheiro
  • Telefone: (19) 3869-4804
  • Nota: 3.9

Valinhos, família Kusakariba

Dessa vez, andamos mais de ônibus, e dessa vez, o tempo parecia não passar, a fome nos matava e estávamos indo até o almoço!

Ao chegar lá, tivemos uma das mais agradáveis surpresas, foi a recepção do Sr. Teruo. Logo que descemos do ônibus um senhor de origem oriental apertava a mão de cada um dos 15  passageiros que desciam embaixo de um sol ardido com um clima bem frio, quase insuportável.

A comida estava fantástica, com todas as letras! Os proprietários eram simpáticos e estavam sempre procurando atuar por ali, tanto como servir mais comida no self service, quanto em todo o restante do serviço!

Após o almoço, os dois grupos foram em uma excursão pelo vale das frutas. Com isso veio a simplicidade, cordialidade e vários outros bons adjetivos do Sr. Teruo, que além do passeio monitorado, tivemos boas histórias e simpatia, com aulas sobre goiaba e seriguela produzidas no local, além de vida na fazenda e outras árvores que apareceram no lindo e preservado sítio.

E após tudo isso, vimos um galpão onde ocorre a separação das frutas para venda. Ao lado tinha um outro galpão com banheiros para os visitantes, enfim, um passeio imperdível, um local extremamente lindo e bem cuidado, e uma família extremamente simpática e cordial (é só conhecê-los para entender porque repetir tantas vezes), que progrediu muito com o turismo e investe nisso.

No final de tudo, houve sorteios de goiabas, Diana, Ricardo, Roxinha, Ana Lívia, Lervas, entre outros ganharam a goiaba que era bem grandinha por sinal! Uma curiosidade é o fato de, eles terem colhido em uma safra, uma goiaba de 1.2 kg.

Digamos que, parte das senhoras que fizeram o circuito das frutas eram um tanto quanto confusas, enquanto pediam silêncio, elas conversavam entre si.. vivendo e aprendendo, mas enfim! 
Encontramos também uma famosidade, a irmã do Tarcísio Meira!! Uma senhora muito simpática e cheia de vida, felicidades e muitas viagens a ela!
Senhor
Senhor Teruo
Valinhos, família Kusakariba
Valinhos, família Kusakariba
  • Endereço: Estrada Luiz De Queiroz Guimarães, Km 2,7,Valinhos, Estado de São Paulo 13270-000, Brasil
  • Telefone: (19) 3881-2351
  • Nota: 4.0

Itatiba, Adega Ferragut

Após a pequena visita que durou por volta de 1:30, voltamos a estrada, fizemos o mesmo percurso, que levou uns 20 minutos até o centro de Itatiba, onde bem lá do lado, havia uma Adega que estava no roteiro!

Descemos do ônibus e fomos aos fundos, onde eles produzem os sucos e vinhos, lá mesmo foi tudo explicado como o vinho é feito, leva por volta de 1 ano e 6 meses para ficar bom, fermentar e tudo mais. O coordenador explicou sobre as uvas e a semente delas que é acida quando quebrada, explicou também que o vinho era produzido por pessoas descalças, caso elas usassem um calçado, a semente poderia estourar e consequentemente, estragar toda a produção.

Após uma breve explicação, fomos degustar os produtos, sucos, vinhos e uma Mozarela deliciosa! Bem após isso, fizemos algumas compras, no meu caso, comprei doces de leite!

Uma garrafa foi quebrada por uma das senhoras do outro grupo, e o proprietário com sua calma disse que não havia problema algum!

  • Endereço: Av. Rosa Zanetti Ferragut, 499
  • Telefone:  (19) 3876.3108
  • Nota: 3.9

Louveira, Sítio da Alvorada

Seguimos a viagem, e não tão distante de lá, chegamos a um lugar próximo onde nossa querida Ana Lívia se casou, ela conhecia o lugar e começou por falar bem de lá!

Chegamos lá, e de cara no deparamos com dois galos que tinham cores tão chamativas, parecia a cor daquelas moscas que quando eu era criança dizia que nos dava super poderes! Era bem forte e tudo mais! E como disse no diário de viagem, lá tinha de TUDO. A dona do sítio (creio) veio nos receber, e logo adentramos ao restaurante, onde o cheirinho nos consumiu de dentro pra fora! O fogão a lenha esquentando uma lasanha linda que me chamava sensualmente, fora o restante da comida. ♥

Saímos do restaurante e fomos aos fundos, lá avistamos 5 coisinhas LINDAAAAAAAS, 5 cachorros filhotes, um claro e 4 escurinhos, as coisas mais lindas do mundo (Diana que o diga!), todos nos acabamos com aquela beleza, com o verde, a vida, as frutas (principalmente uvas), era tudo tão lindo que era difícil acreditar!

O serviço por lá acabou as 15 horas, mas eles continuaram nos recebendo com o maior carinho! Nos serviram bolos, salgadinhos e sucos naturais que estavam extremamente deliciosos, o acesso particularmente fácil e calmo, é um dos lugares que sem dúvidas voltarei!

Chereta e eu no Sítio da Alvorada ♥
Chereta e eu no Sítio da Alvorada ♥
Louveira, Sítio da Alvorada! Turma toda!!
Louveira, Sítio da Alvorada! Turma toda!!
  • Endereço: R. Atílio Biscuola, 1628
  • Telefone: (19) 3878-1373
  • Nota: 4.5

Louveira, Igreja Matriz de Louveira

Fechando o passeio, chegamos a Igreja Matriz de Louveira, um lugar muito bonito no centro da cidade, ela fica em uma praça super limpa e calma! Subimos ao segundo andar da igreja, tiramos várias fotos dos santos e não ficamos tanto tempo por lá, mas foi tempo o suficiente do meu celular cair no chão e estragar a capinha.

Tirada com Lumia Selfie
Matriz de Louveira
Louveira!
Louveira!
  • Endereço; Praça Dom Gabriel – s/n, 13290-000
  • Telefone: (19) 3878-1234
  • Nota: 4.0

As notas são de 0 a 5! 

Referencias

MEU PATRIMÔNIO PESSOAL!

Olá monstros pequenos da minha vida! Boa noite a todos! Como vão todos nesse dia frio e preguiçoso? Espero que bem!

Bom, foi-nos solicitado uma atividade pela docente Angélica onde, deveríamos procurar algo importante para nós mesmos, algo material, ou até mesmo imaterial! Deveríamos achar algo do que não abríssemos mão de nada nesse mundo!

Por dois dias fiquei pensando e pensando, demorei muito para me tocar que, família é tudo o que temos, então.. pensei em minhas duas casas, nas minhas duas metades, Brasil e Chile!

Eu tenho ambas as bandeiras em casa, e decidi ir atrás, e só achei as 17:40 de hoje (28), demorei para achar essas bandeiras, sério, fiquei o dia inteiro procurando elas para saber que meu papi tinha pego e colocado no seu armário, mas não vem ao caso!

Eu apenas peguei aquilo que me completa, eu peguei minha casa, peguei aquilo que me lembrasse de tudo aquilo que esta longe, e tudo aquilo tenho por perto, e se juntar isso, é tudo aquilo o que quero comigo!


COPO MEIO CHEIO COPO MEIO VAZIO.

Claro que sou feliz por tê-los aqui comigo, família, e claro que sou uma pessoa incompleta, por não tê-los aqui comigo, família.

Para quem não entendeu, tenho uma mãe Chilena, e um pai Brasileiro e, respectivamente, eu tenho uma família no Brasil e outra no Chile.

Vira e mexe eu me pego vendo fotos, eu me pego lembrando de bons momentos que tive com as pessoas que conheço tão pouco e quero tão bem. Lembro de aromas que meu nariz não se incomodaria em acostumar, lembro de sons que poderia ouvir todo dia e sorrir, lembro de imagens que, mostram que a beleza não esta em algo que possamos ver, e sim sentir.

Eu sou tão aceito aqui, por pessoas que me conhecem e me amam, quanto lá, por pessoas que não me conhecem tão bem, mas que me querem bem. Seria um insulto a minha memória não me sensibilizar com lembranças, com desejos infantis e egoístas de querer ter a minha família inteira comigo, mas isso vai de muitos aspectos, eles também tem família, tem amigos, e não quero ser egoísta a ponto de tirar cada um de sua bolha de conforto.

Talvez seja por isso que eu queira ir para bem longe, estudar e recomeçar. Se não posso ficar com os dois, talvez seja melhor não ficar com nenhum, por mais que eu ame a TODOS, talvez seja melhor sumir um pouco e seguir uma outra estrada, uma imaginária, uma utopia.

A saudade, o pior sentimento que existe, bate todo dia em mim, choro aqui como chorei lá, não são lágrimas constantes, mas talvez a imagem que eu passe, de alguém animado, com um copo meio cheio, seja uma imagem equivocada, seja uma imagem falsa. A imagem que mostraria melhor a minha face seria aquela imagem de uma pessoa quieta e sem graça, cansada da rotina, cansada da distância, um copo meio vazio.

Não tenho apenas uma família que mora longe, tenho amigos também, e me refiro a amizades virtuais, de pessoas que nunca me viram e as vezes confiam alguns segredos a mim, mas não vou falar desses paspalhos, abafa.

Na minha cabeça, eu me obrigo a amar e aceitar tudo o que acontece aqui, alguns conflitos de opiniões, a crença de todos, eu não me sinto tão livre quanto gostaria, eu não me manifesto, eu tento conversar com as pessoas para elas não ouvirem, infelizmente eu não me sinto como a águia que gostaria de ser, sim, uma águia, que voa para onde o vento a leva e é independente, que não precisa com que os outros se preocupem com ela, que consiga se virar sozinha, eu realmente não me sinto assim, eu me sinto um passarinho com as penas das asas cortadas por ser tão dependente dos meus pais.. Eu tenho que ser mais.

Queria ser mais útil, mais comunicativo, quando tento eu falho, mas não dá, meu corpo está aqui, minha cabeça e pensamento está lá, com as pessoas que ainda não conheci e com as pessoas que quero conhecer melhor. Escrevo esta carta, escrevo músicas, eu me esforço para ser aceito, e isso é um erro meu, pois eu deveria me aceitar para poder ser aceito, mas..

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BEM TOMBADO PELO CONDEPHAAT – ROTEIRO REQUINTES DA SÃO PAULO ANTIGA

Localização: Praça Ramos de Azevedo, s/n

Número do Processo: 21752/81

Resolução de Tombamento: Resolução 49 de 23/12/1981

Publicação do Diário Oficial

Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 158, p. 34, 28/01/1982

O Teatro Municipal foi construído em terreno desapropriado pelo estado e cedido à prefeitura, através da Lei 627 de 7/2/1902. Projetado por Domiziano Rossi e Cláudio Rossi e construído pelo escritório de Ramos de Azevedo, as obras do teatro iniciaram-se no dia 26/6/1903 e foi inaugurado em 12/9/1911. Desde então, foi palco para ilustres artistas, além de sediar a realização da Semana de Arte Moderna, de 1922. O teatro é exemplar típico da arquitetura oficial do início do século, de linguagem eclética com forte influência neoclássica. Foi edificado com técnica avançada para a época, em alvenaria de tijolos, estrutura de concreto armado e vigamento em ferro sustentando a cúpula e cobertura. O seu interior é ricamente adornado com pinturas em ouro, grande lustre de cristal sobre a platéia, majestosas escadarias, além de uma infinidade de detalhes em relevo. A última restauração, realizada pelo Departamento do Patrimônio Histórico Municipal – DPH entre 1987 e 1992, ressaltou-lhe o estilo original.

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Denis Fernandes

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