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JUNDIAÍ.

O nome Jundiaí é de origem tupi e vem da palavra “jundiá”, que significa “bagre” e “y” significa “rio”. Alguns estudiosos também consideram o termo “yundiaí” como “alagadiços de muita folhagem e galhos secos”.

A região de Jundiaí era habitada por povos indígenas até o final do século XII. Em 1615, chegam os primeiros colonizadores a esta região, e assim a fundação do município remetente a vinda de Rafael de Oliveira e Petronilha Rodrigues Antunes por motivações políticas.

A partir da segunda metade do século XIX, a produção cafeeira ganhou força para o oeste e isso promoveu o crescimento da cidade devido à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway que ligava o município de Santos ao de Jundiaí.

3   Neste contexto, os grandes produtores rurais passaram a buscar novos trabalhadores e teve início o amplo processo de imigração, com a participação direta do Governo Federal. Os primeiros foram os italianos, que se instalaram preferencialmente na região da Colônia, no Núcleo Barão de Jundiaí, implementado pelo então presidente da Província de São Paulo, Drº Antônio de Queiroz Telles (Conde de Parnaíba), filho do Barão de Jundiaí. Depois, outros europeus foram instalados no comércio, na lavoura e alguns passaram rapidamente de colonos a proprietários, incrementando a atividade agrícola. A imigração estimulou o crescimento comercial, industrial e ainda, do segmento de serviços e infraestrutura urbana.2

Enquanto isso, Jundiaí se destacava como uma cidade estratégica no setor ferroviário, com a instalação da Ferrovia

Santos-Jundiaí (em 1867), a Cia. Paulista de Estradas de Ferro (em 1872), da Cia. Ituana (em 1873), da Cia. Itatibense (em 1890) e a Cia. Bragantina (em 1891).

Com o passar dos anos houve uma grande ascensão por parte da Cidade de Jundiaí, esta que foi eleita uma das melhores para se viver no Estado de São Paulo. Hoje, os investimentos continuados em setores considerados estratégicos, que serviram para alavancar o crescimento econômico, gerar empregos e melhorar a qualidade de vida das pessoas, são essenciais, para se alcançar um bom nível de desenvolvimento.     Considerando os municípios com mais de 300 mil habitantes, Jundiaí é a primeira cidade do Estado de São Paulo e do Brasil no ranking do IFDM — Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal.

“No ranking do IDH — Índice de desenvolvimento Humano da ONU — Jundiaí está classificada na 4ª posição no Estado de São Paulo e 11ª no Brasil.”

Complemento do texto Festa da Uva de Jundiaí.

FESTA DA UVA DE JUNDIAÍ

Como em quase todo o país no século XIX e XX, o café predominava as plantações da cidade de Jundiaí. Mas antes mesmo da crise de 1929, Jundiaí sofreu com a perda de seus cafezais no ano de 1918, devido a uma geada, e isso impulsionou o plantio de uvas na cidade, começando no bairro do Colonia e Caxambu o inicio do plantio de uvas para vinhos.

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Primeira edição do evento

Em 1933, acontece na agricultura de Jundiaí um fenômeno que viria mudar a história da cidade. Em virtude de uma mutação genética espontânea (que pode ter ocorrido naturalmente através da polinização das abelhas), surge, nos vinhedos jundiaienses, uma nova variedade de uvas: a niágara rosada.

Antonio Pincinato, Hermes Traldi, Cândido Monjola, Rogério Baston, Artur Del Vech e o então prefeito da época Antenor Soares Gandra idealizaram o evento que consolidou Jundiaí como centro  produtor de uvas, além de difundir a riqueza e a importância da viticultura na região.

O local do primeiro evento foi o Centro das Artes e acabou abrangendo também a atual Escola Estadual Conde do Parnaíba, onde foi feita a exposição industrial, mostrando todas as atividades industriais da cidade, e recebeu cerca de 100 mil pessoas. A festa ocorria a cada 4 anos, e sua segunda edição foi realizada no Largo Santa Cruz em 1938, atualmente o local é a praça da bandeira no centro da cidade. Já em 1942, a festa foi interrompida devido aos eventos da segunda guerra mundial, retornando apernas em 1947.

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Inauguração do Parque Comendador Antônio Carbonari

Em virtude ao sucesso dos eventos, durante a gestão de Vasco Vencchiarutti, entre 1948 e 1952, ocorreu a construção de um local dedicado a festa, o Parque Comendador Antônio Carbonari, e em 1953, durante a gestão de Luiz Latorre, a Festa da Uva passou a ser realizada no local em que permanece até hoje, o popular “parque da uva”.

A Festa fez em 2015, 81 anos de história. São 32 edições da maior Festa da Uva do Estado de São Paulo, reconhecida em todo o Brasil. Para resgatar as tradições e valorizar a cultura local, o evento reúne, além dos produtores rurais, atrações musicais, teatrais, de dança, gastronomia típica e exposições em dez dias de atividades gratuitas.

Em 2016, a festa vai ser de 14 a 31 de janeiro, no Parque Municipal Comendador Antonio Carbonari, o Parque da Uva. Nos vemos lá.

EXPLORANDO JUNDIAÍ, 13 DE JUNHO DE 2015

Grupo: Diana, Leandro, Luciano e Rosana

Aos poucos, tanto os imigrantes como seus descendentes foram se integrando à comunidade jundiaiense. Hoje, mais de 75% da população de Jundiaí é descendente de imigrantes italianos, que constituem uma das maiores colônias em todo o Brasil.


SENAC

CENTRO DE JUNDIAÍ 

  1. Teatro com Luciano e Rosana
  2. Matriz Nossa Senhora do Desterro
  3. Museu Solar do Barão
  4. Volta ao ônibus

  1. O Teatro foi um sacada genial, tendo em vista que, aprendemos de forma mais fácil quando gostamos de algo, e um teatro chama muito mais atenção do que um texto simplesmente lido/decorado/entendido. Luciano e Leandro vivenciaram muito bem seus personagens, a senhora Petronilha Antunes (Leandro) e Rafael de Oliveira (Luciano)
  2. Foi um ponto bem ok que se foi encaixado suavemente para fazer hora até chegarmos ao solar, o ponto estava bem bonito e tivemos explicações de alguns monitores que já estavam na igreja esperando por outro grupo.
  3. O que poderia ser algo que acrescentasse muito foi algo bem fraco, não por culpa do quarteto, mas sim devido a senhora que resolveu desabafar no jardim do solar. Tínhamos um cronograma a seguir, e no fim atuamos em uma área diferente da de guia de turismo, acabamos por ser psicólogos, tendo que ouvir todo o desabafo dela. 
  4. A volta ao ônibus foi muito eficaz, tendo em vista que o motorista parou em ponto estratégico, dos 3 motoristas que tivemos com a empresa SAJOTUR, ele foi o que melhor se achou.

FOTOS

Tirada com Lumia Selfie

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PANORÂMICA

  1. Ponte torta
  2. Antenor Soares Gandra
  3. Pinacoteca
  4. Polytheama
  5. Complexo FEPASA

Aqui ficou um pouco claro que, a guia se sentia um nervosa perante seu primeiro guiamento de grupo, ótimo! Ela estava lá para aprender e com certeza absorveu bastante dos conselhos dados pela professora Marjorie. A guia que nesse momento estava nervosa foi a que mais evoluiu perante o módulo e o curso ao meu ver.


SERVIÇO DE BORDO

Aqui foi servido uvas, fruta típica da região, algo muito bem elaborado e um detalhe que me chamou a atenção positivamente.


FAZENDA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

Foi o melhor ponto do roteiro. Lá nós tínhamos um monitor que demonstrava muita paixão pelo assunto que ele falava, o café. Ele nos mostrava a história, unindo em certos pontos (o café e sua colheita) o passado e o presente. Fico quase sem palavras para descrever o ponto, pois, foi algo bem legal e surpreendente, dou exaltação aos 4 guias que não deixaram que nenhum de seus clientes se separassem do grupo, sempre conduzindo o seu “rebanho” .


FOTOS

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ALMOÇO

Comida divina, amei. ♥


MUSEU BRUNHOLI

Na minha opinião, o ponto mais fraco e “mal pensado” do roteiro. Estava muito quente e tínhamos acabado de almoçar, eu particularmente me senti enjoado e zonzo, contava os segundos para poder sair daquele lugar abafado e pegar um pouco de ar fresco.


MAZIERO

Durante a ida até o Maziero, tivemos uma boa peça de teatro onde Rosana e Leandro interpretaram um casal de italianos que vieram para a cidade junto dos milhares de imigrantes.

Bom, em questão ao ponto em si, foi bem mais breve do que eu imaginava pois o nosso monitor foi bem breve, o que particularmente achei bem legal. Tivemos tempo para degustações de vinhos, amarula e sucos. Fizemos pequenas compras e voltamos ao ônibus, onde de lá, seguimos ao SESC.

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SESC

Por lá ouve uma pequena confusão, onde um guia dizia que era livre, outro dizia que era monitorado. Logo que chegamos estava tendo uma peça teatral (mais uma), o que nos deixou um tanto quanto presos a ela, não é algo ruim pois era interessante. Ficamos uns 10 minutos assistindo a peça e depois subimos para o segundo andar, onde adentramos em uma exposição de dois artistas brasileiros cujos quais não me lembro o nome, mas, novamente, os monitores demonstraram muito afeto pelo que diziam, e isso é sempre bom, fora o envolvimento dos dois com o grupo. 

Após acompanharmos a exposição, subimos ao saguão onde uma das funcionarias nos mostrou sobre a sustentabilidade do SESC. Eles fazem um trabalho bem legal, e sempre que posso, retorno a casa e recomendo a você que está me lendo. Se puder, faça sua credencial e seja sócio.

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VOLTA AO PONTO DE PARTIDA, SENAC

Durante a volta ao SENAC, tivemos o speech final. Voltamos sem nenhum problema, e assim esperamos o próximo sábado para a V.T de Itu.

Da-lhe MAEDA.