Arquivo da categoria: V

V.T. CURITIBA 26 – 27 DE SETEMBRO.

Local de Saída e Retorno: SENAC Jundiaí

Vicente Magaglio, 50 – Jardim Paulista I, Jundiaí – SP

  • Horário de Encontro: 03:30h dia 26
  • Horário de Saída: 04:08h dia 26
  • Horário de Retorno previsto: 16:00h dia 27

PONTOS TURÍSTICOS VISITADOS, HORÁRIOS E PONTUAÇÃO (0 à 5)

Divisão atividades Curitiba

MAPA TURÍSTICO DA CIDADE

MAPA


Descritivo dos Pontos (Avaliação de 0 a 10) e Fotos


Jardim Botânico (7)


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Seu principal cartão-postal é o Jardim Botânico, visita obrigatória para aqueles que passeiam pela cidade pela primeira vez. Mais de cinquenta espécies de plantas e flores são encontradas em meio a uma suntuosa construção em vidro e metal que embeleza ainda mais esse jardim geométrico composto também por esculturas e trilhas.


Largo da Ordem (8)

Desde que começou a existir, o Largo da Ordem (ou Largo Coronel Enéas, se preferirem) sofreu inúmeras modificações. Além das construções seculares nele existentes, preservadas quase fora de tempo – por isso deverá já ter bebedouro para animais localizado bem no meio da praça. Não é porém tão antigo quanto possa parecer, nem tão moderno quanto sua manutenção pretenda escamotear. Em 1900 inexistia o pitoresco bebedouro. O que havia no Largo eram os bondes puxados a burro, cuja linha procedia da Rua Assunguy (Mateus Leme), do ponto de cruzamento desta com a Rua Serrito (Carlos Cavalcanti). Depois e atravessar o Largo e a Praça Osório em duas partes quase iguais, pois subia a Comendador Araújo demandando o Batel, considerado na época o arrabalde mais próximo do centro da cidade: um quilometro.

R. São Francisco, São Francisco, Curitiba, CEP: 80020190  Domingo: 9h às 14h


  • Museu Paranaense (7)

Fundado em 25 de setembro de 1876, o Museu Paranaense é a primeira grande instituição histórica do Estado e terceira do Brasil. Está em sua sede definitiva no Palácio São Francisco, que ocupa uma área de 4.700 m², na cidade de Curitiba, capital do Paraná.

Além das salas de exposições históricas do acervo, o Museu possui salas de mostras temporárias organizadas dentro de temáticas com contexto histórico e social. Possui biblioteca, auditório, laboratórios, salas para cursos e “loja cultural”. Realiza sistematicamente cursos, palestras, oficinas e apresentações artísticas. Desenvolve projetos culturais voltados a vários segmentos sociais como: idosos, estudantes, professores e outros.

Anexo ao Museu há o “Pavilhão da História do Paraná”, onde uma linha do tempo proporciona ao visitante a visão cronológica da história do Paraná, desde a pré-história até o início do século XX, com a chegada dos imigrantes. Ali são abordados aspectos como: achados arqueológicos, os indígenas, as reduções jesuíticas, o tropeirismo, a religião, o povoamento do litoral, primeiro e segundo impérios, o Ciclo do Mate, numismática, a emancipação política do Paraná, o povoamento de Curitiba, as artes, a educação, a Guerra do Paraguai, a Revolução Federalista, o Contestado e a imigração. São objetos, armas, adornos, cuidadosamente dispostos para proporcionar uma belíssima visão da história do Paraná. O visitante tem ainda a oportunidade de apreciar obras de arte de renomados artistas paranaenses, entre eles Alfredo Andersen, Arthur Nísio, Theodoro de Bona e João Turin.

Entre 1941 e 1954 o Museu Paranaense passou por uma fase que é chamada de científica por tratar-se de um período em que a instituição se destacou por sua atuação nas áreas de zoologia, geologia e botânica. Durante essa fase foram publicados 11 volumes dos Arquivos do Museu Paranaense que traziam artigos originais de cientistas brasileiros e estrangeiros. Ao todo foram publicados mais de 2.700 páginas e quase 100 artigos científicos nesse periódico, tendo destaque a monografia de Reinhard Maack em 1945 que foi a primeira defesa formal da tese de Alfred Wegener sobre a deriva continental. Além disso, dois nomes se destacam dentro dessa fase de intensa produção científica do Museu: Jesus Santiago Moure e Frederico Waldemar Lange. Jesus Moure ocupou a direção da seção de zoologia do Museu quando tornou-se uma referência na área de sistemática de abelhas. Já Frederico Lange, diretor da seção de geologia, seria uma figura importante dentro da paleontologia, principalmente através do estudo de microfósseis.

museu

Rua Kellers, 289 – Alto São Francisco, Curitiba – PR, 80410-100 (41) 3304-3300

Funcionamento – de terça a sexta-feira das 9h às 18h. Sábado, domingo e feriado das 10h às 16h


  • Mesquita de Curitiba (8) – ADICIONAL

Em poucos metros caminhando pelo Centro Histórico é possível contemplar a diversidade religiosa da região. Destaque para as Igrejas da Ordem; Rosário; e Presbiteriana; Templo Hare Krishna; Catedral; entre outras. Uma das mais visitadas e apreciadas é a Mesquita Imam Ali ibn Abi Talib – ou Mesquita de Curitiba.

Inaugurado em 1972, o local surgiu da necessidade da comunidade árabe na capital paranaense em ter um espaço sagrado para as orações. O período construtivo durou dois anos e teve projeto arquitetônico de Kamal David Curi (cristão de origem árabe). A estrutura conta com uma cúpula central – ladeada por duas torres denominadas minaretes e orientadas em direção à cidade sagrada de Meca. No interior há escritórios; biblioteca; anfiteatro; e decoração produzida através de doações realizadas pela comunidade muçulmana e empresários árabes da região.

As visitas em maior número acontecem aos domingos das 10h às 13h30. Há algumas recomendações como a entrada sem calçados e o uso do véu no caso das mulheres. AMesquita de Curitiba disponibiliza o objeto caso o visitante não possua. Um dos destaques é que o local concilia o ambiente entre os frequentadores das vertentes sunita e xiita.

A Mesquita Imam Ali ibn Abi Talib fica na Rua Dr. Kellers, 383, bairro São Francisco.

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  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito (6)

    Consta como sendo a segunda igreja de Curitiba, construída por escravos em 1737. Era a igreja dos pretos de São Benedito. Com a abolição da escravatura, perdeu sua razão de ser, só sendo conservada por estar localizada junto ao caminho do cemitério. Passou a ser chamada a igreja dos mortos, onde os defuntos eram encomendados. Durante a construção da atual catedral de Curitiba, serviu de matriz (1875-1893). Seu estilo era originariamente colonial. Em 1931 foi demolida dado o seu péssimo estado de conservação. Em 1946, a nova Igreja do Rosário foi inaugurada. Em estilo barroco tardio, tem a fachada em azulejos, originais da antiga capela. Enfeitam suas paredes os passos da Paixão em azulejaria recente, em estilo português. Em sua entrada está o túmulo do Monsenhor Celso, pároco da cidade e cura da Catedral por 21 anos, falecido em 1931. Aos domingos às 8h é celebrada a Missa do Turista e Feirantes.

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Praça Garibaldi, São Francisco – Curitiba / PR – 80410-250

Atendimento sexta, 17h. Sábado, 16h e 17h. Domingo, 8h, 9h, 11h e 17h


  • Memorial de Curitiba (9)

Com um projeto arquitetônico moderno e ousado, assinado por Fernando Popp e Valéria Bechara, o Memorial de Curitiba dispõe de três salas de exposições, um auditório e uma praça interna para eventos. Nesses espaços, o público tem oportunidade de estar em contato com a arte e a cultura, por meio de apresentações cênicas e musicais de diferentes gêneros, seminários, palestras, oficinas, congressos, lançamentos de livros, dentre outros eventos realizados periodicamente.
Espaço cultural para mostras e eventos alusivos à memória da cidade de Curitiba.

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AÇÃO EDUCATIVA

Desvendar a importância de construções no centro histórico de Curitiba ou saber detalhes de uma obra de arte no museu pode ficar mais fácil se você estiver acompanhado por mediadores que transmitam informações sobre esses temas durante as visitas. É esse o trabalho do grupo de Ação Educativa da Fundação Cultural de Curitiba.

Endereço: Rua Claudino dos Santos, 79 – Centro. Contato: (41) 3321-3313 memoriais@fcc.curitiba.pr.gov.br
Abertura de 3ª a 6ª feira das 9h às 12h e 14h às 18h
educativamemorial@fcc.curitiba.pr.gov.br


  • Casa Romário Martins (7)

   Último exemplar da arquitetura colonial portuguesa, passou a ter essa denominação após sua restauração, numa homenagem ao historiador Alfredo Romário Martins. A casa deixou de ser moradia no início do século e manteve atividades comerciais até sua desapropriação em 1970, pela Prefeitura Municipal de Curitiba. Inaugurada como espaço cultural em dezembro de 1973, a Casa Romário Martins divulga e promove exposições históricas de responsabilidade da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. A área de exposições é de 34,04m2.

casa romario

AÇÃO EDUCATIVA

Desvendar a importância de construções no centro histórico de Curitiba ou saber detalhes de uma obra de arte no museu pode ficar mais fácil se você estiver acompanhado por mediadores que transmitam informações sobre esses temas durante as visitas. É esse o trabalho do grupo de Ação Educativa da Fundação Cultural de Curitiba.

R. Cel. Enéas, 30 – São Francisco, Curitiba – PR, 80020-150
Agendamento: (41) 3321-3328
Data: 3ª a 6ª feira
Horário: 9h às 12h e 14h às 18h
educativamemorial@fcc.curitiba.pr.gov.br


  • Casa Vermelha (8)

    A Casa Vermelha foi construída no final do século XIX, encomendada pelo alemão Wilhelm Peters. Na época, a região era conhecida como Páteo de São Francisco das Chagas e tinha como principais construções a Igreja da Ordem, o bebedouro e a Casa Romário Martins.

    Nas primeiras décadas do século XX foi sede da “Burmester, Thon e Companhia” e da União Comercial. Em 1916 passou a ser conhecida como “Casa Vermelha”, quando era propriedade de Eurico Fonseca dos Santos e seus sócios – no ano seguinte, a região passou a ser chamada de “Largo Coronel Enéas”, nome que se mantém até hoje.

     Em sua história, a Casa Vermelha foi tradicionalmente sede de empresas e comércios ligados ao ramo das ferragens e/ou residência. Em um dos apartamentos do balcão, por exemplo, viveu o maestro Luis Eulógio Zilli, autor do hino a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

     No ano de 1993 a casa passou a ser um espaço da Fundação Cultural de Curitiba, integrado ao Memorial de Curitiba – que foi fundado em 1996. Lá eram realizadas apresentações teatrais, principalmente ligadas ao Festival de Curitiba, mas em boa parte do tempo a casa se mantinha fechada. Em 2014, após uma reforma, passou a fazer parte do Schwarzwald Bar do Alemão, um dos comércios mais tradicionais da região.

*Schwarzwald = Bosque Negro em alemão.
*Wilhelm Peters = Um curador alemão.
*Eurico Fonseca dos Santos = Informação não encontrada.

    A Casa Vermelha, localizada no Largo da Ordem, no Centro Histórico de Curitiba, permanece fechada na maior parte do ano, mas é espaço certo para abrigar peças do Festival de Curitiba. A estrutura da casa permite a montagem do cenário ideal para cada tipo de espetáculo. O local também conta com um mezanino com capacidade para 30 pessoas.

   Cabem 70 pessoas no local, e a casa abre apenas para eventos. Pagam meia entrada pessoas com menos de 14 anos, maiores de 60, doadores de sangue e professores.

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  • Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas e Museu de Arte Sacra (7)

   Construída em 1737, é a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa Senhora do Terço, só mudado com o surgimento da Ordem de São Francisco em Curitiba, em 1746. Em anexo foi construído, em 1752, um convento que funcionou até 1783, dirigido por religiosos franciscanos. Em 1834/35 desabou o vigamento da Igreja, e apesar da reconstrução da parte desmoronada, continuou em péssimas condições e, mesmo assim com a chegada dos colonos poloneses, serviu-lhes de paróquia. Em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II, foi promovida a restauração definitiva da igreja. A torre foi concluída em 1883 e os sinos doados pelos senhores da erva-mate. A partir de então, tornou-se sede da vida espiritual dos alemães, sendo os ofícios celebrados no idioma alemão até 1937. Estas reformas destituíram suas características arquitetônicas, originariamente coloniais, dando-lhe características indefinidas, com a torre lembrando o estilo mourisco segundo alguns ou neo-góticos, segundo outros, seu interior é colonial, apresentando um altar-mor folheado a ouro, talha barroca de princípios do século XVIII. A imagem de Cristo possui cabelos e os olhos são de vidro, numa expressão típica barroca. Foi tombada em 1965 e novamente restaurada no período de 1978/80, dentro de uma filosofia conservadora, marcando a autenticidade de nossa paisagem histórica. Anexo à igreja está o Museu de Arte Sacra, edifício que reúne alfaias resgatadas das quatro antigas igrejas da cidade, isto é, da Matriz de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito, São Francisco de Paula e da própria Igreja da Ordem. O museu foi viabilizado em 1981 e compreende as duas salas de alfaias, a Capela do Encontro, a Capela Papal e a nave da igreja. Ambos, museu e igreja, estão no Largo da Ordem.

O Museu de Arte Sacra ainda passa despercebido por quem frequenta o Centro Histórico. Instalado no anexo da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, o local apresenta um acervo com mais de 800 peças classificadas como objetos de culto, paramentos litúrgicos, obras raras, mobiliário, entre outras opções. Destaque para a imagem do Bom Jesus dos Pinhais, em terracota, datada de fins do século XVII.

Foi inaugurado em 12 de maio de 1981 e teve o acervo inicial recolhido pelos Arcebispos Dom Manuel Silveira D’Elboux e Dom Pedro Fedalto. Atualmente, o Museu de Arte Sacra também oferece um espaço para exposições itinerantes relacionadas ao contexto religioso.

igreja

museu


Praça Garibaldi  (9)

Antes de ser inaugurada, em 1946, com o nome de Praça Garibaldi, sua denominação primeira foi Praça Dr. Faria Sobrinho e, mais tarde Praça do Rosário. Está no Setor Histórico de Curitiba e abriga construções e monumentos que contam a historia da cidade. Exemplo disso é o Palacete Wolf, a Igreja do Rosário, a Sociedade Garibaldi, em estilo neo-clássico, a Igreja Presbiteriana Independente, um projeto do engenheiro Henrique Estrela Moreira de 1931, também em estilo neo-clássico, com decoração alemã no seu interior e a antiga “Mansão de Nhá França” construída em 1890 por Ignácio de Paula França e hoje transformada no Solar do Rosário.

O busto de Monsenhor Celso, o Relógio das Flores, a Fonte da Memória, as Galerias de Arte e as Lojas de Antiguidades e de Artesanato completam o conjunto de estruturas ali existentes. Aos domingos acontece nesta praça a Feira de Arte e Artesanato, com antiguidades, esculturas, talhas em madeiras e cerâmica, vidro, couro, metal e outros, além de apresentações musicais e barracas com gastronomia típica.

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Praça Tiradentes (Catedral Basílica Menor de Curitiba) (8)

A Praça Tiradentes dominada pela Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz é a mais antiga praça da cidade denominada com este nome em 1889, sendo o lugar onde oficialmente a cidade nasceu em 29 de março de 1693. A praça possui muitas árvores, bustos de personalidades (como Tiradentes), o marco zero da capital paranaense (que aponta as direções e distâncias de Curitiba para Paranaguá, Santa Catarina e São Paulo), e um monólito que representa um pelourinho que ali existia.

No início de 1994, foi reformada com o objetivo de alterar o tráfego do anel central, além de servir como terminal de algumas linhas de ônibus urbanos, além de servir como ponto de partida da Linha Turismo. Em 2008 durante obras de revitalização foram encontradas calçamentos de cunho arqueológico, objetos dos primeiros moradores da capital, como: ferraduras, facas, moedas, botões e louças datados da metade do século XIX. Após esta grande reforma, a praça ganhou cerca de 30 bancos de madeira para curtir a natureza, ler ou simplesmente apreciar o movimento e um projeto para dar visibilidade aos achados.

No meio da praça, onde foi encontrada a calçada histórica mais importante, foi feito um trecho de 119 metros quadrados de piso de vidro laminado , e uma iluminação especial foi instalada dentro do vidro para destacar a calçada. Local muito bonito é uma das únicas praças que são boas para ser observadas durante a noite. A segurança é feita pela Guarda Municipal, porém é sempre bom estar atento a qualquer pessoa suspeita, principalmente durante a noite.

  • Aberta 24 horas
  • Animais de estimação são permitidos no local, mas os donos devem limpar os dejetos dos bichos.
  • Há placas que permitem o acesso de ciclistas apenas desmontados das bicicletas.
  • Não há banheiros públicos, nem bebedouros.

A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba fica na Praça Tiradentes. É um dos mais importantes patrimônios culturais da Cidade. Construída de 1876 a 1893, em estilo neogótico, segundo o projeto do arquiteto francês Alphone de Plas. Ocupa o mesmo local da antiga matriz do século 17, bem como o da sua sucessora, construída em 1720.

Até 1892, a paróquia de Curitiba estava subordinada à Sé Primacial da Bahia. A antiga Igreja Matriz foi elevada à categoria de Catedral, em 27 de abril de 1892, com a criação da Diocese de Curitiba, pela bula Ad universas orbis ecclesias, do papa Leão XIII. A Diocese foi instituída em 30 de setembro de 1894, com a posse do primeiro bispo dom José de Camargo Barros. Em 10 de maio de 1926, foi elevada à categoria de Arquidiocese. Historia Curitiba Cultura em Curitiba.

Como suas antecessoras, a Catedral é dedicada e abriga a imagem de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba. É Catedral Basílica Menor desde 8 de setembro de 1993, quando completou 100 anos.

Rua: Praça Tiradentes, 220

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Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (6)

Inaugurada em 1969, o santuário é a ampliação da antiga igreja católica da “Capela da Glória”, fundada em 1960, no mesmo local onde se encontra o santuário. Os Missionários Redentoristas, juntamente com o padre Egídio Gardiner, resolveram ampliar o espaço físico da antiga capela, em virtude da grande concentração das pessoas, mas missas e novenas.

Atualmente, mas de 35.000 pessoas, em média, participam da principal novena em adoração a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que ocorre todas as quarta-feiras, durante todo o dia.

Praça Portugal, s/n – Alto da Glória, Curitiba – PR, 80030-220 (41) 3253-2031

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Rua das Flores e Boca Maldita (9)

Primeiro calçadão do Brasil, chega a ser considerado um grande shopping a céu aberto. Destaque para o trecho considerado tribuna livre, a Boca Maldita. A “Boca Maldita”, local de manifestações públicas pacíficas, é a continuação da Rua XV de Novembro entre a Rua Ébano Pereira e a Praça General Osório, denominada Av. Luiz Xavier, a menor avenida do mundo, e também palco de apresentações de Natal no prédio do Palácio da Avenida.

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é uma confraria curitibana e o termo também é associado ao local em que seus membros se encontram para discutirem os assuntos do momento.

    Boca Maldita é a denominação de um espaço, sem área determinada mas ao redor dos cafés, bancas de revista e bancos do calçadão na Avenida Luiz Xavier (Rua das Flores) no centro de Curitiba, onde se reúnem os “Cavaleiros da Boca Maldita de Curitiba”, confraria esta que disseca todos os assuntos presentes nas manchetes dos jornais do momento em uma tribuna livre de palavras e pensamentos.

O obelisco existente em frente ao hotel Braz, faz uma homenagem ao local e a confraria.

Reduto prioritariamente masculino, tribuna livre para quaisquer comentários ou críticas, a Boca Maldita surgiu em 13 de dezembro de 1956, fundada por um grupo que reunia, entre outros, o eterno presidente Anfrísio Siqueira e o jornalista Adherbal Fortes de Sá Junior. A institucionalização do espaço de conversas, no calçadão da Rua das Flores, se deu em 13 de dezembro de 1966 (data anterior ao calçadão), quando da criação dos estatutos e seu registro ocorreu em 29 de setembro de 1975.

A confraria existe para debater e criticar tudo e todos sem qualquer restrição, expressando as vontades e indignações populares. Entre seus confradesreunem-se pessoas de diversas opiniões ou setores, como artistas, profissionais liberais, políticos, esportistas e aposentados. A Boca Maldita se destaca em diversos acontecimentos históricos do estado e do país, como por exemplo, a campanha das Diretas Já, além de diversas ações de caráter filantrópico-cultural. O maior evento da “Boca” é o seu jantar de aniversário quando cerca de 40 pessoas recebem o título de “Cavaleiros da Boca Maldita”.

Avenida Luiz Xavier, s/nº, Praça Osório, Centro, Curitiba, CEP: 80020010

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Palácio Avenida

Localizado no centro da capital paranaense, o Palácio Avenida é um dos mais importantes edifícios históricos de Curitiba. Inaugurado em 1929, foi erguido pelo imigrante e comerciante sírio-libanês Feres Merhy, com projeto arquitetônico original de Valentim Freitas, Bernardino Assumpção Oliveira e Bortolo Bergonse.

São cerca de 18 mil metros quadrados, que abrigaram cafés, como o folclórico Bar Guairacá, e o Cine Avenida, uma das primeiras salas de cinema da capital. A construção, quase que inteiramente degradada, foi recuperada e reaberta em 1991 pelo banco Bamerindus.

Atualmente, sedia a principal agência curitibana do banco HSBC. O endereço também abriga o Teatro Avenida, com capacidade para 250 espectadores. Desde 1991, é tradicionalmente realizado nas janelas do Palácio Avenida um espetáculo natalino com coral de crianças e músicas típicas.

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Universidade Federal do Paraná (8) e Teatro Guaíra (8)

Centro Cultural Teatro Guaíra é uma instituição cultural com auditórios para teatro,dança e espetáculos musicais, com sede na cidade de Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná. É mantido pelo governo do estado. A Orquestra Sinfônica do Paraná, a companhia de dança Balé Teatro Guaíra e o Teatro de Comédia do Paraná (TCP) são algumas das instituições mantidas pelo Centro Cultural Teatro Guaíra. O complexo arquitetônico localizado na Praça Santos Andrade garante ao Teatro Guaíra a sua classificação como um dos maiores da América Latina.

   A história do Teatro Guaíra inicia no século XIX. O imóvel situava-se no local onde hoje está o prédio da Biblioteca Pública do Paraná, na Rua Cândido Lopes, e sua abertura estava marcada para o dia 28 de setembro de 1884, com o nome de Theatro São Theodoro, em homenagem a Theodoro Ébano Pereira, fundador de Curitiba. A inauguração foi cancelada pela eclosão da Revolução Federalista, que utilizou o prédio como prisão política. Somente dezesseis anos mais tarde, em 3 de novembro de 1900, após obras de reforma, ampliação e instalação de iluminação elétrica, o teatro foi finalmente inaugurado, recebendo o nome de Theatro Guayra. As instalações foram redecoradas e ampliadas em 1915. O prefeito Aluízio França ordenou a demolição da edificação em 1937, alegando perigo de desabamento.

   Em 1948, durante o governo de Moisés Lupion, foi realizado concurso para escolher um projeto para o novo prédio do teatro. O arquiteto Rubens Meister, 26 anos na época, ficou classificado em terceiro lugar, sendo que o primeiro e segundo colocados apresentaram projetos clássicos, com estilo semelhante aos dos teatros municipais do Rio de Janeiro e de São Paulo. O governador seguinte, Bento Munhoz da Rocha, acabou optando pelo projeto de Meister, por considerá-lo mais condizente com a sua proposta de modernizar a capital. A localização foi alterada da Praça Rui Barbosa, que deixaria de existir para abrigar o prédio, para uma área maior, de um quarteirão inteiro, situada em uma das faces da Praça Santos Andrade. Sendo assim, o projeto inicial pôde ser ampliado, formando um complexo arquitetônico com três auditórios e todas as dependências necessárias para a produção de peças e espetáculos, com salas de ensaios, ateliê de costura e oficina cenográfica, entre outras dependências.

   As obras tiveram início em 1952. O “Auditório Salvador de Ferrante”, de tamanho médio, conhecido como Guairinha, foi inaugurado em 19 de dezembro de1954, com a presença do Presidente da República Café Filho. A primeira peça apresentada no auditório foi “Vivendo em Pecado”, de Terence Rattigan, da companhia Dulcina, em 25 de fevereiro de 1955.

Com a Lei Estadual n° 73 de 7 de novembro de 1955 o pequeno auditório do Teatro Guaira passou a ser denominado de “Auditório Salvador de Ferrante”em homenagem a Salvador Ferdinando de Ferrante, teatrólogo pioneiro em Curitiba e fundador da Sociedade Teatral Renascença.

As obras do grande auditório seguiram lentamente durante dezesseis anos. Em 25 de abril de 1970, quando a inauguração estava próxima, um incêndio causou graves danos ao prédio, que precisou de mais quatro anos para ficar pronto.

O grande auditório, também conhecido como Guairão, foi inaugurado em 12 de dezembro de 1974, recebendo o nome de “Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto”. A peça de estréia foi “Paraná, Terra de Todas as Gentes”, de Adherbal Fortes e Paulo Vítola.

O “Auditório Glauco Flores de Sá Brito”, conhecido como o miniauditório, foi inaugurado um ano depois do grande auditório, em 1975, sendo reservado principalmente a companhias de teatro paranaenses e espetáculos experimentais e de vanguarda.

O “Teatro José Maria Santos” não faz parte do prédio principal, mas integra o patrimônio do “Centro Cultural Teatro Guaíra”. Foi inaugurado em 27 de junho de 1998.

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(UFPR) é a mais antiga instituição de ensino com concepção de universidade do Brasil, fundada em 19 de dezembro de 1912, inicialmente com o nome de Universidade do Paraná.

Atualmente as instalações da universidade estão distribuídas entre os diversos campi de Curitiba e de outras cidades do Paraná. A instituição oferta 113 cursos de graduação, 68 de mestrado, 43 de doutorado, 62 de especialização lato sensu, além de residências médicas, cursos técnicos e à distância.

A UFPR adota desde 2004 em seu vestibular um sistema de cotas próprio que reserva 20% das vagas de cada curso para estudantes oriundos de escolas públicas e 20% para alunos negros e pardos. Em 2013 passou a adotar, concomitantemente, o sistema de cotas instituído pelo governo federal, de maneira que a proporção total deve aumentar para 50% em quatro anos.

Em 1892 o intelectual paranaense José Francisco da Rocha Pombo colocaria, no Largo Ouvidor Pardinho, a pedra fundamental da Universidade do Paraná. O projeto, infelizmente, foi frustrado pelo Movimento Federalistaque impediu a criação da universidade.

Vinte anos depois, em 1912, o estado contava com um reduzido número de intelectuais (apenas nove médicos e quatro engenheiros) mas se desenvolvia muito devido a produção da erva-mate. Além disso, a Guerra do Contestado fez com que as lideranças políticas se empenhassem pela criação de uma universidade, de modo a dar uma identidade ao povo paranaense. Na esteira da Reforma Rivadávia, que retirava do Estado a obrigação de oferta de ensino e dava liberdade à iniciativa privada de criar instituições de ensino superior, entre outras medidas polêmicas, Victor Ferreira do Amaral, deputado e diretor de instrução pública do Paraná e Nilo Cairo da Silva lideraram a fundação da Universidade do Paraná.

A Universidade do Paraná, uma instituição privada de ensino superior, foi fundada em 19 de dezembro de 1912, e iniciou suas atividades em 1913, num antigo prédio da Rua Comendador Araújo, residência do ervateiro Manoel Miró. Os primeiros cursos ofertados foram os de Ciências Jurídicas e Sociais,Engenharia, Medicina e Cirurgia, Comércio, Odontologia, FarmáciaBioquímica. O primeiro aluno e primeiro funcionário foi o alagoano Oscar Joseph de Plácido e Silva. Após ter fundado a Universidade do Paraná, Victor Ferreira do Amaral, que foi também o primeiro reitor, deu início à construção do prédio central em um terreno doado pela prefeitura. Então, com a recessão econômica causada pela Primeira Guerra Mundial e com as políticas públicas do governo central vieram as primeiras dificuldades.

Em 1915, em decorrência da promulgação do Decreto 11530/1915 as regras para a criação e manutenção de universidades foram alteradas e o governo do país retomou a função de ofertar ensino em todos os níveis. Por conta das novas exigências do governo federal (a obrigatoriedade de a cidade sede de uma universidade ter mais de cem mil habitantes, por exemplo, o que não era o caso de Curitiba), a Universidade do Paraná teve que ser desmembrada em faculdades isoladas para poder continuar funcionando. A situação permaneceu assim até 1946, quando a lei foi novamente alterada e a possibilidade de criação de universidades fora do âmbito público federal voltou a figurar na lei. A recriação da Universidade do Paraná culminou, em 1951, com a “federalização” (transferência da iniciativa privada para a esfera pública). Com a transferência, a Universidade passou a se chamar Universidade Federal do Paraná, usando a sigla UFP. Nos anos 1960, a UFP foi notório palco das reformas educacionais do regime militar, devido à ascensão de Flávio Suplicy de Lacerda ao cargo de Ministro da Educação do Brasil. A reforma educacional alterou a constituição das Universidades brasileiras de modo que o governo tivesse mais controle sobre as comunidades (em especial os estudantes, mais envolvidos na luta pela derrubada do regime e pela redemocratização do país). A reforma enxugou a estrutura da UFP. As faculdades e institutos foram substituídas por setores e a sigla passou a ser UFPR, para não haver confusão com as novas universidades criadas pelo regime em outros estados.

A construção localizada na Praça Santos Andrade iniciou-se em 1913, um ano depois da fundação da Universidade. O projeto do engenheiro militar Baeta de Faria consta de apenas um bloco de cinco andares e uma cúpula central. A inauguração deu-se em 1915.

Sete anos depois, em 1923, houve a ampliação com a construção das blocos laterais, conforme o projeto original. O setor direito fica pronto em 1925 e passou a abrigar o curso de Engenharia. No ano seguinte é concluído o setor esquerdo, que recebe o curso de Odontologia.
Que daria origem após alguns anos à chamada Associação Brasileira de Odontologia (Secção Paraná ABO – PR). Novas ampliações foram realizadas no lado direito e o prédio recebeu uma nova pintura em1940.
Foram feitas mais obras estendendo o prédio no sentido da Rua XV de Novembro que ficaram prontas em 1951. Um ano depois novas obras no setor direito, obrigam a demolição de parte da fachada lateral construída em 1940.

Em 1954 o edifício passou a ocupar uma quadra inteira, entre a Praça Santos Andrade, Rua XV de Novembro, Rua Presidente Faria e Travessa Alfredo Bufren. As últimas modificações foram feitas, apóś tantas ampliações uma nova fachada com muitas colunas e uma ampla escadaria foi projetada e a cúpula coberta foi retirada. A inauguração da obra com 17 mil metros quadrados em estilo neoclássico, ocorreu em 1955.

No ano de 1999 a prefeitura de Curitiba assinou uma lei que transformou o edifício no símbolo oficial da cidade, através de uma votação popular para a escolha do símbolo.

Rua General Carneiro, 370 / 380 – Centro Curitiba – PR – CEP: 81.531-990
Telefone: (041) 3360-5288 (recepção)

ufpr


Visita a Torre da Mercês (Valor R$ 6,00) e informações Santa Felicidade GUILHERME

Também conhecida como Torre da Telepar, é uma torre de telecomunicações localizada no bairro das Mercês na cidade de Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná.

Foi construída em 1991 pela estatal Telepar e, devido à privatização do setor de telecomunicações, já pertenceu a Brasil Telecom e pertence hoje a Oi. É a única torre de telefonia do Brasil com mirante aberto à visitação.

A torre tem 109,5 metros de altura, propiciando uma ampla visão em dias claros. Dentro dela, há um museu do telefone, e um mapa com detalhes da cidade de Curitiba.

  • Altura: 103,5m.
  • Diâmetro da seção circular: 8,0m
  • Cota do terreno/nível do mar: 940,5m
  • Altura: 95,0m
  • Diâmetro: 22,5m
  • Área útil: 329m²
  • De terça-feira a domingo, das 10h às 19h.

Rua Professor Lycio Grein Castro Vellozo, 191 – Mercês, Curitiba – PR, 80710-650(41) 3339-7613

Funcionamento 3ª a domingo e feriados das 10h às 19h

torre

Santa Felicidade é a primeira colônia de italianos de Curitiba, formada por imigrantes da região do Vêneto que chegaram ao Brasil em 1878. De suas tradições nasceram as atrações que caracterizam o bairro, como a grande quantidade de restaurantes típicos, as vinícolas e as lojas de artesanato e móveis de vime. A igreja centenária é uma marca da religiosidade dos italianos. A poucas quadras dela está situado o Cemitério de Santa Felicidade, com seu inédito panteão constituído por 18 capelas em estilo neoclássico e tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico. No bairro, merecem destaque por sua arquitetura a Casa dos Gerânios, a Casa dos Painéis, a Casa das Arcadas e a Casa Culpi.

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Parque Tingui e Memorial da Imigração Ucraniana (9)

Encontra-se numa faixa de preservação junto ao Rio Barigui desde 1994, o nome é uma homenagem aos nativos que habitavam a região de Curitiba. Um ano mais tarde foi inaugurado o Memorial Ucraniano, a construção segue as normas da religião ortodoxa, como cúpula oitavada revestida em cobre, com as faces representando os quadrantes do entendimento humano, o altar voltado para o leste e o telhado em dinho, a qual seu interior abriga exposição da Igreja de São Miguel, na Serra do Tigre em Malet.

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Bosque Zaninelli  & Universidade Livre do Meio Ambiente (10)

Inaugurado em 1992 pelo oceanógrafo francês Jaques Costeau, ao meio de muito verde do bosque, a UniLivre do Meio Ambiente mantém um espaço de estudos e conhecimentos sobre o meio ambiente e a ecologia. A construção de material rústica na forma e cores lembra os quatro elementos da natureza: Ar, água, fogo, terra.

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55.1


Bosque Alemão (10)

O Bosque do Alemão é mais um dos pontos turísticos próprios de uma das etnias formadoras da população local. Recomenda-se uma visita ao local após as 16h00, quando o sol começa a baixar e graças à sua localização em um dos pontos mais altos da capital pode-se ter uma das mais lindas vistas da cidade. Uma réplica da Catedral de Bach é encontrada no bosque onde também é possível experimentar o legítimo apfelstrudel alemão.

  • Oratório Bach, uma sala para concertos musicais. É uma das principais atrações do Bosque e é instalada na réplica de uma antiga igreja Presbiteriana. A sala foi inaugurada em 13 de abril de 1996.
  • A Torre dos Filósofos, com um mirante de onde se vislumbra boa parte da área preservada.
  • A trilha João e Maria, onde as crianças tem a oportunidade de vivenciar um dos mais belos contos de fadas dos irmãos Grimm.
  • A Casa Encantada, com uma biblioteca infantil, e onde é feita a Hora do Conto para crianças, com bruxas e fadas.
  • A Praça da Cultura Germânica, onde se vislumbra a riqueza cultural dos imigrantes alemães.
  • O bosque de mata atlântica nativa preservada com nascentes de água límpida.
  • O portal e a reprodução da fachada da Casa Mila, construção germânica do início do século XX, originalmente localizada no centro da cidade. O gradil na abertura superior central do portal é original da antiga construção.

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Ópera de Arame e Pedreira (9)

   Com estrutura tubular e teto transparente, a Ópera de Arame é um dos símbolos emblemáticos de Curitiba. Inaugurada em 1992, acolhe todo tipo de espetáculo, do popular ao clássico, e tem capacidade para 1.572 espectadores. Em meio a lagos, vegetação típica e cascatas, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com a Pedreira Paulo Leminski, que desde 1989 é cenário para a encenação da Paixão de Cristo e outros grandes eventos. A Pedreira pode abrigar, ao ar livre, 20.000 pessoas.


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Farol do Saber (9)

Os Faróis do Saber são bibliotecas comunitárias existentes em vários bairros de Curitiba. Funcionam em apoio às escolas municipais e como pontos de referência cultural e de lazer para a comunidade.

No total, são 45 faróis. O acervo referencial é de cinco mil livros e alguns incluem acesso gratuito à Internet banda larga. O primeiro foi inaugurado em 1994, em Vista Alegre.

A construção é modular, em estrutura metálica. Em geral, são 88 m² de área construída e a torre tem 10 metros de altura. O nome tem inspiração no antigo Farol e na Biblioteca de Alexandria.

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Rua Dr. Faivre, 398  Centro  – (41)3218-2423


Bosque do Papa (João Paulo II) (9)

Memorial da Imigração Polonesa, criado em dezembro de 1980. Local este que antigamente havia uma fábrica de velas estearina. As sete casas de troncos que compõem o memorial, são lembranças vivas de fé e da luta deste povo. A casa típica, ao casa do artesanato, a capela no seu interior encontramos a Virgem Negra de Czestochowa, o museu e na trilha um busto do Papa João Paulo II.

39.1


Info. Centro cívico – Museu Oscar Niemeyer (7)

 Centro Cívico é um bairro do município brasileiro de Curitiba, capital do estado do Paraná, onde os principais prédios governamentais estão localizados.

O nome significa Centro do Cidadão ou, com uma interpretação mais dirigida, centro onde se resolvem os assuntos relacionados ao cidadão.

Nos últimos dias de agosto de 2011, o Centro Cívico foi tombado como conjunto urbano e arquitetônico. Estão desta forma protegidos os edifícios do eixo central da Avenida Cândido de Abreu, incluindo a Praça 19 de Dezem­­bro, o Colégio Estadual Tiradentes, os edifícios do Tribunais de Justiça, de Contas e do Júri, o Palácio Iguaçu, o Museu Oscar Niemeyer e a Praça Nossa Senhora de Salette.

O nome atual do bairro surgiu durante os anos 40, quando o urbanista francês Alfred Agache, dentro de suas propostas para o novo Plano Urbano de Curitiba, propôs a criação do Centro Cívico. O Plano Agache concebia a área como “uma praça de características especiais, de edifícios destinados aos altos órgãos da administração Estadual, que além da função de centro de comando, pudesse bem denominar-se como a “sala de visita da cidade”, apresentando um conjunto de arquitetura especial em harmonia com o tratamento paisagístico da ampla praça central”.

No início dos anos 50, o engenheiro civil Bento Munhoz da Rocha Neto assumiu o governo do Estado e resolveu concretizar a ideia de destinar um local especial aos altos órgãos da administração Estadual. Sua ideia era de marcar o centenário de criação do Estado do Paraná, que ocorreria em 1953, com a inauguração de uma série de prédios públicos (entre os quais, além do Centro Cívico, o Teatro Guaíra e a Biblioteca Pública do Paraná) . Dava-se início à construção do primeiro Centro Cívico do Brasil. Oficialmente, a Praça Dezenove de Dezembro está no território do bairro Centro. No entanto, por ser um dos marcos das comemorações do Centenário de Emancipação política do Paraná, sua identidade está ligada ao nome posteriormente adotado.

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  Mais conhecido como o Museu do Olho, no Centro Cívico, onde é possível conferir exposições de arte fixas e itinerantes, ou até mesmo fazer um piquenique ao ar livre, como é costume de muitos curitibanos.

O MON, como é conhecido, é um dos maiores museus da América Latina. Seu acervo abriga mais de 2.200 obras de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua estrutura de 35 mil m² se destaca entre 144 mil m² de área verde. O complexo é formado pelo prédio principal, projetado em 1967, e o novo anexo, concebido em 2001 e inspirado na araucária, árvore de grande porte e símbolo do Paraná. A forma elíptica e as paredes de vidro desse novo anexo conferiram ao MON o carinhoso e popular apelido de “Museu do Olho”.

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R. Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba – PR, 80530-230  (41) 3350-4400

Terça a domingo 10h às 18h R$ 9,00 R$ 4,50 (meia-entrada)
http://www.museuoscarniemeyer.org.br


Parque Tanguá (9)

Inaugurado em 1996, faz parte do projeto de preservação do Rio Barigui, juntamente com o Parque Tingui e Barigui. Destacam-se no parque duas pedreiras, unidas por um túnel de 45m, que pode ser atravessado a pé por uma passarela sobre a água. Possui pista de cooper, ciclovia, mirante, lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto. Considerado um dos melhores locais para apreciar o pôr do sol em Curitiba.

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Rua Oswaldo Maciel, s/ n° – Taboão Curitiba

Diariamente das 8 às 18 horas


Praça XIX de Dezembro (8) – ADICIONAL

No passado abrigou um dos poucos mercados de abastecimento existentes na cidade, o qual após alguns anos fechou as portas. Parte da estrutura, como as escadas de concreto e os corrimãos de ferro, foram reutilizados no novo espaço público da cidade, que também tinha jardins e passaria a embelezar aquela antiga região úmida e de charco. A praça hoje é resultado da sua remodelação acontecida durante a segunda metade do século XX, quando para a comemoração da emancipação política do Estado, o governo contratou um Plano de Desenvolvimento Urbano, denominado Agache, previa a construção de diversas benfeitorias para qualificar o crescimento urbano em Curitiba, dentre elas a nova temática da Praça. O nome do logradouro e de seu conjunto escultural representam a data da Emancipação Política do Paraná em 19 de dezembro de 1853. O obelisco foi erigido em comemoração ao Centenário desta data, em 1953. O “Homem Nu”, de autoria de Erbo Stenzel, representa o Paraná emancipado, independente, caminhando com as próprias pernas e sem medo do futuro. A “Mulher Nua”, de autoria de Humberto Cozzo, que permaneceu nos fundos do Palácio Iguaçu até a década de 70, foi trazida para a praça a fim de complementar o conjunto e representar a Justiça. O biombo possui dois painéis, um de Poty Lazzarotto, em azulejos, representando a evolução política do Estado e o outro, de Erbo Stenzel, em alto relevo, representando os ciclos econômicos do Paraná.

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Paço da Liberdade (6) – ADICIONAL

Inaugurado em 24 de fevereiro de 1916, era a sede da antiga Prefeitura de Curitiba,com detalhes neoclássicos e desenhos art-nouveau, a construção é em alvenaria de tijolos com base em blocos de concreto e cantaria.

É o único monumento do Paraná tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O projeto de restauração respeitou as características originais do edifício e privilegia o uso público do espaço. Em 29 de março de 2009 a Prefeitura entregou o Paço da Liberdade totalmente revitalizado.

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Praça Generoso Marques – Centro (Setor Histórico)


Feira Largo da Ordem (9)

Localizada próxima do marco zero(Praça Tiradentes) de Curitiba, Paraná, a Feira do Largo da Ordem recebe a cada domingo uma média de 15 mil pessoas que percorrem o local.

Além do artesanato a Feira tem exposições de automóveis antigos, centros históricos como a Igreja da Ordem, o Memorial de Curitiba e a Casa Romário Martins (a qual se acredita ser a mais velha da cidade).

Na Feira além trabalhos de artesanato como objetos de decoração, pinturas, bolsas, bijuterias, lembranças da cidade, roupas entre outros produtos, como livros e revistas antigas, antiguidades e muito mais.

Você também tem a opção de almoçar em algum dos restaurantes que existem ao redor da Feira.

Minha lembrança de lá.
Minha lembrança de lá.

By Night (Bar Crossroads)  – O Crossroads vem há quase duas décadas promovendo o encontro do público curitibano com bandas influenciadas pelo rock ’n’ roll e pelo blues, estilos musicais que definem o gosto da casa pela música. O bar conquistou vários prêmios durante sua existência, como o de Melhor Música ao Vivo pela Revista Veja Curitiba, e já trouxe bandas de renome nacional, como Blues Etílicos e Celso Blues Boy, e de reconhecimento internacional, como Guy King, blues man de Chicago.Tradicionalmente, a casa promove shows com as mais variadas bandas cover e grupos brasileiros de renome. Mas não é só pela boa música que o Crossroads é conhecido. O cardápio da casa se destaca pelos petiscos variados, sanduíches e pratos elaborados com produtos e receitas especiais. Para matar a sede, além do tradicional chopp no caneco (vencedor do prêmio Apreciadores do Chopp nacional e regional), a casa ainda possui uma carta de drinks.

O Crossroads é a melhor opção para festas e confraternizações. Temos ambientes climatizados, profissionais qualificados, qualidade de som, segurança e conforto para atender você ou sua empresa. Realize seu evento no bar mais rock’n’roll de Curitiba.

A Banda cover da noite, era o Deep Purple, porém, não entramos no passeio e fizemos uma panorâmica pela van. (Ao meu ver, muito mais gostoso do que o evento, onde todos estavam exaustos)

– Fácil localização
– Capacidade para 500 pessoas
– Ambiente climatizado
– Acesso wireless gratuito
– Facilidade para contratação de bandas
– Equipamentos de som e luz de última geração
– Área exclusiva para fumantes
– Ambientes adaptados para acesso de cadeirantes
– Estacionamento terceirizado com manobrista

Avenida Iguaçu, 2304 – Água Verde, Curitiba – PR, 80240-030  – (41) 3243-3711

ROTEIRO SUDESTE

ROTEIRO

INTRODUÇÃO

Como solicitado, foi criado um roteiro onde vários aspectos eram envolvidos, sendo eles geográficos, gastronômicos, históricos, entre outros. Serão visitados parques estaduais, restaurantes, cidades históricas, cidades modernas e muito do que há de bom na região sudeste do Brasil.


  1. ESTADOS QUE IREMOS PASSAR

ESPIRITO SANTO, RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO, MINAS GERAIS.


  1. CIDADES e PONTOS:

Espirito Santo

Parque Estadual de Itaúna – Conceição da Barra (UNESCO)

Vitória (HISTÓRIA)

Parque Estadual da Pedra Azul (GEOGRÁFICO)

Rio de Janeiro

Cinelândia (HISTÓRICO)

Copacabana/Ipanema (LAZER/GASTRÔNOMICO)

Niterói (ALTERNATIVO A COPACABANA)

São Paulo

São Luiz da Paraitinga (HISTÓRICO)

São Paulo (GASTRÔNOMICO/LAZER)

Socorro (PARQUE)

Minas Gerais

Serra da Cantareira (Panorâmico) (GEOGRÁFICO)

Belo Horizonte (HISTÓRICO/GASTRÔNOMICO)


  1. ELABORAÇÃO

O Roteiro começa no estado do Espirito Santo, dia 27 de dezembro. No primeiro dia, daremos o pontapé inicial. Lá teremos um dia bem tranquilo no Parque Estadual de Itaúnas, que é um bem da humanidade e tombado pela UNESCO. Faremos um picnic para a integração do grupo e algumas atividades onde todos possam participar, além de algumas explicações de profissionais que fazem a catalogação de espécies. Tudo isso em uma tarde ensolarada.

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Já no final da tarde, vamos nos preparar para ir durante a noite para a capital capixaba, Vitória. (Ônibus por 54.70 R$)

No segundo dia, chegaremos em Vitória. Iremos ao projeto Tamar no período da manhã para ouvirmos uma palestra sobre o quão importante é a preservação das espécies. Após a palestra, iremos degustar uma saborosa  moqueca de camarão, típico da região capixaba e baiana. Após o almoço, já por estarmos próximos de alguns pontos da praia, iremos ao teatro glória, e andaremos por mais quatro KM para chegarmos ao Basílica de Santo Antônio, uma das igrejas mais belas e calmas da cidade, excelente para “encontrar sua paz interior.”

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Na noite do segundo dia, no saguão do hotel, será feita uma sugestão para que os clientes visitem o Parque Estadual da Pedra Azul, um parque muito bonito, um passeio que pode ser monitorado.

O terceiro dia será livre. Porém, no período da noite, iremos de ônibus para o sul, para chegarmos ao estado do Rio de Janeiro e pouparmos o dinheiro da hospedagem, assim ganhando tempo para poder ir a virada de ano em Copacabana. (ônibus por 90,00 R$ executivo)

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No quarto dia, 31 de Dezembro, iremos chegar por volta das 8 horas da manhã. Faremos uma parada para café da manhã, no Amarelinho (Cinelândia), um bom lugar para café e com um preço mais acessível. Ainda no período da manhã, por estarmos na Cinelândia, será possível visitar prédios como o Teatro Municipal, símbolo da Belle Époque na cidade, além do Museu de Belas Artes e até pérolas como o Teatro Rival, por onde já passaram artistas como Dercy Gonçalves, Grande Otelo e Oscarito. No horário do almoço, nada melhor do que um bom almoço não é? Então, iremos a Ipanema, e almoçaremos na churrascaria Fogo no Chão, um lugar para comermos sem pressa alguma e apreciarmos a vista. Após o almoço, uma visita à praia de Copacabana que deverá estar se preparando para a queima de fogos que ocorrerá a meia noite.

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No quinto dia 01 de janeiro teremos um dia tranquilo para aproveitar as belezas naturais do Rio de Janeiro, após uma virada do ano inesquecível, sugerimos uma ótima opção de descanso e encantamentos na cidade de Niterói, um roteiro alternativo para o turista que quer conhecer bem mais do que Copacabana, a ideia seria que em Niterói os turistas conhecessem pela manhã o Forte de Santa Cruz, que participou de momentos importantes de nossa história, impedindo invasões francesas e holandesas. Enquanto presídio recebeu figuras ilustres como José Bonifácio, Bento Gonçalves e Euclides da Cunha. E o museu de Arte contemporânea, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o MAC tornou-se um dos cartões-postais de Niterói. Destina-se principalmente a obras pertencentes à arte contemporânea, todas datadas ao decorrer do século XX. Apresenta desde artes abstratas até obras retratando a ilusão da Monarquia Brasileira.  Para após o almoço todos se encantassem com a praia mais bonita do estado do Rio de Janeiro a Praia de Camboinhas, com areia branca, águas cristalinas e com pouca visitação por ser uma praia conhecida apenas pelos amantes de praias cariocas, ficaremos na praia até de noite aonde acontece um lindo Luau no quiosque da tia Lucia.

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Ao chegar dia 02 de janeiro nosso sexto dia, saímos da cidade maravilhosa com destino a cidade do folclore, São Luiz do Paraitinga com uma trilha pelas 7 cachoeiras, um belo lugar, para descansar com belas paisagens e um cenário relaxante. São sete cachoeiras para se visitar, em uma trilha de esforço médio, após um bom banho no hotel e um descanso após o almoço começamos o nosso roteiro histórico na cidade aonde conheceremos Capela Nossa Senhora das Mercês, a casa de Oswaldo Cruz, lugar que virou um museu na cidade, Mercado municipal e a Fazenda São Luís para fecharmos com chave de ouro com grandes histórias e grandes curiosidades, já no final da tarde vamos para São Paulo ter um jantar típico de Paulista, vamos comer pizza, saborear um dos melhores pratos de São Paulo.

Foto: Diogo Moreira/A2 FOTOGRAFIA
Foto: Diogo Moreira/A2 FOTOGRAFIA

  Sétimo Dia, teremos um dia diferente em São Paulo, bem eclético e divertido com muitas comidas, música, história e lazer. Para começarmos com o pé direito, e uma aventura na casa de pedra aonde é localizado o maior ginásio de escalada esportiva do país, com paredes de 14m de altura e mais de 100 vias de escaladas guiadas. Uma ótima sugestão para depois de gastarmos tanta energia, repô-las comendo um tradicional Sanduíche de Mortadela, ou um almoço paulista no próprio mercadão. Após o almoço, vamos conhecer o museu da voz e o choque cultural, dois museus com propósitos bem diferentes que irão deixa-los curiosos para saber mais sobre o local e suas exposições.

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Já no final do dia, faremos o esquema de sempre. Pegaremos um ônibus no final da tarde e seguiremos para a cidade de Socorro, pertencente ao circuito das águas paulistas e conhecida nacionalmente pelo turismo acessível (28,90R$). Poderemos tambem observar a serra da cantareira em SP dentro das 2h35 de viagem. Chegaremos ao final da noite e nos hospedarem no hotel fazenda “Parque dos sonhos”. Por ter feito uma reserva com antecedência, os clientes ganharam um desconto de 10% do hotel, em um pacote all inclusive. (435,00 R$)

O Oitavo e nono dia irá ser livre para que os clientes desfrutem dos esportes de aventura que o Parque dos sonhos proporciona. Assistirão  a uma palestra de empreendedorismo do dono do hotel e farão de tudo por lá. (Claro opcional)

Foto tirada por Marjorie Sanches.
Foto tirada por Marjorie Sanches.

No décimo dia, sairemos de Socorro e pegaremos um ônibus de madrugada para BH. (56.40 R$). Chegaremos no horário das 10h35, e, os guias irão fechar o ultimo pacote da viagem que será uma surpresa. DIA LIVRE

No décimo primeiro dia, acordaremos um pouco mais tarde para ter pique para os dois próximos dias. Sairemos no horário do almoço, e lá iremos provar uma comida típica, Frango com quiabo. No restante da tarde, aproveitaremos os principais pontos turísticos da cidade, o Parque Municipal Américo Rennée Gianetti , Museu de Artes e Ofícios, Complexo de Pampulha.

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No décimo segundo dia, iremos comer um bom pão de queijo no desjejum e faremos um tour completo pelo belo estádio Mineirão no horário da manhã. No horário do almoço, comeremos em um restaurante a beira da estrada e a tarde, uma trilha até o pico de BH para encerrarmos bem o nosso roteiro de 12 dias.

ROTEIRO E RELATÓRIO VT SANTOS – 22/08/15

Casa do Trem Bélico

Uma das poucas edificações militares antigas existentes no País e o mais antigo prédio público de Santos, a construção é um exemplo da arquitetura colonial de época. Acredita-se que tenha sido construída entre 1640 e 1646, mas sua existência só foi comprovada documentalmente em 1734. Neste espaço foi erguido o primeiro pelourinho da cidade. O imóvel, que abrigava as armas e munições para proteção da então Vila de Santos, recebeu em 1948 o Tiro de Guerra, funcionando posteriormente como escola, seção de alistamento eleitoral, Serviço de Subsistência do Exército e Centro da Juventude. O nome decorre do sentido popular da palavra ‘trem’, que significa ‘diversos materiais’.

Tel: (+55 13) 3299-5471

Equipamento com acessibilidade para portadores de necessidades especiais

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/centro-historico/casa-do-trem-belico


Monumento a Brás Cubas

Localizada no Centro Histórico, a Praça da República é um dos logradouros da cidade repleto de referências à história de Santos, desde o momento de sua fundação até a proclamação do movimento que lhe deu o atual nome, liderado pelo marechal Deodoro da Fonseca e que completa 113 anos nesta quinta-feira (15). O Segundo reinado, sob o governo de D. Pedro II, já mostrava sinais de desgaste devido a vários fatores, como a vitória dos militares na Guerra do Paraguai, o fim da escravatura e o crescimento de setores progressistas, com a adesão de comerciantes, estudantes e artistas, que visavam maior participação política nas decisões do país. Um grupo de militares, que incluía o marechal Floriano Peixoto, se reuniu e na citada data – uma sexta-feira – na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Império, proclamaram a República, na praça da Aclimação, rebatizada posteriormente para Praça da República. Aliás, após a vitória do movimento, os republicanos fizeram questão de marcar a nova ordem dominante, alterando o nome de ruas e logradouros públicos. Em Santos, a Rua Direita se tornou a Rua XV de Novembro, e a própria Praça da República foi assim batizada, já que antes possuía o nome de Praça da Matriz.

Braz Cubas

Na praça encontra-se o monumento construído em homenagem ao fundador da cidade, o fidalgo português Braz Cubas, que veio na expedição do colonizador Martim Afonso de Souza, em 1531, tendo sido o responsável pela transferência do porto santista, da região do atualmente bairro da Ponta da Praia, para o centro, perto do Outeiro de Santa Catarina, marco da fundação da Vila de Santos, ocorrida em 26 de janeiro de 1546. O monumento foi construído pelo artista italiano Lourenço Massa, com representações em bronze que simbolizam a Agricultura, Comércio, Indústria e a Navegação. Esculpida em mármore de Carrara, foi inaugurado em 26 de janeiro de 1908, com oito metros de altura, sendo que a estátua de Braz Cubas possui 2,50m. Na praça também se encontra a Alfândega de Santos.

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/noticias/praca-da-republica-local-de-importancia-da-historia-de-santos


Alfândega

Até 1549, as rendas das Capitanias Hereditárias não eram cobradas regularmente, por falta de uma infraestrutura adequada, por isso, D. João III, rei de Portugal, determinou que se criassem no Brasil tantas alfândegas quanto necessário. Assim, quando Thomé de Souza aportou em São Vicente, em fevereiro de 1553, já encontrou estabelecida a Alfândega construída por Brás Cubas. Em Santos foi fundada em 1550, pelo provedor-mor da Fazenda Real, Antônio Cardoso de Barros, que também implantara a primeira, na Bahia, e a segunda, em São Vicente. Em fevereiro de 69, a Alfândega de Santos passou a se chamar Delegacia da Receita Federal, mas a antiga denominação ainda vigora nas conversas informais. O primeiro prédio a abrigar a Alfândega santista ficava próximo ao de agora.

Em 1570, com o desenvolvimento do bairro do Valongo, passou a funcionar em um casarão da praia (cais), em frente à atual Rua Riachuelo. Depois esteve em vários outros locais: um barracão na rua que atualmente corresponde à Frei Gaspar; o antigo Colégio dos Jesuítas, na atual Praça Antônio Teles, demolido em 1877; um quartel militar; e um prédio inaugurado em 1880 exclusivamente para seu funcionamento. Para a construção deste, o Tesouro Nacional firmou contrato em 1876 e os trabalhos foram supervisionados pelo engenheiro Manuel Ferreira Garcia Redondo, o mesmo que construiu o Teatro Guarani. Enquanto era erguido, a Alfândega permaneceu provisoriamente instalada em um armazém da Companhia Docas. Em 1930, tiveram início as obras do edifício atual, que já passou por ampla reforma em 83. À inauguração compareceram os então ministro da Fazenda, Artur de Sousa Costa, e da Viação (Transportes), Marques dos Reis.

Restauração

No dia 27 de março, o prédio de três pavimentos, localizado na Praça da República, com 13 mil m² foi reinaugurado, depois de três anos e três meses de reformas (as obras foram iniciadas em 1999). As mudanças foram consideradas um dos mais importantes processos de revitalização realizados no Centro Histórico de Santos.

Fonte: http://www.santos.sp.gov.br/comunicacao/historia/alfandega.html


Outeiro de Santa Catarina

É o marco da fundação da Vila de Santos – saber o lugar exato de sua fundação é um privilégio de poucas cidades do mundo. No século XVI, Luis Góis e sua mulher ergueram,  na base do pequeno morro, a Capela de Santa Catarina de Alexandria, junto à qual foi construída, em 1543, a primeira Santa Casa do País. Durante anos, o outeiro forneceu pedras para o calçamento das ruas e a ampliação do porto. Entre 1880 e 1884, o médico italiano João Éboli mandou construir uma casa acastelada no bloco de rocha que restou do monte. No local funcionou, até 2012, a sede da Fundação Arquivo e Memória de Santos.

Tel. (+55  13) 3202-1240

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/centro-historico/outeiro-de-santa-catarina


Rua XV de Novembro

Antiga Rua Direita, era a mais importante de Santos, que na época áurea do café era conhecida como Wall Street Brasileira, ganhou mais encanto depois de restaurada. Nova iluminação e calçamento de época foram reconstituídos na reforma. Conta com restaurantes e cafés. Toda sexta-feira o programa certo é o “Música na XV”, happy hour de primeira em que se apresentam bandas musicais de MPB e Pop/Rock, a partir das 18 horas. Passando pela Rua XV, o morador mais desatento pensa que está de volta à primeira metade do século passado. No passado, o papo era basicamente a cotação do café, já que o produto era a grande fonte de riqueza da região; hoje em dia, as pessoas se reúnem para falar do cotidiano e relembrar os velhos tempos.

O Alegra Centro traz benefícios para a cidade, pois muito turistas que visitam Santos nos finais de semana fazem questão de conhecer o Centro Histórico. Tem uma boa infraestrutura e atrativos para essa região, o turismo só tende a crescer e a Cidade e toda a região são favorecidas.

Fonte: http://www.melhordesantos.com/2010/03/rua-xv-de-novembro.html


Passeio de Bonde

Com saídas da Praça Mauá, cinco bondes e um reboque circulam pelas principais ruas e edifícios do Centro Histórico, proporcionando uma verdadeira viagem ao passado, em um roteiro de 5 km. Há paradas para desembarque/embarque no Outeiro de Santa Catarina, marco da fundação da Vila de Santos, e no Palácio Saturnino de Brito, sede da Sabesp – deste ponto também é possível chegar ao Complexo Turístico do Monte Serrat, em cujo topo se tem uma visão de 360 graus da cidade. Ao todo, o passeio percorre 40 pontos de interesse turístico e histórico, com acompanhamento de guias de turismo.

Embarque: Estação Buck Jones, na Praça Mauá

Centro Histórico

Tel: (+55  13) 3201-8000, Disk Tour 0800 17 38 87

Funciona de terça a domingo, das 11h às 17h (Última saída. Venda até 30 minutos antes do encerramento)

Equipamento com acessibilidade para portadores de necessidades especiais

Funcionamento – Bonde regular:

Terça a sexta, das 11h às 17h (saídas a cada hora)

Sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h (saídas a cada 30 minutos)

Roteiro: Saída Praça Mauá / Praça Rui Barbosa / Palácio Saturnino de Brito / Monte Serrat / Praça José Bonifácio / Rua General Câmara / Praça Mauá / Rua do Comércio / Valongo / Praça Barão do Rio Branco / Praça da República / Casa do Trem Bélico / Outeiro de Santa Catarina / Rua General Câmara / Retorno Praça Mauá. Duração de 40 minutos.

Funcionamento – Bonde Café:

Quinta e sexta, saídas às 14h30, 15h30, 16h30.

Sábados, domingos e feriados, das 11h20 e 16h20 (saídas a cada hora)

Roteiro: Saída Praça Mauá / Rua do Comércio / Valongo / Praça Barão do Rio Branco / Praça da República / Casa do Trem Bélico / Outeiro de Santa Catarina / Rua General Câmara / Retorno Praça Mauá. Duração de 25 minutos.

Agendamentos (Bonde regular e Bonde Café):

Pelo site http://www.egov1.santos.sp.gov.br/turismo ou pelo telefone (+55 13) 3201-8000, ramal 8053.

Saídas do Valongo:

Terça e Quarta, das 10h às 16h (saídas a cada hora)

Quinta e sexta, saídas às 10h, 11h e 12h

Valor: R$6, de acordo com o decreto nº 6871. Isenções para crianças de até 05 anos, guias de turismo a trabalho (acompanhados de grupo) e para viagens previamente agendadas. Meia tarifa para maiores de 60 anos e estudantes

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/centro-historico/linha-turistica-de-bonde


Museu e Bolsa do Café

Criado em 1922 para abrigar a principal Bolsa de Café e Mercadorias do mundo – à época, Santos era a maior praça cafeeira do planeta – o prédio, com cerca de 6 mil m², é considerado um dos mais belos do município. A construção, com mais de 200 portas e janelas, abriga desde 1998 o Museu do Café, onde se encontra uma cafeteria, ponto de encontro de quem trabalha no Centro Histórico e visita obrigatória para os turistas.

A grandiosa Sala dos Pregões tem no teto o vitral ‘A visão de Anhanguera’, de autoria de Benedicto Calixto. Três imensos painéis do referido pintor enfeitam a parede do fundo; o maior, central, tem 153 figuras, representando a elevação de Santos à categoria de vila, de forma onírica, com a parte real nítida e o sonho do progresso no futuro, esfumado. Menores, os painéis laterais mostram a concepção do artista sobre a paisagem de Santos em 1822 e 1922.

Info.: (+55  13) 3213-1750 ou http://www.museudocafe.com.br

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/centro-historico/museu-do-cafe


Santuário de Santo Antônio de Valongo

A pedra fundamental do santuário foi assentada em julho de 1640. Em estilo barroco, tem fachada com um dos mais expressivos trabalhos do século XVIII e importantes obras de arte. O terreno para a construção da igreja foi doado aos franciscanos por quatro proprietários de terras da Vila de Santos. Quarenta e nove anos depois, os franciscanos construíram a Capela da Venerável Ordem Terceira de São Francisco, anexa à igreja. Nessa capela está a imagem de São Francisco, em estilo barroco e tamanho real, orando diante de um Cristo místico alado. Seu altar-mor apresenta um dos único tronos rotativos do país – de um lado está uma raríssima representação da Santíssima Trindade e, do outro, um ostensório para Adoração Perpétua. No pátio encontram-se as imagens de Nossa Senhora da Conceição, de 1698, e da Padroeira dos Enforcados, onde os escravos condenados à morte costumavam rezar. O Sino dos Enforcados foi arrancado pelo povo quando da promulgação da Lei Áurea e está guardado na sacristia, junto com a imagem de Nossa Senhora da Conceição, do século XVII.

Em 1859, Irineu Evangelista de Souza, barão de Mauá, comprou parte do imóvel para a construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí. O convento foi demolido, mas não houve força capaz de retirar a imagem de Santo Antônio do altar. O fato, considerado milagre, impediu o desaparecimento da igreja, elevada a santuário em 1987.

Tel.(+55  13) 3219-1481, Disk Tour 0800-173887

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/centro-historico/santuario-santo-antonio-do-valongo

http://www.diocesedesantos.com.br


Museu da Pesca

Expõe diversos tipos de peixes, crustáceos, moluscos, aves e mamíferos marinhos taxidermizados, além de maquetes de embarcações. As principais atrações são o esqueleto de uma baleia da espécie Fin, a segunda de maior porte entre os cetáceos, com 23m de comprimento;e tubarões de diversos tamanhos e espécies raras.

Tel: (+55  13) 3261-5260 e 3261-5995

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/orla/museu-de-pesca

http://www.pesca.sp.gov.br/museu.php


Almoço – Restaurante Massas Giani


Aquário Munícipal

Segundo parque público em visitação no estado de São Paulo, atrás apenas do Zoológico da capital, é um lugar de lazer, diversão, cultura e pesquisa, expondo centenas de espécies raras e curiosas da fauna aquática de diversas partes do mundo. São milhares de animais, de águas doce e salgada, que vivem em seu habitat natural reconstituído e fazem do lugar a atração mais visitada de Santos. Atrações à parte, a Fraldinha, o primeiro pinguim nascido em cativeiro no Brasil, e o leão-marinho, Abaré Inti, que encanta os visitantes.

Praça Luiz La Scala, s/nº

Bairro Ponta da Praia

Tel: (+55 13) 3278-7830

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/orla/aquario-municipal


Praias – Orla

Principal cartão postal da Cidade, os 7 km de praias limpas são contornados pelo maior jardim de orla marítima (Guinness Book of Records, 2000), ladeado por uma ciclovia com cerca de 7.900m de extensão. Com 5.335m de comprimento e largura entre 45 e 50m, os jardins contam com 815 canteiros, com várias espécies do tipo perene, com predominância de lírios amarelos (Hemerocalis flava) e brancos (Spathipphiphyllum sp); biris vermelhos (Canna indica), e crisântemos brancos, amarelos e mesclados (Crysanthemum sp).

Coube ao engenheiro Saturnino de Brito a ideia da construção dos jardins, em 1914. Na década seguinte, começaram a surgir áreas ajardinadas em frente aos hotéis e nos anos 1930 foi construído o primeiro trecho dos jardins. Mas seu traçado atual, curvilíneo, data de 1960.

Equipamento com acessibilidade para portadores de necessidades especiais

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/orla/orla-da-praia-e-jardins


Orquidário Municipal

Parque zoobotânico, o Orquidário de Santos abriga em seus 24 mil metros quadrados espécies nativas, aspectos da mata natural, arvores frutíferas e muitas orquídeas. Em meio a essa exuberância vivem cerca de 400 animais, entre eles pavões, cutias, saracuras e jabutis, que passeiam livremente pelo parque, fazendo a alegria de crianças e adultos. Completando o cenário, e em espaços próprios, há espécies raras, algumas ameaçadas de extinção. Atraídos por esse verdadeiro oásis, cortam o céu inúmeros pássaros que vivem em liberdade. Já no Viveiro de Visitação Interna, a proximidade com pássaros e aves oferece momentos inesquecíveis de total integração com a natureza.

Inaugurado em 1945, o Orquidário passou pela maior obra de revitalização de sua história, concluída em 2012. Ganhou entre outras atrações o herbário, laboratório de reprodução de orquídeas, jardim sensorial, trilhas do mel e de plantas que contam a história do Brasil, além de recintos de tucanos, rapinantes (como corujas), felinos e de primatas (bugios e macaco – aranha). Encante-se com tantas belezas, descubra seus próprios cenários, aprecie os sons da natureza, e aproveite cada minuto desse passeio em pleno litoral.

Info.: (+55 13) 3205-2210

Fonte: http://www.turismosantos.com.br/ptb/guia-de-santos/locais/ir/atracoes-em-santos/orla/orquidario-municipal


Relatório

Dados

Cidade visitada: Santos – SP

Guia de Turismo de local: Valéria Baptista Pinto

Veículo: Mimo Transportes

Motorista: Nunes

Participantes: Ana Lívia, Cristiane, Beatriz, Daniela, Denis, Diana, Gabriela, Guilherme, Leandro, Lucas, Priscila, Ricardo e Rosana.


A programação da viagem:

6h30 – Embarque e Saída

Durante o percurso obtivemos algumas informações sobre as vias de acesso, represa Billings e Guarapiranga, Serra do Mar, Parque Estadual da Serrão, cidade de Cubatão, São Vicente, Guarujá, Praia Grande, Mongaguá e Itanhaém.

9h – Chegada em Santos

9h30 – Início do city tour – recepção guia regional-  Centro Histórico

  • Outeiro de Santa Catarina – local de valor histórico, que representa início da cidade de Santos. Sua base em pedra foi utilizada para reformas no porto de Santos. Imóvel tombado e com reforma programada. 7/10
  • Casa do Trem Bélico – “trem” como expressão de coisa, local de armazenamento de armas e munição no início da cidade. Mais antigo prédio público da cidade. 6/10

1

  • Alfândega de Santos – Prédio imponente em funcionamento, representa o poder da União no que tange a regulamentação e tributação das importações, principalmente o do porto da cidade. 8/10

4.1

  • Monumento a Brás Cubas – Fundador da cidade de Santos, representa o início do projeto da cidade/região. 7/10

3

  • Rua XV Novembro – muito famosa na época áurea do café, local onde os mais ricos e influentes do país negociavam. 6/10
  • Bolsa do Café – prédio construído em 1920, assumindo a partir de 1922 o pregão da bolsa do café até 1980 quando a mesma é transferida para São Paulo. Atualmente é o Museu do Café, onde mantém toda a trajetória desde a chegada do café no Brasil até hoje. Possui também uma cafeteria que vende diversos tipos de cafés e doces. 10/10grupo bolsa cafe
  • Passeio de Bonde pelo centro histórico com intervenção do “Vovô sabe tudo”. #OBomdeSantos 10/10

7.4

  • Santuário de Santo Antonio do Valongo – igreja local oferecida a Santo Antonio com uma história particular de milagres do frei que morava no Santuário. 5/10
  • Porto de Santos – o maior porto da América Latina com armazéns específicos para todo tipo de mercadoria. 7/10

10.8

  • Jardim da Orla – o maior jardim da orla é de Santos, inclusive com menção no “Guiness Book” 9/10
  • Aquário Municipal – Por lá há várias especies de animais marítimos, entre eles, pinguins. 8/10

9 (6)

  • Museu da Pesca – de localização privilegiada oferece ao visitante uma vista panorâmica da orla com o deck dos pescadores, no seu interior diversos exemplares da vida marinha, o mais famoso é o esqueleto da Baleia Fin, que está no andar de cima do museu. Também possui o exemplar de todos os tipos de areia das praias brasileiras. 8/10
Por Diana
Por Diana

10.1 10.4 10.7

  • Deck dos Pescadores – Local construído para atender uma demanda local. No verão, com a chegada dos navios transatlânticos, o local fica apropriado pelos moradores locais se despedindo dos turistas, como no filme titanic. É um local apropriado para pescas também. 6/10

10

  • Orquidário de Santos – Local de beleza única, com mescla de mata atlântica e fauna local, muito agradável em virtude da umidade, sombra e animais soltos. Relembra muito o parque da água branca, encontrado em São Paulo. 10/10

11.1

CURITIBA PRÉ VIAGEM

Divisão atividades Curitiba

Saída de VCP as 6h05 pela CIA Aérea Azul, pelo avião 4081.

Chegada prevista para as 7h12.

Hospedagem no hotel “Terrazas Park Hotel”

Pontos. Fotos e Informações.

Jardim Botânico

botanico

     Seu principal cartão-postal é o Jardim Botânico, visita obrigatória para aqueles que passeiam pela cidade pela primeira vez. Mais de cinquenta espécies de plantas e flores são encontradas em meio a uma suntuosa construção em vidro e metal que embeleza ainda mais esse jardim geométrico composto também por esculturas e trilhas.


Largo da Ordem

largo da ordem

Museu Paranaense (SH)

     Fundado em 1876, teve várias sedes desde sua fundação. até ser transferido para a Praça Generoso Marques. Informações tel. (0xx41) 304-3300. Localiza-se na Rua Kellers, 289 Horário de visitação: terça-feira a sexta feira das 10h às 17h, sábado e domingo das 11h às 15h.

museu


Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito (SH)

    Consta como sendo a segunda igreja de Curitiba, construída por escravos em 1737. Era a igreja dos pretos de São Benedito. Com a abolição da escravatura, perdeu sua razão de ser, só sendo conservada por estar localizada junto ao caminho do cemitério. Passou a ser chamada a igreja dos mortos, onde os defuntos eram encomendados. Durante a construção da atual catedral de Curitiba, serviu de matriz (1875-1893). Seu estilo era originariamente colonial. Em 1931 foi demolida dado o seu péssimo estado de conservação. Em 1946, a nova Igreja do Rosário foi inaugurada. Em estilo barroco tardio, tem a fachada em azulejos, originais da antiga capela. Enfeitam suas paredes os passos da Paixão em azulejaria recente, em estilo português. Em sua entrada está o túmulo do Monsenhor Celso, pároco da cidade e cura da Catedral por 21 anos, falecido em 1931. Aos domingos às 8h é celebrada a Missa do Turista e Feirantes.

igreja


Memorial de Curitiba (SH)

   Com um projeto arquitetônico moderno e ousado, assinado por Fernando Popp e Valéria Bechara, o Memorial de Curitiba dispõe de três salas de exposições, um auditório e uma praça interna para eventos. Nesses espaços, o público tem oportunidade de estar em contato com a arte e a cultura, por meio de apresentações cênicas e musicais de diferentes gêneros, seminários, palestras, oficinas, congressos, lançamentos de livros, dentre outros eventos realizados periodicamente.
Espaço cultural para mostras e eventos alusivos à memória da cidade de Curitiba.

memorial


Casa Romário Martins

   Último exemplar da arquitetura colonial portuguesa, passou a ter essa denominação após sua restauração, numa homenagem ao historiador Alfredo Romário Martins. A casa deixou de ser moradia no início do século e manteve atividades comerciais até sua desapropriação em 1970, pela Prefeitura Municipal de Curitiba. Inaugurada como espaço cultural em dezembro de 1973, a Casa Romário Martins divulga e promove exposições históricas de responsabilidade da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. A área de exposições é de 34,04m2.

casa romario


Casa Vermelha GUILHERME (SH)

    A Casa Vermelha foi construída no final do século XIX, encomendada pelo alemão Wilhelm Peters. Na época, a região era conhecida como Páteo de São Francisco das Chagas e tinha como principais construções a Igreja da Ordem, o bebedouro e a Casa Romário Martins.

    Nas primeiras décadas do século XX foi sede da “Burmester, Thon e Companhia” e da União Comercial. Em 1916 passou a ser conhecida como “Casa Vermelha”, quando era propriedade de Eurico Fonseca dos Santos e seus sócios – no ano seguinte, a região passou a ser chamada de “Largo Coronel Enéas”, nome que se mantém até hoje.

     Em sua história, a Casa Vermelha foi tradicionalmente sede de empresas e comércios ligados ao ramo das ferragens e/ou residência. Em um dos apartamentos do balcão, por exemplo, viveu o maestro Luis Eulógio Zilli, autor do hino a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

     No ano de 1993 a casa passou a ser um espaço da Fundação Cultural de Curitiba, integrado ao Memorial de Curitiba – que foi fundado em 1996. Lá eram realizadas apresentações teatrais, principalmente ligadas ao Festival de Curitiba, mas em boa parte do tempo a casa se mantinha fechada. Em 2014, após uma reforma, passou a fazer parte do Schwarzwald Bar do Alemão, um dos comércios mais tradicionais da região.

*Schwarzwald = Bosque Negro em alemão.
*Wilhelm Peters = Um curador alemão.
*Eurico Fonseca dos Santos = Informação não encontrada.

    A Casa Vermelha, localizada no Largo da Ordem, no Centro Histórico de Curitiba, permanece fechada na maior parte do ano, mas é espaço certo para abrigar peças do Festival de Curitiba. A estrutura da casa permite a montagem do cenário ideal para cada tipo de espetáculo. O local também conta com um mezanino com capacidade para 30 pessoas.

   Cabem 70 pessoas no local, e a casa abre apenas para eventos. Pagam meia entrada pessoas com menos de 14 anos, maiores de 60, doadores de sangue e professores.

vermelha


Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas e Museu de Arte Sacra (SH)

   Construída em 1737, é a mais antiga de Curitiba. Seu nome original era Nossa Senhora do Terço, só mudado com o surgimento da Ordem de São Francisco em Curitiba, em 1746. Em anexo foi construído, em 1752, um convento que funcionou até 1783, dirigido por religiosos franciscanos. Em 1834/35 desabou o vigamento da Igreja, e apesar da reconstrução da parte desmoronada, continuou em péssimas condições e, mesmo assim com a chegada dos colonos poloneses, serviu-lhes de paróquia. Em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II, foi promovida a restauração definitiva da igreja. A torre foi concluída em 1883 e os sinos doados pelos senhores da erva-mate. A partir de então, tornou-se sede da vida espiritual dos alemães, sendo os ofícios celebrados no idioma alemão até 1937. Estas reformas destituíram suas características arquitetônicas, originariamente coloniais, dando-lhe características indefinidas, com a torre lembrando o estilo mourisco segundo alguns ou neo-góticos, segundo outros, seu interior é colonial, apresentando um altar-mor folheado a ouro, talha barroca de princípios do século XVIII. A imagem de Cristo possui cabelos e os olhos são de vidro, numa expressão típica barroca. Foi tombada em 1965 e novamente restaurada no período de 1978/80, dentro de uma filosofia conservadora, marcando a autenticidade de nossa paisagem histórica. Anexo à igreja está o Museu de Arte Sacra, edifício que reúne alfaias resgatadas das quatro antigas igrejas da cidade, isto é, da Matriz de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito, São Francisco de Paula e da própria Igreja da Ordem. O museu foi viabilizado em 1981 e compreende as duas salas de alfaias, a Capela do Encontro, a Capela Papal e a nave da igreja. Ambos, museu e igreja, estão no Largo da Ordem.

O Museu de Arte Sacra ainda passa despercebido por quem frequenta o Centro Histórico. Instalado no anexo da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, o local apresenta um acervo com mais de 800 peças classificadas como objetos de culto, paramentos litúrgicos, obras raras, mobiliário, entre outras opções. Destaque para a imagem do Bom Jesus dos Pinhais, em terracota, datada de fins do século XVII.

Foi inaugurado em 12 de maio de 1981 e teve o acervo inicial recolhido pelos Arcebispos Dom Manuel Silveira D’Elboux e Dom Pedro Fedalto. Atualmente, o Museu de Arte Sacra também oferece um espaço para exposições itinerantes relacionadas ao contexto religioso.

igreja

museu


Praça Garibaldi  (SH)

   Antes de ser inaugurada, em 1946, com o nome de Praça Garibaldi, sua denominação primeira foi Praça Dr. Faria Sobrinho e, mais tarde Praça do Rosário. Está no Setor Histórico de Curitiba e abriga construções e monumentos que contam a historia da cidade. Exemplo disso é o Palacete Wolf, a Igreja do Rosário, a Sociedade Garibaldi, em estilo neo-clássico, a Igreja Presbiteriana Independente, um projeto do engenheiro Henrique Estrela Moreira de 1931, também em estilo neo-clássico, com decoração alemã no seu interior e a antiga “Mansão de Nhá França” construída em 1890 por Ignácio de Paula França e hoje transformada no Solar do Rosário.

   O busto de Monsenhor Celso, o Relógio das Flores, a Fonte da Memória, as Galerias de Arte e as Lojas de Antiguidades e de Artesanato completam o conjunto de estruturas ali existentes. Aos domingos acontece nesta praça a Feira de Arte e Artesanato, com antiguidades, esculturas, talhas em madeiras e cerâmica, vidro, couro, metal e outros, além de apresentações musicais e barracas com gastronomia típica.

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Praça Tiradentes (Catedral Basílica Menor de Curitiba )

  É o marco zero da cidade, denominada Vila de Curitiba, mais tarde passou a ser Largo dea Matriz e Dom Pedro II. A partir de 1889 recebeu o nome de Praça Tiradentes, onde se encontram dois obeliscos, um demarca as distâncias e o outro significa a presença dos portugueses. O novo piso de vidro revela a descoberta recente de traços da cidade do passado.

  A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba fica na Praça Tiradentes onde a cidade formalmente nasceu. É um dos mais importantes patrimônios culturais da cidade. Inspirada na Sé de Barcelona e construída em estilo neogótico, de 1876 a 1893, quando foi inaugurada. Inicialmente era uma pequena capela de madeira, que em 1715 foi elevada à Primeira Igreja Matriz.

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Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

   O Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é uma das principais e mais tradicionais referências da Igreja Católica de Curitiba e Região Metropolitana, reunindo também fiéis e devotos de municípios do interior do Paraná e de outros estados. O templo católico ganhou notoriedade com as Novenas a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, realizadas todas as quartas-feiras.

As novenas se iniciaram em 1960 na Capela Nossa Senhora da Glória – Avenida João Gualberto – com a chegada dos Missionários Redentoristas a Curitiba. Mas a grande procura da devoção motivou a construção de uma igreja maior (de 1965 a 1969). Com a inauguração do Santuário, em 1969, as celebrações passaram então a ser realizadas na Praça Portugal, bairro Alto da Glória. Em 2014 comemoraram 54 anos de Novenas a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Curitiba.

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Rua das Flores e Boca Maldita

   Primeiro calçadão do Brasil, chega a ser considerado um grande shopping a céu aberto. Destaque para o trecho considerado tribuna livre, a Boca Maldita. A “Boca Maldita”, local de manifestações públicas pacíficas, é a continuação da Rua XV de Novembro entre a Rua Ébano Pereira e a Praça General Osório, denominada Av. Luiz Xavier, a menor avenida do mundo, e também palco de apresentações de Natal no prédio do Palácio da Avenida.

flores

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Palácio Avenida

  Localizado no centro da capital paranaense, o Palácio Avenida é um dos mais importantes edifícios históricos de Curitiba. Inaugurado em 1929, foi erguido pelo imigrante e comerciante sírio-libanês Feres Merhy, com projeto arquitetônico original de Valentim Freitas, Bernardino Assumpção Oliveira e Bortolo Bergonse.

  São cerca de 18 mil metros quadrados, que abrigaram cafés, como o folclórico Bar Guairacá, e o Cine Avenida, uma das primeiras salas de cinema da capital. A construção, quase que inteiramente degradada, foi recuperada e reaberta em 1991 pelo banco Bamerindus.

  Atualmente, sedia a principal agência curitibana do banco HSBC. O endereço também abriga o Teatro Avenida, com capacidade para 250 espectadores. Desde 1991, é tradicionalmente realizado nas janelas do Palácio Avenida um espetáculo natalino com coral de crianças e músicas típicas.

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Universidade Federal do Paraná e Teatro Guaíra

   É a primeira universidade do Brasil, fundada em 1912 e considerada um monumento arquitetônico em estilo neoclássico. Do outro lado da Praça Santos Andrade está o Teatro Guaíra, um dos maiores da América Latina. Foi inaugurado em 1884 em outo local com outro nome. Reconstruído em 1952, só ficou totalmente pronto na década de 70. Têm três auditórios, o maior deles com 2173 lugares e um painel em alto-relevo de Poty Lazzarotto na entrada principal.

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Visita a Torre da Telepar (Valor R$ 6,00) e informações Santa Felicidade GUILHERME

  Situada num ponto alto de Curitiba é também suporte de telefonia celular (OI). Inaugurada em 17/12/1991, o mirante de 109,5 metros permite uma belíssima visão panorâmica (360º) da cidade e dos contornos da serra do mar. O mapa no piso em relevo, localizamos com detalhes pontos da cidade, e desenvolvimento de Curitiba. No piso inferior, na entrada está o museu do telefone.

   Santa Felicidade é a primeira colônia de italianos de Curitiba, formada por imigrantes da região do Vêneto que chegaram ao Brasil em 1878. De suas tradições nasceram as atrações que caracterizam o bairro, como a grande quantidade de restaurantes típicos, as vinícolas e as lojas de artesanato e móveis de vime. A igreja centenária é uma marca da religiosidade dos italianos. A poucas quadras dela está situado o Cemitério de Santa Felicidade, com seu inédito panteão constituído por 18 capelas em estilo neoclássico e tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico. No bairro, merecem destaque por sua arquitetura a Casa dos Gerânios, a Casa dos Painéis, a Casa das Arcadas e a Casa Culpi.

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Parque Tingui e Memorial da Imigração Ucraniana

     Encontra-se numa faixa de preservação junto ao Rio Barigui desde 1994, o nome é uma homenagem aos nativos que habitavam a região de Curitiba. Um ano mais tarde foi inaugurado o Memorial Ucraniano, a construção segue as normas da religião ortodoxa, como cúpula oitavada revestida em cobre, com as faces representando os quadrantes do entendimento humano, o altar voltado para o leste e o telhado em dinho, a qual seu interior abriga exposição da Igreja de São Miguel, na Serra do Tigre em Malet.

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Bosque Zaninelli  & Universidade Livre do Meio Ambiente

   Inaugurado em 1992 pelo oceanógrafo francês Jaques Costeau, ao meio de muito verde do bosque, a UniLivre do Meio Ambiente mantém um espaço de estudos e conhecimentos sobre o meio ambiente e a ecologia. A construção de material rústica na forma e cores lembra os quatro elementos da natureza: Ar, água, fogo, terra.

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Bosque Alemão

     O Bosque do Alemão é mais um dos pontos turísticos próprios de uma das etnias formadoras da população local. Recomenda-se uma visita ao local após as 16h00, quando o sol começa a baixar e graças à sua localização em um dos pontos mais altos da capital pode-se ter uma das mais lindas vistas da cidade. Uma réplica da Catedral de Bach é encontrada no bosque onde também é possível experimentar o legítimo apfelstrudel alemão.

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Ópera de Arame e Pedreira

   Com estrutura tubular e teto transparente, a Ópera de Arame é um dos símbolos emblemáticos de Curitiba. Inaugurada em 1992, acolhe todo tipo de espetáculo, do popular ao clássico, e tem capacidade para 1.572 espectadores. Em meio a lagos, vegetação típica e cascatas, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com a Pedreira Paulo Leminski, que desde 1989 é cenário para a encenação da Paixão de Cristo e outros grandes eventos. A Pedreira pode abrigar, ao ar livre, 20.000 pessoas.

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pedreira


Farol do Saber

    Os Faróis do Saber são bibliotecas comunitárias existentes em vários bairros de Curitiba. Funcionam em apoio às escolas municipais e como pontos de referência cultural e de lazer para a comunidade.

   No total, são 45 faróis. O acervo referencial é de cinco mil livros e alguns incluem acesso gratuito à Internet banda larga. O primeiro foi inaugurado em 1994, em Vista Alegre.

   A construção é modular, em estrutura metálica. Em geral, são 88 m² de área construída e a torre tem 10 metros de altura. O nome tem inspiração no antigo Farol e na Biblioteca de Alexandria.

farol


Bosque do Papa (João Paulo II)

   Memorial da Imigração Polonesa, criado em dezembro de 1980. Local este que antigamente havia uma fábrica de velas estearina. As sete casas de troncos que compõem o memorial, são lembranças vivas de fé e da luta deste povo. A casa típica, ao casa do artesanato, a capela no seu interior encontramos a Virgem Negra de Czestochowa, o museu e na trilha um busto do Papa João Paulo II.

papa


Info. Centro cívico – Museu Oscar Niemeyer GUILHERME

  Mais conhecido como o Museu do Olho, no Centro Cívico, onde é possível conferir exposições de arte fixas e itinerantes, ou até mesmo fazer um piquenique ao ar livre, como é costume de muitos curitibanos.

O MON, como é conhecido, é um dos maiores museus da América Latina. Seu acervo abriga mais de 2.200 obras de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua estrutura de 35 mil m² se destaca entre 144 mil m² de área verde. O complexo é formado pelo prédio principal, projetado em 1967, e o novo anexo, concebido em 2001 e inspirado na araucária, árvore de grande porte e símbolo do Paraná. A forma elíptica e as paredes de vidro desse novo anexo conferiram ao MON o carinhoso e popular apelido de “Museu do Olho”.

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Parque Tanguá

   Inaugurado em 1996, faz parte do projeto de preservação do Rio Barigui, juntamente com o Parque Tingui e Barigui. Destacam-se no parque duas pedreiras, unidas por um túnel de 45m, que pode ser atravessado a pé por uma passarela sobre a água. Possui pista de cooper, ciclovia, mirante, lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto. Considerado um dos melhores locais para apreciar o pôr do sol em Curitiba.

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LUAU O2 será o By Night.

Aqui.


PRINCIPAIS FONTES DE PESQUISA

UM SABOR BIPOLAR!

A culinária brasileira é uma mistura de cultura e ingredientes de índios, africanos, e europeus. Devido às grandes dimensões, e histórias um pouco diferentes quanto ao processo de colonização, as diversas regiões brasileiras possuem algumas diferenças marcantes e pratos típicos exclusivos. 

Ao me comunicar com a família que vive no exterior, a primeira coisa que eles se recordam ao falarem do Brasil, sem nenhum dúvida NÃO sou eu, infelizmente… Ou felizmente! Eles pensam na comida. A boa comida a moda brasileira. Brigadeiro, coxinhas, a tapioca, a feijoada, requeijão, a pizza que, segundo eles não existe igual…  eles pensam em uma cultura gastronômica rica para todos os gostos, comidas salgadas ou sobremesas doces.

Claro que, sou brasileiro, mas não é por isso que como essas delicias todos os dias. Não é bem assim, eu tenho uma bipolaridade em meu prato em todo santo almoço. Um marrom e branco, o arroz com feijão, em um estilo colonial. Mas não é só isso, no bom e rico prato vai de tudo, um pedaço de carne, vegetais, legumes, e é uma delicia encher o bucho dessa forma.

Cada região tem a sua especialidade! No Norte por exemplo, devido as florestas, rios e influência indígena, predominam as frutas, peixes e a mandioca. No Nordeste, o cocô que veio da Índia, o dendê, as buchadas de bode, os frutos do mar, o sururu! No Centro-Oeste, devido os grandes rebanhos de gado bovino há predominância dos pratos de carne, bebida com erva-mate, aves e caça do Pantanal, além do pequi, fruta do cerrado usada em vários pratos da região. Descendo um pouco mais, chegamos ao Sudeste, devido a sua característica cosmopolita há todos os sabores do mundo. No Rio de Janeiro, pode-se citar como típico a feijoada carioca, já em São Paulo o cuscuz-paulista domina. Em Minas Gerais, que tem uma rica e variada culinária, Tutu de feijão e carne de porco, sem contar as delicias derivadas do leite. No Espírito Santo, é muito famosa a moqueca capixaba. E se descermos ao Sul, por conta da imigração, há muita influência da cozinha italiana e alemã, entre outras. Com uma base em carnes, e lá, existe o mais famoso churrasco de todo o mundo, sem esquecer do delicioso chimarrão!

Quem mora longe do país não desmente, uma das coisas que mais faz falta é a comida que não nega a raça miscigenada que somos. Uma mistura que trás um pouco de tudo, dos nativos, dos europeus, africanos, e porque não, dos asiáticos… aqui tem de tudo. Venha para o Brasil e descubra. A cada passo que você dá, uma delicia diferente vai encantar a sua vida.

VOZES CALADAS

Podemos dizer que a ditadura na América do Sul, no período de guerra fria, foi um dos momentos mais sombrios das últimas décadas. Aqui no Brasil não foi diferente. Pessoas torturadas, sequestradas e assassinadas… Mas você acha que a ditadura começou em 1964?

A crise já vinha desde 1929, com a queda da bolsa de valores de Nova York tudo veio à tona, a inflação, a queda da economia do café, as crises da politica café com leite, que resultou em um governo “provisório” do gaúcho nacionalista Getúlio Vargas. Com reformas em seu governo “provisório”, Vargas ficou no poder durante 15 anos, com isso veio o incentivo ao rádio, diversas leis de censura às mídias (como o Departamento de Imprensa e Propaganda – o DIP -), direitos a trabalhadores, e leis um tanto quanto confusas, como a lei de destombamento. O presidente renunciou em 1945, e depois voltou anos mais tarde. Em 1951 o presidente voltou ao seu cargo em eleições diretas, e 3 anos mais tarde, se suicidou (ou foi morto?). [Confira aqui, a carta dele]

Não vem ao caso. O que importa, é o presidente que chegou em 1961, João Goulart e suas ideias socialistas em uma guerra fria.  A crise política se arrastava desde a renúncia de Jânio Quadros em 1961. O vice de Jânio era João Goulart, que assumiu a presidência num clima político adverso. O governo de João Goulart (1961-1964) foi marcado pela abertura às organizações sociais. Estudantes, organização populares e trabalhadores ganharam espaço, causando a preocupação das classes conservadoras como, por exemplo, os empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Todos temiam uma guinada do Brasil para o lado socialista. Vale ressaltar, que neste período, o mundo vivia o auge da Guerra Fria.

Então, no dia 1 de Abril de 1964, João Goulart foi deposto e teve de fugir para o RS, e, em seguida, para o Uruguai. Desta maneira, o Chefe Maior do Exército, o General Humberto Castelo Branco, tornou-se presidente do Brasil. Com o auxilio dos Estados Unidos da América, e da operação Brother Sam, o país foi tomado por armas militares que chegaram direto do bloco capitalista (aviões, soldados, jipes, navios).

A ditadura trouxe consigo, a censura que Vargas pregou em seu primeiro mandato, o DIP. Músicos que protestavam contra o regime militar e a violência imposta por eles. Quem ousava dar de frente contra a ditadura recebia o “devido” castigo, eram torturados. Músicos perdiam suas ferramentas de trabalho, compositores levavam aquela surra que ninguém consegue esquecer, alguns tinham até a família caçada.

Muitos morreram ou sumiram com as perseguições, isso é fato. E Raul Seixas, na música Mosca na Sopa, cita de forma metafórica que, por mais que os militares matem, a espécie continua.

“…Pois você mata uma, e vem outra em seu lugar”.

Foi cruel, quem mais se manifestava pelo povo se reprimiu pelo medo, as músicas acabaram sendo cantadas por vozes caladas. Os militares destruíram duas gerações, em 30 e 60, eles “pintaram para lhe abusar”, com seu instinto primitivo de destruição em massa financiado por um país tão fraco mentalmente, que, mesmo fazendo diversos atentados terroristas diariamente contra o mundo, diz que o pior deles foi a queda de duas torres que eles mesmo causaram apenas para ter um motivo para investir em armamentos. (inocentes). Há muitos que vão as ruas pedindo uma nova intervenção militar, e eles são tratados com respeito. Agora, muitos também vão às ruas pedirem respeito, e são tratados como se estivessem em uma ditadura.


FOTOS DA VISITA TÉCNICA

Grupo
Grupo
Memorial da Resistência Pinacoteca
Memorial da Resistência
Pinacoteca
Controle, Repressão, Resistencia
Controle, Repressão, Resistência
Um dos quartos onde a
Um dos quartos onde a “oposição a ditadura” ficava.

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Meus amores.
Meus amores.
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Pegaram o meu bebê, para me ameaçar!

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Vanderley!
Vanderley!
Guilherme!
Guilherme!
O Cravo Vermelho. que foi distribuído para todas as celas.
O Cravo Vermelho.
que foi distribuído para todas as celas.

QUER MAIS DA DITADURA?

Conhecendo Museus

SuperInteressante Jogo

Mitos da ditadura

De Volta a 1964

Ditadura do Estado Novo

Trabalho de História

RELATÓRIO SUL DE MINAS GERAIS

RELATÓRIO SUL DE MINAS GERAIS

  1. Monte Sião
  2. Ouro Fino
  3. Jacutinga

A empresa contratado foi a Viação MIMO, o veículo estava nos conformes (com exceção do banco 17 que estava com um problema nos cintos, e o guia pediu para que os clientes evitassem-no). O ônibus continha um televisor, microfone, frigobar,  ar-condicionado, e tinha os selos da Artesp. O Motorista Cláudio foi muito simpático durante toda a viagem, encheu o frigobar com águas e deixou o ônibus nos conformes, limpo e arejado. O motorista teve um pequeno atraso de 4 minutos devido a um acidente, mas nada que atrapalhasse. É um profissional competente e se integrou ao grupo muito bem.

O horário de saída foi as 6:20, o guia ligou para uma das clientes para confirmar se ela viria, pois o prazo para sua chegada havia sido ultrapassado em 15 minutos (que era o tempo de tolerância), mas a resposta da mesma foi negativa, então, o grupo saiu em viagem.

A Primeira parada técnica para irmos ao banheiro foi na cidade de Amparo, em São Paulo, próximo a divisa com o estado de Minas Gerais, e lá, todos ficaram sabendo de quais pontos estariam encarregados. Os meus pontos foram a Paróquia Santo Antônio e praça da Matriz, que estavam ligadas umas as outras.

Durante o caminho, uma pessoa ficaram enjoadas devido as curvas, e em Monte Sião, tomei a devida precaução, levando-a a farmácia.

Chegamos na cidade de Monte Sião as 9:15 da manhã, e fizemos o tour completo em uma hora e cinco minutos, porém, acrescentamos alguns pontos para que pudéssemos fazer a hora passar, visto que, o próximo ponto seria o almoço em Ouro Fino.

Pontos visitados e seus respectivos guias.

  • Informações e Visita a Fabrica de Porcelana Monte Sião – Beatriz (9:20)
  • Informações sobre a Igreja do Rosário e Praça do Rosário – Danielle (9:50)
  • Info. e visita ao Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa – Leandro (10:00)
  • Info e visita a Praça Prefeito Mario Zucato e Tricofest – Denis (10:20)

Pontos adicionais

  • Loja e Fábrica de queijos – (10:38)
  • Museu Histórico e Geográfico de MS. – (11:00)

FOTOS

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Saída de Monte Sião as 11:20, com o destino até a churrascaria menino da porteira, em Ouro Fino. Saímos pela rodovia MG 459, e chegamos as 11:48 da manhã.

O Almoço começou as 12:06 e foi concluído as 13:14. Os serviços prestados foram excelentes, os garçons atendiam e se integravam ao grupo com brincadeira, o gerente nos atendeu muito bem, e a comida estava muito gostosa. Quando solicitei um pão de alho, os garçons providenciaram e nos trouxe, nota 10.

De lá da Churrascaria, seguimos até o centro histórico da cidade de Ouro Fino, quando chegamos as 14:00 horas. O Caminho foi tranquilo, chegamos sem nenhum problema.

Pontos visitados e seus respectivos guias.

  • Santuário de São Francisco de Paula e Nossa Senhora de Fátima, Museu de Arte Sacra e Praça Monsenhor Teófilo. – Rosana (14:00)
  • Informações sobre Pavilhão das Malhas – Ricardo (14:16)
  • Info. e “visita” a Casa do Café com leite – Danielle (14:22)
  • Informações menino da Porteira – Parada para fotos – Diana (14:26)

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Saímos de Ouro Fino as 14:30 e fomos até a cidade de Jacutinga, que estava cerca de 40 minutos de Ouro Fino. O caminho novamente foi bem tranquilo e chegamos sem menores complicações. Ao chegarmos, fomos diretamente para os pontos destinados do roteiro.

  • Previsão de chagada a Jacutinga – MG e info. sobre a cidade – Gabriella (14:53)
  • Praça dos Expedicionários – Lucas (15:35)
  • Paróquia Santo Antônio e praça da Matriz – Guilherme (15:40)
  • Tempo livre – Informações sobre lugares p compras e atrativos opcionais – Diana (15:50)

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Tivemos um tempo livre de 1:40, e saímos da cidade as 17:30. No tempo livre, comi amora com a Diana em frente a um hotel que estava hospedando uma dupla sertaneja que tocaria na cidade mais tarde em um festival.

O caminho da volta foi mais tranquilo, pegamos as rodovias SP-352, SP-147 e SP-340. Fizemos uma parada técnica as 18:35 na cidade de Holambra durante 15 minutos, alguns comeram, outros ficaram do lado de fora tomando um ar. Falei das cidades de Jaguariuna e Holambra e me saí muito bem nesses dois pontos. Foco no amor de duas garotas, uma cadelinha e a Diana que tem um amor imenso por cachorros e animais. ♥

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Chegamos dentro do horário (21:00) durante uma volta muito tranquila.


OBSERVAÇÕES

Ocasionalmente, o veículo cheirava tabaco, o cheiro ia e vinha, não sabemos de onde o cheiro vinha (possivelmente do ar-condicionado), visto que, tanto os tripulantes quanto o motorista não estavam fumando lá dentro.


RIO DE JANEIRO, ROTEIRO E CONSTRUÇÃO DA LOGÍSTICA DOS PONTOS.


ORDEM DO ROTEIRO

  1. Aeroporto Santos Dumont (8 horas, chegada prevista)
  2. Av. Rio Branco e Centro Hist. Praça Floriano, Avenida Central / Rio Branco, Cine Odeon, Biblioteca Nacional, Câmara Municipal, Teatro Municipal, Largo da Carioca, Convento de Santo Antônio, Igreja da Candelária, Centro Cultural Banco do Brasil, Casa França Brasil, Arco do Telles, Praça XV, Paço Imperial, Palácio de Tiradentes, Casa Legislativa do Estado do RJ, Central das Barcas, Baía de Guanabara, Museu Histórico Nacional. (chegada prevista as 8:30, fazer o tour em 1:30)
  3. Sambódromo da Marquês de Sapucaí (chegada prevista as 10:15, fazer o tour em 25 minutos) (possibilidade de inversão com o Maracanã)
  4. Maracanã Jornalista Mário Filho (Chegada prevista as 11:00, um tour breve de 15 minutos pelo lado de fora -ou maracanãzinho- pois haverá jogo no dia) (possibilidade de inversão com o sambódromo)
  5. Corcovado Cristo Redentor (Chegada prevista as 11:40, um tour de 1:25 no corcovado)
  6. Jardim Botânico do Rio de Janeiro (Chegada as 13:20, tempo para um almoço rápido entre o caminho)
  7. Lagoa Rodrigo de Freitas e Praias do Leblon, Ipanema e Copacabana (Chegada as 14:30, seguido de um passeio panorâmico de 30 minutos)
  8. Pão de Açúcar  (subida até o pão de açúcar em bondinhos -20 em 20 minutos-, chegada prevista as 15:20, tour de 40 minutos lá em cima, saída prevista as 16:00.) (possível inversão com o ponto 10)
  9. Aqueduto da Carioca Arcos da Lapa (chegada prevista as 16:30, com uma estadia de 15 minutos no local.)
  10. Escadaria Selaron (Caminhada de 5 minutos até o local, onde ficaremos por volta de mais 15 minutos, de lá, caminhamos 5 minutos até o hotel) (possível inversão com o ponto 9)
  11. Retorno ao Hotel 
  12. Saída By Night (opcional.) Feirinha de Copacabana, Rio Scenarium, Santos Scenarium.

PONTOS


Aeroporto Santos Dumont

  O aeroporto tem porte médio, costuma servir de “pontes” aéreas para os vôos.  Faz vôos para as principais capitais do país e também alguns vôos internacionais. A sigla do aeroporto é SDU, e esta localizado no endereço Praça Senador Salgado Filho, próximo a zona sul da cidade.

  Nas proximidades do local encontra-se o Museu de Arte Moderna (MAM) (400 metros), o Theatro Municipal (700 metros) e também o Aterro do Flamengo (1 KM)

  São 9 as companhias que fazem vôos saindo do aeroporto, sendo elas:

GOLAviancaTAM, Trip, Azul, WEBJET, Total, Team e OceanAir

Em caso de extraviado, acesse.

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Aeroporto Santos Dumont

CENTRO HISTÓRICO

  É chamado chama-se de Centro Histórico do Rio de Janeiro, sítios e construções históricas, mais ligadas ao período colonial desde os primórdios da fundação da cidade como também do período subsequente, quando da vinda da Família Real e Corte Portuguesa para o Brasil, englobando também o período do Primeiro e Segundo Reinado.

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Dentro do centro histórico, iremos visitar aos pontos

  • Praça Floriano (Cinelândia)

É a praça mais popular da cidade do Rio de Janeiro, nela contem diversos bares, restaurantes e cinemas e é um lugar que não pára, seu movimento vai das primeiras horas do dia até as ultimas.

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Praça Floriano, ao fundo, o Theatro.
  • Avenida Central / Rio Branco

A Avenida Rio Branco, antigamente chamada de Avenida Central, foi construída no século XX para poder preparar a então capital Brasileira para o novo século. 641 casas, 3862 pessoas desalojadas, esse foi  o principal custo da construção de uma das mais famosas vias públicas Av. do Rio de Janeiro.

Foi inaugurada no dia 7 de Setembro de 1904, após 6 meses de obra, uma das mais velozes que a cidade já viu. Após um ano, foi entregue ao tráfego para poder ser utilizada pelos carros, a iluminação era elétrica ou a gás, e na época a cidade contava com 91 automóveis.

Recebeu o nome Rio Branco em 1912, quando o Chanceler Rio Branco veio a falecer. Em 1935, para alargar ainda mais a av., demoliram todo o canteiro central. E o primeiro prédio com o endereço na Av. Rio Branco foi a tabacaria Londres, e o segundo, o prédio Jornal do Brasil, ambos demolidos.

Uma curiosidade é que todas as faixadas da calçada foram selecionadas em concursos públicos no ano de 1904, em seu inicio, ficava um monumento em homenagem ao Visconde de Mauá, transferido depois para o centro de uma praça que foi batizada em seu nome. O obelisco que se encontra na Av., foi doado pelo engenheiro Antônio Januzzi, responsável pelo projeto da construção da av. O Obelisco de 28 metros de altura e pesa 20 toneladas!

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Obelisco.
  • Cine Odeon

Foi inaugurado em 1926 no auge dos cinemas da Cinelândia e tem 600 assentos. Recentemente foi reformado por uma obra financiada pela Petrobrás. Em 2014, foi anunciado que o Cinema seria fechado por tempo indeterminado, muito em função das dividas que ultrapassavam os 30 milhões.

Faixada em 2007
Faixada em 2007
  • Biblioteca Nacional

Com estilo arquitetônico eclético e neoclássico, a Biblioteca Nacional (Bicentenária) foi fundada em 1810 por D. João VI, dois anos após a chega da família real ao país. Em 1822, uma lei determina que todo exemplar tenha uma cópia enviada para a biblioteca, tal lei é cumprida até os dias de hoje (Lei do depósito legal 10.994).

Em 1891, D. Pedro II doa toda a coleção da imperatriz Teresa Cristina, o que foi a maior doação recebida pela biblioteca até hoje, com mais de 100 mil peças.

Em 2010, a biblioteca completou 200 anos, e seu prédio 100, para poder preencher o prédio com os livros, foram exatas 1132 viagens de caminhão com os livros. Há uma demanda tão grande que contem diversos horários para visitas monitoradas no prédio.

Para ver as obras da B.N., acesse ao site.

Brasil, Rio de Janeiro, RJ. 27/02/2008. Vista geral da fachada do edifício da Biblioteca Nacional, no centro do Rio de Janeiro. - Crédito:FÁBIO MOTTA/AGÊNCIA ESTADO/AE/Codigo imagem:22318
Brasil, Rio de Janeiro, RJ. 27/02/2008. Vista geral da fachada do edifício da Biblioteca Nacional, no centro do Rio de Janeiro. – Crédito:FÁBIO MOTTA/AGÊNCIA ESTADO/AE/Codigo imagem:22318
  • Câmara Municipal

A Câmara Municipal do Rio de Janeiro constitui o Poder Legislativo em nossa cidade. Está localizada na Cinelândia, Centro do Rio, bem no final de uma das avenidas mais movimentadas da cidade: a Av. Rio Branco.

Sua sede tem como prédio principal o Palácio Pedro Ernesto, que faz parte de um belo conjunto cultural e arquitetônico do Centro do Rio, composto também pela Biblioteca Nacional, Teatro Municipal, Museu Nacional de Belas Artes e Centro Cultural da Justiça Federal.

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  • Teatro Municipal

Inaugurado em 14 de Julho de 1909, levou 4 anos para poder ser construído. Por 30 anos, os que se apresentavam no teatro eram os europeus (Italianos, Franceses, Ingleses), e partir da década de 40, surgiu companhias brasileiras que passaram a se apresentar no Theatro. 2300 lugares, 105 anos de história e 17 mil espetáculos feitos, se tirar os olhos do brilho dos artistas no palco, irá ver o brilho da prédio, que por dentro é tão lindo quanto por fora.

O principal palco de espetáculos do Brasil (e um dos mais importantes da América do Sul) foi recentemente restaurado, entre 2008 a 2010. A restauração custou 75 milhões de reais e sua principal intenção foi de deixar o Theatro assim como era em sua inauguração. Mais de 23 obras de arte, um canto que inspira o amor dentro do mesmo, a obra chama a atenção de todos que passam pela cinelândia.

O desenho do prédio foi inspirado em arquiteturas da cidade de Paris, e tem uma arquitetura eclética, uma das mais vistas no inicio do século XX.

A águia no topo do prédio pesa 350 kg, e foi coberta por mais de 8000 folhas de ouro, 23 quilates.

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  • Largo da Carioca

Uma das áreas mais movimentadas do Rio, possuindo uma estação de metro e muitos comércios ao seu redor. Situa-se entre várias das principais vias do centro da cidade, e continua como um coração pulsante de tráfego de pedestres.

Em tempos passados, no local havia um chafariz, que provinha água ao moradores, agua esta que vinha conduzido através do Aqueduto de Santa Tereza ou Aqueduto da Carioca.

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  • Convento de Santo Antônio

  No alto do Morro de Santo Antônio, no Largo da Carioca, o Convento de Santo Antônio forma, junto com a vizinha Igreja da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, um dos mais antigos conjuntos coloniais remanescentes no Rio de Janeiro. A história do convento tem início em 1592, data em que chegaram ao Rio de Janeiro os primeiros frades franciscanos. Em 1607, foi-lhes concedida a posse do morro atualmente conhecido como Morro de Santo Antônio, no qual começaram a construir o convento em 1608. A primeira missa foi rezada em 1615.

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  • Igreja da Candelária

A Igreja da Candelária, pode ser considerada a mais imponente e grandiosa igreja do Rio de Janeiro, não somente por suas proporções mas também por seu acabamento e grandiosa cúpula. Sua história é também interessante, advinda de uma promessa em meio à uma tempestade. A construção foi iniciada em 1775, século 18 e somente terminada nos ultimos anos do século 19.

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  • Centro Cultural Banco do Brasil

Inaugurado como sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro, em 1906, sua rotunda abrigava o pregão da Bolsa de Fundos Públicos. Na década de 1920 passou a pertencer ao Banco do Brasil, que o reformou para abertura de sua sede. Esta função tornou o edifício emblemático do mundo financeiro nacional e duraria até 1960, quando cedeu lugar à Agência Centro do Rio de Janeiro e depois à Agência Primeiro de Março.

No final da década de 1980, resgatando o valor simbólico e arquitetônico do prédio, o Banco do Brasil decidiu pela sua preservação ao transformá-lo em um centro cultural. O projeto de adaptação preservou o requinte das colunas, dos ornamentos, do mármore que sobe do foyer pelas escadarias e retrabalhou a cúpula sobre a rotunda.

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o CCBB Rio de Janeiro transformou-se rapidamente em um dos centros culturais mais importantes do País. É a instituição cultural mais visitada do Brasil e a 20º no mundo, de acordo com o ranking da publicação inglesa The Art Newspaper (abril/2014).

O prédio possui uma área construída de 19.243m². O CCBB ocupa 15.046m² desse total.
O prédio possui uma área construída de 19.243m². O CCBB ocupa 15.046m² desse total.
  • Casa França Brasil

Encomendado em 1819 por D. João VI à Grandjean de Montigny, arquiteto da Missão Artística Francesa, a obra em si é um documento histórico importante. Trata-se do primeiro registro do estilo neoclássico no Rio de Janeiro, tendência que viria então a popularizar-se, dando à cidade marcada por suas casas coloniais um tom mais cosmopolita, à moda europeia.

No dia 13 de maio de 1820, o edifício foi inaugurado como a primeira Praça do Comércio do Rio de Janeiro, cidade sede do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Apenas quatro anos mais tarde, já no contexto do Brasil independente de Portugal, foi transformado por D. Pedro I em Alfândega, função que exerceria até 1944.

O edifício onde hoje funciona a Casa França-Brasil já foi palco de eventos importantes de nossa História.

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  • Arco do Telles

Meio escondido numa parte do Centro do Histórico do Rio de Janeiro está o Arco do Teles. Bares e restaurantes agradáveis e interessantes são encontrados no local, onde muitas pessoas desfrutam de um ambiente permeado de cultura e história.

O edifíco onde fica o Arco do Teles foi construído por volta de 1743, na mesma época da contrução da Casa dos Governadores que viria posteriormente a ser Paço Real. A construção também ficou a cargo do mesmo engenheiro militar, José Alpoim, que projetou e construiu o Paço Real.

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  • Praça XV

A Praça 15 atualmente leva o nome de 15 de Novembro em homenagem ao dia da Proclamação da República. Mas sua primeira denominação foi Largo do Carmo e posteriormente Largo do Paço. Antes da última mudança de nome, na segunda metade do século passado havia sido rebatizada de Praça D. Pedro II.

  • Paço Imperial

A Praça 15 é um dos locais mais antigos do Rio, tendo sido durante durante os tempos coloniais e do império o local de desembarque para quem chegava ao Rio, num tempo que o mar tinha importância fundamental para o transporte de passageiros. A Praça XV já foi o principal porto de embarque e desembarque dos governadores dos tempos coloniais e também utilizado pela família real e imperial.

A mais antiga construção do local é o certamente o Convento do Carmo, cujo prédio não pertence mais aos religiosos e tem outras ocupações, tendo sido usado por uma instituição de ensino até alguns anos atrás, e atualmente ocupado por órgãos públicos. Mas o edifício se mantém preservado, pelo menos quanto à sua aparência externa. Devido ao Convento do Carmo ter sido a primeira grande construção no local, era chamada inicialmente de Largo do Carmo.

Posteriormente, com a construção da Casa dos Governadores no local, que posteriormente foi chamada de Palácio dos Vice-Reis, mais tarde Palácio ou Paço do Rei com a vinda de D.João VI para o Brasil, e por último Paço Imperial após a proclamação da República, o local passou a ser chamada de longa data de Largo do Paço.

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  • Palácio de Tiradentes

O Palácio Tiradentes em estilo eclético-neoclássico, construído no início do século 20, onde existia a antiga Cadeia Velha e Câmara.

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  • Assembléia Legislativa do Estado do RJ (ALERJ)

Sua história começa em 12 de agosto de 1834, após a edição do Ato Adicional à constituição imperial de 1824, que prevê a criação do Município Neutro na área atualmente compreendida pela cidade do Rio de Janeiro, passando esta a ser separada administrativamente da província, a qual passaria a ter a mesma autonomia garantida às demais, apesar de permanecer aquele Município como primeiro distrito eleitoral da província fluminense, quando em votações para a Assembleia Geral, antecessora da atual Câmara dos Deputados.

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  • Central das Barcas

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  • Baía de Guanabara  A Baía de Guanbara é considerada por muitos a mais bela baía do mundo. Ao longo de seu contorno, estendem-se belezas naturais de formações únicas, assim como construções feitas pelo homem também se destacam neste cenário que merece ser conhecido.

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  • Museu Histórico Nacional

Fundado em 1922,  localiza-se na Praça Marechal Âncora, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

A partir do Forte de Santiago, na Ponta do Calabouço, a evolução do conjunto arquitetônico do Museu acompanhou a trajetória urbana da cidade do Rio de Janeiro. À fortificação inicial veio se juntar a Casa do Trem, destinada à guarda do “trem de artilharia”, conjunto de apetrechos bélicos usados na defesa da cidade, e, mais tarde, o Arsenal de Guerra.

No início do século XX o Arsenal é transferido para a Ponta do Caju, abrindo o caminho para a adaptação do conjunto para suas novas funções : Pavilhão das Grandes Indústrias da “Exposição Internacional de 1922“.

Por determinação do Presidente Epitácio Pessoa, o Pavilhão abrigou, em duas de suas salas, o núcleo inicial do Museu Histórico Nacional. Com o encerramento da Exposição, o Museu veio ocupando progressivamente toda a área.

Visando recuperar a arquitetura original, ampliar espaços destinados ao público, aprimorar os serviços oferecidos aos visitantes, democratizar o acesso dos mais diversos segmentos da sociedade e viabilizar uma circulação e um percurso adequados ao discurso museográfico, o conjunto arquitetônico que abriga o Museu passou, entre 2003 e 2006, por importantes obras de restauração e modernização.

Centro da Cidade
Centro da Cidade

Sambódromo da Marquês de Sapucaí

O Sambódromo foi projetado pelo arquiteto brasileiro mundialmente conhecido, o modernista Oscar Niemeyer. Ele foi  especialmente construído para o Desfile das Escolas de Samba e foi inaugurado em 1984.

Sendo feito de concreto, parece um pouco antigo para os olhos pós-modernos de hoje. Cercado por favelas, tem-se a impressão de abandono ao longo do ano, pois o espaço recebe poucos e pequenos eventos culturais alem do Carnaval.

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Maracanã Jornalista Mário Filho

O Estádio do Maracanã foi construído em 1950 para a Copa do Mundo do mesmo ano, e projetado para receber 166.369 espectadores. Atualmente após reformas, está apto a receber uma platéia de 114.145 assistentes

Na final da Copa de 1950 (Uruguai -2- x Brasil -1-) e no ultimo jogo de Pelé, estima-se que 200.000 pessoas se espremeram no estádio.

Foi recentemente reformado para a copa das confederações (2013), e copa do mundo (2014), onde sediou a épica final Alemanha (1) – Argentina (0).

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Final de 1950, Brasil 1, Uruguai 2

Corcovado

Localizado no alto do Morro do Corcovado, o monumento é a imagem brasileira mais conhecida no mundo. Considerado uma das sete maravilhas do mundo moderno, o Cristo Redentor recebe a visita de mais de 600 mil pessoas anualmente, pela centenária Estrada de Ferro do Corcovado, o passeio turístico mais antigo do país.

Inaugurado em 1884 pelo Imperador D. Pedro II, o Trem do Corcovado já levou papas, reis, príncipes, presidentes da república, artistas e cientistas em seus vagões.

É também um passeio ecológico. O trem atravessa a maior floresta urbana do mundo: o Parque Nacional da Tijuca, um pedaço da mata atlântica, considerado um exemplo de preservação da natureza.

E quem viaja pela Estrada de Ferro do Corcovado ajuda a manter a floresta: o trem é elétrico e, por isso, não polui; além disso, parte da arrecadação da bilheteria é destinada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) para a conservação da mata.

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Jardim Botânico do Rio de Janeiro

O Jardim Botanico do Rio de Janeiro, pode ser considerado uma reserva ecológica ou santuário ecológico, sendo um dos 10 mais importantes no mundo, abrigando espécies raras de plantas da flora brasileira e também de outros paises.

O Jardim Botânico foi fundado por ordem do Príncipe Regente D. João VI, em 1808, com fins de aclimatizar plantas trazidas das Índias Orientais. Uma das primeiras plantas a chegar foi a Palma Mater, uma das três mais antigas palmeiras Imperiais do jardim.

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Créditos Claudio Lara

Lagoa Rodrigo de Freitas e Praias do Leblon, Ipanema e Copacabana

Com 9,5 km de contorno, a Lagoa Rodrigo de Freitas está ligada ao mar pelo canal do Jardim de Alá, que separa o Leblon de Ipanema. Suas águas são o local preferido dos remadores. Por esse motivo, a lagoa é rodeada por clubes tradicionais do remo, como Flamengo e Vasco (sede náutica), e outros de lazer, como Caiçaras e Piraquê.

Às margens da lagoa, o público encontra ciclovia, pista de cooper, playground, quadras esportivas e um pequeno centro gastronômico com quiosques que oferecem de comida italiana à japonesa, além de música ao vivo à noite. Anexo está o Parque da Catacumba, que expõe ao ar livre 30 esculturas de artistas brasileiros e estrangeiros.

Desde 1995, a Lagoa Rodrigo de Freitas conta com o Parque Tom Jobim, que reúne áreas de lazer, esportes, gastronomia, entre outros. O espaço é tão democrático que abriga até o ParCão, um parque dedicado apenas ao caninos.

Nas Olimpiadas de 2016, a lagoa vai ser palco para os atletas olímpicos e paraolímpicos do remo, da canoagem velocidade e da paracanoagem.

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Pão de Açúcar

Em 1912, a inauguração de um caminho aéreo no Rio de Janeiro incluía no mapa turístico do Brasil empreendimento que se tornaria mundialmente famoso bondinho do pão de açúcar. Construído, operado e mantido pela Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, o complexo turístico Pão de Açúcar foi criado para o divertimento de milhares de pessoas num local privilegiado pela beleza panorâmica.

Marca registrada da cidade do Rio de Janeiro, o morro do Pão de Açúcar é uma montanha despida de vegetação em sua quase totalidade. É um bloco único de uma rocha proveniente do granito, que sofreu alteração por pressão e temperatura e possui idade superior a 600 milhões de anos.

Lendas do pão de açúcar, bem interessantes para leitura, aqui.

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Aqueduto da Carioca Arcos da Lapa

O Aqueduto da Carioca foi construído no século 18, entre os anos de 1725 e 1744, tendo as obras sido iniciadas pelo Governador Aires de Saldanha e Albuquerque. A primeira obra do aqueduto havia sido construída com canos de ferro que logo se deterioraram não resistindo à forte corrosão.

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Escadaria Selaron

Em 1990, o artista plástico chileno Jorge Selarón começou a revestir a escadaria que leva ao convento de Santa Teresa com um mosaico de ladrilhos de cerâmica nas cores verde, amarela, azul e branca. São 215 degraus ao longo de 125m, cobertos pelo chileno às custas do dinheiro de seu próprio bolso, o qual arrecadava por meio da venda de quadros.

A escadaria rendeu a Selarón o título de cidadão honorário do Rio de Janeiro em maio de 2005. Ao longo dos anos, seu trabalho foi visitado por milhões de pessoas, servindo, também, de palco para videoclipes, campanhas publicitárias e até cenário para uma edição da Playboy norte-americana. O clipe mais famoso que utilizou o local como cenário foi o de Michael Jackson. Segundo o artista, sua obra é “um tributo para o povo do Brasil”.

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REFERENCIAS

  • riodejaneiroaqui
  • camara.rj.gov.br
  • http://www.alerj.rj.gov.br
  • documentários do youtube
  • casafrancabrasil.rj.gov.br
  • corcovado.com.br
  • guiadasemana.com.br