CRÍTICA AO MINIONS!

Bu ta na ma ka! Bi Do Nanna, Me want ba banana! luk en tu!

Haha, não entendeu nada? Azar! Essa é a linguagem minion! Bom, Sexta-feira passada, no dia 17, fui a moviecom aqui em Jundiaí assistir ao filme Minions, da franquia Meu Malvado Favorito!


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Minions
  • Diretor: Pierre Coffin e Kyle Balda
  • Elenco: Bob, Stuart e Kevin
  • Duração: 91 minutos
  • OrçamentoUS$ 170 milhões

SINOPSE

Seres amarelos unicelulares e milenares, os minions têm uma missão: servir os maiores vilões. Em depressão desde a morte de seu antigo mestre, eles tentam encontrar um novo chefe. Três voluntários, Kevin, Stuart e Bob, vão até uma convenção de vilões nos Estados Unidos e lá se encantam com Scarlet Overkill (Sandra Bullock), que ambiciona ser a primeira mulher a dominar o mundo.


RESUMO DA CRÍTICA

  Referência temos aos montes, Mr. Bean que mal utiliza a compreensão das falas e mesmo assim nos faz gargalhar aos montes, os dinossauros, revolução francesa, Os Beatles no mundialmente conhecido Abbey Road, até a própria crise de 29! Os minions tristes em uma caverna de gelo me fez pensar e até demais naquela época! Mas tudo bem, pode acabar sendo opinião minha, mas tem também Kevin, Stuart e Bob tem muito das 3 adoráveis crianças de Gru!  Eles não amarelam mesmo com todos os holofotes focados neles!

  Insere na biografia dos minions várias referências à cultura pop e a fatos históricos que ajudam a estabelecer uma ligação hilária com a realidade. A direção da dupla Kyle Balda e Pierre Coffin acerta ao ditar o ritmo por meio de gags visuais. É recomendável ficar até o fim dos créditos no cinema, pois acreditem, é uma referência aos pós créditos da Pixar e Marvel! Mentira, mas fiquem até o final das letrinhas.


CRÍTICA 

 Depois de serem coadjuvantes nas duas animações da franquia “Meu malvado favorito”, finalmente os minions ganham seu próprio longa, o que acho um tanto quanto equivocado, pois as origens, em minha opinião, deveriam sempre ser o primeiro das sagas (Planeta dos macacos e Transformers mostram o que quero dizer com isso). As criaturinhas cilíndricas, que se expressam por meio de ações, expressões e falas misturadas espanhol, francês, italiano, inglês e minionense, já têm uma legião de fãs ao redor do planeta. Além de divertir as crianças com as confusões que criam, eles atraem os adultos pela maneira anárquica como se comportam. Muito desse humor lembra o estilo de comédia de Harpo, dos Irmãos Marx.
Na trama, Kevin recruta Stuart e Bob para ir atrás de um novo vilão, tendo em vista que eles estão a muito tempo sem um novo vilão ao qual pudessem chamar chefe!
 Os 3 partem em uma jornada até NY, onde lá descobrem uma convenção de vilões em Orlando! Os Minions Stuart, Kevin e Bob vão até a convenção pegando uma carona um tanto quanto suspeita, uma família de ladrões que se orgulham o filme todo dos 3 amarelinhos! Ao chegarem no festival, são recrutados por Scarlet Overkill, uma supervilã que, ao lado do marido, o inventor Herb, quer colocar em prática seu plano de poder. Apesar de pouco original, a narrativa funciona graças à conduta hilária e frenética dos pequenos seres amarelos.

  A animação escrita por Brian Lynch (“Gato de Botas”, 2011) aborda os minions desde a origem, na pré-história e ao longo de acontecimentos mais recentes, com um prólogo que é garantia de diversão. Lynch ilustra a tendência nonsense que os fofinhos têm de servir a alguma figura nefasta, um ditador, um tirano, mas sempre com resultados pouco amigáveis para seu “chefe” (uma das poucas palavras inteligíveis que eles pronunciam). Além disso, insere na biografia dos minions várias referências à cultura pop e a fatos históricos que ajudam a estabelecer uma ligação hilária com a realidade. A direção da dupla Kyle Balda (“O Lorax: em busca da trúfula perdida”, 2012) e Pierre Coffin (os dois filmes “Meu malvado favorito”) acerta ao ditar o ritmo por meio de gags visuais. É recomendável ficar até o fim dos créditos no cinema.
NOTA: 3.8
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