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CRÍTICA AO MINIONS!

Bu ta na ma ka! Bi Do Nanna, Me want ba banana! luk en tu!

Haha, não entendeu nada? Azar! Essa é a linguagem minion! Bom, Sexta-feira passada, no dia 17, fui a moviecom aqui em Jundiaí assistir ao filme Minions, da franquia Meu Malvado Favorito!


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Minions
  • Diretor: Pierre Coffin e Kyle Balda
  • Elenco: Bob, Stuart e Kevin
  • Duração: 91 minutos
  • OrçamentoUS$ 170 milhões

SINOPSE

Seres amarelos unicelulares e milenares, os minions têm uma missão: servir os maiores vilões. Em depressão desde a morte de seu antigo mestre, eles tentam encontrar um novo chefe. Três voluntários, Kevin, Stuart e Bob, vão até uma convenção de vilões nos Estados Unidos e lá se encantam com Scarlet Overkill (Sandra Bullock), que ambiciona ser a primeira mulher a dominar o mundo.


RESUMO DA CRÍTICA

  Referência temos aos montes, Mr. Bean que mal utiliza a compreensão das falas e mesmo assim nos faz gargalhar aos montes, os dinossauros, revolução francesa, Os Beatles no mundialmente conhecido Abbey Road, até a própria crise de 29! Os minions tristes em uma caverna de gelo me fez pensar e até demais naquela época! Mas tudo bem, pode acabar sendo opinião minha, mas tem também Kevin, Stuart e Bob tem muito das 3 adoráveis crianças de Gru!  Eles não amarelam mesmo com todos os holofotes focados neles!

  Insere na biografia dos minions várias referências à cultura pop e a fatos históricos que ajudam a estabelecer uma ligação hilária com a realidade. A direção da dupla Kyle Balda e Pierre Coffin acerta ao ditar o ritmo por meio de gags visuais. É recomendável ficar até o fim dos créditos no cinema, pois acreditem, é uma referência aos pós créditos da Pixar e Marvel! Mentira, mas fiquem até o final das letrinhas.


CRÍTICA 

 Depois de serem coadjuvantes nas duas animações da franquia “Meu malvado favorito”, finalmente os minions ganham seu próprio longa, o que acho um tanto quanto equivocado, pois as origens, em minha opinião, deveriam sempre ser o primeiro das sagas (Planeta dos macacos e Transformers mostram o que quero dizer com isso). As criaturinhas cilíndricas, que se expressam por meio de ações, expressões e falas misturadas espanhol, francês, italiano, inglês e minionense, já têm uma legião de fãs ao redor do planeta. Além de divertir as crianças com as confusões que criam, eles atraem os adultos pela maneira anárquica como se comportam. Muito desse humor lembra o estilo de comédia de Harpo, dos Irmãos Marx.
Na trama, Kevin recruta Stuart e Bob para ir atrás de um novo vilão, tendo em vista que eles estão a muito tempo sem um novo vilão ao qual pudessem chamar chefe!
 Os 3 partem em uma jornada até NY, onde lá descobrem uma convenção de vilões em Orlando! Os Minions Stuart, Kevin e Bob vão até a convenção pegando uma carona um tanto quanto suspeita, uma família de ladrões que se orgulham o filme todo dos 3 amarelinhos! Ao chegarem no festival, são recrutados por Scarlet Overkill, uma supervilã que, ao lado do marido, o inventor Herb, quer colocar em prática seu plano de poder. Apesar de pouco original, a narrativa funciona graças à conduta hilária e frenética dos pequenos seres amarelos.

  A animação escrita por Brian Lynch (“Gato de Botas”, 2011) aborda os minions desde a origem, na pré-história e ao longo de acontecimentos mais recentes, com um prólogo que é garantia de diversão. Lynch ilustra a tendência nonsense que os fofinhos têm de servir a alguma figura nefasta, um ditador, um tirano, mas sempre com resultados pouco amigáveis para seu “chefe” (uma das poucas palavras inteligíveis que eles pronunciam). Além disso, insere na biografia dos minions várias referências à cultura pop e a fatos históricos que ajudam a estabelecer uma ligação hilária com a realidade. A direção da dupla Kyle Balda (“O Lorax: em busca da trúfula perdida”, 2012) e Pierre Coffin (os dois filmes “Meu malvado favorito”) acerta ao ditar o ritmo por meio de gags visuais. É recomendável ficar até o fim dos créditos no cinema.
NOTA: 3.8

CRÍTICA AO TERMINATOR GENISYS

Aqui estou eu em mais um dia, sobre o olhar sanguinário da minha filha..

Semana passada, no dia 7, fui a moviecom aqui em Jundiaí assistir ao filme O Exterminador do Futuro: Gênesis, mais uma sequencia da grande saga Terminator!


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Terminator Genisys
  • Diretor: Alan Taylor
  • Elenco: Arnold Schwarzeneger, Emilia Clarke e Jason Clarke
  • Duração: 126 minutos
  • OrçamentoUS$ 170 milhões

SINOPSE

Em 2029, a resistência humana contra as máquinas é comandada por John Connor (Jason Clarke). Ao saber que a Skynet enviou um exterminador ao passado com o objetivo de matar sua mãe, Sarah Connor (Emilia Clarke), antes de seu nascimento, John envia o sargento Kyle Reese (Jai Courtney) de volta ao ano de 1984, na intenção de garantir a segurança dela. Entretanto, ao chegar Reese é surpreendido pelo fato de que Sarah tem como protetor outro exterminador T-800 (Arnold Schwarzenegger), enviado para protegê-la quando ainda era criança.


RESUMO DA CRÍTICA

Entre os festivais de explosões e tiros para todo lado, que são razoáveis, a graça é ver o velho Arnold soltando frases de efeito e abrindo seu sorriso de ciborgue feliz, aqui e ali. “Gênesis” combina elementos do primeiro filme, com outros do segundo, finge que o terceiro não aconteceu (ufa!) e potencializa a transformação do homem em máquina, tema do quarto longa (do qual Schwarzenegger não participou) – algo muito beneficiado aqui pelos efeitos digitais.


CRÍTICA 

O ano é 1984, e Sarah Connor é uma garçonete tentando pagar seus estudos. Assim a define John Connor (Jason Clarke) no futuro, prestes a mandar um colega – na verdade, como sabe qualquer um que conheça a sérieO Exterminador do Futuro, o seu pai, Kyle Reese – para aquela época, a fim de evitar que a moça seja exterminada por um ciborgue interpretado por Arnold Schwarzenegger. Até aí, O Exterminador do Futuro: Gênesis, o quinto filme da série, segue mais ou menos alinhado com o que se sabe até então sobre o enredo da franquia.
Mas teremos algumas reviravoltas. Sarah não é mais interpretada por Linda Hamilton, mas pela inglesa Emilia Clarke (da série Game of Thrones), e Kyle, pelo australiano Jai Courtney (Divergente). Essas, na verdade, são as menores transformações. Ao chegar nos neoliberais anos de 1980, o rapaz descobre que a moça não é mais uma indefesa garçonete, e que tem o Exterminador como seu principal protetor. Ah, e ela o chama de Papi.
A dupla de roteiristas do filme – Laeta Kalogridis e Patrick Lussier – e seu diretor, Alan Taylor (Thor: O Mundo Sombrio), subvertem o tempo e a mitologia da série, recriando (quase do zero) a narrativa. O fato da chegada do Exterminador a 1984 ser idêntica àquela do primeiro filme (não por acaso, lançado naquele mesmo ano) é apenas um truque para mostrar que a história pode ser reescrita pelos vencedores.
Gênesis combina elementos do primeiro filme, com outros do segundo, finge que o terceiro não aconteceu (ufa!) e potencializa a transformação do homem em máquina, tema do quarto longa (do qual Schwarzenegger não participou) – algo muito beneficiado aqui pelos efeitos digitais. Cerca de 3 milhões de pessoas morreram em 29 de agosto de 1997, dia do Juízo Final, quando a Skynet providenciou o seu apocalipse, tomou o poder e oprimiu os humanos. Três décadas depois, as máquinas estão perdendo a guerra, graças à liderança do revolucionário John, cujo rosto está marcado pelas cicatrizes dessa batalha. Ciente dessa derrota, Skynet envia um exterminador para matar Sarah. E os rebeldes, mandam Kyle para evitar que isso aconteça. No minuto em que o rapaz está sendo enviado para o passado, algo acontece com o líder e tudo será alterado.
É preciso entrar na lógica das camadas de tempo propostas pelo filme para que sua trama funcione. Ao seu modo, tudo faz sentido, por mais que as viagens no tempo pareçam aleatórias e despropositadas. Talvez nada seja muito coerente para quem não é familiarizado com a série, e com suas mitologias – embora, na verdade, este filme parta de uma reescritura de tudo isso.
Agora, o apocalipse da Skynet foi adiado para 2017, e é para lá que Sarah e Kyle (que ainda não sabe que será o pai de John) precisam ir. O Exterminador, ou melhor, Papi, os ajuda na viagem e passará as três décadas esperando pela chegada deles. No futuro ao qual chegam, a rede domina o mundo – tudo está sincronizado, de modo que ela possa ter acesso a todos os dados de todas as pessoas. Em poucos dias, a Skynet lançará uma novidade, que é apresentada como uma criança crescendo. Relógios espalhados pelo mundo fazem a contagem regressiva para o dia do apocalipse.
A partir daí, Gênesis subverte a narrativa da série, dando novo perfil aos personagens, reescrevendo a história. A questão é: quem domina essa reescritura – em outras palavras: quem é o vencedor? Se o papel de John muda radicalmente, de quem depende, então, o futuro da humanidade? E se Kyle e Sarah não se “acasalarem” (usando as palavras de Papi)? O filme, às vezes, desperdiça algumas dessas possibilidades, e perde um pouco da energia e do potencial em sua segunda metade – mas, ainda assim, reflete o seu tempo.
Schwarzenegger, curiosamente, serve como uma espécie de alívio cômico aqui. Seu lema é “Velho, mas não obsoleto”, e encarnando muito bem o espírito da sociedade tecnológica de nossa época, pautada pela obsolescência programada – quando eletroeletrônicos se tornam rapidamente defasados (embora, a rigor, funcionem perfeitamente), a ponto de alavancar um consumo desenfreado. A dominação da máquina em nosso tempo é a demanda incessante de trocar equipamentos que se tornam “descartáveis” cada vez mais cedo. Nesse sentido, o verdadeiro revolucionário e “líder” da resistência é o próprio Exterminador.
 Crítica feita por Alysson Oliveira
NOTA: 3

CRÍTICA AO JURASSIC WORLD

Aqui estou eu em mais um dia, sobre o olhar sanguinário da minha tia..

Ontem (13), fui ao cinépolis aqui em Jundiaí assistir ao filme Jurassic World, mentira, NÃO, ESPERA, FUI REALMENTE ASSISTIR JURASSIC WORLD, ALELUIA!


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Jurassic World
  • Diretor: Colin Trevorrow (S.S)
  • Elenco: Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Ty Simpkins e Irrfan Khan
  • Duração: 125 minutos
  • OrçamentoUS$ 180 milhões

SINOPSE

O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar (Costa Rica), enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta, logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana.


RESUMO DA CRÍTICA

Esqueça o roteiro banal e seus protagonistas humanos, como o tradicional casal que não se bica e depois se une, duas crianças com um drama familiar, o cientista “do mal”, o rebelde solitário, etc. “Jurassic World” é dos dinossauros e sua função é nos entreter com eles. […] A adrenalina é garantida.


CRÍTICA

Quem assistiu a “Jurassic Park – Parque dos Dinossauros” à época de seu lançamento (1993) jamais esqueceu. Afinal de contas, Steven Spielberg realizava o sonho de toda uma geração, levando para as telas criaturas que a tecnologia disponível até então ainda não havia permitido reconstruir com detalhes. Com a maestria de quem entende de entretenimento como ninguém, o cineasta criava o clima perfeito para que enfim nos apresentasse um tiranossauro rex em toda a sua magnitude, derrubando queixos e arregalando olhos.

É com um senso de reverência que Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros  chega aos cinemas, com diversos momentos que homenageiam o filme de 1993, da trilha sonora a uma disposição literal para a nostalgia. Esse respeito serve, antes de mais nada, como uma espécie de desculpa, porque o longa do diretor Colin Trevorrow basicamente refaz o filme de Steven Spielberg e atualiza cenários e dinossauros com muita computação gráfica.

Seja nas dinâmicas entre os personagens ou nas viradas do clímax, tudo emJurassic World serve de releitura e de apresentação da franquia para uma nova geração. Estão lá os irmãos pequenos que se perdem no parque, está também a tensão amorosa entre os protagonistas Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, e uma combinação de vilões, do militar ao técnico mal intencionado.

A própria trama revisita a premissa do original, com cientistas que “brincam de Deus” e modificam animais geneticamente para se adequar aos seus propósitos – desta vez, o propósito mercadológico não é botar o parque para funcionar (o Jurassic World já está ativo há anos neste filme) mas criar dinossauros mais ferozes para manter o interesse do público que já se acostumou com as atrações jurássicas.

Surge então o Indominus Rex, híbrido que toca o terror no parque e torna este filme mais próximo dos longas de horror de multidão como o recente Piranha do que os terrores mais íntimos de Spielberg, como Tubarão. A multiplicação dos animais é possível via computação gráfica, que combinada com bichos animatrônicos nos close-ups gera criaturas visualmente competentes. Embora Jurassic World seja uma mistura de remake e continuação, é das sequências que ele toma sua regra de ouro: tudo sempre mais e maior.

Resta aos humanos performar papéis que, em nenhum momento, fogem dos estereótipos que lhes cabem. Nesse sentido, Jurassic World é muito parecido com o livro de Michael Crichton que deu origem à franquia: cabe aos homens de força, como um bom caçador, proteger as fêmeas e se impor sobre os outros machos. EmJurassic World, o mundo dos homens não é tão diferente assim do reino dos animais.


Crítica do site OMELETE

Nota: 4.0

CRÍTICA AO FILME DBZ: RENASCIMENTO DE FREEZA!

Aqui estou eu em mais um dia, sobre o olhar sanguinário da tia..

Quarta-feira (24), fui ao cinépolis aqui em Jundiaí assistir ao filme Jurassic World, mentira, novamente fui impossibilitado de ver esse filme, enfim, fui assistir Dragon Ball Z: Fukkatsu no F, uma das estreias de junho.


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Dragon Ball Z: Fukkatsu no F
  • Diretor: Tadayoshi Yamamuro
  • Elenco: Os malditos sayajins
  • Duração: 93 minutos
  • Orçamento: –

SINOPSE

Sorbet e Tagoma, dois remanescentes do exército de Freeza, chegam à Terra em busca das Esferas do Dragão. A ideia é reuni-las para ressuscitar seu antigo líder, que faleceu após uma batalha contra Goku. O plano é bem-sucedido e, com isso, Freeza retorna disposto a se vingar. Para tanto ele se prepara durante meses, de forma que possa reencontrar Goku no auge do seu poder.


RESUMO DA CRÍTICA

O diretor estreante Tadayoshi Yamamuro concebe batalhas de maiores proporções territorial, mas fica devendo quando se fala em impacto. Tendo o público infantil como alvo principal, a fita não abre margem para nenhum duelo com maior grau de violência ou mesmo uma trama mais interessante.


CRÍTICA

Quando uma grande franquia de sucesso migra da telinha para a telona, é costume perguntar se o novo material irá se sustentar sozinho ou precisará de um prévio conhecimento. Foi assim com o recente “Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses” (2013), que neste aspecto demonstrou certa carência, pelo fato dos chistes rimarem com o jeito dos protagonistas, ainda que transmitisse de maneira expositiva óbvias informações do cânone do anime.

Diferente deste “Dragon Ball Z: O Renascimento de Freeza”, que parece ignorar qualquer apresentação e traz como foco a volta do vilão mais icônico da série, que por sinal é o único que tem sua história apresentada através de alguns flashbacks.

Reaproveitando novamente o mote das Esferas do Dragão, onde, através do desejo de seu remanescente exercito, Freeza é ressuscitado por Shenlong. E tem agora um objetivo: se vingar daqueles que o mataram, ou seja, Goku e companhia. Desta vez o monstro está mais forte e apresenta uma nova forma de luta, assim como o próprio Kakaroto e o impagável anti-herói Vegeta. Estes que treinam com os inimigos do longa anterior, Bills e Wiss. Contando com um incrível número de guerreiros, Freeza ataca a Terra e a partir daí se inicia um combate incessante contra o sayajin e seus amigos.

Dessa forma, apostando basicamente nos confrontos, o diretor estreante Tadayoshi Yamamuro concebe batalhas de maiores proporções territorial, mas fica devendo quando se fala em impacto. Tendo o público infantil como alvo principal, a fita não abre margem para nenhum duelo com maior grau de violência ou mesmo uma trama mais interessante. Até mesmo as gags cômicas mostram-se bobinhas, são poucas as tiradas realmente hilárias, e quando surgem estão diretamente ligadas a persona das figuras aludidas.

A qualidade gráfica da animação mantém o bom nível de definição da obra anterior, mas está aquém na movimentação das cenas. A concepção visual das novas formas do herói e do vilão soa pouco inspiradora, se limitando a dar apenas novas tonalidades de cor. Já a dublagem brasileira dirigida por Wendel Bezerra, que escalou todas as vozes já conhecidas do anime original, mostrou-se novamente excepcional. Todos os dubladores levam a sério o trabalho porque gostam e respeitam os personagens que interpretam.

No mais, “Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza” é um filme que deve divertir o publico infantil e até agradar marinheiros de primeira viagem, por sua proposta simples e despretensiosa, mas que dificilmente deixará satisfeito os antigos fãs do anime. Até porque, dos quinze longas e seis OVAs já produzidos, tivemos produtos mais audaciosos. O lado bom disso tudo é a celebração em escala mundial da clássica e querida franquia de Akira Toriyama, que ainda vai dar muitos frutos – o caso da nova série “Dragon Ball Super“, que continua os eventos pós-Majin Boo e tem data de estreia ainda para esse ano.


NOTA: 2.0

Referência a críticahttp://cinemacomrapadura.com.br/criticas/388425/dragon-ball-z-o-renascimento-de-freeza-2015-um-fraco-retorno/

jara

CRITICA A MAD MAX!

Aqui estou eu em mais um dia, sobre o olhar sanguinário da guria..

Ontem (17), fui ao cinépolis aqui em Jundiaí assistir ao filme Jurassic World, mentira, Mad Max, Fury Road, a grande estréia de maio. (Estou um pouco atrasado não?)


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Mad Max, Fury Road
  • Diretor: George Miller
  • Elenco: Tom Hardy, Chralize Theron, Zoë Kravitz
  • Duração: 120 minutos
  • OrçamentoUS$ 100 milhões

SINOPSE

Após ser capturado por Immortan Joe, um guerreiro das estradas chamado Max (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa se salvar um grupo de garotas. Também tentanto fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo.


RESUMO DA CRÍTICA

Hardy não tem apelo algum. Canastrão, não é fraco apenas interpretando, é ruim brigando também. Nada heroico. A trama não chega a caracterizar um roteiro completo, tendo em vista as pouquíssimas falas durante o filme, ou o cenário pós-apocalíptico. É uma sequência de perseguições no deserto. Imagine um faroeste em que a diligência é perseguida pelos apaches o tempo todo.


CRÍTICA

É uma ação vazia, é um monopólio sobre a água por parte do Immortan Joe (um dos poucos pontos que gostei, afinal, crítica a gastança de água, e mostra que é um bem finito, onde muitos irão matar e morrer por ela, talvez uma possível guerra venha a vir pela água em um futuro próximo)

A vantagem, no entanto, é restrita à evolução da técnica. Assim como muitos de seus contemporâneos que também aderiram ao 3D, a quarta longa da série é um super filme de ação e ponto. Eis aí a dor e a delícia desta saga. São 120 minutos de fugas e perseguições esquizofrênicas que você vê e se pergunta como conseguiram fazer isso. Praticamente um desempenho interminável, em cenário pós-apocalíptico, com direito a flertes com shows de rock por um boneco (?), um cardápio variado de explosões e, curiosamente, pouco sangue, até mesmo para uma das Victoria Secret’s que pariu durante o filme.

Estrada da Fúria foi pensada para ser assim, sem diálogos, e, se bobear, perde-se até o fôlego no cinema. A proposta era ousada: não sendo uma continuação, a quarta longa tinha a missão de reformatar seu herói usando elementos das tramas anteriores. À medida que decide suprimir a palavra, é preciso que a forma dê conta de transmitir a história. Não é esse o caso.

O problema é que a obsessão pela forma é tão grande que os novos espectadores da saga de Max Rockatansky ficam a ver navios. Ou se concentra – e vibra com as peripécias das perseguições – ou se boia completamente na trama. Vale dar um Google para saber do que se trata. George Miller não conta nada. Apresenta-se um espetáculo visual e, dele, quem quiser que deduza a história, interprete seus heróis e anti-heróis. Em resumo, é uma obra para degustação de fãs experientes.

Os motivos que levaram a imperatriz Furiosa (Charlize Theron) a preparar um caminhão-tanque e sair disparada pelo deserto são tão ocultos quantos aqueles que envolvem a captura de Max (Tom Hardy) e seu confinamento em uma espécie de estufa de extração de sangue. Também é uma incógnita a idolatria ao vilão Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne), o culto às mulheres (que, aliás, mais parecem ter sido selecionadas para um editorial de revista de moda do que para um filme de ação).

Tom Hardy é bem sem sal, a ponto de você não acreditar em nada do que ele diz ou faz. Ou seja, é até sacanagem comparar com Mel Gibson, que tem nesse personagem uma das imagens-ícone de sua carreira. Charlize Theron tem olhar mais expressivo, mas, ainda assim, parece amarrada na sisudez de Furiosa.

Os carros, que já são marcas registradas da franquia Mad Max, continuam grandes, potentes e empoeirados, sem nada daquela frescura de colocar uma Ferrari entre outros moderninhos caros. Foi um prato cheio para as explosões. De tão recorrentes, porém, vão perdendo força com o passar da trama. Cabe à trilha sonora a função de tentar sustentar a ‘‘emoção’’ do espectador.

Em meio a tanta pirotecnia, a principal atualização de conteúdo feita pelo diretor George Miller é, aliás, bem sintonizada com a realidade brasileira: “Não fiquem dependentes da água. Sofrerão com a ausência dela”, avisa Immortan Joe.

Nota: 2.5


Crédito da crítica cuja qual concordei 98%, aqui. Alguns dos trechos modificados genética e genéricamente.

TOMORROWLAND, UM LUGAR ONDE NADA É IMPOSSÍVEL! #CRÍTICA

Aqui estou eu em mais um dia, sobre o olhar sanguinário do vigia..

Ontem (5), fui ao cinépolis aqui em Jundiaí assistir ao filme Tomorrowland, um lugar onde nada é impossível, a grande estréia da semana.


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Tomorrowland
  • Diretor: Brad Bird
  • Elenco: George Clooney, Hugh Laurie, Britt Robertson
  • Duração: 129 minutos
  • OrçamentoUS$ 120 milhões

SINOPSE

Casey Newton (Britt Robertson) é uma adolescente com enorme curiosidade pela ciência. Um dia, ela encontra um pequeno broche que permite que se transporte automaticamente para uma realidade paralela chamada Tomorrowland, repleta de invenções futuristas visando o bem da humanidade. Ela logo busca um meio de chegar ao lugar e, no caminho, conta com a ajuda da misteriosa Athena (Raffey Cassidy) e de Frank Walker (George Clooney), que esteve em Tomorrowland quando garoto mas hoje leva uma vida amargurada.


CRÍTICA

Eu levantei MUITAS expectativas para o filme, você não tem noção!

Diretor de dois grandes sucessos da Pixar (Os Incríveis e Ratatouille) Brad Bird sempre se mostrou um bom contador de histórias e um fervoroso defensor da excelência e da criatividade. E em seu segundo longa-metragem com atores reais (o primeiro foi Missão Impossível – Protocolo Fantasma), Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível, ele, de certa forma, tenta reforçar esses princípios.

Pode-se dizer que, de maneira geral, ele mandou bem nesse quesito. Baseado em uma ala dos parques da Disney, o filme realmente conta uma boa história de aventura, onde a jovem Casey Newton (Britt Robertson) tenta descobrir mais sobre um lugar futurístico que viu após tocar em um pin (ou broche), que recebeu da pequena Athena (Raffey Cassidy).

Tirando sua longa apresentação, que é mostrada de maneira arrastada, o filme se apresenta como um entretenimento astuto, principalmente por alimentar boas doses de mistérios até o final da trama. E isso é bom, pois desperta a curiosidade do espectador e o faz ficar atento com tudo o que acontece na história.

O elenco também contribui nesse ponto. Com nomes de peso, como George Clooney e Hugh Laurie, Bird, com uma direção segura, deixa seu time de atores bem entrosado, o que faz a trama ficar bem mais dinâmica e agradável de se ver. E isso se deve, principalmente, a dupla Robertson e Cassidy. Em um momento em que as mulheres mostram a cada filme – e Mad Max: Estrada Da Fúria está aí para provar isso – que não estão brincando de casinha, as duas demonstram uma intensidade admirável na hora de transmitir as nuances de suas personagens.

O filme começa com Frank Walker (Clooney), um apaixonado por ciência, contando para uma plateia como foi parar em Tomorrowland, um lugar futurístico e belíssimo, quando ainda era um menino. Depois, a bem mais nova Casey passa a falar sobre a sua história e diz como ficou admirada ao entrar em uma espécie de realidade paralela após tocar um pin, que acabou parando em sua mochila. (o que deve acabar se tornando o comercial para que os ‘sonhadores e criativos’ entrem em tal projeto.)

A partir daí, ela é convocada por Athena, uma menina que carrega muitos mistérios, para encontrar o velho Frank, que é agora um sujeito desiludido. Juntos, devem arranjar um jeito de voltar para Tomorrowland, que está longe de ser o mesmo lugar do início da história.

Mesmo com um roteiro coerente e um desenvolvimento de personagens razoável, o longa não consegue escapar dos rótulos Disney, que sempre veem a necessidade de deixar uma mensagem de vida para o espectador – Vingadores está aí para mostrar, leve como base, sempre tem que ter um final feliz e mágico onde todos se perdoam e blá blá blá-. Claro que é fundamental a história deixar algum tipo de lição, mas, no caso desse filme, há uma preocupação excessiva de plantar uma moral, o que desvia o foco do espectador e torna a obra infantil demais para um adulto e adulto demais para uma criança. Isso é ruim, pois faz com que o filme perca um pouco da sua identidade.

Para compensar, a edição de Walter Murch e Craig Wood é ágil e competente o suficiente para que o espectador não fique alimentando o tempo todo as mensagens implantadas pelo estúdio enquanto assiste ao filme.

Entre erros e acertos, Tomorrowland não é a excelência que seu diretor defende, mas se apresenta como uma ótima opção de entretenimento, pois é um filme convincente, com ideias legais e, acima de tudo, com um coração otimista. Mais uma vez, Bird mostra que sabe contar história e, para isso, nada melhor do que uma trama envolvente e alegre.

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