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GEOGRAFIA, AULA 1

Olá, meus queridos monstrinhos!

Vou publicar o conteúdo da primeira aula de Geografia, do módulo IV.

O Material foi cedido pelo docente César, e espero que vocês possam aprender um pouquinho sobre!


O Que é Geografia?

Geo = Terra
Grafia = Escrita

É a ciência que descreve o planeta em seus aspectos físicos (naturais) e humanos (Sociais/culturais)

Seu objeto de estudo é o ESPAÇO GEOGRÁFICO.


O que é espaço geográfico?

Espaço geográfico = Elementos sociais + Elementos Naturais

Exemplo, Santiago do Chile
Exemplo, Santiago do Chile

Os Elementos invisíveis.

São elementos que compõem o espaço geográfico e não percebemos em nosso meio.

O Som do coração, 2007


Conceitos Geográficos

Lugar = Elementos naturais + Elementos sociais + Afetividade (sentimento de pertencimento a determinado lugar).

Casas de esquimós, no Alasca, EUA
Exemplo, casas de esquimós, no Alasca, EUA

Paisagem = Elementos naturais + Elementos sociais.

Turista no Machu Picchu
Exemplo, uma turista no Machu Picchu

Região = Determinada área com características naturais e sociais que a diferenciam de áreas vizinhas.

Flórida, EUA
Exemplo, a Flórida, EUA

Território = Espaço delimitado em função das relações de poder decorrentes do interesse que estas despertam nas sociedades.

I love Paraisópolis.. tá bom, SP
Exemplo da favela de Paraisópolis, SP

Rede = Conexão entre os mais diversos pontos do globo terrestre. (Globalização)

Escala = Diferentes níveis de análise, saindo do global em direção ao local.

Região vale do aço, MG
Exemplo do mapa da Região vale do aço, MG

Observação sobre escala;

A escala representa que cada centímetro no papel corresponde a 3 km na superfície real.


Olhar Geográfico

O espaço, O tempo, Análise da paisagem.

Anima mundi, a roda.

Os conceitos geográficos deste vídeo que eu notei.

O lugar vai se transformando conforme o tempo, o território muda conforme os novos meios de vida passam a habitar a região, a escala de tempo passa a ser mais veloz quando os humanos chegam, os mesmos tem um tempo muito mais acelerado do que a natureza, e acabam modificando tudo por lá, transformando o lugar das pedras em uma paisagem.


Formas de Análise: Espaço Natural

Sem Título-2

Espaço natural é aquele espaço produzido apenas pela natureza, exemplo do Grand Canyon. Nele não ocorreu nenhuma interferência humana ou nenhuma transformação realizada pelo homem. Levou milhões de anos para a natureza formar uma das maravilhas do mundo, dependeu muito do Clima, da Hidrografia (o Rio Colorado), a vegetação (formadas por iuca e diversos tipos de cactos), e o relevo, que é cerca de 1,5km de altura.


Formas de Análise: Espaço Cultural

Sem Título-2

Tradição = herança cultural, legado de crenças, técnicas etc. de uma geração para outra

Economia = A Geografia Econômica é o estudo da diversidade de condições econômicas sobre a Terra. A economia de uma área geográfica pode ser influenciada pelo clima, pela geologia, Geografia Econômica e também pelos fatores político-sociais.

Patrimônio = Uma herança

Ética = São princípios, que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano, refletindo a respeito da essência das normas, valores, prescrições e exortações presentes em qualquer realidade social.

Política = Forma de governar uma cidade no caso.

Religião = Um valor individual que forma um grupo de indivíduos.

Exemplo usado pelo profº foi os Hindus, que levam comida para o cemitério e as vezes são debochados por turistas que não seguem a religão, os quais dizem que o morto não irá levantar e comer a comida deixada. A forma de resposta apresentada por ele foi de quebrar as pernas desses desrespeitosos;

Quando você deixa as flores no cemitério, eles também não vão levantar do túmulo e cheira-las.

Moral = Que denota bons costumes segundo os preceitos estabelecidos por um determinado grupo social.


Relação entre Geografia e o Guia de Turismo.

No trabalho, os guias podem esbanjar algumas curiosidades sobre geografia, que seria um diferencial!

O relevo, as nuvens, escalas de mapa, explicar sobre montanhas (que por acaso não existem no Brasil), pequenas curiosidades que o tornam “único”e dão destaque ao profissional.

A geografia entra também nos mapas, um guia precisa saber lidar com a leitura e interpretação de mapas.


Sustentabilidade: suprir as necessidades atuais, sem prejudicar as gerações futuras.

Os guias de turismo são agentes facilitadores da informação, portanto, devem ser o exemplo máximo em uma viagem, e não devem ser exemplo apenas em viagens, mas também, no dia a dia.


Referências

AB`SABER, Aziz. O que é ser geógrafo?. Rio de Janeiro. Editora: Record. 2007.
PNUMA. Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
SANTOS, M. Pensando o espaço e o homem. São Paulo. Editora: Hucitec. 2007.
TEIXEIRA, Wilson et al. Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009.


Sei que coloquei coisas demais, mas foi o conteúdo da primeira aula inteira do professor Cesar, uma excelente aula!

Espero que tenham absorvido algo monstrinhos, pois o conhecimento, nunca é demais!

CASA ROSA, SEU FUTURO É INCERTO!

Audiência pública encaminha tombamento da ‘Casa Rosa’

Em um evento histórico na Câmara Municipal, a Prefeitura de Jundiaí e o Conselho Municipal do Patrimônio Artístico e Cultural (Compac) encaminharam na noite dessa quarta-feira (6/5/15) o processo de tombamento da “Casa Rosa”, como é conhecido o casarão remanescente do estilo chamado eclético do início do século 20 localizado no trecho da rua Barão de Jundiaí que envolve referências como o antigo Grupo Escolar Siqueira de Moraes, atual Pinacoteca e o Teatro Polytheama, ambos oriundos do mesmo período. Divulgado publicamente, o evento praticamente encheu o plenário e teve apenas uma manifestação contrária à proposta. O processo 8.411, de 2013, foi apresentado pela presidente do Compac, Maria Angélica Ribeiro, e a cerimônia foi encaminhada pelo diretor de patrimônio da Secretaria de Cultura, Donizete Pinto. Na mesa estiveram presentes convidados como os secretários de Cultura, Tércio Marinho, e de Planejamento e Meio Ambiente, Daniela da Camara Sutti, além do vereador integrante da Comissão de Educação e Cultura, Rafael Purgato.

Além de ser uma função cerebral complexa, que nos permite identificar sons, sensações e aromas, a memória tem ainda um lado coletivo em que os bens culturais permitem refletir sobre nossa própria historicidade plural como povo.

afirmou o parecerista Pier Paolo Bertuzzi Pizzolato, professor de arquitetura da Unip. Outras intervenções marcaram o evento. O arquiteto e historiador Roberto Franco Bueno analisou o imóvel como parte do processo de industrialização que mudou a então vila de Jundiaí entre 1870 e 1950, com registros fotográficos já de 1913. “O ecletismo é marcado pelos especialistas com sua testada na frente do lote e a varanda lateral, exatamente desse modo. E entre os mestres construtores dessa época na cidade está Antonio Mila, autor ou orientador da obra”, afirmou. Fundos de apoio O processo de tombamento segue agora com um prazo de 60 dias para o possível recurso do proprietário do imóvel. Embora tenha havido algumas pessoas confundindo tombamento com desapropriação, a intervenção do também arquiteto Eduardo Carlos Pereira mostrou que esse não é o caso. “Uma coisa não tem a ver com a outra”, explicou. Com o tombamento decretado, o proprietário pode requerer verbas gratuitas para a obra de restauração junto a mecanismos como a Lei Rouanet, federal, ou o Programa de Ação Cultural (Proac), estadual. O evento foi acompanhado também pelos vereadores José Carlos Dias, Leandro Palmarini, Paulo Malerba e Marilena Negro. Apenas uma intervenção na tribuna defendeu a demolição: fundos podem dar reforma gratuita Mobilização A audiência pública foi acompanhada também por estudantes e professores dos cursos de arquitetura da Unip, de turismo do Senac Jundiaí e outros, como a vizinha escola estadual Antenor Soares Gandra. Um dos participantes das passeatas contra a demolição da Casa Rosa, Élcio Lopes, comparou a perda pura de imóveis históricos aos idosos que “levam uma biblioteca embora consigo” quando deixam de existir. E chamou a oportunidade de a sociedade manter uma referência histórica como uma “bênção” diante da destruição desinformada. Outros interventores na tribuna, também voluntários do setor de patrimônio, citaram outras referências. Fábio Garcia lembrou o risco dos “não lugares”, como Marc Augé chama aqueles pontos iguais em todas as cidades, como shopping centers, aeroportos, fast foods ou rodoviárias. E Felipe Andrade da Silva apontou a importância de lembrar marcos do efeito urbano da história operária da cidade como uma escolha política de todos. A professora Cíntia Vanessa Gomes também lembrou dos atos pelo casarão e resumiu tudo em um “viva” para o imóvel. O empresário Roberto Rezende fez a única intervenção contra o processo, tentando justificar sua posição pelo abandono do imóvel nas últimas décadas, inclusive pelo poder público. A fotógrafa Regina Kalman, autora do pedido de proteção em 2008, lembrou que mesmo em países atingidos por guerras, o patrimônio coletivo é alvo de preocupação. “Minha família é da Croácia e sabemos o que é dificuldade para manter a memória histórica”, afirmou. Diálogo O secretário Tércio Marinho lembrou que tem mantido estudos com o proprietário do imóvel sobre a importância do processo e a secretária Daniela da Camara Sutti citou os diversos esforços que estão sendo realizados pela Prefeitura de Jundiaí para a valorização do centro histórico. E o vereador Rafael Purgato destacou que

uma cidade sem história é uma cidade sem identidade.

Também estiveram presentes outros integrantes de governo como os secretários: de Gestão de Pessoas,Mary Fornari Marinho; de Negócios Jurídicos, Edison Rocha; o diretor presidente da Escola de Governo e Gestão, Marcelo Lo Mônaco), e outros.


Segue fotos da audiência pública do dia 6 de maio de 2015.

Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie
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Tirada com Lumia Selfie
Tirada com Lumia Selfie

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