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ROTEIRO SUDESTE

ROTEIRO

INTRODUÇÃO

Como solicitado, foi criado um roteiro onde vários aspectos eram envolvidos, sendo eles geográficos, gastronômicos, históricos, entre outros. Serão visitados parques estaduais, restaurantes, cidades históricas, cidades modernas e muito do que há de bom na região sudeste do Brasil.


  1. ESTADOS QUE IREMOS PASSAR

ESPIRITO SANTO, RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO, MINAS GERAIS.


  1. CIDADES e PONTOS:

Espirito Santo

Parque Estadual de Itaúna – Conceição da Barra (UNESCO)

Vitória (HISTÓRIA)

Parque Estadual da Pedra Azul (GEOGRÁFICO)

Rio de Janeiro

Cinelândia (HISTÓRICO)

Copacabana/Ipanema (LAZER/GASTRÔNOMICO)

Niterói (ALTERNATIVO A COPACABANA)

São Paulo

São Luiz da Paraitinga (HISTÓRICO)

São Paulo (GASTRÔNOMICO/LAZER)

Socorro (PARQUE)

Minas Gerais

Serra da Cantareira (Panorâmico) (GEOGRÁFICO)

Belo Horizonte (HISTÓRICO/GASTRÔNOMICO)


  1. ELABORAÇÃO

O Roteiro começa no estado do Espirito Santo, dia 27 de dezembro. No primeiro dia, daremos o pontapé inicial. Lá teremos um dia bem tranquilo no Parque Estadual de Itaúnas, que é um bem da humanidade e tombado pela UNESCO. Faremos um picnic para a integração do grupo e algumas atividades onde todos possam participar, além de algumas explicações de profissionais que fazem a catalogação de espécies. Tudo isso em uma tarde ensolarada.

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Já no final da tarde, vamos nos preparar para ir durante a noite para a capital capixaba, Vitória. (Ônibus por 54.70 R$)

No segundo dia, chegaremos em Vitória. Iremos ao projeto Tamar no período da manhã para ouvirmos uma palestra sobre o quão importante é a preservação das espécies. Após a palestra, iremos degustar uma saborosa  moqueca de camarão, típico da região capixaba e baiana. Após o almoço, já por estarmos próximos de alguns pontos da praia, iremos ao teatro glória, e andaremos por mais quatro KM para chegarmos ao Basílica de Santo Antônio, uma das igrejas mais belas e calmas da cidade, excelente para “encontrar sua paz interior.”

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Na noite do segundo dia, no saguão do hotel, será feita uma sugestão para que os clientes visitem o Parque Estadual da Pedra Azul, um parque muito bonito, um passeio que pode ser monitorado.

O terceiro dia será livre. Porém, no período da noite, iremos de ônibus para o sul, para chegarmos ao estado do Rio de Janeiro e pouparmos o dinheiro da hospedagem, assim ganhando tempo para poder ir a virada de ano em Copacabana. (ônibus por 90,00 R$ executivo)

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No quarto dia, 31 de Dezembro, iremos chegar por volta das 8 horas da manhã. Faremos uma parada para café da manhã, no Amarelinho (Cinelândia), um bom lugar para café e com um preço mais acessível. Ainda no período da manhã, por estarmos na Cinelândia, será possível visitar prédios como o Teatro Municipal, símbolo da Belle Époque na cidade, além do Museu de Belas Artes e até pérolas como o Teatro Rival, por onde já passaram artistas como Dercy Gonçalves, Grande Otelo e Oscarito. No horário do almoço, nada melhor do que um bom almoço não é? Então, iremos a Ipanema, e almoçaremos na churrascaria Fogo no Chão, um lugar para comermos sem pressa alguma e apreciarmos a vista. Após o almoço, uma visita à praia de Copacabana que deverá estar se preparando para a queima de fogos que ocorrerá a meia noite.

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No quinto dia 01 de janeiro teremos um dia tranquilo para aproveitar as belezas naturais do Rio de Janeiro, após uma virada do ano inesquecível, sugerimos uma ótima opção de descanso e encantamentos na cidade de Niterói, um roteiro alternativo para o turista que quer conhecer bem mais do que Copacabana, a ideia seria que em Niterói os turistas conhecessem pela manhã o Forte de Santa Cruz, que participou de momentos importantes de nossa história, impedindo invasões francesas e holandesas. Enquanto presídio recebeu figuras ilustres como José Bonifácio, Bento Gonçalves e Euclides da Cunha. E o museu de Arte contemporânea, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o MAC tornou-se um dos cartões-postais de Niterói. Destina-se principalmente a obras pertencentes à arte contemporânea, todas datadas ao decorrer do século XX. Apresenta desde artes abstratas até obras retratando a ilusão da Monarquia Brasileira.  Para após o almoço todos se encantassem com a praia mais bonita do estado do Rio de Janeiro a Praia de Camboinhas, com areia branca, águas cristalinas e com pouca visitação por ser uma praia conhecida apenas pelos amantes de praias cariocas, ficaremos na praia até de noite aonde acontece um lindo Luau no quiosque da tia Lucia.

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Ao chegar dia 02 de janeiro nosso sexto dia, saímos da cidade maravilhosa com destino a cidade do folclore, São Luiz do Paraitinga com uma trilha pelas 7 cachoeiras, um belo lugar, para descansar com belas paisagens e um cenário relaxante. São sete cachoeiras para se visitar, em uma trilha de esforço médio, após um bom banho no hotel e um descanso após o almoço começamos o nosso roteiro histórico na cidade aonde conheceremos Capela Nossa Senhora das Mercês, a casa de Oswaldo Cruz, lugar que virou um museu na cidade, Mercado municipal e a Fazenda São Luís para fecharmos com chave de ouro com grandes histórias e grandes curiosidades, já no final da tarde vamos para São Paulo ter um jantar típico de Paulista, vamos comer pizza, saborear um dos melhores pratos de São Paulo.

Foto: Diogo Moreira/A2 FOTOGRAFIA
Foto: Diogo Moreira/A2 FOTOGRAFIA

  Sétimo Dia, teremos um dia diferente em São Paulo, bem eclético e divertido com muitas comidas, música, história e lazer. Para começarmos com o pé direito, e uma aventura na casa de pedra aonde é localizado o maior ginásio de escalada esportiva do país, com paredes de 14m de altura e mais de 100 vias de escaladas guiadas. Uma ótima sugestão para depois de gastarmos tanta energia, repô-las comendo um tradicional Sanduíche de Mortadela, ou um almoço paulista no próprio mercadão. Após o almoço, vamos conhecer o museu da voz e o choque cultural, dois museus com propósitos bem diferentes que irão deixa-los curiosos para saber mais sobre o local e suas exposições.

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Já no final do dia, faremos o esquema de sempre. Pegaremos um ônibus no final da tarde e seguiremos para a cidade de Socorro, pertencente ao circuito das águas paulistas e conhecida nacionalmente pelo turismo acessível (28,90R$). Poderemos tambem observar a serra da cantareira em SP dentro das 2h35 de viagem. Chegaremos ao final da noite e nos hospedarem no hotel fazenda “Parque dos sonhos”. Por ter feito uma reserva com antecedência, os clientes ganharam um desconto de 10% do hotel, em um pacote all inclusive. (435,00 R$)

O Oitavo e nono dia irá ser livre para que os clientes desfrutem dos esportes de aventura que o Parque dos sonhos proporciona. Assistirão  a uma palestra de empreendedorismo do dono do hotel e farão de tudo por lá. (Claro opcional)

Foto tirada por Marjorie Sanches.
Foto tirada por Marjorie Sanches.

No décimo dia, sairemos de Socorro e pegaremos um ônibus de madrugada para BH. (56.40 R$). Chegaremos no horário das 10h35, e, os guias irão fechar o ultimo pacote da viagem que será uma surpresa. DIA LIVRE

No décimo primeiro dia, acordaremos um pouco mais tarde para ter pique para os dois próximos dias. Sairemos no horário do almoço, e lá iremos provar uma comida típica, Frango com quiabo. No restante da tarde, aproveitaremos os principais pontos turísticos da cidade, o Parque Municipal Américo Rennée Gianetti , Museu de Artes e Ofícios, Complexo de Pampulha.

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No décimo segundo dia, iremos comer um bom pão de queijo no desjejum e faremos um tour completo pelo belo estádio Mineirão no horário da manhã. No horário do almoço, comeremos em um restaurante a beira da estrada e a tarde, uma trilha até o pico de BH para encerrarmos bem o nosso roteiro de 12 dias.

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RELATÓRIO TRILHA PARA PARANAPIACABA, NA MATA ATLÂNTICA!

Começando brevemente, devo a trilha a uma equipe de dois (melhor dizendo, uma dupla), agradeço ao grupo Tour Jundiahy! Se querem uma boa trilha, vão atrás do Ricardo (o que me chamou para o tour) e Benício, seu sócio. Ambos os dois são excelentes nesse tipo de turismo. 


Começou com uma semana chuvosa que ao decorrer da mesma foi se tornando ensolarada e árida. Na segunda-feira fui convidado pelo meu colega de classe Ricardo para fazer uma trilha. No sábado passado já havia feito uma mini trilha em socorro na nossa visita técnica e havia questionado o mesmo se suas trilhas eram deste formato. Bem, não é, nem f*d*nd*

Topei a tal trilha, o mesmo disse que era algo bem tranquilo, eles disseram… Chegou o sábado, então logo de manhã despertei e fui me arrumar brevemente, já tinha feito a mala na sexta-feira e estava tudo pronto.

Cheguei a estação ferroviária de Jundiaí as 6:55, peguei minha passagem de ida e volta e cumprimentei os dois monitores. Durante a viagem foram chegando mais pessoas ao grupo, na estação de Várzea Paulista, Campo Limpo e na estação da Luz!

A ida até Rio Grande da Serra foi bem tranquila, logo que chegamos encontramos o restante do grupo em uma padaria, e lá comecei a ter um melhor contato com os demais indivíduos que contrataram o serviço. De lá, nos trocamos para a trilha, compramos o que queríamos comprar, abastecemos o tanque e fomos até o ponto de ônibus que, nos levou até o inicio da trilha.

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Speech Inicial! Um dos lemas da “empresa” é a preservação, e um de seus focos aparenta ser o turismo da forma mais sustentável possível, visto que, os mesmo pedem para que seus clientes não despachem resíduos durante a trilha.

Demos uma pequena caminhada de 100 metros até uma sombra e lá o Ricardo deu uma breve explicação sobre a trilha. (2 km e meio, eles disseram…) Enfim, de lá começamos a nos guiar e dou-lhes um conselho para quando forem fazer uma trilha, NUNCA USE ROUPAS BRANCAS, PRINCIPALMENTE TÊNIS.

Sério, não usem, esse tênis é de uma das clientes. E essa sujeirinha foi criada em uma das primeiras curvas.
Sério, não usem, esse tênis é de uma das clientes. E essa sujeirinha foi criada em uma das primeiras curvas.

A trilha na ida foi um tanto complicada para a minha primeira vez, tendo em vista que sou uma pessoa estabanada, desastrada e ansiosa, quase escorreguei diversas vezes na lama. Logo que adentramos a mata “fechada”, a trilha começou a ficar mais intensa, o grupo mantinha-se comunicativo e animado (creio que todos se conheciam), tiravam fotos e anunciavam que estavam lá com alguns gritos de guerra do tipo…

OLHA A FOTO! 

A VOLTA É SEMPRE MAIS DIFÍCIL! (E REALMENTE É, VOCÊ NÃO QUER FICAR PARA TRÁS)

… E com esses gritos fomos seguindo. A trilha em si foi tranquila para os mais experientes, levou por volta de 2 horas, e durante a trilha tinhamos pequenas pausas para poder passar por alguns pontos mais complicados, e novamente, quase escorreguei um milhão de vezes, e um dos companheiros de trilha me citou algo que ficou comigo.:

VOCÊ SÓ NASCE APÓS O PRIMEIRO TOMBO DA TRILHA!

E com isso, voltei ao útero da minha mãe.

Brincadeiras a parte, continuamos a trilha, e por lá vi paisagens lindas, mas o grand finale foi o mais recompensador, tive um enorme desafio na reta final, uma descida com corda, porém, troquei-a facilmente por uma descida onde eu ia agachado, e por tentar pagar de esperto, foi uma das coisas mais difíceis da trilha. Quase escorreguei diversas vezes para tentar chegar lá, e em 3 delas se eu tivesse realmente caído, poderia ter dado algo bem ruim pois a queda seria de pelo menos 5 metros, e tinha muitas pedras junto da correnteza da cachoeira. Mas no final, compensou! Chegamos a um ponto onde as 4 cachoeiras se encontravam, e lá era bem tranquilo e gostoso, foi algo bem satisfatório.

O que levo dessa trilha é a experiência, as dores no corpo (sim, sou muito paradão, infelizmente), alguns contatos e conversas, e boas histórias para contar! Conheci algumas pessoas bem legais nessa trilha, Diego, Benício, Luana, Lina, Elly entre outros.

Novamente, agradeço a Tour Jundiahy pelo passeio! Hasta luego.


FOTOS

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Tirada com Lumia Selfie
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Ricardson!
Ricardson!
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SÃO PAULO PARA TODOS OS GOSTOS!

Grupo: Denis, Gabriella, Guilherme e Ricardo

O São Paulo para todos foi uma ideia do grupo de tentar se diferenciar dos demais roteiros que tinham o foco histórico. Usamos o conceito da maior imigração em massa para o Brasil do século XIX, os Italianos, e o bairro da barra funda foi algo que mostrou muito bem isso, e mostrou também, a integração de Bolivianos e outros estrangeiros da América Latina que vieram para nossa pátria em busca de uma vida melhor.


Sábado passado (27), eu tive o que podemos dizer, como a “primeira experiência profissional” atuando como um guia de turismo! Visitamos pontos que costumo frequentar, dentro da região da barra funda, e foi espetacular, por mais nervoso que eu estivesse.

Pontos visitados

  1. Memorial da América Latina
  2. Shopping Bourbon
  3. Barra Grill (Almoço)
  4. Parque Água Branca
  5. Allianz Parque

Análise crítica

Antes de sairmos, cheguei no SENAC as 6:40 da manhã, o ônibus já estava lá. Solicitei ao motorista da Sajotur que subisse até a rua do estabelecimento, e lá fiz a checagem inicial do ônibus, estava tudo em boas condições.

Devido a atrasos (e não são atrasos curtos), nosso roteiro foi prejudicado, começando pelo GPS que nos enviou por uma rota que estava “interditada”. Foi logo no inicio, antes de irmos para o Memorial, paramos em uma rua onde estava tendo obras, e fomos obrigados a retornar, o que levou entorno de 30 minutos. (O que nos fez perder pelo menos 10)

Durante o serviço de bordo, foi dado aos clientes uma sacola biodegradável, onde os mesmos jogavam os resíduos. Lembrando que, só consumiam os alimentos após uma higienização com o álcool em gel.

O dia não sorria para o nosso grupo, mas o nosso grupo conseguiu manter o controle das coisas, e com mais 10 minutos de atraso, descemos todos ao memorial, onde o monitor Rafael estava lá para nos orientar e explicar sobre algumas obras, tínhamos em mente sair do memorial por volta das 10:50, mas isso só ocorreu as 11:10, trágico! Mas não culpo ninguém a não ser a minha pessoa, que por “incompetência” quis explicar sobre o pavilhão da criatividade.

Seguindo o roteiro, mais um curto atraso, levamos 20 minutos para chegar em um lugar que costuma levar 10, mas chegamos né, embarcamos todos ao Shopping Bourbon, onde a Guia Gabriella explicou um pouco sobre o local, e deixou todos os clientes livre por 30 minutos, grande maioria foi a livraria cultura, enquanto outros foram fazer saques de dinheiro, comprar alguma coisa e etc., nos encontramos no ponto de encontro (em frente ao shopping) as 12:20, e de lá, perdemos mais tempo (sim, o valioso tempo que nos punia tanto), para achar o ônibus que estava um tanto quanto distante. Levamos cerca de 15 minutos para encontrá-lo, e quando encontramos, nos perdemos novamente.

A caminho do almoço, (12:35 por volta), o motorista nos conduzia de forma correta até o local, mas, como o dia sorria para nós (sim, ironia), deu errado de novo! O ônibus estava proibido de fazer o contorno, o que nos custou MUITO tempo! Tivemos que fazer um outro tour para poder chegar na nossa “cantina”. Levamos cerca de 50 minutos para chegarmos lá, os clientes estavam famintos, nervosos (assim como nós -pelo menos eu-), e estava dando tudo errado, afinal, não achávamos o local! Custou, e custou muito, pois o ônibus teve um pequeno arranhão na lateral, e logo no desembarque, fomos “interrompidos” por um ruído bem sem graça, a alguns metros de lá, começava um “pancadão” que deixou todos ainda mais esquentadinhos. O Almoço foi servido por volta das 13:30 (demorou, e muito, o que deixou minha amiga ddianavitor brava), mas no fim, todos comeram!

E como disse antes, tudo estava dando errado.. tínhamos que estar no Allianz Parque por volta da 13:50, o que não aconteceu. As 13:40, alguns ainda estavam com o prato cheio (incluindo a minha pessoa), e a partir daí, tudo foi ficando mais complicado. Levei 4 clientes para comprar sorvete do outro lado da rua, e pelo menos isso foi algo certo.

Levamos mais 20 minutos para chegarmos ao Allianz (já era 14:15), e perdemos o tour, e aí, só depois das 16:00 horas poderíamos fazê-lo novamente. O Que fizemos foi uma jogada óbvia, trocamos os papéis, Allianz encerraria tudo, por mais que custasse o picnic que eu planejava a duas semanas antes.

Ficamos por trás da mancha verde que estavam ensaiando, e antes que nos dessemos conta, já era 15:00, compramos os ingressos para o tour o mais rápido possívele partimos o mais depressa possível para o Parque da Água Branca, guiei-os até o local, o que levou 10 minutos, o guia Ricardo passou a explicar sobre os locais enquanto levei alguns dos clientes para o banheiro. Fizemos um tour dentro do parque, e saímos de lá as 15:30 para mais nada dar errado.

Entramos pela saída e saímos pela entrada, soa confuso mas foi o que houve, pegamos um caminho diferente pela Av. Matarazzo, passamos pela frente de um lugar bem diferente (country), onde um dos clientes não tinha boas lembranças do local, mas todavia, levamos 15 minutos para chegar ao Allianz, e foi a primeira coisa que deu realmente certo no dia, emitimos uma nota fiscal para comprovar os gastos, falamos com um espanhol (uma criança ou um anão?!) fantasiado de louro (mascote do Palmeiras), e começamos o tour. Nosso tour foi algo mais especial, devido ao tempo (tínhamos que estar em Jundiaí as 17:30), portanto, fizemos um tour mais breve, passamos pelo camarote, a cabine de transmissão, os vestiários, e direto ao campo! Sentamos todos no banco de reserva, e tiramos uma das fotos mais hilárias da história, claro que foi na brincadeira, mas.. dentro do Allianz fomos guiado primeiramente pela monitora Diana, e logo tivemos que substituí-la por outro monitor, que fizesse um trabalho mais breve.

Após sairmos, fomos direto ao ônibus, onde fizemos uma brincadeira onde nossos clientes mexiam no lixo (Sim, o mesmo lixo que citei acima, e com uma luva, claro), onde tinham que separar resíduos orgânicos de resíduos recicláveis. Todos apoiaram esse entretenimento, onde mostramos que nossa profissão tem que ser acima de tudo sustentável.

Chegamos em Jundiaí as 18:00, quando todos saíram do ônibus, fiz a checagem do mesmo para ver se esqueceram algo, negativo, ninguém esqueceu, todos entraram nas suas merecidas férias, e até Socorro meus caros. 😉

Obs: As fotos estão com o Guia Denis, e serão publicadas assim que ele nos mandar.

Agradecimento especial a Marjorie, Bárbara e Ana Lívia! Claro, o SENAC também.