CRÍTICA AO JURASSIC WORLD

Aqui estou eu em mais um dia, sobre o olhar sanguinário da minha tia..

Ontem (13), fui ao cinépolis aqui em Jundiaí assistir ao filme Jurassic World, mentira, NÃO, ESPERA, FUI REALMENTE ASSISTIR JURASSIC WORLD, ALELUIA!


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Jurassic World
  • Diretor: Colin Trevorrow (S.S)
  • Elenco: Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Ty Simpkins e Irrfan Khan
  • Duração: 125 minutos
  • OrçamentoUS$ 180 milhões

SINOPSE

O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar (Costa Rica), enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta, logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana.


RESUMO DA CRÍTICA

Esqueça o roteiro banal e seus protagonistas humanos, como o tradicional casal que não se bica e depois se une, duas crianças com um drama familiar, o cientista “do mal”, o rebelde solitário, etc. “Jurassic World” é dos dinossauros e sua função é nos entreter com eles. […] A adrenalina é garantida.


CRÍTICA

Quem assistiu a “Jurassic Park – Parque dos Dinossauros” à época de seu lançamento (1993) jamais esqueceu. Afinal de contas, Steven Spielberg realizava o sonho de toda uma geração, levando para as telas criaturas que a tecnologia disponível até então ainda não havia permitido reconstruir com detalhes. Com a maestria de quem entende de entretenimento como ninguém, o cineasta criava o clima perfeito para que enfim nos apresentasse um tiranossauro rex em toda a sua magnitude, derrubando queixos e arregalando olhos.

É com um senso de reverência que Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros  chega aos cinemas, com diversos momentos que homenageiam o filme de 1993, da trilha sonora a uma disposição literal para a nostalgia. Esse respeito serve, antes de mais nada, como uma espécie de desculpa, porque o longa do diretor Colin Trevorrow basicamente refaz o filme de Steven Spielberg e atualiza cenários e dinossauros com muita computação gráfica.

Seja nas dinâmicas entre os personagens ou nas viradas do clímax, tudo emJurassic World serve de releitura e de apresentação da franquia para uma nova geração. Estão lá os irmãos pequenos que se perdem no parque, está também a tensão amorosa entre os protagonistas Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, e uma combinação de vilões, do militar ao técnico mal intencionado.

A própria trama revisita a premissa do original, com cientistas que “brincam de Deus” e modificam animais geneticamente para se adequar aos seus propósitos – desta vez, o propósito mercadológico não é botar o parque para funcionar (o Jurassic World já está ativo há anos neste filme) mas criar dinossauros mais ferozes para manter o interesse do público que já se acostumou com as atrações jurássicas.

Surge então o Indominus Rex, híbrido que toca o terror no parque e torna este filme mais próximo dos longas de horror de multidão como o recente Piranha do que os terrores mais íntimos de Spielberg, como Tubarão. A multiplicação dos animais é possível via computação gráfica, que combinada com bichos animatrônicos nos close-ups gera criaturas visualmente competentes. Embora Jurassic World seja uma mistura de remake e continuação, é das sequências que ele toma sua regra de ouro: tudo sempre mais e maior.

Resta aos humanos performar papéis que, em nenhum momento, fogem dos estereótipos que lhes cabem. Nesse sentido, Jurassic World é muito parecido com o livro de Michael Crichton que deu origem à franquia: cabe aos homens de força, como um bom caçador, proteger as fêmeas e se impor sobre os outros machos. EmJurassic World, o mundo dos homens não é tão diferente assim do reino dos animais.


Crítica do site OMELETE

Nota: 4.0

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