CRÍTICA AO FILME DBZ: RENASCIMENTO DE FREEZA!

Aqui estou eu em mais um dia, sobre o olhar sanguinário da tia..

Quarta-feira (24), fui ao cinépolis aqui em Jundiaí assistir ao filme Jurassic World, mentira, novamente fui impossibilitado de ver esse filme, enfim, fui assistir Dragon Ball Z: Fukkatsu no F, uma das estreias de junho.


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Dragon Ball Z: Fukkatsu no F
  • Diretor: Tadayoshi Yamamuro
  • Elenco: Os malditos sayajins
  • Duração: 93 minutos
  • Orçamento: –

SINOPSE

Sorbet e Tagoma, dois remanescentes do exército de Freeza, chegam à Terra em busca das Esferas do Dragão. A ideia é reuni-las para ressuscitar seu antigo líder, que faleceu após uma batalha contra Goku. O plano é bem-sucedido e, com isso, Freeza retorna disposto a se vingar. Para tanto ele se prepara durante meses, de forma que possa reencontrar Goku no auge do seu poder.


RESUMO DA CRÍTICA

O diretor estreante Tadayoshi Yamamuro concebe batalhas de maiores proporções territorial, mas fica devendo quando se fala em impacto. Tendo o público infantil como alvo principal, a fita não abre margem para nenhum duelo com maior grau de violência ou mesmo uma trama mais interessante.


CRÍTICA

Quando uma grande franquia de sucesso migra da telinha para a telona, é costume perguntar se o novo material irá se sustentar sozinho ou precisará de um prévio conhecimento. Foi assim com o recente “Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses” (2013), que neste aspecto demonstrou certa carência, pelo fato dos chistes rimarem com o jeito dos protagonistas, ainda que transmitisse de maneira expositiva óbvias informações do cânone do anime.

Diferente deste “Dragon Ball Z: O Renascimento de Freeza”, que parece ignorar qualquer apresentação e traz como foco a volta do vilão mais icônico da série, que por sinal é o único que tem sua história apresentada através de alguns flashbacks.

Reaproveitando novamente o mote das Esferas do Dragão, onde, através do desejo de seu remanescente exercito, Freeza é ressuscitado por Shenlong. E tem agora um objetivo: se vingar daqueles que o mataram, ou seja, Goku e companhia. Desta vez o monstro está mais forte e apresenta uma nova forma de luta, assim como o próprio Kakaroto e o impagável anti-herói Vegeta. Estes que treinam com os inimigos do longa anterior, Bills e Wiss. Contando com um incrível número de guerreiros, Freeza ataca a Terra e a partir daí se inicia um combate incessante contra o sayajin e seus amigos.

Dessa forma, apostando basicamente nos confrontos, o diretor estreante Tadayoshi Yamamuro concebe batalhas de maiores proporções territorial, mas fica devendo quando se fala em impacto. Tendo o público infantil como alvo principal, a fita não abre margem para nenhum duelo com maior grau de violência ou mesmo uma trama mais interessante. Até mesmo as gags cômicas mostram-se bobinhas, são poucas as tiradas realmente hilárias, e quando surgem estão diretamente ligadas a persona das figuras aludidas.

A qualidade gráfica da animação mantém o bom nível de definição da obra anterior, mas está aquém na movimentação das cenas. A concepção visual das novas formas do herói e do vilão soa pouco inspiradora, se limitando a dar apenas novas tonalidades de cor. Já a dublagem brasileira dirigida por Wendel Bezerra, que escalou todas as vozes já conhecidas do anime original, mostrou-se novamente excepcional. Todos os dubladores levam a sério o trabalho porque gostam e respeitam os personagens que interpretam.

No mais, “Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza” é um filme que deve divertir o publico infantil e até agradar marinheiros de primeira viagem, por sua proposta simples e despretensiosa, mas que dificilmente deixará satisfeito os antigos fãs do anime. Até porque, dos quinze longas e seis OVAs já produzidos, tivemos produtos mais audaciosos. O lado bom disso tudo é a celebração em escala mundial da clássica e querida franquia de Akira Toriyama, que ainda vai dar muitos frutos – o caso da nova série “Dragon Ball Super“, que continua os eventos pós-Majin Boo e tem data de estreia ainda para esse ano.


NOTA: 2.0

Referência a críticahttp://cinemacomrapadura.com.br/criticas/388425/dragon-ball-z-o-renascimento-de-freeza-2015-um-fraco-retorno/

jara

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