CRÍTICA AO FILME DBZ: RENASCIMENTO DE FREEZA!

Aqui estou eu em mais um dia, sobre o olhar sanguinário da tia..

Quarta-feira (24), fui ao cinépolis aqui em Jundiaí assistir ao filme Jurassic World, mentira, novamente fui impossibilitado de ver esse filme, enfim, fui assistir Dragon Ball Z: Fukkatsu no F, uma das estreias de junho.


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Dragon Ball Z: Fukkatsu no F
  • Diretor: Tadayoshi Yamamuro
  • Elenco: Os malditos sayajins
  • Duração: 93 minutos
  • Orçamento: –

SINOPSE

Sorbet e Tagoma, dois remanescentes do exército de Freeza, chegam à Terra em busca das Esferas do Dragão. A ideia é reuni-las para ressuscitar seu antigo líder, que faleceu após uma batalha contra Goku. O plano é bem-sucedido e, com isso, Freeza retorna disposto a se vingar. Para tanto ele se prepara durante meses, de forma que possa reencontrar Goku no auge do seu poder.


RESUMO DA CRÍTICA

O diretor estreante Tadayoshi Yamamuro concebe batalhas de maiores proporções territorial, mas fica devendo quando se fala em impacto. Tendo o público infantil como alvo principal, a fita não abre margem para nenhum duelo com maior grau de violência ou mesmo uma trama mais interessante.


CRÍTICA

Quando uma grande franquia de sucesso migra da telinha para a telona, é costume perguntar se o novo material irá se sustentar sozinho ou precisará de um prévio conhecimento. Foi assim com o recente “Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses” (2013), que neste aspecto demonstrou certa carência, pelo fato dos chistes rimarem com o jeito dos protagonistas, ainda que transmitisse de maneira expositiva óbvias informações do cânone do anime.

Diferente deste “Dragon Ball Z: O Renascimento de Freeza”, que parece ignorar qualquer apresentação e traz como foco a volta do vilão mais icônico da série, que por sinal é o único que tem sua história apresentada através de alguns flashbacks.

Reaproveitando novamente o mote das Esferas do Dragão, onde, através do desejo de seu remanescente exercito, Freeza é ressuscitado por Shenlong. E tem agora um objetivo: se vingar daqueles que o mataram, ou seja, Goku e companhia. Desta vez o monstro está mais forte e apresenta uma nova forma de luta, assim como o próprio Kakaroto e o impagável anti-herói Vegeta. Estes que treinam com os inimigos do longa anterior, Bills e Wiss. Contando com um incrível número de guerreiros, Freeza ataca a Terra e a partir daí se inicia um combate incessante contra o sayajin e seus amigos.

Dessa forma, apostando basicamente nos confrontos, o diretor estreante Tadayoshi Yamamuro concebe batalhas de maiores proporções territorial, mas fica devendo quando se fala em impacto. Tendo o público infantil como alvo principal, a fita não abre margem para nenhum duelo com maior grau de violência ou mesmo uma trama mais interessante. Até mesmo as gags cômicas mostram-se bobinhas, são poucas as tiradas realmente hilárias, e quando surgem estão diretamente ligadas a persona das figuras aludidas.

A qualidade gráfica da animação mantém o bom nível de definição da obra anterior, mas está aquém na movimentação das cenas. A concepção visual das novas formas do herói e do vilão soa pouco inspiradora, se limitando a dar apenas novas tonalidades de cor. Já a dublagem brasileira dirigida por Wendel Bezerra, que escalou todas as vozes já conhecidas do anime original, mostrou-se novamente excepcional. Todos os dubladores levam a sério o trabalho porque gostam e respeitam os personagens que interpretam.

No mais, “Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza” é um filme que deve divertir o publico infantil e até agradar marinheiros de primeira viagem, por sua proposta simples e despretensiosa, mas que dificilmente deixará satisfeito os antigos fãs do anime. Até porque, dos quinze longas e seis OVAs já produzidos, tivemos produtos mais audaciosos. O lado bom disso tudo é a celebração em escala mundial da clássica e querida franquia de Akira Toriyama, que ainda vai dar muitos frutos – o caso da nova série “Dragon Ball Super“, que continua os eventos pós-Majin Boo e tem data de estreia ainda para esse ano.


NOTA: 2.0

Referência a críticahttp://cinemacomrapadura.com.br/criticas/388425/dragon-ball-z-o-renascimento-de-freeza-2015-um-fraco-retorno/

jara

TRABALHAR NA NOVA ZELÂNDIA

Boa tarde, meus monstrinhos. como vão?

Essa semana vou falar apenas sobre o país do Bilbo Baggins! Nosso querido Hobbit! Irei falar da Nova Zelândia! Um dos países mais belos do mundo, presente na Oceania!

Irei falar sobre intercâmbio, como eles tratam estrangeiros, e etc. Espero que gostem da série.

Referencia total ao site


Governo da Nova Zelândia anuncia novas regras para facilitar o trabalho para estudantes internacionais no país!

A partir de janeiro de 2014, o governo da Nova Zelândia passa a adotar uma nova regra para permissão de trabalho de estudantes que vai facilitar a estada dos inter cambistas brasileiros: os alunos que estiverem matriculados em cursos com 14 semanas ou mais de duração já sairão do Brasil com a permissão para trabalhar na Nova Zelândia. A regra vale para os cursos vinculados às escolas chanceladas pela NZQA (New Zealand Qualifications Authority) como de Categoria 1, consideradas as principais instituições do país. O curso deve ser de período integral (minimo de 20 horas de estudo por semana) e duração minima de 14 semanas.

Com a nova permissão, os estudantes brasileiros poderão trabalhar 20 horas semanais durante sua estadia na Nova Zelândia.
Poderão trabalhar em período integral durante as férias do curso apenas estudantes em cursos de duração superior a 12 meses.


DICA

Entre os setores da economia neozelandesa que mais contratam estrangeiros estão o agrícola, com destaque para o cultivo de frutas e para a pecuária, a construção civil e o de serviços, como restaurantes, bares e hotéis.

Obs: Regras para escolas Categoria 2 do NZQA permanecem inalteradas, sendo necessário curso com duração de pelo menos 6 meses e obter nota 5.0 no IELTS. Portanto recomendamos estudos de inglês apenas nas escolas Categoria 1 para você já sair com sua permissão de trabalho sem maiores custos e burocracias.


Permissão de trabalho através de cursos técnicos

Estudar um Diploma level 5, 6 ou 7 , concede ao estudante a permissão de trabalho. Estes cursos são muito procurados por estudantes que querem trabalhar na Nova Zelândia por um longo período. O estudante deve ter o inglês equivalente ao IELTS 5.5 para o nível 5 ou 6, e IELTS 6.0 para o Level 7. Nesse caso algumas escolas que oferecem Cursos Técnicos podem avaliar o estudante com a sua prova interna que é gratuita. Essa prova é feita em nossa própria agência e depois enviada para ser corrigida pela escola.

Duração do curso

Por exemplo, na nossa escola parceira a Edenz Colleges os cursos de diplomas níveis 5, 6 e 7 são oferecidos. Cada um tem a duração de 1 ano e são estruturados em 2 semestres. Ainda existe a opção de garantir o visto de trabalho aberto período integral após a conclusão do curso.

Existem duas maneiras de se conseguir o visto de trabalho:

  • Se o estudante possuir uma graduação ou curso politécnico de 3 anos, ele poderá ingressar direto no nível 7, que pode ser concluído em 1 ano. Após a conclusão do curso o estudante poderá aplicar para o visto de visto de trabalho aberto de 1 ano.
  • Se o estudante não possuir uma graduação ou curso politécnico de 3 anos, ele deverá ingressar no nível 5 e seguir no segundo ano (nível 6). Após cursar os dois anos, o estudante poderá aplicar para o visto de trabalho aberto de 1 ano.

Residencia Permanente

Para os estudantes que desejam ficar por um longo período, o curso de business ainda permite que após terminá-lo o estudante pode ficar mais 1 ano só trabalhando, pois é garantido o recebimento de um visto de trabalho aberto chamado Work Job Search Visa. Esse é o pathway para aplicar para a residencia permanente. Se durante o período que o estudante estiver com esse visto de trabalho, conseguir uma oferta de trabalho relacionada a sua formação, ele consegue aplicar para um visto de 2 anos vinculado ao empregador.

Atenção: leis e regras de residencia permanente são alteradas constantemente pelo departamento de imigração da Nova Zelândia, recomendamos que você busque mais informações sobre o Skilled Migrant Category e/ou consulte um agente de imigração.

Trabalho para esposa (a) do estudante

Para os estudantes que ingressam no curso de diploma e tem esposa (o) que deseja viajar junto, a (o) esposa (o) ou companheira (o) pode ficar como turista pelo período em que o estudante estiver estudando, não importa se 1 ou 2 anos, porem não poderá trabalhar. Após a aplicação do visto de trabalho aberto, depois de completar o curso, esse visto é extensível a (o) esposa (o). Para cursos de graduação ou superior, a (o) esposa (a) já obtém o visto de trabalho aberto desde o inicio, ou seja pode trabalhar tempo integral durante todo o período de estudos do cônjuge. Ao termino do curso, o visto de trabalho aberto concedido ao estudante também é extensível a esposa (o).

Quadro resumo – permissão de trabalho e visto de trabalho apos conclusão de curso

Sem título

Detalhes completos de requerimentos de visto e permissões, consultas sobre direitos para trabalho na Nova Zelândia enquanto estiver estudando, e requerimento de pedidos estão disponíveis através do serviço de Imigração da Nova Zelândia, e podem ser vistos na sua página da internet no endereço www.immigration.govt.nz.

F.A.Q. sobre trabalhos na Nova Zelândia

VISTO PARA A NOVA ZELÂNDIA

Bom dia, meus monstrinhos. como vão?

Essa semana vou falar apenas sobre o país do Bilbo Baggins! Nosso querido Hobbit! Irei falar da Nova Zelândia! Um dos países mais belos do mundo, presente na Oceania!

Irei falar sobre intercâmbio, como eles tratam estrangeiros, e etc. Espero que gostem da série.

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Aplicação do visto, bem como todas informações pertinentes para entrada do cidadão brasileiro na Nova Zelândia é um dos principais passos para realizar seu sonho. Sabendo dessa importância, a  Nova Zelândia Brasil lhe orienta, bem como encaminha todos os detalhes do processo dentro da nossa agencia diretamente com nossos consultores. Esse processo, feito diretamente na agência, proporciona segurança e praticidade para os nossos clientes.

Formulários necessários para o Visto de Estudante da Nova Zelândia

  • Formulário para Visto para Estudante (Student/Permit Application). Deve ser preenchido e assinado pelo aluno
  • Formulário de Comprovação financeira (Financial Undertaking). Deve ser assinado pela pessoa que estiver financiando o curso e pelo gerente do banco

Link para download dos formulários

Visto de Estudante

Cursos de até 3 meses não necessitam de visto de estudante.
Para quem for realizar um curso de período integral com duração superior a três meses deve apresentar a seguinte documentação na Embaixada:

  • Passaporte (válido até no mínimo três meses após a data de saída da Nova Zelândia)
  • Duas fotos recentes (3×4) coladas no formulário.
  • Formulário para Visto para Estudante, preenchido e assinado pelo aluno. Download do formulário.
  • Formulário de Financial Undertaking assinado pela pessoa que estiver financiando o curso e pelo gerente de seu banco (Comprovação financeira). Download do formulário.
  • Oferta de lugar na escola/universidade
  • Recibo da escola comprovando pagamento integral do curso
  • Garantia de acomodação com endereço onde o aluno vai ficar hospedado
  • Cópia da passagem aérea (ida e volta) ou print da reserva
  • EXAME MÉDICO: Apenas para quem for permanecer na Nova Zelândia por mais do que 6 meses:
    • Entre 6 meses e 1 ano: Formulário “X-Ray Certificate” preenchido pelo médico (obrigatório a assinatura e carimbo do CRM do médico), foto do aluno colada ao formulário e assinada pelo médico + laudo medico que é emitido junto com a radiografia: Download do formulário.
    • Mais que 1 ano: Atestado Médico completo: Download do formulario.
      **OBS. os formulários médicos devem necessariamente ser preenchidos por um médico credenciado pela Imigração da Nova Zelândia

** A VALIDADE DO VISTO de estudo é proporcional ao período pago do curso.
** Para a RENOVAÇÃO do visto na Nova Zelândia deve-se ir ao posto de Imigração mais próximo. Não há necessidade de sair do país.

SE O CURSO DURAR MAIS QUE 12 MESES, APRESENTAR
– Menor de 17 anos: carta de recomendação
– Maior de 17 anos: atestado policial

Permissão para Trabalho

Segundo as novas regulamentações da imigração da Nova Zelândia, a partir de Janeiro de 2014, estudantes internacionais que desejam trabalhar na Nova Zelândia, devem obter o visto de estudante, se matricular em escolas de boa qualidade (Categoria 1 do NZQA), o curso deve ser de período integral (minimo de 20 horas de estudo por semana) e duração minima de 14 semanas.

Com a nova permissão, os estudantes brasileiros poderão trabalhar 20 horas semanais durante sua estadia na Nova Zelândia.
Poderão trabalhar em período integral durante as férias do curso apenas estudantes em cursos de duração superior a 12 meses.

Obs: Regras para escolas Categoria 2 do NZQA permanecem inalteradas, sendo necessário curso com duração de pelo menos 6 meses e obter nota 5.0 no IELTS. Portanto recomendamos estudos de inglês apenas nas escolas Categoria 1 para você já sair com sua permissão de trabalho sem maiores custos e burocracias.

Veja mais sobre como trabalhar na Nova Zelandia.

O que é a condição LIMITED VISA no visto de estudante?
Essa condição pode ser imposta pelo Oficial de Imigração no momento de deferir o visto, onde é estabelecido uma restrição ao estudante para estender ou aplicar qualquer outro tipo visto de dentro da Nova Zelândia. Dessa forma, o estudante é obrigado a deixar o país ao final da vigência do visto. Em alguns casos, o Oficial também pode restringir a permissão de trabalho do estudante.

O LIMITED VISA é aplicado em situações onde a Imigração não está plenamente convencida que o propósito da viagem seja genuinamente apenas para estudo ou que as condições do aplicante não atendam totalmente a todas exigências do país. Ainda sim, eles analisam prioritariamente a concessão do visto com a limitação do que a decisão de negá-lo.

Visto de Turismo

No aeroporto o visitante recebe uma permissão de estadia no País de três meses que podem ser prolongados antes de sua data de expiração, em qualquer escritório da imigração (Immigration Office) no País, por até no máximo nove meses.

No desembarque pode ser solicitada uma comprovação de provisão de fundos durante a estadia na Nova Zelândia de NZ$ 1.250,00 (mil dólares Neozelandeses) para cada mês, este valor pode ser comprovado em espécie, travel cheque ou fatura do cartão de crédito, o mesmo é exigido na extensão do visto ou permissão nos escritórios da imigração. Ou NZ$ 400,00 (quatrocentos dólares Neozelandeses) e evidência de acomodação pré-paga. Após o período de 12 meses como visitante você deverá ficar fora da Nova Zelândia por 12 meses ou mais para então poder retornar ao País como turista novamente. Os funcionários da Imigração na Nova Zelândia são prestativos e cuidadosos, sempre pacientes e com disposição de passar de forma clara e simplificada todas as informações necessárias para a extensão ou troca de seu visto ou permissão.

Quem possui passaporte Brasileiro não precisa de visto para entrar na Nova Zelândia, e pode permanecer lá, como turista ou estudando, por até 3 meses.

É necessário apenas:

  • Passaporte válido
    Passagem de ida e volta (Importante: para evitar problemas na imigração o retorno deve estar marcado para, no máximo, 3 meses após a entrada na Nova Zelândia)
  • Comprovante que possui dinheiro suficiente para se manter na Nova Zelândia pelo período desejado (pelo menos NZ$ 1.250,00 por mês – dólares neozelandeses) (através de traveler cheque, dólares, cartão de crédito ou cartão pré-pago de viagem)
  • Comprovante da reserva de hotel na Nova Zelândia ou endereço onde ficará hospedado.
  • ATENÇÃO: Como turista ou com visto de estudante é TERMINANENTE PROIBIDO trabalhar. O Serviço de Imigração da Nova Zelândia adota procedimentos rigorosos de controle de entrada no país de modo a assegurar que as pessoas que estejam adentrando a Nova Zelândia cumpram com as exigências estabelecidas no acordo de isenção parcial de visto firmado entre os dois países. Quem for pego trabalhando sem visto de trabalho será deportado imediatamente.

Visto de Trabalho:

O visto de trabalho só é dado para quem conseguiu um emprego na Nova Zelândia.
O empregador deverá ter uma autorização da Imigração da Nova Zelândia para estar contratando um estrangeiro, caso seja dada a autorização deve-se fechar um contrato com o empregado. Só então o empregado deverá solicitar o visto de trabalho no Consulado da Nova Zelândia no Brasil ou em um posto de imigração na Nova Zelândia. O visto de trabalho será dado pelo período descrito no contrato de emprego.

Imigração para a Nova Zelândia:

Qualquer assunto relacionado à imigração deverá ser tratado diretamente com a Imigração ou com um agente de Imigração registrado junto ao governo da Nova Zelândia.
Para mais informações favor consultar o site www.immigration.govt.nz

Vacinas:

Nenhuma vacina é exigida para viajar para a Nova Zelândia.

Visa Application Centre

Os documentos referentes à aplicação de visto deverão ser enviados para o Visa Application Centre (VAC) em Washington:

Endereço:
1120 19th Street NW
Suite No. 415
Washington, DC. 20036
Telefone: +1 202 223 3400
Fax: +1 202 223 3900
E-mail: ttswashingtonnz@ttepl.com
Website: www.ttsnzvisa.com

Horário de expediente: 9.00am to 4.00pm, Monday to Friday (horário de Washington)
Horário do Call Centre: 9.00am to 4.00pm, Monday to Friday (horário de Washington)

Para informações acerca de vistos para a Nova Zelândia visite www.immigration.govt.nz

ESTUDAR NA NOVA ZELÂNDIA

Bom dia, meus monstrinhos. como vão?

Essa semana vou falar apenas sobre o país do Bilbo Baggins! Nosso querido Hobbit! Irei falar da Nova Zelândia! Um dos países mais belos do mundo, presente na Oceania!

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Excelência e qualidade definem a educação que este país tem a lhe oferecer. Veja as opções de estudo que você tem na Nova Zelândia.

Um país abençoado pela natureza na sua mais pura e extraordinária forma. Uma mistura amigável e pacífica entre a colonização Européia com a cultura do povo descendente polinésio, os nativos Maoris. E além de ser a capital mundial dos esportes radicais.

As escolas na Nova Zelândia além de oferecerem um excelente nível de educação também possuem uma extraordinária estrutura preparada para integração total do estudante internacional com a cultura local. Com um leque variado de atividades extra-classe, onde além de aprender inglês, os estudantes têm a oportunidade de viajar pelo país e conhecer essa maravilhosa mistura étnica e cultural.

Por ser um país novo, de primeiro mundo, desenvolvido e em pleno crescimento, é considerado um lugar seguro também por não apoiar ou enviar tropas de apoio a guerras. Com uma postura pacífica, encontra-se fora da lista de ataques terroristas ou conflitos políticos e religiosos. Tudo isso faz da Nova Zelândia um dos países mais procurados por estudantes e turistas do mundo inteiro.

Além de cursos de inglês, a Nova Zelândia oferece uma diversidade de opções em qualificações. Os cursos de Hotelaria e Turismo na Nova Zelândia estão classificados como os melhores do mundo e comparados em nível de excelência a países como a Suíça, com a grande vantagem de ser um investimento muito mais acessível aos nossos estudantes. Um diploma ou certificado de Chef da Nova Zelândia é a garantia de portas abertas e uma ótima posição nos melhores restaurantes dos melhores países do mundo.

Ensino de qualidade, povo acolhedor no país dos esportes radicais, a Nova Zelândia, quase todos os que tiveram essa experiência de vida dificilmente se arrependem e sentem isso já no aeroporto na hora da volta, regressam ao seu país com uma qualificação reconhecida, experiência internacional, enriquecimento pessoal e ótimas estórias para a vida toda.

Sistema de Ensino Neozelandês

Estudo de idiomas

Existem cursos de idiomas em toda a Nova Zelândia, tanto em escolas particulares como em centros de idiomas situados em escolas e universidades. A New Zealand Qualifications Authority (NZQA) é uma entidade governamental que garante a qualidade dos programas educacionais oferecidos tanto pelas instituições mantidas pelo governo como pelos estabelecimentos particulares. Os programas universitários e dos colégios também são submetidos à aprovação do Comitê dos Vice-Reitores da Nova Zelândia (New Zealand Vice Chancellors’ Committee — NZVCC).

Ensino superior na Nova Zelândia

A Nova Zelândia possui 25 instituições dedicadas ao ensino politécnico e 8 universidades nacionais, bem como um quantidade de instituições para estudos do ensino médio (tertiary education) e de escolas técnicas. A Education New Zealand (ENZ) representa todos os setores do sistema educacional da Nova Zelândia e divulga os benefícios oferecidos pela Nova Zelândia aos estudantes provenientes do Exterior. Os programas de graduação mais procurados pelos estudantes estrangeiros incluem os cursos de administração de empresas, letras, ciências biológicas e aplicadas, engenharia e medicina. O ano letivo na Nova Zelândia se inicia em fevereiro ou março e se encerra em novembro.

Educação na Nova Zelândia em nivel Técnico e Superior

Existem 10 níveis de estudo na Nova Zelândia. A lista abaixo apresenta estes níveis:

  • Certificates são niveis 1 a 4
  • Diplomas são niveis 5 e 6
  • Bachelor’s degrees e Graduate diplomas são nível 7
  • Postgraduate certificates ou diplomas, e Bachelor’s Degrees with Honours são nível 8
  • Master’s degrees são nível 9
  • Doctoral degrees são nível 10.

Ensino médio na Nova Zelândia

Existem, na Nova Zelândia, escolas de ensino secundário públicas, integradas e particulares. As escolas públicas são mantidas pelo governo da Nova Zelândia e são, em sua maioria, escolas mistas, com aulas no período diurno. O Estado não interfere no currículo oferecido tanto pelas escolas particulares como pelas independentes, porém essas instituições acompanham o currículo oficial quando se trata de matérias exigidas em concursos públicos.. Escolas integradas são instituições que já foram particulares mas que, hoje, estão integradas no sistema público de educação e recebem subsídios do governo para seu funcionamento. Inúmeras escolas particulares e integradas não são mistas, adotando linhas religiosas ou filosofias especiais. O ensino médio na Nova Zelândia é composto de quatro trimestres num ano, sendo que o ano letivo se inicia nos primeiros dias de fevereiro e termina em meados de dezembro.

NOVA ZELÂNDIA, ESCOLAS E CURSOS!

Boa tarde, meus monstrinhos. como vão?

Essa semana vou falar apenas sobre o país do Bilbo Baggins! Nosso querido Hobbit! Irei falar da Nova Zelândia! Um dos países mais belos do mundo, presente na Oceania!

Irei falar sobre intercâmbio, como eles tratam estrangeiros, e etc. Espero que gostem da série.

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CURSOS DE INGLÊS

NZLC

Cidade: Auckland / Wellington

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Edenz Colleges

Cidade: Auckland

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Worldwide English School

Cidade: Auckland

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✰✰✰✰

Mount Maunganui Language Centre

Cidades: Mt Maunganui e Tauranga

✰✰✰✰✰

Otago Polytechnic

Cidades: Auckland / Dunedin

✰✰✰✰✰

Christchurch College of English – CCEL

Cidades: Auckland / Christchurch

✰✰✰✰✰

Languages International

Cidade: Auckland

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The Campbell Institute

Cidades: Auckland / Wellington

✰✰✰✰✰
✰✰✰✰✰

Dominion English Schools

Cidades: Auckland / Christchurch

✰✰✰
✰✰✰✰

Language Studies International (LSI)

Cidades: Auckland / Christchurch

✰✰✰

Nelson English Centre 

Cidade: Nelson

✰✰✰✰
✰✰✰✰

Taupo Language & Outdoor Education

Cidades: Outras cidades

✰✰✰✰

Unitec

Cidade: Auckland

✰✰✰✰✰

Crown Institute Of Studies

Cidade: Auckland

✰✰✰✰

Cornell Institute 

Cidade: Auckland

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New Horizon College of English 

Cidades: Outras cidades

✰✰✰✰
✰✰✰✰

Evakona Education 

Cidade: Waikato

✰✰✰

AIS St Helens

Cidade: Auckland

✰✰✰✰

ABC College of English

Cidade: Queenstown

✰✰✰

Bay of Plenty Polytechnic

Cidades: Mt Maunganui e Tauranga

✰✰✰✰

CURSOS TÉCNICOS

Edenz Colleges

Cidade: Auckland

✰✰✰✰

Otago Polytechnic

Cidades: Auckland / Dunedin

✰✰✰✰✰

Unitec

Cidade: Auckland

✰✰✰✰✰

Cornell Institute

Cidade: Auckland

✰✰✰

AIS St Helens

Cidade: Auckland

✰✰✰✰

Bay of Plenty Polytechnic 

Cidades: Mt Maunganui e Tauranga

✰✰✰✰✰

Le Cordon Bleu 

Cidade: Wellington

✰✰✰✰✰

UNIVERSIDADES

Otago Polytechnic

Cidades: Auckland / Dunedin

✰✰✰✰✰

Unitec

Cidade: Auckland

✰✰✰✰✰

AIS St Helens

Cidade: Auckland

✰✰✰✰

Bay of Plenty Polytechnic

Cidades: Mt Maunganui e Tauranga

✰✰✰✰✰

CIDADES DA NOVA ZELÂNDIA

Boa tarde, meus monstrinhos. como vão?

Essa semana vou falar apenas sobre o país do Bilbo Baggins! Nosso querido Hobbit! Irei falar da Nova Zelândia! Um dos países mais belos do mundo, presente na Oceania!

Irei falar sobre intercâmbio, como eles tratam estrangeiros, e etc. Espero que gostem da série.

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PRINCIPAIS CIDADES DOS KIWI

Auckland

A principal cidade da Nova Zelândia e o destino preferido de estudantes brasileiros que vão ao pais para aprender Inglês, fazer cursos técnicos ou estudar em universidades.

Queenstown

Capital dos Esportes Radicais, é procurada para aprendizado da língua inglesa em conjunto a prática de ski, snowboard e outros esportes radicais.

Mt Maunganui e Tauranga

Tauranga e Mount Maunganui ficam em Bay of Plenty. Um lugar de portos bonitos, praias de surf longas e brancas e com um estilo de vida tranqüilo e ensolarado.

Christchurch

Christchurch é um ótimo lugar para estudar. A maior cidade da Ilha do Sul, Christchurch é um dos lugares mais bonitos e simpáticos da Nova Zelândia.

Wellington

Na região de Wellington, situa-se a cidade de Wellington, esta é a capital da Nova Zelândia, com aproximadamente trezentos e quarenta mil habitantes. A cidade é importante centro financeiro e comercial na Nova Zelândia.

Dunedin

Dunedin fica na região de Otago é uma área tocada por história, com uma paisagem poderosa de montanhas antigas, formações rochosas castigadas pelo clima, campos de erva alpino e rios rápidos.

Taupo

Taupo é uma linda cidade a beira do Lake Taupo. Conhecida por esportes radicais e a proximidade as Montanhas de neve é um local perfeito para estudar e aproveitar.

Nelson

A região que é a mais ensolarada da Nova Zelândia região recebe mais de 2,500 horas de sol por ano.

Waikato

Waikato está situado no coração da Ilha Norte. A principal cidade, Hamilton, está localizada a 90 minutos de Auckland e Rotorua.

West Coast

Com uma população de somente 31.000 pessoas, a região de West Coast é um lugar selvagem conhecido por rios e florestas tropicais, geleiras e tesouros geológicos.

Southland

Em contraste com a aridez de Central Otago, Southland é exuberante e verde. O maior centro urbano em Southland é Invercargill

Fiordland

O poder da paisagem de Fiordland nunca falha para encantar os viajantes. Cachoeiras caem centenas de metros em fiordes volumosos

Marlborough

A pitoresca cidade litorânea de Picton é à base da Ilha Sul para o serviço de ferry (balsa) que une as Ilhas principais da Nova Zelândia.

Northland

Veleje ao redor da baía de Bay of Islands, explore as muitas praias de surf, nade com golfinhos, mergulhe em volta de navios naufragados ou cochile debaixo das árvores pohutukawa.

Sem Título-1

CORAL DIVINO EM CANTO!

SOBRE O CORAL

Coral Divino em Canto foi criado em 1998, a fim de  dar oportunidade aos professores,  funcionários e pais de alunos do Colégio Divino Salvador (Jundiaí) de participarem de uma atividade musical.  Depois de alguns anos o grupo passou a ser  aberto a toda a comunidade. Tem na sua direção artística e regência, desde sua fundação, a maestrina Cláudia de Queiroz. O coral tem como pianista Ricardo Gazzi e, desde 2012, conta com o trabalho de preparação vocal da soprano Débora Lorenti Lupianhe. Desde sua criação até 2007, em conjunto com os outros grupos musicais do Colégio, realizou diversos espetáculos cênicos e temáticos. O Coral vem participando anualmente do Encontro de Corais promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, e também de encontros em outras cidades do Estado (Campo Limpo Paulista, São Paulo, Campinas,  Morungaba, Sorocaba, Vinhedo,  Piracicaba e Salto). Desde 2009 vem realizando intercâmbio com grupos de Jundiaí e de outras cidades, o que resultou nas séries “Sons da Cidade” e “Música Sacra em Concerto” ( que já contou com grupos de Campinas, São Paulo, Alumínio, Ribeirão Preto, Várzea Paulista, Votorantim e Alfenas-MG).  Em 2009 participou da gravação da faixa “Trenzinho”, do CD inVerso,, de Renata Iacovino e Valquíria Malagoli. Em 2014, realizou o concerto “Jundiaí in Concert”, resultado de um trabalho de pesquisa sobre os compositores da cidade de Jundiaí, e que contou com a presença do cantor e compositor Claudio Nucci.


ANÁLISE

No inicio dessa semana já tive a sorte de presenciar a um coral, e ontem, dia 18 de Junho, quinta feira, tudo voltou a se repetir, mas desta vez, foi diferente!

Foi um especial Rock in Rio 30 anos, o maior evento musical do Brasil fará 30 anos, e o coral Divino em canto homenageou o grande evento da música mundial com 3 canções que estouraram com o público na primeira edição do festival!

Eles também tocaram, em sua maioria, músicas sacra em um outro idioma (Latim), o que foi muito legal!

Havia prometido para mim mesmo em sala, que, caso tocasse Queen, eu iria lá para frente tentar ser um bom maestro (falhei, mas fui a frente), claro, não sabia qual era o tema do coral, mas fui surpreendido! Enfim, cumpri o que prometi, e lá fui eu!

Segue pequenas “vines” do show!

https://www.youtube.com/watch?v=N9pS-6jNX98

https://www.youtube.com/watch?v=vyKZeljqjg8

https://www.youtube.com/watch?v=m8WkG5azusc

https://www.youtube.com/watch?v=XSna5UFVw1k

https://www.youtube.com/watch?v=GVnnbr9RPzU

https://www.youtube.com/watch?v=oVf7XwYcHjo

https://www.youtube.com/watch?v=x9K3oDwzQKs

https://www.youtube.com/watch?v=N_oJeUGXwvA

https://www.youtube.com/watch?v=NWJLc5Get9Q

https://www.youtube.com/watch?v=_t2YZDRiCfM

obs.: Lamento se escrevi o nome de alguma canção errada!

CRITICA A MAD MAX!

Aqui estou eu em mais um dia, sobre o olhar sanguinário da guria..

Ontem (17), fui ao cinépolis aqui em Jundiaí assistir ao filme Jurassic World, mentira, Mad Max, Fury Road, a grande estréia de maio. (Estou um pouco atrasado não?)


FICHA TÉCNICA

  • Titulo original: Mad Max, Fury Road
  • Diretor: George Miller
  • Elenco: Tom Hardy, Chralize Theron, Zoë Kravitz
  • Duração: 120 minutos
  • OrçamentoUS$ 100 milhões

SINOPSE

Após ser capturado por Immortan Joe, um guerreiro das estradas chamado Max (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa se salvar um grupo de garotas. Também tentanto fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo.


RESUMO DA CRÍTICA

Hardy não tem apelo algum. Canastrão, não é fraco apenas interpretando, é ruim brigando também. Nada heroico. A trama não chega a caracterizar um roteiro completo, tendo em vista as pouquíssimas falas durante o filme, ou o cenário pós-apocalíptico. É uma sequência de perseguições no deserto. Imagine um faroeste em que a diligência é perseguida pelos apaches o tempo todo.


CRÍTICA

É uma ação vazia, é um monopólio sobre a água por parte do Immortan Joe (um dos poucos pontos que gostei, afinal, crítica a gastança de água, e mostra que é um bem finito, onde muitos irão matar e morrer por ela, talvez uma possível guerra venha a vir pela água em um futuro próximo)

A vantagem, no entanto, é restrita à evolução da técnica. Assim como muitos de seus contemporâneos que também aderiram ao 3D, a quarta longa da série é um super filme de ação e ponto. Eis aí a dor e a delícia desta saga. São 120 minutos de fugas e perseguições esquizofrênicas que você vê e se pergunta como conseguiram fazer isso. Praticamente um desempenho interminável, em cenário pós-apocalíptico, com direito a flertes com shows de rock por um boneco (?), um cardápio variado de explosões e, curiosamente, pouco sangue, até mesmo para uma das Victoria Secret’s que pariu durante o filme.

Estrada da Fúria foi pensada para ser assim, sem diálogos, e, se bobear, perde-se até o fôlego no cinema. A proposta era ousada: não sendo uma continuação, a quarta longa tinha a missão de reformatar seu herói usando elementos das tramas anteriores. À medida que decide suprimir a palavra, é preciso que a forma dê conta de transmitir a história. Não é esse o caso.

O problema é que a obsessão pela forma é tão grande que os novos espectadores da saga de Max Rockatansky ficam a ver navios. Ou se concentra – e vibra com as peripécias das perseguições – ou se boia completamente na trama. Vale dar um Google para saber do que se trata. George Miller não conta nada. Apresenta-se um espetáculo visual e, dele, quem quiser que deduza a história, interprete seus heróis e anti-heróis. Em resumo, é uma obra para degustação de fãs experientes.

Os motivos que levaram a imperatriz Furiosa (Charlize Theron) a preparar um caminhão-tanque e sair disparada pelo deserto são tão ocultos quantos aqueles que envolvem a captura de Max (Tom Hardy) e seu confinamento em uma espécie de estufa de extração de sangue. Também é uma incógnita a idolatria ao vilão Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne), o culto às mulheres (que, aliás, mais parecem ter sido selecionadas para um editorial de revista de moda do que para um filme de ação).

Tom Hardy é bem sem sal, a ponto de você não acreditar em nada do que ele diz ou faz. Ou seja, é até sacanagem comparar com Mel Gibson, que tem nesse personagem uma das imagens-ícone de sua carreira. Charlize Theron tem olhar mais expressivo, mas, ainda assim, parece amarrada na sisudez de Furiosa.

Os carros, que já são marcas registradas da franquia Mad Max, continuam grandes, potentes e empoeirados, sem nada daquela frescura de colocar uma Ferrari entre outros moderninhos caros. Foi um prato cheio para as explosões. De tão recorrentes, porém, vão perdendo força com o passar da trama. Cabe à trilha sonora a função de tentar sustentar a ‘‘emoção’’ do espectador.

Em meio a tanta pirotecnia, a principal atualização de conteúdo feita pelo diretor George Miller é, aliás, bem sintonizada com a realidade brasileira: “Não fiquem dependentes da água. Sofrerão com a ausência dela”, avisa Immortan Joe.

Nota: 2.5


Crédito da crítica cuja qual concordei 98%, aqui. Alguns dos trechos modificados genética e genéricamente.

SELFIEBOOK feat. PASSAPORTE!

Domingo, 14 de Junho!

Primeiramente fui para o SESC junto de minha mãe e irmã, lá é uma área LINDA! Já tinha combinado de ir a tal lugar com a menina Dianão para que pegássemos uma carteirinha e virássemos todos sócio do mesmo.

Guiei elas por lá após pegarmos a carteirinha, mas a questão não é essa, vim por meio desta publicação para falar do Jd. Botânico! Uma das áreas verdes mais bonitas da cidade. Portanto, tchau SESC! haha

O Caminho até lá é de fácil acesso, tem tudo por perto, um McDonald’s (nossa, McDonald’s tem perto de tudo mesmo!), o paço municipal, o próprio SESC, e tem MUITA vida por lá! Bebedouros espalhados e um banheiro quase limpo (prefiro utilizar o do SESC!). Lá se torna um ambiente familiar perfeito, um lugar ideal para fazer um picnic, levar os filhos pequenos para verem os animais, ir jogar um frisbi com os amigos, relaxar.. Enfim, lá é quase perfeito!

Tem várias árvores (sério, são muitas), uma orquídaria com plantas, flores e etc, várias trilhas onde quase todos podem fazer uma caminhada ou até mesmo andar de bike que liga até o parque da cidade, tendo 4.3 KM de extensão! É uma excelente alternativa para seus exercícios de rotina.

É um bom local para você que é fotógrafo também!

Porém, toda moeda tem dois lados. Dois pontos que pecaram no Jardim, são eles a fonte de água (cachoeira, lago e etc), e o banheiro que estão um tanto quanto “poluídos”, a água das fontes e lagos tem uma coloração que dá medo, um esverdeado, é um pouco nojento.. fora o banheiro que estava com uma pequena poça de urina no chão! ugh, que asco!


Breves informações!

O Jardim Botânico de Jundiaí – (JBJ) – SP, inaugurado em 29 de dezembro de 2004, com uma área de 150.000 m², surgiu como uma proposta de recuperação para uma área com longo histórico de degradação. Esta área se apresentava infestada de gramíneas exóticas com algumas árvores isoladas, e ao longo das décadas, sofreu processos antrópicos que aceleraram sua degradação. Entre estes processos destacaram-se as atividades de extrativismo mineral, deposição de resíduos e sucessivos incêndios que modificaram a vegetação natural e causaram danos na vegetação que resistiu


Jd. Botânico!
Jd. Botânico! O céu só não esta mais lindo que eu 😀
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico! Sorria e aja naturalmente!
Jd. Botânico! Sorria e aja naturalmente!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!
Jd. Botânico!

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Jd. Botânico!
Jd. Botânico!

Portarias

  1. Av. Navarro de Andrade, 120
  2. Av. Antonio Frederico Ozanan, 6400
    como chegar de ônibus

Telefones

  1. (11) 4523-1012
  2. (11) 4582-2468

Horário de Funcionamento

De segunda a domingo,
das 8h às 18h

Mais em http://jardimbotanico.jundiai.sp.gov.br/

Nota 4.7

Amiguinha das fotos

CORAL MUNICIPAL DE JUNDIAÍ NO SENAC!

..é gratificante presenciar a uma obra com boas músicas, num mundo onde o imoral e indecente domina.

SOBRE O CORAL MUNICIPAL DE JUNDIAÍ

Criado por iniciativa da Secretaria de Cultura, o Coral Municipal de Jundiaí tem como objetivos a difusão do canto coral com a realização de concertos, manter o intercâmbio cultural com entidades similares, além de integrar-se aos objetivos culturais da cidade. O Coral Municipal tem na sua direção artística e regência, Cláudia de Queiroz, e como regente assistente e pianista, Andresa Sayuri Kinjo. Os integrantes são todos voluntários e foram selecionados através de teste vocal. Durante o ano de 2012, realizou diversos concertos na cidade, inclusive o Concerto de Primeiro Aniversário, e teve a oportunidade de participar do 15º Encontro de Corais na cidade de Salto.

Em 2013, criou o Projeto de Apresentações Noturnas (que continuou em 2014) – apresentações didáticas em instituições de ensino da cidade que oferecem cursos noturnos. O projeto tem cunho didático, já que explica como funciona um coral, os tipos de vozes, além da execução de músicas do repertório do grupo. Instituições já contempladas: SENAC (3 apresentações), Fatec, Centro Municipal de Educação de Jovens e Adultos e 8 escolas estaduais.

Também em 2013, o Coral Municipal organizou o I Encontro de Corais Municipais, recebendo corais das cidades de Vinhedo e Indaiatuba, além de participar do Festival de Inverno de Franco da Rocha e do 16º Encontro de Corais de Salto. Em 2014, promoveu o II e III Encontro de Corais Municipais, com participação especial do Coral Municipal de Itapevi e do Coral Municipal de Cajamar, e marcou presença no V Canta Inverno de Vinhedo.


ANALISE

Foi algo do tipo, foi um grand finale! Um grupo de gala que visa levar a cultura e compartilhar aquilo o que é bom sem o egoísmo de tirar vantagem disso! O Coral Municipal de Jundiaí é incrível, é a terceira vez que os vejo, e é algo novo a cada nova apresentação! Isso soa um pouco estranho e obvio mas.. é algo muito gostoso de acompanhar. 🙂

O Coral Municipal de Jundiaí já cantou em diversas línguas, entre elas o Espanhol, Francês, Lusitano, Alemão, Hebraico, Inglês e Latim.

Segue pequenas “vines” do show!

obs.: Lamento se escrevi o nome de alguma canção errada!